Dia Mundial da Osteoporose : Ortopedista alerta sobre perigo – Portal Plural
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Saúde

Dia Mundial da Osteoporose : Ortopedista alerta sobre perigo

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Ilustração Google


Remédios para osteoporose e os riscos para saúde bucal - Notícias & Negócios

Cerca de 35% das brasileiras com mais de 45 anos são afetadas pela osteoporose. A doença é caracterizada pela diminuição da massa óssea, fazendo com que os ossos fiquem mais frágeis, aumentando o risco de fratura. Mulheres na pós-menopausa apresentam fatores de risco para a doença, como também idosos e pessoas sedentárias, com dieta pobre em cálcio e vitamina “D”, que fumam, abusam do álcool e fazem uso exagerado de remédios à base de corticóides.

Segundo dados da Fundação Internacional de Osteoporose, 10 milhões de brasileiros sofrem com a doença, e a cada três segundos um osso se quebra, em algum lugar do mundo, por causa da osteoporose. Na maioria dos casos, o alerta para a doença vem justamente na forma de uma fratura. As mais comuns ocorrem no quadril, na coluna e no punho. Para esclarecer sobre o problema foi criado o Dia Mundial da Osteoporose, lembrado nesta terça-feira (20).

O ortopedista Rodrigo Amorim, do Hospital Miguel Arraes (HMA), explica que o diagnóstico é feito, geralmente, após o surgimento de fraturas uma vez que a osteoporose é uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas. Mas também existem outros aspectos: “a fratura é a característica mais clara. Porém, uma redução da estatura do paciente, dor nos ossos e nas articulações, ou a presença de ombros caídos ou corcunda podem indicar a perda da massa óssea. Nesses casos, um exame de densitometria óssea pode confirmar a doença”, detalha.

A densitometria óssea é o principal exame para detectar precocemente a osteoporose. Toda mulher em torno dos 55 – 60 anos e homens de 60 – 65 anos devem fazer esse exame. Adultos com mais de 50 anos, que tenham doenças que possam trazer fatores de risco, também devem ser avaliados. O raio-X de coluna auxilia na busca de fraturas vertebrais (muitas vezes assintomáticas), enquanto exames de sangue e urina ajudam a investigar a causa da osteoporose em conjunto com a história e suspeita clínica.

Osteoporose e Covid-19

Apesar de atingir público-alvo semelhante, a exemplo das pessoas idosas, a osteoporose não está diretamente relacionada a um agravamento da Covid-19. No entanto, idosos têm maior chance de ter outras comorbidades, como diabetes, hipertensão e insuficiência cardíaca, que, associadas à osteoporose, agravam o quadro do paciente.

Tratamento 

O tratamento para a osteoporose é feito com o uso de medicamentos que estimulam a produção de massa óssea. Porém, a prática de atividades físicas e mudanças na dieta ,fisioterapia,  com a ingestão de cálcio somada à exposição ao sol durante 15 minutos, todos os dias, para a produção de vitamina “D” também são eficazes para combater a doença.

Pacientes com osteoporose também devem reforçar os cuidados no dia a dia dentro de casa. Retirar tapetes e obstáculos que aumentam o perigo de quedas, usar calçados com antiderrapante, evitar cantoneiras, ter uma fonte de luz perto da cama  e utilizar barra nos banheiros são formas de evitar quedas,  reduzindo assim o risco de fraturas e possível internação hospitalar.

Fonte https: Diario de Pernambuco

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Saúde

BH investiga se paciente foi infectado pela Ômicron

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Mulher recém-chegada do Congo testou positivo para o coronavírus e ainda não foi vacinada contra a covid-19

Uma mulher recém-chegada do Congo testou positivo para o coronavírus no último domingo, 28, após ter apresentado sintomas da doença desde o dia 22, em Belo Horizonte, quando procurou atendimento médico. O voo no qual ela estava embarcada saiu da África no dia 17, data em que a paciente alega ter apresentado um teste de resultado negativo para a covid-19 antes de sair do país de origem. Esse é o segundo caso suspeito notificado da variante Ômicron: o primeiro é de um viajante vindo da África do Sul, que chegou em Guarulhos (SP).
Segundo a prefeitura da capital mineira, a paciente ainda não está vacinada contra o novo coronavírus e foi internada em leito de isolamento antes de ser encaminhada para o Hospital Eduardo de Menezes, no bairro de Bonsucesso, na zona oeste da cidade. Não há mais informações sobre seu estado de saúde. O voo no qual ela veio ao Brasil teria feito ainda uma conexão na Tunísia e a mulher teria desembarcado em São Paulo no último dia 20, mesma data em que chegou à capital mineira.

Fonte: terra

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Saúde

Mês da Prematuridade no Vida & Saúde encerra com palestra sobre cuidados com o recém-nascido

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A programação do Novembro Roxo do Hospital Vida & Saúde foi encerrada na última semana, com a palestra “Os cuidados com o Recém-Nascido no Pós-Alta”. Transmitida pelo canal do Hospital no Youtube, a palestra foi conduzida pelos enfermeiros do HVS, Jaine dos Santos, Rosangela Vaghetti, Keli Cornely e Diogo Hubler, que abordaram temas como o banho do recém-nascido, a higiene do coto umbilical e as emergências pediátricas.

 

Em um trabalho de sensibilização sobre a prematuridade, o Vida & Saúde, através da UTI Neonatal e do Banco de Leite, promoveu uma série de palestras sobre o tema. Todas as palestras estão disponíveis no Canal do HVS no Youtube.

 

Com 10 leitos de UTI Neonatal, o Vida & Saúde recebe pacientes de todo o Rio Grande do Sul e conta com uma equipe multiprofissional que realiza uma assistência completa. De janeiro a novembro deste ano, 163 prematuros foram atendidos na Neonatal.

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Saúde

Anvisa aprova novo tratamento para pessoas que vivem com HIV

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De acordo com a agência, combinação de medicamentos em doses únicas simplifica o tratamento e a adesão dos pacientes

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou um novo medicamento para o tratamento de HIV — vírus causador da Aids —, que combina duas substâncias em um único comprimido. O novo medicamento é uma combinação das substâncias lamivudina e dolutegravir sódico.

De acordo com a agência, a aprovação representa um avanço no tratamento das pessoas portadoras do vírus, já que reúne em uma dose diária os dois antirretrovirais, que não estavam disponíveis em um só comprimido. A possibilidade de doses únicas simplifica o tratamento e a adesão dos pacientes.

Segundo a bula do medicamento, ele reduz a carga viral, ou seja, a quantidade de HIV no organismo do paciente, mantendo-a em nível baixo. A medicação promove também aumento na contagem das células CD4, tipo de glóbulo branco do sangue que exerce importante papel na manutenção do sistema de defesa do organismo saudável, ajudando a combater as infecções.

O medicamento poderá ser indicado como um regime completo para o tratamento da infecção pelo vírus HIV tipo 1 em adultos e adolescentes acima de 12 anos que pesem pelo menos 40 kg, sem histórico de tratamento antirretroviral prévio ou em substituição ao regime antirretroviral atual em pessoas com supressão virológica. O registro foi concedido ao laboratório GlaxoSmithKline Brasil, que para isso apresentou estudos de eficácia e segurança com dados que sustentam as indicações autorizadas.

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