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Dinar: a moeda mais valiosa do mundo em relação ao dólar

Pável Bauken

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Diariamente observamos em jornais, revistas e site a cotação do dólar. A moeda norte-americana é parâmetro para exportações e negociações envolvendo países do mundo inteiro. Mas uma moeda, que pouca gente conhece e muito difícil de conseguir, inclusive em empréstimo pessoal online, é mais valorizada que o dólar.

O dinar, utilizado no Kuwait, é a moeda mais valorizada do mundo em relação ao dólar. Emitido pela primeira vez em 1961, a cotação atual, de novembro de 2019, mostra que 1 dinar vale 3,30 dólares, segundo o conversor de moedas disponibilizado pelo Banco Central do Brasil.

Para se ter uma ideia, 1 euro vale 1,0997 dólar, o que significa que as moedas têm praticamente o mesmo valor, ainda que a moeda dos EUA esteja um pouco mais valorizada.

Para entender a força do Dinar Kuwatiano é preciso voltar no tempo. A introdução do dinar do Kuwait (KWD) em 1961 foi um substituto para a rupia utilizada no Golfo Pérsico, no Oriente Médio, e que era atrelada rupia indiana. Esta, por sua vez, estava atrelada à libra esterlina, pertencente a Grã Bretanha, que controlava algumas colônias na região, como a Índia.

Em 1961, o Kuwait conquistou a independência do Reino Unido e criou o Conselho de Moedas do Kuwait com o objetivo de estabelecer uma moeda do Kuwait, surgindo, assim, o dinar kuwatiano. Entre 2003 e 2007, o dinar kuwatiano foi atrelado ao dólar americano (USD), com cotação de 0,29963 dinares ao preço de 1 dólar.

O sucesso da moeda se explica por sua ação no mercado petrolífero. O Kuwait possui uma economia baseada em produtos petrolíferos, com mais de 80% da receita do governo proveniente da indústria do petróleo. O Estado do Kuwait é isento de impostos, com uma das menores taxas de desemprego do mundo.

Além disso, é uma moeda de taxa fixa, portanto mantém seu alto valor sem ser diretamente afetado pela oferta ou demanda do mercado. O Kuwait possui quase 10% das reservas mundiais de petróleo. O petróleo representa quase metade do PIB. Kuwait possui um sistema bancário bem desenvolvido (que pode realmente manter essa taxa fixa).

Mesmo com esses dados, o fato de o dinar do Kuwait ser valorizado em relação a outras moedas é praticamente sem sentido na maioria dos contextos. O Kuwait é um país pequeno, o que significa que as pessoas fora do Kuwait têm muito pouco motivo para fazer uso dos dinares.

Além disso, como o dinar do Kuwait é uma moeda muito estável, não há motivo para especular sobre seu preço, a menos que as pessoas interessadas acreditem que ele deve sofrer algum tipo de mudança fundamental em um futuro não tão distante.

Além do Kuwait, outros países do Oriente Médio e da África utilizar a nomenclatura Dinar para denominar suas moedas. No dicionário, a palavra significa moeda de ouro. Existem, por exemplo, o dinar iraquiano, Dinar argelino dinar jordano, dinar líbio, entre outros.

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Secretaria da Saúde orienta profissionais e população sobre novo coronavírus

Reporter Cidades

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foto ilustrativa

A Secretaria da Saúde (SES) do Estado, por intermédio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (Cevs), está orientando as redes de saúde pública e privada sobre notificação de casos suspeitos de doença respiratória causada pelo agente novo coronavírus. O trabalho é feito a partir das recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde (MS), que lançou nesta quinta-feira (23) um Boletim Epidemiológico sobre essa nova cepa viral. Desde o final de 2019, quando foram detectados casos de doença respiratória na China, provocados pelo coronavírus, os estados vêm monitorando o evento, em conjunto com o Ministério da Saúde.

Como resultado deste trabalho, as instituições de saúde lançaram um alerta para eventuais casos de pessoas com sintomas suspeitos e que tenham histórico de viagem para áreas de transmissão nos últimos 14 dias. Os sintomas clínicos são principalmente respiratórios, como febre, tosse e dificuldade para respirar. Os casos mais graves podem evoluir para pneumonia.

O Rio Grande do Sul, no momento, não tem nenhuma situação relacionada ao novo coronavírus em investigação. O único caso suspeito até agora – notificado ao MS na quarta-feira (22) – foi descartado. Tratava-se de uma pessoa que passou 18 dias trabalhando na China e que procurou atendimento médico com febre e tosse. Foram tomadas as medidas preconizadas para atendimento de caso suspeito e o resultado foi negativo, sendo que o paciente sequer está internado.

Recomendações à rede de saúde

Para os casos suspeitos é recomendado que o paciente use máscara cirúrgica logo no início e seja mantido em quarto privativo. Os profissionais devem usar medidas de precaução padrão. Casos graves devem ser encaminhados para um hospital de referência, e os leves devem ser acompanhados pela atenção básica em saúde.

A OMS detectou que a transmissão pessoa a pessoa está acontecendo entre familiares e profissionais de saúde em contato com indivíduos infectados na cidade de Wuhan (China) que é, até o momento, o único local conhecido com transmissão.

Precaução em portos, aeroportos e fronteiras

A vigilância sanitária orienta adoção de medidas nos pontos de entrada no país:

– Atenção para detectar suspeitos;
– Orientação para notificação imediata destes casos;
– Elaboração de avisos sonoros com recomendações sobre sinais, sintomas e cuidados básicos;
– Intensificar procedimentos, limpeza e desinfecção de Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
– Orientar equipes dos postos médicos quanto à detecção de casos suspeitos;
– E atender a possíveis solicitações de listas de viajantes para investigação de contato.

Boletim Epidemiológico sobre novo coronavírus 

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Brasil repete sua pior nota em ranking de percepção de combate à corrupção

Pável Bauken

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O Brasil caiu uma posição e repetiu sua pior nota no ranking mundial de percepção de combate à corrupção, elaborado pela Transparência Internacional, em 2019. Ao registrar 35 pontos, o país igualou a nota de 2018, sua mais baixa da série histórica iniciada há sete anos, e ficou em 106º lugar em uma lista de 180 nações – na mesma posição de Albânia, Argélia, Costa do Marfim, Egito, Macedônia e Mongólia, e atrás de vizinhos latino-americanos, como Argentina (66º), Cuba (60º) e Colômbia (96º). A colocação do país no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) caiu pelo quinto ano seguido. Em 2018, o Brasil era o 105º.

No topo da lista, estão Dinamarca, Nova Zelândia e Finlândia, os países considerados menos corruptos por seus cidadãos. Já com as notas mais perto de zero, e avaliados como menos íntegros, estão Síria, Sudão do Sul e Somália. Na América do Sul, os piores postos ficam com Nicarágua (161º), Haiti (168º) e Venezuela (173º).

O resultado do ano passado marca o primeiro do governo do presidente Jair Bolsonaro. “A corrupção continua sendo um dos maiores obstáculos para o desenvolvimento econômico e social do Braisl. Com uma pontuação de 35, a mais baixa do IPC desde 2012, o Brasil continua estancado”, destaca o estudo. “Depois das eleições de 2018, em que a agenda anticorrupção teve um protagonismo, o Brasil experimentou uma série de retrocessos em seu marco legal e institucional contra a corrupção. E também enfrenta dificuldades para adiantar reformas amplas no sistema política.”

O IPC classifica os países de acordo com a percepção de investidores, acadêmicos, executivos e estudiosos na área de transparência sobre quão corrupto é o setor público. Entre os aspectos analisados, estão propina, desvio de recursos públicos, nepotismo, excesso de burocracia e capacidade de governos para conter a corrupção.

VEJA

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Mulher transexual é presa em cela feminina e engravida detenta

Reporter Global

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Um detento que cumpria pena em uma penitenciária na cidade de Córdoba, na Argentina, resolveu mudar de nome e se declarar mulher trans. Após alegar a mudança de gênero na justiça, ele ganhou o direito de ser colocado numa prisão feminina. As informações são do GazetaWeb.

De acordo com a imprensa local, alguns meses depois, uma das detentas ficou grávida após manter relações sexuais com o homem que há pouco tempo passou a se chamar Gabriela.

Ainda segundo os jornais, o caso aconteceu há dois meses, mas o episódio veio a público semana passada, através da história do advogado Juan Gacitúa, no programa argentino “El show de la Mañana”.

“A lei é muito mais rápida do que a infraestrutura que o Estado pode fornecer”; disse o advogado com relação ao que aconteceu, uma vez que, segundo ele, houve diversas reclamações de mulheres que se queixaram da presença da autodeclarada prisioneira, na prisão feminina.

“O prisioneiro, Gabriel, mudou seu nome para Gabriela e o Serviço Penitenciário, por ordem de um juiz, transferiu-o da prisão masculina para a prisão feminina”, disse Gacitúa.

“Isso é garantido por lei. Foi lá que ele fez contato com as detentas e engravidou uma delas.”

Segundo as autoridades, Gabriel havia sido preso por violência contra mulheres e após ter engravidado uma das detentas, um juiz decidiu libertá-lo da prisão.

RS Agora

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