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Diante da crise sem fim na Argentina, a MWM transfere produção ao Brasil

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A MWM, conhecida pela fabricação de motores diesel, vai fechar sua fábrica em Córdoba, na Argentina, e transferirá toda a produção daquela planta para o Brasil, mais precisamente para a fábrica instalada na região de Jurubatuba, na zona sul de São Paulo-SP.

O motivo da decisão da companhia é a forte crise econômica pela qual passa a Argentina, agravada agora pela vitória da esquerda na recente eleição, o que fez sumir qualquer expectativa de recuperação da economia do país vizinho.

A empresa já passava por dificuldades devido ao problema da estagnação econômica do país por mais de uma década, que se refletiam nas baixas vendas do segmento automotivo e aos custos de produção cada vez mais elevados.

O fim das atividades ocasiona a demissão de 100 postos de trabalho diretos e outros tantos indiretos.

A crise econômica na Argentina tem afetado praticamente todos os setores, mas é o setor automotivo relacionado às cargas o que sente antes dos demais as maiores dificuldades. Mesmo com as consecutivas reduções no quadro de funcionários e nos turnos de trabalho, a constante queda nas vendas do setor inviabilizou a continuidade da fábrica no país.

Inaugurada em 1995, na mesma época que a planta de Canoas-RS, em Cordoba a MWM já produziu motores diesel para Ford, GM e Mercedes-Benz. No entanto, já na primeira década dos anos 2000, após anos de governos da esquerda e com a eleição de Nestor Kirchner em 2003, a empresa se viu obrigada a encerrar a linha de produção completa dos propulsores a diesel, mantendo-se a focada na fabricação de peças periféricas para abastecimento das linhas completas no Brasil.

No ano de 2013 a empresa passou a ser controlada pela Navistar International e iniciou a produção de geradores e motores elétricos na tentativa de manter a produção. Agora, mesmo com toda a persistência da empresa, acabou tudo.

Autoblog – Texto e imagem; John

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Casal de youtubers devolve filho adotado após descobrirem autismo no menino

Internautas acusam vloggers de terem usado a criança como um objeto

Reporter Cidades

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Myka Stauffer e o marido, James, explicaram o motivo de desfazer a família em vídeo | Reprodução / Youtube

Um casal norte-americano de youtubers causou polêmica com a decisão de devolver um filho adotado depois de ficar três anos com ele. A decisão foi tomada após ambos descobrirem que o grau de autismo do garoto chinês, hoje com cinco anos, era maior do que suspeitavam.

Em vídeo, Myka Stauffer e o marido, James, explicam o motivo de desfazer a família e contam mais sobre como foi tomada essa decisão. Huxley foi adotado em 2017, quando ele tinha quase dois anos.

— A adoção internacional, às vezes, tem o desconhecido, coisas que não estão transparentes na ficha. Quando o Huxley chegou em casa havia muito mais necessidades especiais que não sabíamos. Nos últimos anos, ele esteve em uma série de terapias e nós tentamos ajudá-lo como pudemos. Nós nunca quisemos ficar nessa posição, nós tentamos ajudá-lo o máximo possível, nós o amamos de verdade — disse James.

O casal fez quase 30 vídeos em família e divulgou o garoto nesses três anos em que ficaram juntos. Com isso, internautas passaram a acusá-los de ganhar visibilidade com a criança e de a terem usado como objeto.

Pelo que eles dizem no vídeo, uma nova família já está ao lado do pequeno chinês. A nova mãe tem treinamento médico profissional.

— Após uma série de avaliações, vários profissionais de saúde disseram que ele precisa de mais. Tem sido muito difícil. Eu quero dizer para vocês o que está acontecendo. Eu me sinto um fracasso como mãe? Sim, 500%. Esta jornada foi a coisa mais difícil que eu já passei. Após colocar nosso coração nesse menino — afirmou a youtuber Myka.

O casal tem outros quatro filhos biológicos.

Gaúcha/ZH

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Tabagismo no Brasil cai 37,6% nos últimos 14 anos, revela pesquisa

Reporter Cidades

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© Arquivo/Agência Brasil

Ministério da Saúde apresentou hoje (29) o resultado da pesquisa por telefone sobre doenças crônicas e fatores de risco (Vigitel 2019), que mapeou a ocorrência de doenças crônicas no país. A mais comum foi a hipertensão arterial, presente em 24,5% dos entrevistados. Desde 2006, o índice vem se mantendo estável. Nas pessoas com 65 anos ou mais, este diagnóstico chegou a 59,3% das pessoas.

A obesidade atingiu o maior percentual em 14 anos, de 20,3%. Em 2006, ele era de 11,8%. A faixa com maior prevalência desta condição foi de entre 45 e 54 anos (24,5%).

Já o tabagismo caiu neste mesmo período. Esse fator de risco saiu de 14,1% em 2006 para 9,8% em 2019, uma queda de 37,6% no período. Na faixa dos 45 aos 54 anos, o percentual atingiu seu maior patamar: 52%.

A diabetes foi identificada em 7,4% dos ouvidos. Em 2006, o índice era 5,5%, um aumento de 35% no período. A prevalência foi maior nas pessoas com 65 anos ou mais (23%) e na população de menor escolaridade (0 a 8 anos de estudo) (14,8%).

Vigitel covid-19

A Vigitel sobre a covid-19, que entrevistou duas mil pessoas entre 25 de abril e 5 de maio. Destas, 87,1% relataram ter saído de casa pelo menos uma semana. O índice foi maior no Sul, Sudeste e Centro-Oeste (89,6%) do que no Norte e Nordeste (82,3%). No recorte por idade, a prática foi mais comum entre faixas etárias abaixo de 50 anos (89,5%) do que acima desta idade (82,6%).

Os motivos mais informados para a saída de casa foram comprar alimentos (75,3%), trabalhar (45%), procurar serviço de saúde ou farmácia (42,1%), estar cansado de ficar em casa (20,5%), prestar ajuda a familiar ou amigo (20,2%).

A pesquisa também perguntou aos entrevistados os principais incômodos das pessoas. Os relatados foram dificuldade de dormir ou dormir mais do que de costume (41,7%), falta de apetite ou comendo demais (38,7%), sentir-se para baixo ou deprimido (32,6%) e sentir-se cansado ou com pouca energia (30,7%).

Em relação aos cuidados, as mulheres informaram higienizar mais as mãos frequentemente (88,6%) do que os homens (80,2%).

Veja entrevista na íntegra

*Texto alterado às 19h32, após a transmissão ao vivo do Ministério da Saúde, para acréscimo de informações e atualização da manchete. 

ebc

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Residentes realizam ação solidária e de conscientização

Pável Bauken

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Com o objetivo de conscientizar e estimular a população sobre o uso de máscaras, os residentes do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família UNIJUÍ/FUMSSAR lançaram o projeto “Doações que Movem”. Esta ação consiste na doação de máscaras de tecidos para usuários do SUS do município de Santa Rosa que, por algum motivo, ainda não conseguiram comprar a sua.

As máscaras estão sendo confeccionadas com muito amor e carinho pelos residentes e seus familiares. Os materiais para a confecção foram doados por diversas mãos. Os destaques e agradecimentos são destinados a todos que contribuíram: coletivo e familiares dos residentes, profissionais das unidades de saúde e UNIJUÍ.

As máscaras estão disponíveis na entrada das unidades de saúde em que os residentes estão inseridos, são elas: UBS Centro, Agrícola, Planalto, Beatriz, Jardim Petrópolis, Guia Lopes e Auxiliadora. Estarão visualmente identificadas.

Os residentes orientam sobre a necessidade de consumo consciente. Os usuários devem se sentir a vontade para pegar as máscaras se ainda não tiverem a sua ou se souberem de alguém que esteja precisando.

Os profissionais, também preocupados com a tensão que vem sido vivida nos últimos tempos por profissionais da área de saúde, estando na linha de frente no atendimento nas Unidades, criaram um serviço de orientação e incentivo psicológico aos colegas. Trata-se de mensagens diárias, disponibilizadas no “Pote dos Sentimentos”, servindo como um mecanismo de apoio e reflexão.

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