Decisão Judicial Determina Exclusão de Publicações que Vinculam Vacina à AIDS
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Saúde

Decisão Judicial Determina Exclusão de Publicações que Vinculam Vacina à AIDS

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A Advocacia-Geral da União (AGU) obteve uma liminar , emitida pela 20ª Vara Federal do Rio de Janeiro, determinando a remoção de publicações falsas que associavam as vacinas contra a covid-19 ao suposto desenvolvimento de uma “síndrome de imunodeficiência adquirida por vacina” (VAIDS). As postagens foram identificadas em uma página na internet, e a decisão abrange também o canal do site no Telegram.

Conforme levantamento da AGU, a publicação disseminou-se em outras redes sociais, atingindo pelo menos três milhões de pessoas. A liminar estipula a retirada de outras 20 publicações do site, contendo desinformações sobre vacinas, em um prazo de 24 horas a partir da intimação dos responsáveis. O não cumprimento da decisão acarretará uma multa diária de R$ 10 mil por cada publicação mantida no ar. Adicionalmente, a liminar proíbe os responsáveis pelos canais de realizar novas postagens com conteúdos falsos sobre o tema.

A ação foi movida pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD) da AGU, com base em informações fornecidas pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), no contexto do Comitê de Enfrentamento da Desinformação sobre o Programa Nacional de Imunizações e as Políticas de Saúde Pública. Essa iniciativa integra o Saúde com Ciência, programa interministerial voltado para a promoção e fortalecimento das políticas públicas de saúde e a valorização da ciência.

Em outubro, um monitoramento do governo detectou um aumento significativo de menções ao termo “VAIDS” na internet. Após análise dos dados, o site Tribunal Nacional foi identificado como a fonte da informação falsa.

A AGU salientou que associar as vacinas à aids, juntamente com teorias infundadas similares, prejudica a saúde pública ao criar dúvidas sobre a segurança e eficácia das vacinas. Isso pode levar as pessoas a evitarem a imunização e a buscarem tratamentos alternativos sem comprovação de eficácia ou que representam perigos para a saúde. A AGU também alertou que a redução da cobertura vacinal, conforme dados recentes do Ministério da Saúde, compromete a imunidade coletiva, aumentando o risco de surtos de doenças preveníveis e o surgimento de cepas mais perigosas e resistentes dos patógenos protegidos pelas vacinas, colocando em perigo a saúde e a vida das pessoas.

Fonte: Agência Brasil

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Diretora do Vida & Saúde apresenta panorama dos hospitais filantrópicos do RS no Congresso Nacional

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portal plural nesta quarta feira (12), a diretora geral do hvs, vanderli de barros, participou de reunião com a bancada gaúcha, no congresso nacional, em brasília.
Foto: Divulgação/ HVS
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Nesta quarta-feira (12), a diretora geral do HVS, Vanderli de Barros, participou de reunião com a Bancada Gaúcha, no Congresso Nacional, em Brasília.

Na condição de presidente da Federação das Santas Casas e Hospitais Sem Fins Lucrativos, Vanderli apresentou a atual situação dos hospitais em meio a tragédia climática do Estado e as perspectivas futuras. Em sua fala, Vanderli destacou o trabalho realizado pela rede composta por 245 hospitais, apresentando a relevância da rede no atendimento à comunidade. A diretora ressaltou o impacto direto e indireto que a catástrofe climática teve sobre os hospitais e as dificuldades enfrentadas a partir deste momento.

Em pauta, esteve o pleito de recursos extraordinários para custeios dos hospitais filantrópicos gaúchos em meio ao cenário das enchentes. A reunião foi acompanhada por parlamentares gaúchos, representantes de hospitais e instituições e representações políticas do RS.

“É característica das nossas instituições assistir aos pacientes do Sistema Único de Saúde, cerca de 70% das internações dos pacientes SUS no estado são realizadas nos hospitais filantrópicos – o que é um número extremamente significativo. Garantimos o atendimento e focamos em salvar vidas neste primeiro momento, agora é hora de pensar em reconstruir e reerguer as instituições, por isso, todo o apoio de representações e lideranças se faz fundamental!”, destacou Vanderli.

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Conheça a médica que improvisou máscara de oxigênio com embalagem de bolo para salvar bebê de 3 meses no RN

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Foto: Reprodução
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Formada em medicina em 2015 por uma universidade privada do Rio Grande do Norte, Ellenn Salviano, de 41 anos, é natural de São Miguel, na região do Alto Oeste potiguar, e atualmente reside em Natal. Também formada em direito, casada e mãe de três filhos, começou a atuar em unidades básicas de saúde e posteriormente foi convidada para o hospital municipal de Santa Cruz, onde trabalha como plantonista às segundas-feiras há quase 8 anos.

Ellenn ganhou notoriedade por improvisar um capacete de oxigênio com uma tampa de bolo para salvar a vida de um bebê de 3 meses no hospital do município da região Agreste. Na última segunda-feira (10), ela e sua equipe decidiram usar a tampa até que um equipamento adequado fosse emprestado e a criança transferida para o Hospital Varela Santiago, em Natal.

Durante a pandemia de Covid-19, Ellenn fez parte da equipe da UTI do hospital municipal. Além de Santa Cruz, ela trabalha no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Metropolitano às terças-feiras e no Hospital de Pirangi, em Parnamirim, às sextas-feiras. Ela também faz plantões em outras unidades, como a sala vermelha de uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Parnamirim e em um hospital privado de Natal, sem dia fixo.

Nos hospitais e no Samu, Ellenn atende principalmente pacientes adultos, mas também recebe crianças e bebês em situações graves. Ela está em transição de carreira, se especializando em cardiologia clínica. Para Ellenn, o maior desafio profissional é trabalhar no SUS. “Trabalhar em serviços particulares é fácil, porque tenho tudo à mão. No SUS, tenho que me reinventar todos os dias,” afirma.

Ellenn Salviano improvisou o uso de uma embalagem de bolo como capacete de oxigênio para salvar a vida de um bebê de três meses em Santa Cruz, no Agreste potiguar. “Quando saio de casa e deixo meus três filhos, assumo uma grande responsabilidade de cuidar do outro. Não podia olhar para aquela mãe e dizer que não podíamos ajudar,” conta.

O bebê deu entrada no hospital de Santa Cruz no sábado (8) com grave desconforto respiratório, congestão nasal, febre, rinorreia, vômitos e diarreia. Na segunda-feira (10), Ellenn, ao iniciar seu plantão, percebeu a gravidade do estado da criança, que apresentava cianose e manchas roxas na pele.

A criança ficou cerca de quatro horas com o equipamento improvisado, até a chegada de materiais emprestados pelo Hospital Universitário Ana Bezerra, em Santa Cruz. Segundo Ellenn, o tempo foi suficiente para ajudar na recuperação do bebê, que retomou a oxigenação a níveis “quase normais”.

Improviso
O médico Francisco Júnior, do Samu, que auxiliou na transferência do bebê para Natal, confirmou a eficácia do improviso com a embalagem de bolo. “Improvisos são necessários. Realmente ajudou bastante o bebê a respirar melhor e a ter uma boa penetração de oxigênio no pulmão. Foi fundamental para sua recuperação,” afirmou.

Fonte: G1

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Deputado Osmar Terra aponta lucros com ‘vacinas ineficazes’

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Crítico da vacinação obrigatória, o deputado federal gaúcho Osmar Terra (MDB) afirma “que é inútil a vacinação infantil contra uma nova variante da Covid-19”. Ele critica as ações tomadas durante a pandemia, alegando que “as autoridades americanas agora admitem a ineficiência e a falta de base científica sólida para as decisões tomadas à época”.

 

Miocardites e pericardites

Osmar Terra (foto), que é médico, ex-secretário da Saúde do Rio Grande do Sul, e ex-presidente do Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass), disse ao Repórter Brasília, que “os imunizantes podem causar miocardites e pericardites”. Para ele, “o combate à pandemia foi conduzido por autoridades ligadas à esquerda, que enganaram a população para garantir lucros aos laboratórios”.

 

Variante que ‘não existe mais’

“Procurei na pesquisa de genômica da Fiocruz, que mapeia as variantes circulantes, e a XBB não existe mais desde janeiro. Estão obrigando, agora, em junho, as crianças a se vacinarem contra uma variante do vírus que não existe mais”, afirmou Osmar Terra.

 

Quem ganha é o laboratório

Na opinião do parlamentar do MDB, “quem está ganhando com isso é o laboratório, não há ganho para a saúde pública”. O deputado cobra explicações do Ministério da Saúde também sobre o sumiço da vacina AstraZeneca. “Cadê a AstraZeneca? Cadê a Janssen? Onde estão? A Coronavac, ninguém mais fala. Agora é só a vacina da Pfizer. E uma das porta-vozes da Fiocruz é do birô da Pfizer. Uma pessoa famosa aí, que fala sempre que tem que vacinar todo mundo, que é um absurdo que os negacionistas não querem…”.

 

Vacinação inútil

De acordo com o deputado, “tivemos uma vacinação inútil. E o que prevaleceu, o que fez a pandemia reduzir foi a imunidade natural”.

 

Debate na Câmara

Osmar Terra quer uma avaliação urgente, um grande debate na Câmara, para avaliar o que aconteceu. “Deixaram as crianças dois anos sem aulas.”

 

Ninguém mostra evidências

Na opinião de Osmar Terra, “é assim que estamos conduzindo a saúde no mundo e no Brasil. Ninguém discute, ninguém mostra evidências… Fomos enganados, a população foi enganada, e só deu dinheiro para o laboratório”, concluiu.

 

‘Assassinato’ de bebês

Para o deputado federal gaúcho Maurício Marcon (Podemos), hoje, o projeto mais importante a ser discutido é a urgência do 1904, que impede qualquer tipo de morte de um bebê após a 22ª semana. “É um projeto essencial, não existe civilidade quando o próprio povo assassina seus bebês”. O parlamentar acentua que, “é a favor que isso seja proibido em qualquer espaço de tempo”.

 

Crítica ao Supremo

Maurício Marcon critica a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, que decidiu liberar o aborto após a 22ª semana. “É uma decisão usurpando os poderes do Parlamento. Quem faz leis neste País é o Congresso”, disparou.

 

 

Fonte: Jornal do Comércio.

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