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Estrada Iluminada

Curiosidade de vidas passadas

Nilton Moreira

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Quando falamos em necessidade de nascer de novo, pelo menos foi o que Jesus disse quando esteve por aqui, ou nos referimos a reencarnação, ou volta do espírito ao corpo material, desperta a curiosidade de saber-se quem fomos em vidas passadas, com quem estivemos convivendo e onde.

É admissível a mulher querer saber quem foi o marido que está consigo, ou a mãe ter curiosidade de saber qual o vínculo anterior que teve com seus filhos.

Pessoas que possuem uma peculiar elegância, orgulho natural, altivez, gostariam de saber se ocuparam espaço na nobreza e se foram reis ou rainhas, e da mesma forma os que estão atravessando os dias na pobreza gostariam de respostas do motivo de tal situação.

Existem médiuns que ao serem consultados desfolham grande quantidade de opiniões e possibilidades, que acaba convencendo muitos, mesmo que tais pareceres sejam meras deduções, o que muitas vezes chocam a quem busca essa informação.

Numa ocasião um vidente desses disse a uma mulher que o relacionamento na família andava ruim em razão de numa vida passada o esposo dela ter matado o filho do casal. Ela então contou isso ao marido, o que o deixou muito enraivecido. Após algumas desavenças o esposo acalmou-se e o caso ficou o dito pelo não dito, mas poderia ter tido consequências desastrosas.

Por isso é que as lembranças do que fomos e com quem estávamos em vidas passadas fica no esquecimento a partir do momento que nascemos, isso para evitar fatos desagradáveis, pois se lembrássemos ficaria impossível em certas situações o convívio com determinadas pessoas.

Mas é verdade que nos reencontramos com pessoas que já convivemos em outras vidas, mas os motivos podem ser vários, que vão desde resgates até compromissos de solucionarmos juntos situação que visa evolução.

Não devemos nos importar com o passado. Devemos sim viver intensamente o presente para que possamos realizar tudo que for possível para nosso crescimento na direção do Criador.

Segundo nossa crença, o esquecimento temporário do que fomos e do que fizemos em existências passadas é fundamental para agirmos sem as culpas pretéritas e estudarmos nosso próprio comportamento, tendências e aptidões. Deus nos permite em certos momentos da vida revelações que não necessariamente precisam ser através de médiuns, mas sim nos vem pela intuição.

O certo é que “onde estão nossas deficiências de hoje, certamente estiveram nossos excessos no passado”.

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Socorro da Espiritualidade

Nilton Moreira

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Charles Lindbergh, aos 25 anos, já era piloto veterano do correio-aéreo e capitão da reserva da aeronáutica, e na esperança de abocanhar um prêmio de 25 mil dólares oferecido por Reymond Orteig (hoteleiro de Nova Iorque) para quem vencesse num só reide, e sem escalas, a distância de 3.600 milhas que separam Nova Iorque de Paris, decide aventurar.

A fabricação do aparelho, um Ryan monoplano munido de tanques especiais, motor Wright Whirlwind de 220 HP, não tinha faróis, calefação, piloto automático e nem dispositivos para derreter o gelo.

Charles Lindbergh em momento de inspiração deu ao seu avião o nome de Spirit of Saint Louis. Quando ele subiu à cabine às 7h40min da manhã sem ter dormido nas 24 horas anteriores, iria lamentar isso cada vez mais nas horas seguintes. A decolagem foi difícil e ele escreveu: “Por volta das 7h45min foi dada a partida ao motor e às 7h52min alcei voo rumo a Paris”, isto em 20 de maio de 1927. Agora, sobre a enorme vastidão do mar escuro, o piloto solitário dispunha-se a enfrentar a maior batalha de sua vida: tempestades, névoas e gelo lutavam contra ele. Às 18 horas de distância de Nova Iorque, percorrida metade do caminho, o sol levantou-se no Velho Mundo. Lindbergh sabia que já não podia voltar atrás. Nesse instante uma nova e terrível luta se travou. Precisava dormir. Ele sacudia a cabeça, batia o rosto contra a palma da mão, remexia-se para se distrair. As paredes da cabine de pano, sem pintura, confundiam-se com as nuvens cinza, produzindo um efeito paralisante. Foi então que aconteceu!

Em seu livro “The Spirit of Saint Louis” descreve sua luta contra o sono e a fadiga, um relato de sua inconsciência durante o voo, quando uma simples distração provocaria a queda fatal. Lindbergh narra, então, como formas espirituais entraram no avião e que sem a participação Deles nunca teria chegado à Paris. Um espírito guia o ajudava a afastar o sono. Era uma força invisível que o arrancava dos abismos do sono. E descreve como voou quase automaticamente: o avião se desviava de seu rumo, o Espírito guia trazia-o de volta ao estado de consciência. Lindbergh escreve:

“Embora eu não tire os olhos dos instrumentos, durante um tempo que me parece estranho, ao mesmo tempo cheio de sono, a cabine se enche de presenças fantásticas (…) não sinto surpresa nem medo ao vê-las, sem virar a cabeça, eu as vejo tão claramente como se meu crânio se tornasse um olho que vê por todos os lados ao mesmo tempo. Agora são muitos em torno de mim… e me falam com uma voz forte, mais forte que o ruído do motor. Suas vozes me aconselham sobre o voo, discutem problemas de navegação, corrigindo e dando-me orientação de extraordinária importância. A distância entre Nova Iorque e Paris já não importa, meu corpo deixou de ter peso”.

“Esses Espíritos parecem constituir numa reunião de família e de amigos, depois de anos de separação entre nós, como se eu os tivesse conhecido antes, em uma encarnação anterior.”

Finalmente, após horas dessa companhia espiritual, Lindbergh chega à Paris. Foi uma apoteose. Depois retorna aos Estados Unidos como herói. Seu voo foi importantíssimo para o progresso da aviação e seu sucesso deveu-se inegavelmente à cooperação direta dos espíritos.

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“Destino da Terra e causas das misérias humanas”

Nilton Moreira

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“Admira-se de encontrar sobre a Terra tanta maldade e más paixões, tantas misérias e enfermidades de toda a sorte, concluindo-se quão deplorável é a espécie humana.

Esse julgamento provém de um ponto de vista limitado, e que dá uma falsa ideia do conjunto. É preciso considerar que, na Terra, não se encontra toda a Humanidade, mas apenas uma pequena fração dela. Na verdade, a espécie humana compreende todos os seres dotados de razão que povoam os inumeráveis mundos do Universo.

Ora, o que é a população da Terra diante da população total desses mundos? Bem menos que a de um vilarejo em relação à de um grande império.

A condição material e moral da Humanidade terrena nada têm de espantosa, se pensarmos nos destinos da Terra e na natureza de sua população. Faríamos uma ideia bem falsa dos habitantes de uma grande cidade, se a julgássemos pela população dos bairros mais pobres e sórdidos.

Num hospital, só vemos doentes e estropiados. Numa prisão, vemos todas as torpezas, todos os vícios reunidos; nas regiões insalubres, a maior parte dos habitantes são pálidos, fracos e doentes. Do mesmo modo, se considerarmos a Terra como um arrabalde, um hospital, uma penitenciária, um pantanal – pois ela é, muitas vezes, tudo isso a um só tempo – compreenderemos porque as aflições sobrepujam os prazeres, pois não se enviam aos hospitais as pessoas sadias, nem às casas de correção aqueles que não cometeram crimes, porque nem os hospitais nem as casas de correção são lugares prazerosos.

Assim como, numa cidade, toda a população não está nos hospitais ou nas prisões, assim toda a Humanidade não se encontra na Terra. Da mesma forma como saímos do hospital quando estamos curados, e da prisão quando a pena é cumprida, o homem deixa a Terra para mundos mais felizes, quando se cura de suas enfermidades morais”. (trecho extraído do Evangelho S.E.)

Hoje, diante dessa pandemia que abala nosso Planeta e que está mexendo com todos nós e modificando os costumes na Terra, concluímos que somos impotentes perante da Justiça Divina e devemos cada um tirar a lição do momento segundo sua visão de vida, pois vemos que na Terra estão almas que ainda não desenvolveram suficientemente o amor em seus corações, amando portanto segundo seus interesses, o que entra em contradição com o que Jesus nos ensinou.

Está sendo necessária essa sacudida para que os poderosos e os detentores de grandes fortunas acumuladas, os orgulhosos acordem, e principalmente aqueles que acumularam ilicitamente.

A certeza é que sem haver uma modificação moral nossa não nos livraremos das tristezas na Terra.

Na dor vamos certamente nos melhorarmos.

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Estrada Iluminada

Energias, mesas radiônicas, psiônicas…

Nilton Moreira

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Pessoas buscam incessantemente maneiras e meios de conseguirem resolver seus problemas e tentar melhorar a vida de um modo geral, mesmo porque vivemos com muitas dificuldades e quando parece que uma se resolve, aparece outra que acaba nos derrubando e começamos tudo de novo na busca de melhoria.

É comum recorrer a cartomantes, ciganos, videntes, espiritualistas, feiticeiros, bruxos, sensitivos, religiosos de todos os seguimentos, objetivando saber algo sobre o futuro de nossa vida, com previsões, a fim de que possamos modificar algo que possa vir acontecer e que não nos agradará.

Quem lida com atividades que envolvem energia tem a capacidade de sentir alguma coisa que se passa com determinada pessoa, mas depende muito do conhecimento que tem no campo que está atuando, pois certas manipulações energéticas devem ser interpretadas por quem de fato conhece o assunto, e por ai existe muito charlatanismo que acaba comprometendo a reputação de pessoas que atuam com seriedade.

Ao longo de minha vida me deparei e procurei estudar mais cautelosamente as energias, e de fato existem as mais variadas técnicas que trazem revelações, orientações, e aconselhamentos, mas o importante é saber se a prática está dentro dos parâmetros pensando no bem e na caridade, ou se é uma mera prática que visa apenas usufruir vantagem financeira.

Mas muitos rituais surgiram de um tempo para cá. Nos primórdios tínhamos os sonhos, as visões. Depois veio pêndulos, hipnose, compassos, copos que andam mesas girantes, psicografias, psicofonias, regressão da mente, apometrias, projeciologia. Agora já se fala em mesas radiônicas, psiônicas e outras práticas.

Em todos esses trabalhos sejam eles para o bem ou para o mal sempre estão ocultas entidades espirituais as quais também respectivamente se comprazem no bem ou no mal, e isso depende de quem está desempenhando o trabalho, ou seja, se tem conhecimento, boas atitudes, conduta decente, e também de que tipos de entidades desencarnadas estão se aproximando para fornecer a intuição, comunicação, informação.

Jesus o Ser mais perfeito que passou pela Terra, curou, ensinou, afastou maus espíritos, revelou o futuro, mas tudo em nome de uma conduta pura e nos desígnios de Deus. Nós podemos ir a qualquer um desses locais e recebermos ajuda, mas devemos sempre saber onde estamos adentrando, pois poderemos sair ainda piores de certos ambientes que muitas vezes estão impregnados por energias muitos pesadas. Já vi muita gente entrar em locais com problemas e sair do mesmo local com dor de cabeça e com perturbações.

Toda caridade que envolva energia deve estar presente o pensamento firme em Jesus em ambas as partes.

Estejamos atentos.

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