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Dom Bosco ativa Disciplina Projeto de Vida

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Com a realização de conversas em sala de aula, atividades, palestras e rodas de conversa, os alunos podem pensar sobre si e suas projeções futurasCom o objetivo de valorizar as vivências dos alunos, para que cada um deles possa refletir sobre seu papel social, desejos pessoais e sobre o impacto de suas escolhas, a disciplina Projeto de Vida do Colégio Salesiano Dom Bosco realiza diversas atividades. Com a promoção de palestras, rodas de conversa e momentos de reflexão, os estudantes podem esclarecer sobre objetivos e anseios pessoais. Ao longo de todo o ano, a escola irá convidar ex-alunos e profissionais de diferentes áreas para conversar com as turmas do Ensino Médio.De acordo com Bruna Hohm, professora da disciplina, “o Projeto de Vida considera os educandos como protagonistas de sua própria formação, como sujeitos integrais, que têm sonhos, expectativas, limitações e são capazes de decidirem o que querem e onde querem chegar para, então, idealizar e trilhar a jornada que os levará aos seus propósitos e contribuirá com sua escolha profissional”. Ao longo da disciplina, o estudante pode identificar suas potencialidades e dificuldades, tendo acompanhamento e suporte para desenvolver seus projetos com consciência crítica, criativa, autônoma e responsável.Para Maria Luiza Mallmann, aluna do Terceiro Ano do Ensino Médio, o Projeto de Vida é uma matéria que promove o autoconhecimento e faz refletir a respeito do futuro, servindo como um guia, baseando-se nas áreas de conhecimento que cada um mais se identifica. “A disciplina te mostra que a felicidade e plenitude vão além de conquistas profissionais, que tu precisa estabelecer objetivos e metas pessoais, que irão te motivar a ser alguém melhor e fazer com que tua vida valha a pena”. Como o Ensino Médio é uma fase de transição, amadurecimento e de decisões importantes, a disciplina Projeto de Vida tem um papel importante em guiar e orientar os estudantes.

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Programa Papo de Responsa da Polícia Civil

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A Assessoria de Políticas para Mulheres de Santa Rosa, esteve representada nesta quinta-feira (17), no Programa Papo de Responsa da 10ª Região Policial. A roda de conversa aconteceu na E.M.E.F Pedro Speroni. Na oportunidade, foram trazidos diversos temas que impactam a vida da menina e da mulher.
Participaram do Programa, as profissionais: Solange Griza, Assessora de Políticas para as Mulheres da Prefeitura e as Escrivãs da Polícia Civil, Rosana Lisik e Marcia Basso. Durante o dia foram desenvolvidos diálogos sobre as formas de violência. Também foi falado sobre os serviços e telefones disponíveis para as vítimas. Durante a ação, os participantes puderam tirar dúvidas e contribuir, o que gerou uma significativa troca de informações e conhecimentos. O Papo de Responsa atua na região de Santa Rosa desde 2016 e as instituições de ensino interessadas em agendar o recebimento do Programa, podem entrar em contato com a Polícia Civil, pelo telefone (55) 3513-6000.
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Novo projeto para adequar salário dos professores ao piso nacional

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Diante do reajuste de 33,24% no piso nacional do magistério, assinado na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro, o governo do Estado precisará readequar o salário dos professores estaduais. O reajuste concedido no ano passado, de 32% sobre o subsídio, levou o piso dos professores gaúchos para 3.809,92, abaixo dos R$ 3.845,63 definidos pelo governo federal.

A decisão sobre como compensar a diferença deve ser tomada ao longo da semana pelo governador Eduardo Leite. No momento, a tendência é de que o governo envie um novo projeto à Assembleia incorporando o valor aplicado pelo Palácio do Planalto.

Com essa solução, o subsídio de todos os professores deve sofrer um pequeno reajuste, já que o novo plano de carreira aprovado em 2020 garante uma distância salarial mínima entre os diferentes níveis e classes da tabela remuneratória.

A alternativa seria pagar um completivo aos professores, o que teria impacto financeiro semelhante e abriria brecha para um eventual passivo judicial futuro.

Leite gostaria de eliminar do dicionário de seu governo a palavra “completivo”, usado desde 2009 para que nenhum professor recebesse menos do que o piso nacional do magistério, o que acabou achatando o plano de carreira. Com o novo plano, a promessa foi de respeitar a diferença entre um degrau e outro.

Na sexta-feira, o secretário-chefe da Casa Civil, Artur Lemos, disse que o tema será discutido pelo governo durante esta semana.

 — Ainda não fizemos esse debate porque aguardávamos a manifestação do presidente da República (a portaria foi assinada na sexta-feira). Vamos debater qual o melhor caminho, valorizando o que fizemos no ano passado  —  destacou Lemos.

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Escolas do RS devem retomar ensino 100% presencial a partir da próxima semana

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Com a chegada de fevereiro, as escolas do Rio Grande do Sul se preparam para receber os alunos neste que é o terceiro ano de ensino em meio à pandemia de covid-19. O retorno após as férias deve ser presencial tanto na rede pública estadual e municipal quanto na privada. Até o momento, não há discussão sobre um possível adiamento da volta às aulas.

Em uma nota informativa divulgada na segunda-feira (31), o governo do Estado ofereceu orientações para as escolas em caso de infecções por covid-19 entre alunos e professores. As regras variam conforme a idade dos alunos (confira abaixo). Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinepe) pretende contestar parte destas regras em reunião com o governo do Estado ainda antes do início das aulas.

O retorno das atividades presenciais da rede estadual está marcado para o dia 21 de fevereiro para todos os estudantes. Mesma data prevista para a volta dos alunos do Ensino Fundamental e Médio da rede municipal de Porto Alegre. Já os pequenos da Educação Infantil, na Capital, retornam para sala de aula no dia 9 de fevereiro. Com protocolos que podem ser semelhantes aos dos já publicados pela Secretaria Estadual da Educação (veja detalhes abaixo), a prefeitura divulgará ainda esta semana as novas regras para as escolas municipais.

A rede privada de ensino não tem um calendário único, e as escolas têm autonomia para definir em que dia retomam as aulas, de modo que as famílias devem ficar atentas às datas divulgadas pelas escolas dos filhos. No entanto, conforme o calendário de orientação elaborado pelo Sindicato do Ensino Privado do Rio Grande do Sul (Sinepe), a retomada deve ocorrer em 21 de fevereiro. Já há relatos, principalmente de instituições no Interior do RS, de retomada no dia 14 de fevereiro, uma semana antes.

— O retorno é 100% presencial, não tem mais híbrido ou remoto. Sabemos que a Ômicron está aí, mas temos professores e funcionários vacinados com três doses. E os menores não sofrem tanto com a covid, o risco é pequeno perto do prejuízo que as crianças sofrem por não estarem em sala de aula. As escolas têm se preparado e mostraram nos últimos dois anos que são ambientes seguros. Vamos continuar com os cuidados de álcool gel, com uso de máscara, ventilação cruzada — afirma o presidente do Sinepe, Bruno Eizerik.

 

 

Normas para o retorno presencial no RS

O governo do Rio Grande do Sul publicou na segunda-feira (31) uma nota informativa acerca do retorno presencial. Entre outras normas, o documento orienta que:

  • Na Educação Infantil, um caso confirmado de coronavírus na turma resultará na suspensão das aulas presenciais nesta turma por 10 dias, a contar do último dia de comparecimento do caso positivo, sem necessidade de testagem dos demais colegas. No caso de um estudante assintomático ter tido contato com alguém em sua casa que positivou para covid-19, apenas este aluno é afastado por 10 dias, sem necessidade de ser testado.
  • No Ensino Fundamental e o Ensino Médio, caso haja confirmação de um caso de covid-19 na turma, este deve ser afastado e a ocorrência de sintomas nos demais alunos da turma deve ser monitorada, afastando por 10 dias aqueles considerados contato próximo (sem uso de máscara) por até 10 dias. É possível encerrar o isolamento mais cedo, no sétimo dia, se o aluno estiver assintomático e testar negativo para a doença. Estudantes assintomáticos que tiveram contato em casa com alguém que positivou para a doença devem ficar afastados da escola por 10 dias, sem a necessidade de testagem.
  • Quanto ao uso de máscara na escola, o governo do Estado reforça que crianças com menos de três anos de idade não devem usar máscara e crianças entre três e cinco anos de idade devem usar o apetrecho com supervisão direta de um adulto. Quem tem entre cinco e 12 anos deve usar máscara, recebendo orientações em relação ao uso correto da máscara e sendo supervisionado se necessário. Jovens acima e 12 anos devem  usar máscara, seguindo as mesmas normas de obrigatoriedade do uso que os adultos.

O presidente do Sinepe contesta parte das orientações e afirma que, na próxima reunião com o governo do Estado antes das aulas, o sindicato demandará que algumas definições sejam alteradas.

— Vamos ter uma reunião do COE e nela precisamos deixar as regras bem claras. Será que, se só um aluno for contaminado, é preciso suspender a turma toda? Aí não vai mais ter aula. Temos que sentar e adequar essa norma a uma nova realidade, a de uma variante mais contagiosa, mas que ao mesmo tempo não é tão agressiva. E professores e funcionários já estão vacinados com as três doses — afirma Bruno.

Duas visões de especialistas sobre o retorno às aulas

No Rio Grande do Sul, a circulação da variante Ômicron tem sido relacionada ao aumento em hospitalizações e casos de infecção entre crianças. No entanto, a vacinação das crianças está em curso desde o dia 19 de janeiro e tem abrangido gradualmente as faixas etárias de cinco a nove anos. Diante desse cenário, especialistas ouvidos no programa Gaúcha Atualidade da Rádio Gaúcha nesta terça-feira (1) debateram se esse é o momento ideal para a retomada das atividades presencias do ensino.

O infectologista Bruno Ishigami defende que é prudente aguardar mais um pouco.
— A gente está vivendo um aumento de casos entre as crianças e um aumento das hospitalizações. Isso ainda não se refletiu no aumento de óbito entre as crianças, mas acho que já é motivo suficiente para a gente ficar alerta. Por onde a Ômicron passou, o comportamento tem sido esse, de aumentar casos e internações entre crianças. Soma-se a isso o fato da grande parte das crianças ainda não estar vacinada. Tivemos um atraso da vacinação das crianças em um mês aqui no Brasil. Poderia ter sido iniciada em dezembro, quando foi liberada, mas houve um imbróglio com o Ministério da Saúde. Eu defendo que a gente segure um pouco mais. Eu entendo a importância da volta às aulas para as crianças, mas estamos tendo tantos casos agora que acredito que não custa esperar um mês para vermos como a Ômicron vai se comportar — afirma Ishigami.

Já o infectologista Alexandre Schwarzbold, consultor da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), defende que as crianças já podem voltar à escola agora.

— Eu acredito que, mesmo nesse momento pandêmico da Ômicron, não há um determinante tão importante que nos dê evidências de que a criança deve ficar afastada da escola e temos uma comunidade escolar que em tese está protegida, do ponto de vista da vacina. Esse é o momento em que a gente deve pesar os impactos que tem o afastamento das crianças da escolas do ponto de vista social e mental com o risco eventual que algumas crianças possam ter. (…) Nada indica que esta variante tem uma preferência por crianças. A nova variante, mostram estudos experimentais, tem capacidade de se ligar aos seres humanos mais do que as anteriores, mas a capacidade das crianças serem afetadas vai ser maior que a dos adultos não por serem crianças, mas por serem, talvez, a única população que ainda não está completamente imunizada — afirma Alexandre.

A sugestão do especialista é que crianças em boas condições de saúde retornem à escola e crianças ainda não imunizadas e que têm fatores que as colocam mais em risco para a covid-19 possam fazer uso do ensino híbrido.

 

Fonte: GZH

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