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Ensino

Curso de Engenharia de Computação da Uergs é o melhor do Estado na avaliação do Enade

Reporter Global

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Foto: Mauricio Farias / Divulgação


 

Graduação oferecida na unidade Guaíba da Uergs está entre as 10 melhores do país

 

O curso de Engenharia de Computação da Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs) está em primeiro lugar no ranking das universidades que ofertam a graduação no Estado, de acordo com os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2019 divulgados esta semana. Essa graduação na unidade Guaíba da Uergs também está entre as 10 melhores do país.

Para a professora Adriane Parraga, coordenadora do curso de Engenharia de Computação da Uergs, os principais fatores que colaboram para o sucesso são o estímulo ao desenvolvimento de projetos, a qualificação do corpo docente e a dedicação dos alunos, alcançada graças aos vínculos que vão se criando ao longo do curso. “A gente cria um vínculo com os alunos da Uergs e essa forma como a gente se relaciona desenvolve uma parceria. Isso faz a diferença”, afirma.

“Eles estão sempre envolvidos em algum projeto de pesquisa, de extensão ou de monitoria, e isso é um fator importante. A qualidade dessa nota também se reflete na inserção profissional, pois a maioria dos nossos estudantes e egressos está realizando bons estágios e estão bem empregados”, acrescenta.

As pesquisas desenvolvidas no âmbito do curso estão relacionadas principalmente às áreas de processamento de imagens, sistemas embarcados, transmissão de dados em tempo real, desenvolvimento de aplicativos, inteligência artificial e aprendizado de máquinas, sistemas de detecção e tolerância a falhas. Alguns desses projetos são realizados em parceria com outras instituições de Ensino Superior, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

“Esta avaliação reflete o trabalho extraordinário do corpo docente do curso de Engenharia de Computação, que tem estimulado a participação dos estudantes em seus projetos de pesquisa, nas ações de extensão e nas atividades de monitoria, criando um importante vínculo acadêmico. Além disso, as boas oportunidades de estágios acrescenta muito na formação. O reflexo está na empregabilidade de nossos egressos, conquistando espaços não só no Rio Grande do Sul, como também em outras regiões do Brasil e no exterior” enfatiza o reitor da Uergs, Leonardo Beroldt.

“É importante reconhecer que ainda não possuímos a estrutura necessária e precisamos continuar trabalhando para isso. Mais um motivo para creditarmos aos professores e alunos o mérito por este resultado”, acrescenta o reitor.

Entre os demais cursos da Universidade que participaram da avaliação, o curso de Agronomia da Unidade em Cachoeira do Sul é o terceiro melhor do Estado. O curso de Agronomia, em Três Passos, e o curso de Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia da unidade em Porto Alegre figuram entre os 10 melhores do Rio Grande do Sul.

Na edição anterior do Enade, o curso de Administração em Sistemas e Serviços de Saúde, da Uergs em Porto Alegre, obteve a nota máxima, 5.

De acordo com a coordenadora de Avaliação Institucional da Uergs, Jaqueline de Mattia, a universidade vem trabalhando na criação de novas estratégias para melhorar a cada ano os índices, pois essa avaliação é vista como um instrumento de melhoria da qualidade acadêmica e científica da universidade.

“Ficamos muito felizes com os resultados, pois temos um compromisso em consolidar a qualidade do ensino na Uergs. Esses números são importantes para colocar a universidade na vitrine da qualidade do ensino público no país. Nas avaliações em que ainda não atingimos o índice esperado, vamos trabalhar para um diagnóstico mais preciso para que possamos traçar estratégias que possibilitem melhorias futuras para a reestruturação das atividades de ensino, de pesquisa e de extensão”, afirma.

 

 

Estado.rs.gov

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Ensino

Governo passa a permitir aulas presenciais em regiões com bandeira vermelha

Reporter Global

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Foto: Gustavo Mansur/Palácio Piratini

 

Decreto com a mudança deve ser publicado até quarta (25)

 

Após reunião entre o governo do Estado e o Ministério Público (MP) nesta terça-feira (24/11), o governador Eduardo Leite anunciou mudanças nas regras do Distanciamento Controlado para a educação pública e privada. A fim de evitar prejuízos pedagógicos e psicológicos aos alunos, serão permitidas aulas presenciais em regiões classificadas com bandeiras vermelhas, desde que observados os protocolos sanitários. O decreto com a alteração deve ser publicado até quarta-feira (25/11).

Até então, as atividades presenciais nas escolas deveriam ser interrompidas caso a região em que estão localizadas ficasse por duas semanas consecutivas em bandeira vermelha. No mapa da 29ª rodada do Distanciamento Controlado, que passou a vigorar nesta terça, oito regiões foram classificadas com risco epidemiológico alto, mas poderão, a partir do novo decreto, manter em funcionamento ou abrir escolas.

“Passados oito meses de atividades com níveis de restrição, todos aprendemos a lidar melhor com o vírus e identificamos o quanto é importante mantermos as escolas funcionando com rigorosos protocolos sanitários. Importante que todos entendam que saúde é muito mais que não contrair o vírus, é também desenvolver a capacidade cognitiva dos nossos alunos e ter escolas funcionando, porque são um importante instrumento do poder público junto às comunidades, para acompanhar questões de nutrição, desenvolvimento psicológico e cognitivo, e mesmo para acompanhar casos de denúncias de abuso sexual e violência doméstica, por isso, entendemos que as escolas não podem parar”, afirmou o governador.

Leite lembrou que entre os protocolos determinados para a educação estão a redução no número alunos por salas de aula, ambientes abertos e arejados, alternância de turmas, incremento de equipes de limpeza e equipamentos de proteção individual para alunos, professores e funcionários, entre outros, que visam garantir condições de segurança sanitária.

“Já tivemos retorno de diversas etapas de ensino nos últimos meses e não observamos intercorrências ou problemas sanitários onde houve o retorno, e por isso será possível manter as escolas abertas mesmo nas regiões que permaneçam em bandeira vermelha. A educação é prioridade, por isso tomamos essa decisão”, acrescentou o governador.

Eventos só podem ocorrer em municípios que autorizarem e que estão no processo de retomada escolar. A condição foi estabelecida como forma de elencar prioridade na retomada de atividades.

 

Datas em que as atividades presenciais foram retomadas:

• Educação Infantil – 8 de setembro
• Ensino Superior, Ensino Médio e Ensino Técnico – 21 de setembro
• Ensino Fundamental – 28 de outubro
• Ensino Médio – 20 de outubro
• Ensino Fundamental –12 de novembro

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Ensino

Candidatos infectados por covid-19 terão nova chance de fazer Enem

Reporter Global

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Na lista de reaplicação do exame há outras doenças infectocontagiosas

 

Candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 que forem diagnosticados por alguma doença infectocontagiosa, como o novo coronavírus e, portanto, estiverem impossibilitados de fazer as provas por este motivo, poderão ter uma nova chance.

Em entrevista à Agência Brasil, o presidente substituto do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Camilo Mussa, disse hoje (24) que, nesse caso, a orientação é ligar para a central de atendimento do Inep (0800 616161) e comunicar a doença até um dia antes da data da prova.

Fora isso, depois da aplicação, o candidato também deverá registrar o problema anexando laudo médico na Página do Participante. Os casos deferidos pelo Inep poderão participar de uma reaplicação do exame nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2021, mesma data em que o Enem aplicado a pessoas com privação de liberdade.

 

Outras doenças

Além de covid-19, o edital prevê nessa lista casos de coqueluche, difteria, doença invasiva por haemophilus influenza, doença meningocócica e outras meningites, varíola, influenza humana A e B, poliomielite por poliovírus selvagem, sarampo, rubéola e varicela.

Segundo o Inep, não só pessoas com problemas de saúde na data das provas poderão participar da reaplicação. Quem tiver problemas logísticos, como, por exemplo, falta de energia elétrica também poderá comunicar o problema pela Página do Participante para fazer o exame em fevereiro.

 

Grupo de risco

Sobre candidatos que se enquadram no grupo de risco para a covid-19, como idosos e pessoas com comorbidades que necessitam de atendimento especial, não é preciso fazer nada. “ Essas pessoas já declararam no ato da inscrição, idade e se precisam de atendimento especial e, com base nessas informações, vamos agrupá-las em salas separadas. Não há necessidade de procurar a central para comunicar essa condição”, garantiu Mussa.

Apesar disso, o presidente substituto do Inep, lembrou que situações diagnosticadas depois da inscrição, como, por exemplo, casos de gravidez, deverão ser comunicadas pela central de atendimento do instituto também até um dia antes do Enem. Para garantir a segurança de todos os participantes, o número de participantes por sala será reduzido, pelo menos, em 50%.

 

Máscaras

Para a edição de 2020, o Enem teve mais de 5,7 milhões de inscrições confirmadas. Todos os candidatos e profissionais envolvidos no exame devem fazer uso obrigatório de máscara de proteção facial, exceto para os casos previstos na Lei n.º 14.019, de 2020.

Elas poderão ser retiradas apenas no momento de identificação pelo fiscal de provas, mas sem tocar sua parte frontal e, posteriormente, deverá ser feita a higienização das mãos com álcool em gel próprio ou fornecido pelos fiscais. As máscaras também poderão ser retiradas para os candidatos bebam água e façam lanche durante a aplicação da prova.

 

Cronograma

Provas impressas: 17 e 24 de janeiro

Prova digital: 31 de janeiro e 7 de fevereiro

Reaplicação da prova: 23 e 24 de fevereiro

Resultados: a partir de 29 de março

 

 

Agencia Brasil

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Ensino

Unijuí e Universidades da América Latina firmam convênio para a criação de uma Cátedra Internacional

Pável Bauken

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No sábado, dia 23 de novembro, a Unijuí, a Universidade Cooperativa da Colômbia, a Universidade Politécnica Estatal de Carchi do Equador e a Universidade de Sonora do México, para a criação da Cátedra Internacional Pensar a América Latina frente aos Desafios de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU).

Segundo os termos do convênio, as instituições parceiras vão realizar eventos científicos académicos, promover a mobilidade internacional, a concepção e implementação de projetos de âmbito nacional e internacional e a publicações conjuntas por diferentes meios, com a inserção dos Programas de Mestrado e Doutorado. As partes envolvidas também vão nomear um delegado por instituição, que integrará uma Comissão Técnica Acadêmica, também vão organizar, planejar, executar e avaliar a Cátedra Internacional sob padrões de qualidade, visando a qualificação como uma cadeira UNESCO. Pelo acordo, estudantes de intercâmbio ou docentes e pesquisadores não pagarão a mensalidade ou qualquer tipo de taxa para estudar na universidade anfitriã.

Segundo a Reitora da Unijuí, professora Cátia Nehring, este protocolo marca a intenção de quatro instituições latino Americanas, na materialidade de ações a serem realizadas nos próximos anos, considerando os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030. É um grande desafio para nossa instituição envolvendo os pesquisadores dos nossos programas stricto sensu e acadêmicos, possibilitando aprofundamento em pesquisa e mobilidade acadêmica. Pela Unijuí, o professor Daniel Cenci é o responsável na organização das ações.

Confira o evento na íntegra

Participaram do fechamento deste convênio, de forma online em razão da pandemia, os seguintes representantes:

  • Cátia Nehring, Reitora da Unijuí, do Brasil;
  • Maritza Rondon Rangel, Reitora da Universidade Cooperativa, da Colômbia;
  • Jorge Ivan Mina Ortega, Reitor da Universidade Politécnica Estatal de Carchi, do Equador;
  • Henrique Fernando Velázquez Contreras, Reitor da Universidade de Sonora, do México.
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