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Descubra onde seu nome é mais comum no Brasil

Site do IBGE mostra a frequência, o ranking de popularidade e o local com índices mais altos de determinado nome

Reporter Cidades

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(Foto: Reprodução/YouTube)


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) criou uma ferramenta que possibilita os brasileiros descobrirem que lugar do país o seu nome é mais comum. Os dados foram coletados a partir do Censo Demográfico de 2010, que abrangeu mais de 190 milhões de habitantes pelo território brasileiro.

site Nomes no Brasil não só possibilita o cidadão a descobrir o Estado onde seu nome é mais comum, mas também o percentual, o ranking de popularidade, a década que teve a maior frequência de uso e variações de grafia. Também é possível pesquisar quantas pessoas têm o mesmo nome em cada Estado e município.

Por exemplo, o nome mais popular no Brasil é Maria, com mais de 11 milhões de pessoas. O Estado que conta com a maior taxa [por 100.000 habitantes] com esse nome é o Piauí. São Paulo, no entanto, tem o maior número de pessoas. Já a maior quantidade de nascimentos com este nome correu durante as décadas de 1950 e 1960. Algumas das variações de grafia são: Marya, Mariah e Marhia.

Somente são apresentados os nomes que tiveram uma frequência igual ou maior a 20 pelo Brasil. Já na esfera estadual, é necessário que tenha se repetido pelo menos 15 vezes, e na municipal no mínimo 10 vezes. Por isso, o IBGE avisa que o total de vezes que um nome aparece pelo Brasil pode não coincidir com a soma da repetição nos Estados, como também a soma pelos municípios de um Estado pode não corresponder com o total na esfera estadual.

De acordo com o IBGE, hoje no Brasil existem mais de 200 milhões de habitantes com mais de 130 mil nomes diferentes. No entanto, o instituto ressalta que se mantém o costume no Brasil de escolher nomes bíblicos, o que reflete a religiosidade da população.

Época Negócios

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Geral

Energia solar cresce 70% no Brasil apesar da pandemia e espera 2021 positivo

Reporter Global

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A indústria de energia solar está radiante. Ela conseguiu bater recordes em 2020, enquanto alguns setores da economia tiveram dificuldades por causa da pandemia.

 

 

A instalação de painéis solares cresceu 70% no ano passado, gerando 7,5 gigawatts –o que representa quase metade da hidrelétrica de Itaipu.

Tanto o comércio como casas estão optando pela instalação de placas de captação de energia solar para reduzir a conta de luz. Um exemplo: o Cadeg, mercado municipal do Rio de Janeiro, instalou 5.000 placas fotovoltaicas no telhado em 2018, o que permitiu poupar R$ 900 mil na conta de luz.

Por mais que 2020 tenha sido um ano bom para a indústria, vale dizer que foi só a cereja de um bolo que vem crescendo há 10 anos. Isso porque o preço dos equipamentos caiu quase 90% por causa de facilidades dadas pelos governos, deixando essa tecnologia cada vez mais acessível aos consumidores em geral.

A incidência de raios solares no território brasileiro também favorece a produção. Enquanto a Europa conta com uma capacidade limitada a 10% de produção, aqui no Brasil esse número triplica graças à posição geográfica do país. Isso sem contar facilidade econômicas: há 70 linhas de crédito (públicas e privadas) para quem quer investir nesse tipo de energia.

 

 

Perspectiva de crescimento em 2021

Embora tanto especialistas como a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) estejam evitando projeções para 2021, a expectativa é de que o sol há de brilhar mais uma vez neste ano.

Em outubro de 2020, a Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês) divulgou um comunicado dizendo que muitos países pretendem diminuir a emissão de carbono na próxima década e, por ser uma fonte de energia renovável (ou seja, que é naturalmente abastecida), a geração solar deve se firmar como a “rainha da eletricidade” graças ao crescimento global de 12% ao ano. Aqui no Brasil, a tendência é acompanhar esse crescimento.

Está tramitando em carácter de urgência na Câmara dos Deputados o projeto de lei 5829/19, que beneficia consumidores que geram a própria energia elétrica, sobretudo a partir de fontes renováveis (solar, eólica, biomassa), e injetam o excedente na rede de distribuição local.

Além disso, as casas do programa federal Casa Verde e Amarela (antigo Minha Casa, Minha Vida) também devem contar com o sistema de energia solar.

 

 

FONTE: CNN

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Ensino

Estudante muda de casa e fica sem ver família durante estudos para o Enem na pandemia: ‘Achei que não ia conseguir’.

Reporter Regional

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Quando as aulas presenciais foram substituídas para o ensino remoto durante a pandemia, o estudante João Victor de Lima, de 18 anos, se deparou com as dificuldades em ter acesso à internet, a falta de um computador e recursos para estudar em casa e se preparar para o Enem e vestibulares. Ainda aos 17 anos, a solução foi morar com os padrinhos, em Jundiaí (SP).

Ao G1, João Victor contou que frequentou escolas públicas desde pequeno, em Várzea Paulista (SP). Em março de 2020, ele começou o cursinho preparatório da ONG Professor Chico Poço, em Jundiaí, e precisou conciliar o ensino médio a distância, curso de inglês, academia de dança, onde é bailarino, além das dificuldades de um período pandêmico.

“Eu consegui ter um bom desempenho, fui autodidata nessa parte, mas achei que não ia conseguir. A maior dificuldade foi ter a saúde psicológica”, relata João Victor.

Durante a pandemia, a mãe de João continuou trabalhando como confeiteira e chegou a testar positivo para Covid-19. De acordo com o filho, ela era assintomática e apenas sentiu febre. Nesse período, ele passou a vê-la com menos frequência.

“Os meus padrinhos são idosos. O preço das coisas aumentou, o número de mortes cresceu. Minha mãe e meu irmão não pararam de trabalhar. Meus padrinhos me receberam de braços abertos. Eles também aceitaram mudar os hábitos deles e mudaram tudo por mim”, conta.

Preparação

 

Durante a preparação para os vestibulares e Enem, que ocorre neste domingo (16), o jovem chegou a estudar 12 horas por dia, mas logo percebeu que a prática não era saudável e resolveu seguir um cronograma menos extenso.

“Eu já tinha em mente que poderiam ter complicações emocionais e mentais. Eu percebi que isso começou a me afetar quando eu ia dormir três horas da manhã. Eu começava a estudar 8h30 da manhã e terminava 3h30.”

 

O jovem prestou a primeira fase do vestibular da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o curso de dança, como primeira opção. Caso não alcance a nota necessária, ele deseja entrar na Universidade Federal de Pampa, para cursar produção cultural.

‘Usava a internet do terminal’

 

João relata que há dois anos o acesso à internet era muito difícil no local onde ele morava porque as empresas não cobriam a área. Atualmente, a família instalou uma rede com baixa velocidade para ter no celular.

“Na rua não chegava internet. Era bizarro porque na rua de baixo tinha internet e tinha tudo. As empresas falavam que teria que ter uma quantidade de assinante para colocar o cabo na rua. Tiveram momentos que eu usava a internet do terminal.”

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Geral

Manaus registra 213 enterros em 24 horas e bate novo recorde.

Reporter Regional

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Manaus registrou 213 enterros nesta sexta-feira (15), informou a prefeitura. O número bateu recorde de sepultamentos diários desde o começo da pandemia.

Nesta sexta, a capital bateu o recorde de enterros diários pela quinta vez, só no mês de janeiro. A primeira vez que Manaus teve tantos enterros, de causas em geral, foi em 26 de abril, com 140 registros (com dados apenas de espaços públicos).

Na época, o estado enfrentava a primeira onda da doença, e sofreu colapsos no sistema público de saúde e funerário. Neste mês de janeiro, o recorde de sepultamentos diários foi quebrado 5 vezes:

Conforme a prefeitura, do total de 213 sepultamentos, 161 foram nos espaços públicos e 52 em espaços privados. Entre as causas das mortes, 102 foram declaradas como Covid-19, e sete casos suspeitos.

O município informou, ainda, que houve o registro de 30 óbitos em domicílio e que, do total de sepultamentos nos cemitérios públicos neste dia, 29 foram atendidos pelo serviço SOS Funeral, coordenado pela Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc).

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