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Detran-RS orienta que proprietários de veículos ainda não efetuem o pagamento da taxa de licenciamento

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No primeiro ano em que o CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo) não será mais impresso em papel-moeda, o Detran-RS (Departamento Estadual de Trânsito do Rio Grande do Sul) orienta que os proprietários de veículos aguardem a definição sobre o novo valor da taxa de licenciamento para efetuar o pagamento da mesma.

 

 

A autarquia informou que foi encaminhado à Assembleia Legislativa o Projeto de Lei n° 247/2020, que prevê alterações na Lei de Taxas e que deve ser votado no começo de 2021. O texto prevê a alteração de 12 taxas de serviços de trânsito, das quais oito terão valores reduzidos. Haverá ainda a criação de quatro isenções.

“A 12ª taxa, que vem sendo debatida pela opinião pública, é a do documento anual do veículo, que será reduzida para um valor a ser discutido e definido na Assembleia Legislativa. O valor será reduzido porque serão excluídos os custos relativos ao envio pelos Correios e à impressão”, informou o departamento.

“Importante esclarecer que, embora denominada de taxa de expedição, trata-se de uma taxa de licenciamento anual, que não cobria somente os custos de impressão e entrega pelos Correios. A taxa cobre custos de processamento, armazenamento e segurança dos dados, geração do documento e despesas com pessoal. Portanto, independentemente de ser emitido na versão física ou digital, o documento engloba todos esses custos”, afirmou o Detran-RS.

Além dessa taxa, o licenciamento do veículo é composto pelo IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores), seguro DPVAT e eventuais multas vencidas.

O IPVA pode ser pago normalmente com todos os descontos possíveis até 30 de dezembro no Banrisul, Bradesco, Santander, Sicredi, Banco do Brasil (somente para clientes) e agências lotéricas. Já o valor do DPVAT ainda não foi definido pelo governo federal.

A expectativa da Secretaria da Fazenda é arrecadar R$ 3,1 bilhões com o IPVA 2021. A frota gaúcha é de aproximadamente 7 milhões de veículos, sendo 53,1% tributáveis e 46,9% isentos.

 

 

Validade do licenciamento

A validade do licenciamento em 2021 varia conforme o último dígito da placa: 30 de abril para finais 1, 2 e 3; 31 de maio para finais 4, 5 e 6; 30 de junho para finais 7 e 8; e 31 de julho para finais 9 e 0.

 

 

FONTE: O Sul

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Carros

Gol a R$ 76 mil? Por que os carros ‘populares’ estão ficando tão caros

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Modelos básicos subiram de preço. Dólar, produção em baixa, falta de componentes e impostos atrapalham

 

No início de fevereiro, uma notícia causou impacto entre as pessoas que buscam comprar um carro 0 km. O Volkswagen Gol, o carro mais barato da marca no Brasil, viu seus preços passarem de R$ 76 mil em sua versão mais completa e com opcionais. E isso levantou a dúvida: por que os carros de entrada das montadoras estão ficando tão caros?

Vale lembrar que esse fenômeno não está afetando apenas os modelos da VW. Um Renault Kwid, modelo subcompacto cujo projeto tem origem indiana, já custa hoje R$ 39.390 em sua versão mais básica Life, que não possui ar-condicionado ou direção assistida. Com tais equipamentos, na configuração intermediária Zen, o preço pula para R$ 46.990.

Outro modelo que, na teoria, tem uma proposta acessível, o Fiat Mobi já parte de R$ 40.990 na versão Easy, também desprovida de direção elétrica e ar-condicionado. Em sua versão mais cara Trekking, os valores começam em R$ 48.990 e vão até R$ 56.250 com opcionais como pintura metálica, central multimídia e rodas de liga leve. Vale lembrar que, há poucos anos, o mesmo carro básico chegou a ser oferecido em promoção pela montadora por R$ 29.990.

Pandemia tem parte da culpa

Quando o novo coronavírus mostrou os primeiros impactos no Brasil, as principais montadoras do país precisaram suspender suas atividades nas linhas de montagem como forma de impedir a propagação da doença. A paralisação no segundo trimestre de 2020 pode ter causado prejuízos de até R$ 42 bilhões, de acordo com dados da Bright Consulting, especializada no setor automotivo.

Os reajustes constantes de preços ao longo do ano passado foram uma forma de amenizar as perdas, mas este é apenas um dos motivos.

Mesmo quando as linhas de montagem voltaram a produzir carros 0 km no segundo semestre de 2020, o ritmo de fabricação era bem mais lento que o normal. Ao mesmo tempo, a demanda por carros novos no período não caiu tanto quanto se esperava. E aí aplica-se uma das regras mais simples do livre mercado: oferta baixa e demanda em alta resultam em aumento no valor do produto.

Da mesma forma que as montadoras passaram por dificuldades para atender a demanda por conta da produção reduzida, a situação de seus fornecedores não foi muito diferente. Além de operarem em ritmo mais lento, algumas matérias-primas e componentes se tornaram escassos ao longo do ano passado

Eletrônica não embarcada

Na longa lista de itens que estão em falta –e desacelerando o retorno do ritmo de produção– estão processadores, chips e semicondutores. Apesar de parecerem pertencer a um computador ou celular, são fundamentais para o funcionamento de um automóvel atual e até mesmo para seus sistemas de segurança ativa e passiva.

Cada vez mais dependentes de sensores, radares, câmeras e centrais multimídias, o carro moderno tem mais capacidade de processamento hoje do que alguns computadores de fato. Sem eles, a linha de montagem para –e foi exatamente o que aconteceu.

A consultoria AutoForecast Solutions divulgou uma estimativa em que afirma que, até o momento, mais de 564 mil veículos de diversas marcas ao redor do mundo deixaram de ser produzidos pela falta de algum componente tecnológico. Se a situação se mantiver em 2021, a empresa antecipa que esse número pode chegar a até 1,3 milhão de unidades.

Dólar alto

Mesmo no caso de um veículo fabricado no Brasil, ele ainda utiliza peças importadas. Um estudo de 2019 da Bright Consultoria mostrou que, em 2018, em média, 35% das peças dos carros feitos por aqui vinham de fora do país. E, se vem de fora, é comprado em dólar, e sua cotação flutuante em relação ao real dificulta o planejamento das montadoras.

Em um exemplo simples, imagine comprar uma roda importada por US$ 100. Em fevereiro de 2020, a peça saía pelo equivalente a R$ 448. Hoje, o mesmo componente custa R$ 558. Com margens de lucro cada vez mais apertadas, uma das poucas soluções viáveis para as montadoras é repassar esse aumento para o consumidor final.

Peso dos impostos

A cadeia tributária no Brasil é uma das mais complexas do mundo, com tributações nas esferas federal, estadual e municipal. Então, o valor de um mesmo carro em diferentes locais pode variar. Em São Paulo, por exemplo, o governo do estado aumentou logo em janeiro a alíquota do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) de 12% para 13,3%.

Um levantamento recente da BDO Brasil mostrou que, no caso dos veículos 0 km com motor até 1.0, os impostos correspondem a até 36,53% do preço total. Em carros acima de 1.0 até 2.0, esse número sobe para 43,13%.

Voltando para o Volkswagen Gol: sua versão mais barata custa hoje R$ 56.190. Sem os impostos, considerando-se sua versão 1.0, o carro custaria R$ 29.664.

Governo está mais exigente (e você também)

Há 50 anos, fabricar um carro era algo que tinha poucas exigências. Hoje, já não é mais o caso. Questões ambientais e de segurança no tráfego fazem com que governos de todo mundo, não só no Brasil, exijam metas bem restritas de emissões de poluentes e de proteção para os passageiros.

Para emitir menos poluentes, a solução não sai barata. Desde conversores catalíticos a modernos sistemas de desligamento de parte dos cilindros do motor, as fábricas investem cada vez mais para que seus veículos poluam menos. Tal investimento gera custos, que se refletem nos preços

O mesmo acontece com sistemas de segurança. Até na hora de projetar o carro, sua estrutura consome meses de desenvolvimento para garantir que os ocupantes estejam o mais protegidos quanto possível em caso de acidente.

Itens como airbags e freios ABS se tornaram obrigatórios no Brasil em 2014.

Em 2022, controle eletrônico de estabilidade e luzes diurnas também seriam mandatórios, mas o governo adiou sua obrigatoriedade, atendendo a um apelo da Anfavea, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, que já alertava que, por causa da pandemia, as fábricas não tinham nem tempo nem dinheiro para dar conta das novas exigências.

Na ponta final da questão, estão os próprios consumidores. Os hábitos de compra de carros 0 km mudaram radicalmente na última década. Enquanto em 2011 era comum encontrar um carro de entrada sem ar-condicionado, direção assistida ou vidros elétricos e com apenas duas portas, estes modelos simplesmente não têm mais a procura de antes, e poucos saem assim das linhas de montagem.

Quanto mais equipamento se exige, seja por lei ou por preferência do cliente, mais custo é adicionado ao valor final.

 

FONTE: CNN

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Carros

Paraibano compra carro de luxo, ‘não cabe’ no veículo, e vídeo viraliza na web; ‘era um sonho’

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Empresário sonhava em adquirir o conversível há pelo menos três anos. Amigo que vendeu o veículo não aceitou devolução do esportivo. Novo dono usa capacete para se proteger.

Após vídeo viralizar, outros motoristas pedem pra tirar fotos com Diego e o conversível, em Campina Grande — Foto: Diego Alexandre/Arquivo pessoal

O empresário Diego Alexandre passou parte de seus 36 anos de vida pensando no carro dos sonhos. Depois que fez a aquisição mais desejada das últimas três décadas, foi pego de surpresa com um detalhe que o fez viralizar na internet. O paraibano, de Campina Grande, que tem 1,93m de altura, não coube no veículo.

A história começou a ‘bombar’ no dia 20 de fevereiro, mas teve início há três anos, quando o advogado Eric Silva, de 38 anos, comprou o conversível. Diego se apaixonou pelo automóvel assim que o viu, e pediu que se um dia o amigo resolvesse vendê-lo, o considerasse como o primeiro na lista de interessados.

O dia tão aguardado chegou. Eric precisou de dinheiro para aplicar em um investimento e ofereceu o automóvel para Diego. Sem pensar duas vezes, ele aceitou a proposta, mesmo sem sequer ter feito um teste drive.

“Era um sonho ter uma Mercedes conversível”, contou o empresário.

O pagamento foi feito por meio de uma espécie de troca. Diego entregou a Eric uma Mercedes modelo sedan, ano 2014, que era dele antes da nova aquisição. A diferença entre valores foi acertada em uma quantia em dinheiro, transferida para a conta de Eric.

Antes de ser entregue, o veículo precisou de reparos no ar condicionado e passou alguns dias na oficina. Foi lá que Diego teve uma surpresa tão grande quanto o problema que começou a viver.

Quando entrou no carro, antes de viver o sentimento de realização, o empresário viu que havia algo de errado. Depois de ajustar o máximo possível o banco do motorista, viu que não cabia no veículo com a capota fechada.

“Senti um negócio diferente. Eu passando um pouco do teto do carro”, lembrou.
Na condução do carro, ele passou a ver não somente o que estava em sua frente, mas começou a enxergar o desespero pelo mau negócio que fez.

Imediatamente Diego ligou para Eric, que não se conteve ao ver a foto do amigo dentro do novo possante. Caiu na gargalhada e pediu para encontrá-lo.

A câmera do celular de Eric foi ligada com antecedência para capturar todos os ângulos possíveis a condução de Diego, que quis o dinheiro investido de volta. Mas o vendedor não quis acordo. Disse, inclusive, que há havia gastado parte do pagamento.

“O negócio foi fechado antes dele testar o carro. Até eu não sabia, achava que ele já tinha entrado no carro. Quando eu olhei a foto [enviada por Eric], já comecei a rir, sabe? Ele realmente comprou o carro sem testar e não cabe no carro. Seria cômico se não fosse trágico”, lembrou o vendedor.

Inicialmente, Eric enviou as imagens para um grupo de admiradores de carros esportivos e resolveu tirar um cochilo depois do almoço. Quando despertou, a agonia que Diego transparece no vídeo já havia viralizado na web.

Como Eric não aceitou a devolução do produto luxuoso, Diego está se virando como pode.

“Peguei um capacete que eu tinha, botei na cabeça e sai andando com o carro”, revelou.
Depois da repercussão dos vídeos que os dois têm publicado nas redes sociais, os amigos receberam propostas tentadoras. Mas, não pensam em passar o carro para frente.

Mesmo com toda confusão, eles até andaram se estranhando, mas a amizade de aproximadamente seis anos não foi abalada. Eric disse que vai providenciar um novo carro para o amigo, que vem demostrando paciência, e aceitou a oferta.

“Eric é mesmo que um irmão pra mim, é de casa. Vai dar certo. Se Deus quiser a gente vai finalizar essa história.
Diego até virou celebridade. Nas ruas de Campina Grande ele é reconhecido de longe. Sempre tem alguém que queira garantir uma foto com ele.

 

Perigo à vista

Ao G1, a equipe de Polícia Rodoviária Federal da Paraíba (PRF-PB) explicou que, teoricamente, Diego não comete nenhuma infração de trânsito dirigindo a nova aquisição.

No entanto, a região dos olhos no condutor, nessa situação, fica vulnerável e causar acidentes.

A estatura de Diego pode, ainda, inviabilizar o uso do cinto de segurança do veículo. Não utilizar o equipamento de segurança é considerada uma infração de trânsito grave.

 

 

FONTE: G1

 

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Carros

Exclusivo: Nova Ferrari de 1.000 cv chega ao Brasil por R$ 6,9 milhões

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Primeira SF90 Stradale da América Latina já foi vendida, mas outras unidades estão previstas para chegar ainda este ano

 

A primeira Ferrari SF90 da América Latina é do Brasil. O superespotivo chegou ao nosso país na última quinta-feira (25) importado pela Via Itália, representante oficial da marca italiana no país, e será entregue hoje ao cliente.

O modelo tem diversos títulos importantes: é o primeiro híbrido plug-in da marca e um dos raros carros de produção com 1.000 cv de potência rodando nas ruas brasileiras. O preço? R$ 6,9 milhões. Outras unidades estão previstas para chegar ainda este ano, o que depende da disponibilidade da fábrica para produção.

Primeira Ferrari SF90 Stradale veio na tradicional cor Rosso corsa, teto Nero e interior Cuoio — Foto: Leo Sposito/Divulgação

 

Mesmo sendo um carro de linha, não é qualquer cliente que pode comprar uma Ferrari como essa. O interessado precisa ter um bom histórico com a marca, além de outros modelos da Ferrari na sua garagem. O que significa que a fábrica precisa analisar o perfil do comprador e só depois liberar (ou não) a venda.

A SF90 Stradale é o modelo com maior desempenho da Ferrari: o superesportivo tem um 3.9 V8 biturbo a combustão de 780 cv – o mesmo da F8 Tributo, porém com 60 cv extras. Outros três propulsores elétricos são capazes de gerar 220 cv adicionais. O peso impressiona: são apenas 1.570 kg.

Ferrari SF90 Stradale: 0 a 100 km/h é feito em apenas 2,5 segundos — Foto: Leo Sposito/Divulgação

Um dos elétricos é semelhante ao utilizado pelos carros da Fórmula 1, do tipo MGU-K “Motor Generator Unit Kinetic”, e está fixado entre o propulsor principal e o câmbio. Já os outros dois estão localizados nas rodas dianteiras.

O câmbio automatizado de dupla embreagem e oito marchas é uma evolução da caixa de sete velocidades já usada pela marca. Segundo a Ferrari, o 0 a 100 km/h é feito em 2,5 segundos e a velocidade máxima é de 340 km/h. Um dos destaques é a aerodinâmica criada para aplicar 390 quilos de downforce a 250 km/h.

Cabine foi inspirada na aeronáutica, com ênfase nos instrumentos — Foto: Leo Sposito/Divulgação

O interior tem detalhes inspirados na aeronáutica, como os comandos no console central. Esse também é o primeiro modelo da marca a ter um painel de instrumentos digital de 16 polegadas. O SF90 Stradale também usa pela primeira vez a tecnologia chamada de controle de feixe ativo para os faróis de LED.

A SF90 Stradale leva o nome do carro de Fórmula 1 da escuderia italiana. O número 90 é uma celebração aos 90 anos da Scuderia Ferrari. Visualmente, o híbrido foi buscar inspiração no modelo F8 Tribute e talvez por isso tenha linhas mais suaves do que outros modelos da montadora.

A fabricante de Maranello se rendeu, enfim, à nova realidade. O resultado é um super carro híbrido: a Ferrari mais potente de todos os tempos agora no Brasil.

Ferrari SF90 Stradale tem rodas de 20 polegadas — Foto: Leo Sposito/Divulgação

 

FONTE: AUTOESPORTE

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