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Agro

Dia de Campo apresenta diferentes aspectos da gestão da propriedade em Santo Cristo

Pável Bauken

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Assessorados por meio do Programa de Gestão Sustentável da Agricultura Familiar (PGSAF), executado pela Emater/RS-Ascar, em convênio com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), o casal Adilson José Thewes e Marilene Neusa Mieth foi anfitrião de dia de campo realizado na quarta-feira (04/12), na linha Bom Princípio Alto, em Santo Cristo. Com a filha Amanda, chegam à quarta geração da família na propriedade, que já era dos avós de Adilson e onde moram hoje também os pais do agricultor, Otávio e Marlene.

Mais de 70 pessoas acompanharam as estações que apresentaram o sistema produtivo adotado na propriedade e aspectos que contribuem nas esferas social, econômica e ambiental. A forma como é conduzida a gestão da propriedade e as decisões tomadas a partir do diagnóstico desenvolvido na propriedade, com o apoio da Emater/RS-Ascar, foram apresentados pelo técnico do Escritório Municipal Paulo Schons e pelo agricultor Adilson Thewes.

O casal trabalhou com produção de frutas e hortaliças no período em que morou na Alemanha, Adilson por sete e Marilene por seis anos, e em 2013 assumiu a propriedade em Santo Cristo. Desde então, um dos diferenciais da gestão tem sido o controle, com anotações diárias de entradas e saídas por atividade.

A olericultura em cultivo protegido é uma das principais atividades, sendo comercializadas aproximadamente 6 mil unidades de verduras por ano, produzidas nos sistemas hidropônico e semi-hidropônico. Além disso, no solo cultivam abóbora, melancia, abobrinha, pepino, tomate, pimentão, beterraba, batata-doce e mandioca, entre outros, comercializados para clientes fixos e restaurantes.

A hidroponia, sistema por meio do qual produzem alface, foi abordada na estação conduzida pelo engenheiro agrônomo da Emater/RS-Ascar, Leandro Seger, que também destacou o aproveitamento da água da chuva no sistema e na irrigação das demais hortaliças. A produção de temperos em sistema semi-hidropônico também é desenvolvida, sendo uma das atividades planejadas por meio do Programa de Gestão Sustentável da Agricultura Familiar.

Outra atividade praticada é a bovinocultura de corte. A família comercializa em média 20 cabeças de gado ao ano, além de criar suínos. As orientações sobre manejo, sanidade e nutrição do gado de corte foram abordadas pela Emater/RS-Ascar, através do médico veterinário do Escritório Regional, Jorge João Lunardi, e pelo técnico Vanderlei Neuhaus, com o apoio do proprietário. Uma das ações que já está sendo executada, pactuada por meio do PGSAF, é a ampliação das matrizes bovinas com a criação das terneiras nascidas na propriedade, assim como a construção de cercas novas para melhorar a infraestrutura da propriedade. Já para melhorar a genética do rebanho foi adquirido um touro da raça Nelore.

A importância do empenho e de uso de tecnologias para a produção de autoconsumo como uma forma de produzir mais, gastar menos e ganhar em saúde e nutrição foi destacada pela assistente técnica regional social Vanessa Gnoatto e pela técnica em agropecuária do Escritório Municipal da Emater/RS-Ascar, Eliane Engelmann. Ainda no contexto de promoção de saúde e bem-estar, a assistente técnica regional social Lisete Primaz e a extensionista social Marlise Schuster falaram sobre a organização da propriedade e o embelezamento de arredores, dando ênfase ao cuidado com o lugar em que se vive.

O evento foi promovido pela Emater/RS-Ascar em parceria com a Prefeitura de Santo Cristo e Seapdr.

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Agro

Chuvas recuperam de forma parcial lavouras de milho, que segue em colheita

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Foto: José Schafer na região de Santa Rosa

As chuvas ocorridas atenuaram parcialmente a situação de déficit hídrico que a cultura do milho enfrenta no Estado e favoreceram a evolução para as fases de maturação e colheita na maioria das regiões produtoras do Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (23/01) pela Emater/RS-Ascar, em parceria com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), as lavouras de milho estão 15% em germinação e desenvolvimento vegetativo, 12% em floração, 25% em enchimento de grãos, 26% maduro e 22% do total já foram colhidos.

Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, que corresponde a 10% da área cultivada com milho no Estado, ainda que a umidade no solo tenha retornado, não foi possível a recuperação das lavouras em estágio fisiológico avançado de final de ciclo. À medida que a colheita avança, a produtividade das lavouras tem sido menor, em consequência da falta de água nos estágios críticos. Apesar disso, o produto colhido tem apresentado boa qualidade.

Na região de Santa Rosa, onde 60% do milho estão colhidos, a produtividade teve pequena queda em função da baixa umidade do solo, que atingiu lavouras em plena floração e formação inicial do grão. Com a melhora das condições de umidade do solo, foi iniciada a semeadura para o cultivo da segunda safra (milho safrinha) nas áreas colhidas. As chuvas da semana frearam as atividades de colheita e os produtores buscam a retirada do produto da forma mais célere possível, para liberar as áreas também para a semeadura da soja safrinha. A boa produtividade obtida e os preços com tendência de elevação devem possibilitar boa rentabilidade da cultura nesta safra.

SOJA – O cultivo da soja no RS alcançou a totalidade da área prevista para a safra 2019/2020, que é de 5.956.504 hectares. Das lavouras implantadas, 48% se encontram em desenvolvimento vegetativo, 39% em floração e 13% na fase de enchimento de grãos. Na regional administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa, que corresponde a 11,8% da área de soja no Estado, o desenvolvimento das lavouras ainda é satisfatório, mesmo com as condições de falta de umidade e de altas temperaturas nas últimas semanas. As chuvas recuperaram parcialmente as lavouras, apesar de já haver perdas, sobretudo nas Missões.

Na regional de Ijuí, o retorno das chuvas influenciou a emissão de folhas novas, de ramos laterais e o aumento da floração. Em geral, as plantas apresentam tamanho menor do que o ideal, com índice foliar abaixo do esperado e potencial produtivo comprometido devido à estiagem. Os índices de redução do potencial produtivo são diferentes conforme a localização das lavouras, o período de semeadura e o ciclo das cultivares. No Corede Alto Jacuí é onde se identificam as maiores reduções de produtividade. Até o momento, há baixa incidência de pragas.

ARROZ – Atualmente no RS 62% das lavouras estão em germinação/desenvolvimento vegetativo, 26% em floração, 11% em enchimento de grãos e 1% em maturação. Em geral, a lavoura mantém bom desenvolvimento. Na regional da Emater/RS-Ascar de Bagé, onde 90% das lavouras encontram-se em estágio de florescimento, as chuvas na semana (50 mm) auxiliaram no manejo da água nas lavouras e na reposição dos mananciais. Em Quaraí, as lavouras de arroz apresentam bom estande de plantas, sem incidência de problemas de pragas e doenças. Os produtores têm realizado ajustes sistemáticos na irrigação, de modo a assegurar água para todo o ciclo. Já na região de Soledade, as chuvas ocorridas ainda não são suficientes para repor os volumes dos mananciais. As lavouras mais adiantadas no ciclo da cultura seguem recebendo tratos culturais. Já nas áreas semeadas com restrição de umidade do solo, há falhas devido à germinação desuniforme. Em geral, as lavouras se mantêm com bom estado fitossanitário.

Na região de Santa Maria, 85% das lavouras estão na fase de desenvolvimento vegetativo e 15% em floração. Os produtores que contam com reservas de água não sofreram os efeitos da estiagem, prevendo inclusive superior qualidade de grãos. Já aqueles que tiveram problemas, atrasaram o plantio em função das chuvas ocorridas na primavera; foi o que ocorreu em Cacequi, onde 30% dos 11 mil hectares do município foram semeados após o período recomendado. Tal medida fará com que a fase de floração ocorra entre fevereiro e março, quando há menor insolação e maior risco de temperaturas noturnas baixas, condições que podem vir a comprometer a produtividade e a qualidade dos grãos a serem colhidos.

FEIJÃO 1ª SAFRA – Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí, a cultura está na fase final de colheita, com produtividade média de 25 sacos por hectare. As últimas lavouras colhidas apresentaram redução de produtividade, mas ainda boa qualidade dos grãos. Na de Santa Rosa, 95% da área já está colhida, e a produtividade média é de 1.200 quilos por hectare. Os produtores aguardam até o final de janeiro para o plantio da segunda safra (safrinha); dessa forma, o ciclo da cultura atingirá as fases de floração e enchimento de grãos em março, quando a tendência é de temperaturas amenas e de regime regular de precipitações. Já na região de Frederico Westphalen, 10% das lavouras estão na fase de enchimento de grãos e 90% já foram colhidas. Os grãos colhidos apresentam boa qualidade. A produtividade média tem se mantido em 1.800 quilos por hectare.

OLERÍCOLAS

Cebola – Na regional de Pelotas, o clima seco de dezembro e janeiro favoreceu a colheita e a cura da cultura, resultando em produto com ótima casca e cor, qualidades distintivas para a comercialização do produto. A colheita foi praticamente concluída, e a comercialização da cebola está bastante lenta, principalmente pelo preço baixo ofertado ao produtor.

Batata – Na região de Caxias do Sul, 25% da área implantada de 10.300 hectares está colhida ou pronta para colheita; o restante da área se divide em estádio reprodutivo e crescimento vegetativo. Há perdas na produção devido ao déficit hídrico, ao estresse térmico e à forte insolação, refletindo-se no tamanho das batatas e na desvalorização do produto.

FRUTÍCOLAS

Uva – Na regional de Caxias do Sul, estão em plena colheita as variedades superprecoces Chardonay, Riesling, Pinot Noir, Concord e Isabel precoce e inicia a das variedades de ciclo precoce, como Niágara e Bordô. A maioria dessas variedades apresenta cacho de tamanho bem menor que o tradicional, bagas mais finas e cachos ralos. As duas primeiras características derivam da deficiência hídrica e forte radiação solar, e a última é consequência do excesso de chuvas e da baixa radiação solar em outubro e novembro, período do estádio de florescimento. São fatos positivos tanto a excelente sanidade das bagas quanto o bom grau de açúcar. As chuvas das últimas semanas estancaram o avanço de murchamento de brotos e bagas, o secamento e a perda de folhas e brotos. As cultivares de ciclo médio e tardio apresentam maturação forçada e bastante adiantada; mas mesmo com o retorno das chuvas, não haverá tempo para recuperação do calibre das bagas. Principal uva de mesa da região, a Niágara rosada, vem sendo fortemente ofertada pelos viticultores, mesmo com baixa qualidade, a fim de reduzir perdas e aliviar as plantas. Tal fato derrubou a precificação da fruta. Os preços médios na propriedade para as uvas de mesa são os seguintes: americanas sem proteção a R$ 2,00/kg, Niágara protegida a R$ 5,00 e uvas finas a R$ 10,00/kg.

MORANGO – Na regional de Pelotas, onde são cultivados 50 hectares, segue a colheita do morango cultivado em canteiros e no solo. Os frutos apresentam tamanho menor devido ao calor e à radiação solar intensa. A colheita das cultivares de dias curtos foi encerrada. Produtores intensificam os manejos de limpeza das plantas e iniciam o preparo das áreas para plantio das mudas para o novo ciclo, que deverá ser implantado com mudas importadas da Espanha.

OUTRAS CULTURAS

Erva-mate – Na regional de Erechim, segue a colheita, com produtividade média de 600 arrobas por hectare. Na de Soledade, a estiagem atrasou o crescimento da erva-mate, mas os ervais iniciaram a recuperação com a volta de chuvas regulares. No entanto, o maior problema está nos plantios e replantios realizados em função da morte de mudas; em alguns locais, chegou a mais de 50% delas. Na regional de Passo Fundo, a área implantada com a cultura é de 1.110 hectares, com produção anual de em torno de 11.700 toneladas de folha verde. Os principais municípios produtores são Nova Alvorada, Machadinho e Capão Bonito do Sul. Agricultores realizam monitoramento e controle de pragas, manejo da cobertura de solo e adubação. A colheita ocorre normalmente. No entanto, neste período os ervais estão em brotação, reduzindo o processo de industrialização, que passará a normalizar a partir de março.

PASTAGENS E CRIAÇÕES

Com a continuidade das chuvas ocorridas na semana, os campos nativos e as pastagens cultivadas retomaram seu desenvolvimento, propiciando melhores condições de pastejo para os animais. As pastagens cultivadas perenes se recuperam e aumentam a produção de massa verde mais rapidamente do que os pastos nativos. As áreas destinadas à fenação têm apresentado um bom rendimento.

PISCICULTURA – No geral, o volume de água dos açudes é satisfatório, mas ocorrem alguns casos de deficiente oxigenação da água, em consequência das altas temperaturas. O desenvolvimento dos peixes é bom, e as despescas realizadas têm bons resultados. Vários açudes ainda estão sendo povoados para a produção de peixes destinados à comercialização da Semana Santa.

PESCA ARTESANAL – A pesca de Camarão está ocorrendo normalmente e com boa produtividade na Lagoa do Peixe. Em alguns dias da semana, os ventos fortes ocorridos no litoral dificultaram a prática da pesca artesanal marinha. O camarão capturado na Lagoa do Peixe está sendo comercializado a R$ 15,00/kg com casca e entre R$ 45,00 e R$ 60,00/kg descascado. Na regional de Porto Alegre, as espécies de pescado artesanal marinho mais capturadas e vendidas foram Papa-Terra e Pescada, a preços em torno de R$ 10,00/kg.

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Agro

Defesa Civil realiza reunião técnica para avaliar os efeitos da estiagem

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Nesta quarta-feira (22), a Defesa Civil Estadual realizou o segundo encontro do grupo de trabalho formado por representantes de diversos órgãos para analisar os efeitos da estiagem no Rio Grande do Sul e prestar suporte técnico aos municípios e comunidades atingidas. Ao todo, 81 municípios decretaram Situação de Emergência e 11 outros já registraram a situação no Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2ID).

O subchefe de Defesa Civil do RS, tenente-coronel Rodrigo Dutra, coordenou a reunião e destacou que “é muito importante o trabalho integrado junto de outros órgãos para que se possam construir ações para minimizar os efeitos da estiagem nas regiões”.

A estiagem no Estado deverá ocorrer também ao longo do mês de fevereiro, com retorno organizado das chuvas a partir do mês de março. “As chuvas dos últimos dias proporcionaram melhorias localizadas, mas não alteraram a situação de estiagem no Estado”, explicou o tenente-coronel Rodrigo. 

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Famurs projeta recuperação das produções gaúchas até fevereiro

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Eduardo Freire disse que chuva registrada nesta semana amenizou prejuízos nas culturas | Foto: Guilherme Almeida

O retorno da chuva ao Rio Grande do Sul, na última quarta-feira, ajudou a minimizar os prejuízos na agricultura gaúcha – que enfrenta um cenário de estiagem há quase 30 dias. Para o presidente da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Eduardo Freire, o primeiro período de chuva do ano foi apenas o primeiro sinal de melhoras para a recuperação das culturas. 

Freire cita o relatório técnico organizado pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater/RS), Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), divulgado nessa quinta-feira, que prevê, com base em estudos meteorológicos, a possibilidade de uma regularização da questão hídrica do Estado entre a segunda quinzena de janeiro até fevereiro. 

Conforme o relatório encomendado ao Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a quantidade chuva apenas entre os dias 20 e 22 deste mês deve oscilar entre 20mm a 70mm, variando entre regiões. O maior volume deve ficar concentrado na região das Missões, Alto vale do Uruguai, Vale do Taquari e na Zona Sul. Entretanto, a Metsul Meteorologia não compartilha do otimismo sobre uma maior regularidade da chuva. Ela alerta que, após dois episódios de chuva nos últimos 10 dias, as precipitações retornarão de forma irregular no restante do mês de janeiro e durante fevereiro, coincidindo com o período mais crítico para a soja. 

Segundo o presidente da entidade, é na região do Vale do Rio Pardo que estão os maiores prejuízos em produções, citando a cultura de fumo em Venâncio Aires e a de milho em Pantano Grande. A produção de milho, segundo o relatório, é o que apresenta mais perdas espalhadas em todo o Estado. A Seapdr pretende divulgar semanalmente um relatório com séries meteorólogicas prevendo o cenário para as principais regiões do Estado.

Os esforços de produtores, prefeitos, governo e entidades vai além do que esperar que as condições meteorológicas joguem a favor. Na última terça-feira, foi entregue em mãos ao governador Eduardo Leite, no Palácio Piratini, um documento coletivo com reivindicações e propostas de melhorias à questão da estiagem. O objetivo é de que o governador encaminhe as 10 propostas coletivas ao governo federal. Esse conjunto de medidas foi elaborado entre entidades civis e governamentais e representantes regionais em, pelo menos, duas reuniões no último mês. 

Dentre os itens apresentados, o documento prevê a possibilidade de protelar o pagamento de dívidas dos agricultores, principalmente das culturas de soja e milho. Caso a proposta vá adiante, seria preciso o aval do Ministério da Agricultura. Entretanto, a mudança do cenário climático já fez com que a cultura do milho fosse retirada do apontamento. A mudança ocorreu nessa quinta-feira em reunião entre Famurs e o Secretário Estadual Adjunto de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Luiz Fernando Rodriguez Junior.

O documento também pede a ampliação de políticas públicas para a criação de postos artesianos, além da criação de programas que incentivem os agricultores a buscarem irrigação. “Uma dessas janelas seria o programa ‘Mais Água, Mais Renda’, que encontra-se parado”, destacou Eduardo Freire. 

Cidades com decreto de situação de emergência

O relatório mais recente da Defesa Civil, divulgado nesta sexta-feira, aponta que 67 cidades gaúchas recorreram ao decreto de situação de emergência devido a estiagem. Entretanto, o número de municípios afetados pela falta de chuva é ainda maior. Apesar de não terem decreto, outras 15 cidades têm registros de danos em suas culturas.

Correio do Povo

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