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Defesa Civil alerta para inundações em 14 rios do RS

Pável Bauken

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A Defesa Civil emitiu um alerta, na tarde desta sexta-feira, de inundações para 14 rios do Rio Grande do Sul. Após quatro dias de grande volume de chuvas, as bacias dos rios Quaraí, Santa Maria, Negro, Mirim-São Gonçalo, Camaquã, Vacacaí e Vacacaí-Mirim, Baixo Jacuí, Lago Guaíba, Gravataí, Sinos, Caí, Taquari-Antas e Pardo devem seguir apresentando picos de cheias nos próximos dias.

Segundo a Defesa Civil, o aumento do volume da água nas bacias ocorre em função do deslocamento das ondas de cheia para as regiões mais baixas do Estado. Dentre os rios mencionados, o rio Jacuí — que corta a região dos Vales e região Metropolitana — é o que detém mais atenção dos especialistas. Possível inundação poderá causar transtornos nos trechos próximos aos municípos de General Câmara, Triunfo, Charqueadas, São Jerônimo e região das Ilhas.

Cidades afetadas pelo temporal

Pelo menos 278 pessoas seguem desabrigadas ou desalojadas no Estado após os temporais que afetaram o Rio Grande do Sul desde a última terça-feira. O dado faz parte do relatório atualizado da Defesa Civil, divulgado no fim da tarde desta sexta-feira. Já o número de residências afetadas, até o momento, é de 1.773, conforme o órgão.

O vendaval, a chuva e a ocorrência localizada de granizo fez com que 32 cidades registrassem mais de 6 mil danos, como queda de postes de luz e árvores. Sete municípios gaúchos decretaram Situação de Emergência durante a semana.

CP

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Governo federal inclui caminhoneiros em grupo prioritário de vacinação contra a covid-19

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Setor prevê vacinar 2 milhões de profissionais

 

Nesta semana, o governo federal publicou novo informe técnico com a inclusão dos caminhoneiros no grupo prioritário na campanha de vacinação do contra a covid-19. Esta era uma das reivindicações do setor e estava em negociação desde dezembro. A informação foi inicialmente divulgada pelo Ministério da Infraestrutura na segunda-feira (18) e reforçada nas redes sociais do governo na última quarta-feira (20).

Estão incluídos na medida os trabalhadores portuários —até mesmo da área administrativa—, funcionários de companhias aéreas nacionais, funcionários de empresas metroferroviárias de passageiros e de cargas e funcionários de empresas brasileiras de navegação no grupo.

Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), em apuração do jornal Folha de S.Paulo, a intenção é vacinar 2 milhões de pessoas do setor na fase quatro do grupo prioritário. Entretanto, a categoria aguarda confirmação e o cronograma de vacinação.

 

 

FONTE: ClicRBS

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Todas as regiões do Rio apresentam risco alto para covid-19

Reporter Global

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Na semana passada, 5 das 33 regiões tinham risco moderado

 

Todas as 33 regiões administrativas da cidade do Rio de Janeiro foram consideradas de risco alto para covid-19 no boletim epidemiológico semanal divulgado hoje (22) pela Secretaria Municipal de Saúde. O cenário representa um agravamento da pandemia na cidade, já que, na semana passada, havia cinco regiões no nível de risco moderado.

O boletim é o terceiro divulgado pela prefeitura do Rio de Janeiro e leva em conta a incidência de casos e óbitos para definir o nível de risco e aplicar medidas restritivas específicas para cada região administrativa.

O prefeito Eduardo Paes pediu que a população coopere com as medidas preventivas e afirmou que restrições mais contundentes serão necessárias se o cenário continuar se agravando neste ritmo.

“Àqueles que acham que vão ficar na balada, nas festas, fazendo aglomeração, deixem de ser burros. Vocês estão matando pessoas. Vamos respeitar as regras. Ninguém está proibido de sair de casa, nem de frequentar espaços públicos, comércio, restaurantes, bares, mas tem que respeitar as regras. Sair disso é falta de consciência, é burrice, é falta de compaixão, falta de empatia”, afirmou o prefeito.

Paes ressaltou que o trabalho de fiscalização de eventos e estabelecimentos que descumprem as regras vai continuar. Ele citou o exemplo da aglomeração que tem se repetido no local em que antes ocorria o tradicional samba da Pedra do Sal, no centro do Rio de Janeiro.

“Não vai mais acontecer na segunda-feira que vem. Determinei ao secretário Breno [de Ordem Pública] que apreenda todas as caixas de som e equipamentos que lá estejam colocados na próxima segunda-feira”, disse Paes, que também prometeu aumentar o tempo de interdição de casas noturnas que descumpram as regras. “Vamos criar todo tipo de dificuldade para quem não tem respeito à vida e respeito ao próximo.”

 

 

Leitos

A prefeitura informou que chegou a 200 o número de leitos abertos na cidade desde o início do mês, com mais 50 vagas criadas nesta semana. Os novos leitos são nos hospitais municipais Souza Aguiar, Salgado Filho e de Piedade e no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Com a instalação de novos leitos desde o início do mês, caiu de 150 para três o número de pessoas que aguardam mais de 24 horas por uma vaga de internação.

 

 

Vacinação

O secretário municipal de saúde, Daniel Soranz, detalhou informações sobre as mais de 42 mil doses já aplicadas pela cidade do Rio de Janeiro. Segundo Soranz, já receberam a primeira aplicação da CoronaVac todos os profissionais que trabalharão na campanha da vacinação contra a covid-19, além de praticamente todos os idosos que vivem em residências de longa permanência e dos trabalhadores destes locais.

As próximas doses a serem aplicadas se destinarão prioritariamente a profissionais que atuam nos leitos de enfermaria e unidades de terapia intensiva (UTI) que recebem pacientes com covid-19 e síndrome respiratória aguda. Esse grupo representa cerca de 75% do público-alvo da primeira fase, estima Soranz, que afirmou que a prefeitura está apurando denúncias de possíveis casos de pessoas vacinadas sem pertencer ao público-alvo.

 

 

FONTE: Agencia Brasil

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‘Manaus está perdida’, diz pesquisador que pede envio de missão internacional

Reporter Global

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No comunicado, com o título “Manaus está perdida e a covid-19 explodiu”, o pesquisador também pede a decretação imediata de lockdown para evitar mais mortes na cidade

 

 

Diante do colapso do sistema de saúde por causa da segunda onda de coronavírus em Manaus, o epidemiologista Jesem Orellana, da Fiocruz-Amazônia, defendeu, em alerta divulgado nesta quinta-feira, 21, o envio urgente de uma missão de observadores internacionais, por não ser “mais possível confiar nos diferentes níveis de gestão que estão à frente da epidemia”. No comunicado, com o título “Manaus está perdida e a covid-19 explodiu”, o pesquisador também pede a decretação imediata de lockdown para evitar mais mortes na cidade.

Ainda em dezembro, Orellana havia previsto que, sem medidas mais restritivas, Manaus viveria um novo boom da covid que resultaria no salto do número de óbitos. Agora, após ter os alertas negados e ver a tragédia se confirmar, com registro até de pacientes mortos por falta de oxigênio hospitalar, o epidemiologista diz que a condução da crise sanitária está “entrando para a história recente das pandemias como uma das mais dramáticas experiências sanitárias e humanitárias já documentadas”.

“Minha previsão, de que o mês de janeiro seria o ‘mês das lamentações e do luto’, está mais do que confirmada e, por mais desumano e monstruoso que pareça, em Manaus, capital mundial da covid-19, não há qualquer sinal de ‘lockdown'”, escreveu. “Isto parece ser parte de um projeto que muitos insistem em não enxergar e, neste caso, Manaus é o laboratório a céu aberto, onde todo tipo de negligência e barbaridade é possível, sem punição e qualquer ameaça à hegemonia dos responsáveis.”

Orellana também destaca que as 945 mortes confirmadas, só nos 20 primeiros dias de janeiro, já se aproximam de todos os óbitos somados entre agosto a dezembro, quando 1.308 pessoas morreram por covid. Os dados foram compilados da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), o órgão oficial.

Ainda de acordo com informações compiladas pelo cientistas, Manaus tem registrado médio diária de 27 mortes em casa, entre os dias 13 e 19. “Dezenas de pessoas que foram a óbito em casa sufocadas sem assistência médica, que ficaram à deriva ao sabor do maior mercado paralelo de oxigênio medicinal para uso domiciliar”, relatou. “Boa parte pode ter acabado sufocada e ocasionado danos psicológicos irreversíveis em familiares e entes queridos.”

Para enfrentar a situação, Orella afirma não ser “mais aceitável que se acredite na descabida tese da imunidade de rebanho” ou “em tratamentos inexistentes”. Também explica que, embora a campanha de vacinação tenha começado, “seus efeitos só poderão ser sentidos daqui a alguns meses, o que significa que, no curto prazo, precisamos de medidas em caráter tempestivo e emergencial”.

Para isso, diz o cientista, é preciso “um severo ‘lockdown’ em Manaus, com ao menos 21 dias de duração, ou veremos esta tragédia se aprofundar ainda mais“. Outra medida, defende, é a fiscalização externa. “Precisamos urgentemente de observadores internacionais independentes ligados à Organização Mundial da Saúde (OMS), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e à Comissão das Nações Unidas para os Direitos Humanos (CNUDH), pois não é mais possível confiar nos diferentes níveis de gestão que estão à frente da epidemia em Manaus.”

Em entrevista ao Estadão na semana passada, o governador Wilson Lima (PSC) afastou a hipótese de adotar o fechamento completo do Amazonas. “Em nenhum momento, o Estado do Amazonas cogitou a possibilidade de fazer lockdown. Não tem isso vislumbrado no nosso horizonte. Não há condições de fazer um fechamento total, principalmente por conta da nossa dinâmica social. Seria ineficiente”, disse. “Essa possibilidade não passa pela nossa cabeça.”

Em visita a Manaus, também na semana passada, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, falou em “tratamento precoce” — na prática, o uso de medicamentos rejeitados por entidades médicas e científicas contra a covid-19, como a cloroquina. Em meio à crise sanitária, o general deve voltar à cidade nesta quinta-feira.

Em evento no Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), pela manhã, no entanto, Pazuello, já tentou afastar de Brasília a responsabilidade pela situação no Amazonas. “Tudo o que o governador pediu já foi feito”, disse. Segundo ele, o ministério “acompanha e apoia” as medidas adotadas pelo Estado, mas as ações estão “a cargo do prefeito e do governador”. “Não estão a cargo do Ministério da Saúde.”

 

 

FONTE: Noticias ao Minuto

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