Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Dia do Hambúrguer: dicas e receita para comemorar a data em casa – Portal Plural
Connect with us

Mundo

Dia do Hambúrguer: dicas e receita para comemorar a data em casa

Te apresentamos uma preparação que não leva carne para te inspirar na cozinha

Reporter Cidades

Publicado

em

| Foto: Camila Melim/Unsplash


O 28 de maio se tornou mais gostoso nos últimos anos com a comemoração do dia do hambúrguer. Ele chegou na América na metade do século XIX pelas mãos dos imigrantes alemães, embarcados no porto de Hamburgo. Só temos motivos para agradecê-los, não é mesmo?

Para deixar essa data ainda mais deliciosa, o Bella Mais convidou alguns restaurantes e chefs para dar algumas dicas preciosas na hora de preparar o seu sanduíche em casa. Quem quiser fugir do tradicional hambuúrguer de carne, pode fazer uma versão com linguiça. Quem dá a dica é o chef Fanos (Luciano López), idealizador das linguiças artesanais Dono do Tempero. Ele indica abrir a linguiça, retirando a carne de dentro. Molde o hambúrguer e coloque na grelha. “Doure bem ambos os lados e lembre de deixar suculento, mas cuidando para não deixar a carne suína crua. O legal é que a carne já está com o tempero ideal! Coloque queijo por cima para derreter”, explica.

Já a Severo Garage contou pra gente a sua receita de cebola caramelizada, usada em alguns hambúrgueres e que dá um toque todo especial. Confere:

Cebola caramelizada

Ingredientes:

½ kg de cebola

60g de açúcar refinado

30ml de água

Modo de preparo:

Descasque e fatie as cebolas em rodelas não muito grossas. Reserve. Coloque o açúcar em uma panela quente e misture até ficar líquido. Mexa até sair as bolinhas de açúcar que possam ter ficado. Incorpore a água. Junte aos poucos a cebola reservada. A medida que for murchando, vá adicionando mais cebola até acabar tudo. Esse processo demora em torno de 15 minutos. Continue mexendo até finalizar o cozimento.

Quer fazer seu hambúrguer do zero? A chef Cris Skrings, da Naked Experience, produziu uma receita exclusiva de hambúrguer vegetariano de falafel com pão sem glúten de moranga super especial. Que tal aproveitar para exercitar sua habilidade? Dá uma olhada:

Hambúrguer vegetariano de falafel

Receita chef Cris Skrings

Ingredientes gerais:

Pão sem glúten de moranga

Burger de falafel

Requeijão de beterraba

Rúcula

Abobrinha temperada com azeite, sal, pimenta e tomilho

Tomatinhos frescos

Microgreens

 

Ingredientes para o burger de falafel:

200gr de grão de bico (demolhados por no mínimo 6 horas e cozidos até ficarem al dente)

1/2 cebola picada em cubos pequenos

1 dente de alho picado em cubos pequenos

1 colher (café) de cominho

1/2 colher (café) pimenta calabresa

4 ramas de salsa

3 colheres (sopa) de azeite extravirgem

1 raminho de tomilho

1 pitada de sal

suco de meio limão

1 pitada de pimenta preta moída na hora

2 a 3 colheres (sopa) de farinha de amêndoas (ou de arroz)

Modo de preparo:

Em um processador coloque o grão de bico já cozido e sem as cascas. Acrescente todos os ingredientes restantes menos a farinha de amêndoas. Bata até formar uma massa consistente, mas com pedacinhos de grão de bico ainda. Depois, passe para um bowl e acrescente aos poucos a farinha até dar liga na massa. Molde os hambúrgueres e leve ao freezer por uns 10 minutos. Aqueça o forno a 180°C. Em uma forma coloque um fio de azeite e disponha os hambúrgueres assando por +- 18 min de cada lado.

Ingredientes para o pão sem glúten de moranga:

125 gr de purê de moranga

1 ovo

1/2 colher (sopa) manteiga ghee

60 ml de óleo girassol

60 ml de leite vegetal morno

2 colheres (sopa) de açúcar demerara orgânico

1/2 colher (sopa) sal

10 gr de fermento fresco para pão

1 colher (café) goma xantana

325 gr de farinha arroz integral orgânica

120 gr de farinha de amêndoas

Modo de preparo:

No liquidificador coloque o purê de moranga, o ovo, a manteiga, o óleo e o leite morno. Bata por 1 minuto. Em um bowl disponha as farinhas, o açúcar, o sal e a goma xantana. Misture bem, abra uma cavidade no meio e disponha o fermento. Misture os líquidos. Com ajuda de uma espátula de silicone misture bem a massa. Ela vai ficar meio mole, mas está tudo bem. Unte forminhas de 12 cm de fundo removível com azeite. Disponha a massa até cobrir o fundo. Deixe descansar por 30 min. Aqueça o forno a 200°C. Pincele gema por cima dos pãezinhos e coloque gergelim, linhaça, semente de abóbora (o que desejar) por cima. Leve ao forno por 25 minutos.

Ingredientes para o requeijão de beterraba:

100 gr de castanha caju demolhadas

1 beterraba média cozida

1 colher (sopa) azeite

1 pitada de sal

1 pitada pimenta preta moída na hora

Suco de meio limão

50 ml de água

Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador até obter um molho homogêneo e liso.

Montagem do sanduíche:

Aqueça uma frigideira antiaderente. Corte o pão em duas metades na horizontal. Toste a parte interna do pão na frigideira. Disponha o requeijão e a rúcula com um fio de azeite. Por cima coloque o hambúrguer de falafel, o requeijão de beterraba, a abobrinha temperada com azeite, sal, pimenta e tomilho. Então, os tomatinhos frescos e microgreens! Tampe com a outra metade do pão e aí está.

Anotou tudo?! Então bora pra cozinha e Feliz Dia Mundial do Hambúrguer!

Bella+ / Correio do Povo

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mundo

Brasil e outros 31 países assinam declaração sobre saúde da mulher

EUA, Egito, Hungria, Indonésia, Brasil e Uganda lideraram iniciativa

Reporter Global

Publicado

em



Trinta e dois países, incluindo o Brasil, assinaram, nesta quinta-feira (22), a chamada Declaração de Consenso de Genebra, um documento no qual as nações signatárias defendem, entre outras coisas, a importância de garantir o acesso feminino aos últimos avanços em termos de promoção da saúde, em particular da saúde sexual e reprodutiva, excluindo o aborto. O documento não especifica procedimentos para os casos em que a prática é permitida por lei. No Brasil, o aborto é autorizado em casos em que há risco de vida para a gestante; a gravidez resulte de estupro ou seja atestado tratar-se de feto anencéfalo. 

Além dos seis países (Brasil, Estados Unidos, Egito, Hungria, Indonésia e Uganda) que lideraram a iniciativa, assinaram o documento os representantes da Bielorrússia; República Democrática do Congo; Haiti; Iraque; Kuwait; Paquistão; Arábia Saudita; Senegal; Emirados Árabes, entre outros.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, afirmou que o objetivo da iniciativa é “defender o direito das mulheres aos mais altos padrões de saúde, promover a contribuição essencial das mulheres para a saúde, reforçar o papel da família para uma sociedade próspera e bem sucedida e enfatizar a necessidade de se proteger o direito à vida”.

De acordo com o texto (disponível, em inglês e espanhol, no site do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos), os representantes das nações signatárias concordam que os direitos reservados às mulheres e meninas são “parte inalienável, integral e indivisível dos direitos humanos e das liberdades fundamentais”, e que mulheres e meninas devem ter igual acesso à educação de qualidade, aos recursos econômicos, à participação política, ao emprego e a postos de liderança.

As 32 nações signatárias endossam o compromisso com a “gestação e com os partos sem risco”, assumindo o compromisso de oferecer aos casais “a máxima possibilidade de terem filhos saudáveis”. Para o grupo de nações, “não se deve promover o aborto como método de planejamento familiar em nenhum caso”, e qualquer medida ou mudança relacionada à pratica deve ser decidida em nível nacional, conforme o processo legislativo de cada Estado. O grupo ainda afirma que não existe um “direito internacional ao aborto”, e que nenhum país tem a obrigação internacional de financiar  a medida, pois cada Nação tem “o direito soberano de implementar programas e atividades coerentes com suas próprias leis e políticas”.

Em suas redes sociais, o secretário do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, Alex Azar, comentou que o documento negociado pelo Brasil, em conjunto com o governo norte-americano e os de outras quatro nações, representa uma “coalização” de 32 países que, juntos, somam mais de 1,6 bilhão de habitantes. Além de Azar, o secretário de Estado, Mike Pompeo, assinou o documento representando o governo dos Estados Unidos.

“Assinamos a Declaração de Consenso de Genebra para apoiar uma saúde melhor para as mulheres, preservar a vida, proteger as famílias e preservar a soberania nacional na política global”, comentou Azar. “A declaração de hoje [22], em parceria com os co-patrocinadores Brasil, Egito, Hungria, Indonésia e Uganda, aprofunda nosso compromisso de fortalecer nossas nações, famílias e crianças, apoiando e protegendo a saúde de mulheres e meninas em todo o mundo.”

Em nova divulgada na noite desta quinta-feira, o Itamaraty afirmou que o governo brasileiro orgulha-se de fazer parte da Declaração de Consenso de Genebra, e que esta “visa à promoção dos direitos humanos das mulheres e ao fortalecimento do papel da família, temas de grande importância para o Brasil. Ainda segundo a pasta, os ministros das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, gravaram uma mensagem de vídeo que foi exibida durante a cerimônia virtual.

Para a organização não governamental (ong) Conectas, a medida é fruto de uma aliança internacional contra os direitos das mulheres. Na avaliação da entidade, sob pretexto de estabelecer princípios básicos na questão da saúde da mulher, a medida reafirma a rejeição de um grupo de países ao aborto seguro.

Segundo a Conectas, a declaração se soma a outras iniciativas que visam a impor barreiras ao aborto legal. O que, no caso brasileiro, contraria os acordos globais dos quais o país é signatário e que recomendam a prevenção de abortos inseguros, a revisão das leis punitivas e o pleno respeito pelo direito das mulheres à autonomia sexual e reprodutiva, a exemplo dos programas de ação da Conferência Internacional de População e Desenvolvimento, aprovado em 1994, e da IV Conferência Mundial de Mulheres, de 1995.

ebc

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Mundo

Pesquisa CNN: Biden vence último debate presidencial

Reporter Global

Publicado

em

Foto: Reprodução/CNN (22.out.2020)

 

Joe Biden foi melhor no debate desta quinta-feira (22), de acordo com a pesquisa instanânea da CNN com telespectadores. Ao todo, 53% dos votantes que assistiram ao debate disseram que Biden venceu, enquanto 39% afirmaram que o presidente Donald Trump foi quem ganhou.

 

Os eleitores novamente consideraram que as críticas de Biden a Trump foram, em sua maioria, justas, com 73% considerando elas justas e 26% injustas. Também voltaram a se dividir a respeito das falas de Trump sobre Biden, sendo que 50% consideram justas e 49% injustas.

Esse foi um resultado mais positivo para Trump. Na pesquisa instantânea após o primeiro debate, apenas 28% haviam dito que pensavam que o presidente havia vencido o debate e 67% tinham achado injustas as críticas a Joe Biden.

Tudo isso dito, o debate não fez muito para mudar as impressões a respeito de cada candidato. As visões positivas sobre Biden estava em 55% e ficou em 56% nas entrevistas pós-debate. Da mesma forma, a visão favorita sobre Trump se manteve estável, de 42% para 41%.

A pesquisa pós-debate da CNN foi conduzida pela SSRS por telefone e incluiu entrevistas com 585 eleitores registrados que assistiram ao debate presidencial de 22 de outubro. Os resultados têm margem de erro de 5,7 pontos percentuais.

Os entrevistados foram ouvidos pela primeira vez por telefone ou online no início do mês, afirmaram que planejavam assistir ao debate e estariam disponíveis para ser entrevistados novamente após o programa. Os entrevistados inicialmente procurados online fazem parte do Painel de Opinião SSRS, painel de probabilidade representativo do país.

 

 

CNN

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Mundo

França amplia toque de recolher para 46 milhões; Irlanda adota lockdown de 6 semanas

Reporter Global

Publicado

em

Foto: Charles Platiau/Reuters

 

Países endurecem medidas de isolamento em meio ao avanço da 2ª onda na Europa. Ministro da Saúde espanhol afirmou que país precisa de “medidas drásticas”.

 

O toque de recolher noturno que está em vigor nas principais cidades francesas será ampliado no sábado (26) e passará a afetar 46 milhões de pessoas (dois terços da população), anunciou o primeiro-ministro, Jean Castex, nesta quinta-feira (22).

Castex afirmou que “as semanas que virão serão duras”. O toque de recolher obriga os franceses a ficarem em casa das 21h às 6h, e sua ampliação foi anunciada após o país se tornar o sétimo a ultrapassar um milhão de casos do novo coronavírus.

A medida ocorre em meio ao avanço da segunda onda de infectados em todo a Europa. Alemanha e Itália bateram recordes diários de confirmações da doença, e a Espanha também superou a marca de um milhão de casos.

Também nesta quinta, o ministro da Saúde espanhol, Salvador Illa, afirmou que o país precisa de medidas drásticas para combater a pandemia e cogita novas restrições, inclusive toques de recolher.

“A segunda onda é uma realidade. Em muitas áreas do nosso país, a epidemia está fora de controle”, disse Illa a uma rádio. “Insisto que temos que adotar medidas drásticas”.

Já o presidente do instituto de vigilância epidemiológica Robert Koch, responsável por divulgar os dados na Alemanha, afirmou que o país vive uma situação de saúde gravíssima e que “o vírus pode estar se espalhando incontrolavelmente”.

 

Veja o número de casos e mortes por Covid nos principais países europeus, segundo a Universidade Johns Hopkins:

 

Espanha: 1 milhão de casos e 34,3 mil mortes

França: 1 milhão de casos e 34 mil mortes

Itália: 465,7 mil casos e 36,9 mil mortes

Alemanha: 400,8 mil casos e 9,9 mil mortes

 

Novo lockdown

A Irlanda se tornou nesta quinta-feira (22) o primeiro país europeu a entrar no segundo confinamento para combater a pandemia.

Os estabelecimentos comerciais não essenciais ficarão fechados por seis semanas, e os irlandeses poderão sair de casa apenas em situações específicas, como trabalhar em um setor considerado essencial e fazer exercícios.

Bares e restaurantes podem servir apenas comida para entrega, mas as escolas continuam abertas.

Com menos de 5 milhões de habitantes, a República da Irlanda tem quase 1,9 mil mortos por Covid e registrou mais de 1,1 mil novos casos na quarta-feira (21). Após ter chegado a um pico de 77 mortes diárias em abril, o número de óbitos atualmente é inferior a 10 por dia.

“O vírus se encontra agora em um ponto em que se propaga de muitas maneiras diferentes”, advertiu o ministro da Saúde, Stephen Donnelly. Ele diz que o segundo confinamento é um “ataque preventivo” e destacou que o país já conseguiu superar com sucesso primeira onda da pandemia.

 

 

G1

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×