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Curso virtual da OPAS aborda riscos do consumo de álcool durante a gravidez

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As taxas de transtornos causados pelo consumo de álcool entre mulheres são mais altas nas Américas que em qualquer outra região do mundo. Um curso virtual da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) proporciona aos profissionais de saúde as habilidades técnicas necessárias para identificar e abordar o consumo de álcool entre mulheres grávidas e em idade reprodutiva.

O curso “Uso de Álcool e Saúde da Mulher e Gestante”, agora também disponível em espanhol, oferece aos profissionais de saúde as informações baseadas em evidências mais recentes sobre estratégias de promoção da saúde durante a gravidez; detecção precoce do consumo de álcool na gestação; e formas de apoiar as mulheres na redução do consumo de álcool.

As taxas de transtornos causados pelo consumo de álcool entre mulheres são mais altas nas Américas que em qualquer outra região do mundo. Um curso virtual da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) proporciona aos profissionais de saúde as habilidades técnicas necessárias para identificar e abordar o consumo de álcool entre mulheres grávidas e em idade reprodutiva.

O curso “Uso de Álcool e Saúde da Mulher e Gestante”, agora também disponível em espanhol, oferece aos profissionais de saúde as informações baseadas em evidências mais recentes sobre estratégias de promoção da saúde durante a gravidez; detecção precoce do consumo de álcool na gestação; e formas de apoiar as mulheres na redução do consumo de álcool.

“O consumo de álcool durante a gravidez representa um grave risco às mulheres grávidas e ao feto, levando a uma série de resultados negativos, como aborto espontâneo, baixo peso ao nascer e parto prematuro. Além disso, pode causar diferentes transtornos fetais irreversíveis”, afirmou a assessora em consumo de álcool e substâncias psicoativas da OPAS, Maristela Monteiro.

“É vital que os profissionais de saúde tenham acesso às pesquisas mais recentes para implementar intervenções apropriadas antes que as mulheres engravidem, pois isso garantirá os melhores resultados para a mãe e a criança”, acrescentou.

Embora os homens sejam historicamente os maiores consumidores de álcool, sofrendo mais consequências derivadas de seu consumo, as mulheres estão cada vez mais consumindo grandes quantidades e com maior frequência. A maioria das mulheres não sabe que está grávida nos primeiros meses de gestação e pode continuar consumindo bebidas alcoólicas, colocando em risco inadvertidamente o bebê que está por nascer.

Isso é particularmente significativo nas Américas, onde se estima que 3,2% das mulheres com mais de 15 anos tenham transtornos por consumo de álcool, número duas vezes e meia maior que a média global de 1,3%. Isso as expõe a um risco aumentado de desenvolver uma série de outros problemas de saúde, entre eles, câncer de mama, doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral. É mais difícil reduzir ou suspender o consumo quando já existe um transtorno e ainda mais difícil durante a gravidez.

O consumo de álcool é um fator de risco determinante de resultados adversos na gravidez, incluindo morte fetal, aborto espontâneo, parto prematuro, comprometimento do crescimento intrauterino e baixo peso ao nascer.

Globalmente, a prevalência de consumo de álcool durante a gravidez entre a população em geral é de 9,8%. Nas Américas, esse número é de 11,2%.

O consumo de álcool durante a gravidez, mesmo em pequenas quantidades, pode causar transtornos fetais ao bebê, entre eles, transtornos mentais (como dificuldade de aprendizagem, deficiência intelectual e atrasos na fala e na linguagem) e transtornos físicos (incluindo características faciais anormais, problemas de visão e audição e condições cardíacas, renais ou ósseas), que afetam as pessoas durante toda sua vida.

O diagnóstico de transtornos fetais causados pelo consumo de álcool é pouco frequente na maioria dos países da região. Por isso, profissionais de saúde precisam estar mais conscientes dessas condições, para que sua detecção precoce resulte na disponibilização dos serviços necessários de saúde, educação e assistência social às pessoas afetadas.

Curso virtual
O curso virtual tem carga de oito horas e foi desenhado para profissionais de saúde – enfermeiros(as), psicólogos(as), médicos(as) e agentes comunitários de saúde – e outros trabalhadores(as) da atenção primária à saúde, saúde materna e saúde mental.

A aprendizagem se dá em sete módulos, sendo eles: consumo de álcool e saúde da gestante; implicações do consumo de álcool durante a gravidez para o feto e recém-nascido; relações familiares; detecção do consumo de álcool durante a gestação; breves intervenções e tratamento; e implementação e promoção da saúde.

Acesse o curso clicando aqui.

Fonte ONU

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Medicina & Saúde

Covid-19: Brasil deve receber 69,4 mi de doses de vacinas em setembro

Nos próximos dois meses serão 132,7 milhões de doses entregues

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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Ministério da Saúde deve receber, em setembro, 69,4 milhões de doses de vacina covid-19. Com essa projeção, a expectativa é que mais de 132,7 milhões de doses sejam entregues pelos laboratórios contratados nos próximos dois meses.

No mês de agosto, a previsão do ministério é de 63,3 milhões de vacinas.

Para o Ministério da Saúde, a previsão coloca o Brasil no caminho para cumprir a meta de que toda população brasileira acima de 18 anos esteja vacinada com a primeira dose da vacina contra covid-19 em setembro.

De acordo com o ministério, até o momento, 98,3 milhões de brasileiros receberam a primeira dose da vacina. O número representa 61,4% da população vacinável, estimada em 160 milhões de pessoas. Foram distribuídas 176,2 milhões e, dessas, mais de 137 milhões foram aplicadas, sendo 98 milhões de primeira dose e 39 milhões da segunda dose ou dose única.

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Medicina & Saúde

Com 60% da população vacinada, mortes e casos de covid-19 caem 40%

São 96 milhões de brasileiros vacinados com, pelo menos, a 1ª dose

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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Com a vacinação de mais de 96 milhões de brasileiros contra a covid-19 com, pelo menos, a primeira dose do imunizante, o número de casos e de óbitos pela doença caíram cerca de 40%, em um mês, de acordo com dados do LocalizaSUS, plataforma do Ministério da Saúde.

Os números consideram a média móvel de casos e mortes de 25 de junho a 25 de julho deste ano. No caso das mortes, a queda é de 42%: passou de uma média móvel de 1,92 mil para 1,17 mil, no período. O número de casos caiu para 42,77 mil na média móvel de domingo (25), o que representa redução de 40% em relação ao dia 25 de junho, segundo o Ministério da Saúde.

Vacinas

O Brasil ultrapassou a marca de 60% da população vacinada com, pelo menos, uma dose de vacina contra a covid-19. Nessa situação já são mais de 96,3 milhões de brasileiros, dos 160 milhões com mais de 18 anos. Apesar da boa marca de primeira dose, segundo dados do vacinômetro do Ministério da Saúde, o número de pessoas com ciclo de imunização completo, ou seja, que tomaram duas doses da vacina ou a dose única é de 37,9 milhões de pessoas. Para que as vacinas sejam de fato eficazes, as autoridades de saúde alertam que é necessário que as pessoas tomem as duas doses. “A medida reforça o sistema imunológico e reduz as chances de infecção grave, gravíssima e, principalmente, óbitos em decorrência da covid-19”, destaca o Ministério.

Ainda segundo balanço da pasta, das 164,4 milhões de doses enviadas para os estados, 81,5 milhões são da AstraZeneca/Oxford, 60,4 milhões são da CoronaVac/Sinovac, 17,8 milhões de Pfizer/BioNTech e 4,7 milhões da Janssen, imunizante de dose única. “Todas as vacinas estão devidamente testadas, são seguras e têm autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para serem aplicadas nos braços dos brasileiros”, destacou o Ministério.

Novas doses

Até o fim de 2021, a expectativa é de que mais de 600 milhões de doses de imunizantes contra o novo coronavírus, contratadas por meio de acordos com diferentes laboratórios, sejam entregues ao Programa Nacional de Imunizações. Somente para o mês de agosto, a previsão é de que a pasta receba, pelo menos, 63 milhões de doses.

Produção local

A partir de outubro, o Brasil deve entrar em uma nova fase em relação à vacinas contra a covid-19 com a entrega das primeiras doses 100% nacionais. É que o Brasil assinou um acordo de transferência de tecnologia da AstraZeneca para a Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz) que permitirá a produção nacional do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) da vacina de covid-19. Atualmente, o Brasil só produz vacina com o IFA importado.

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Ensino

Unijuí volta às aulas presenciais com o curso de Medicina

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Aos poucos, a Unijuí começa a receber presencialmente seus estudantes e professores para o início do segundo semestre. Nesta segunda-feira, dia 26 de julho, foi a vez de receber os acadêmicos do curso de Medicina, que já haviam iniciado as aulas práticas e, agora, retornam à presencialidade para as aulas teóricas.

“Chegamos ao terceiro ano do curso de Medicina e, felizmente, conseguimos retornar com as aulas presenciais, seguindo todas as medidas de segurança sanitária”, destacou o coordenador do curso de Medicina, professor Jorge Brust, lembrando que, ao mesmo tempo em que as aulas teóricas acontecem, os estudantes ampliam a prática em Clínica Médica, atuando em ambulatórios da cidade, no atendimento à população.

“Clínica Médica possui partes 1 e 2. Temos quase 20 especialidades sendo atendidas em ambulatórios pelo Sistema Único de Saúde, indo ao encontro do que a comunidade esperava. Sabemos como é difícil conseguir um atendimento especializado, algo que vem ocorrendo por meio dos nossos acadêmicos e professores”, destacou o coordenador.

Na próxima segunda-feira, dia 2 de agosto, retornam os acadêmicos dos demais cursos presenciais de graduação. O retorno, no entanto, será de forma escalonada e diferenciada entre os campi.

Turmas diurnas retornam totalmente à presencialidade – sejam em disciplinas teóricas, práticas ou estágios. Para as turmas com aulas à noite, o encaminhamento será diferente.

Nos campi Ijuí e Santa Rosa, para diminuir o fluxo de pessoas, as turmas do 1º ao 5º semestre terão aulas presenciais na semana de 2 a 6 de agosto e, na semana seguinte, permanecem com aulas online. Já as turmas do 6º ao 10º semestre começam as aulas de forma virtual na primeira semana e, na segunda semana, entre os dias 9 e 13 de agosto, têm aula presencial. É importante lembrar que na semana que o primeiro grupo estiver presencial, o outro estará com aulas online e vice-versa.

Já nos campi de Três Passos e Panambi, as turmas do 1º ao 10º semestre serão divididas e terão aulas presenciais na semana do dia 2 de agosto e, na semana subsequente, as aulas serão online – e assim sucessivamente.

A frequência é obrigatória nas aulas presenciais e online, conforme Resolução do Conselho Universitário (Consu) nº 28/2011. Estudantes e professores com comorbidades, que não realizaram a segunda dose da vacina contra a covid-19, estão dispensados de comparecer às aulas presenciais ou de ministrá-las presencialmente até 15 dias após a realização da mesma, devendo comprovar a situação junto à Universidade.

No banner inicial do site unijui.edu.br, é possível conferir a Instrução Normativa emitida pela Universidade para o retorno às aulas.

Destaques:

Unijuí terá mais de 170 vagas para o FIES

Há mais de 25 anos, Laboratório de Sementes da Unijuí é credenciado junto ao Ministério da Agricultura

Curso de Psicologia oferece currículo voltado às novas demandas da área

Promovida oficina de Hand Lettering aos estudantes de Design e Arquitetura e Urbanismo

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