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Cristo Redentor, 90 anos de fé, empregos, visitas ilustres e curiosidades

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O Cristo Redentor, maior cartão-postal do Brasil, completou 90 anos neste dia 12 de outubro e tem se destacado internacionalmente não apenas pela fé, pela beleza monumental e importância turística, mas pelo que ele movimenta na economia do Rio de Janeiro.

 

 

Eleito uma das sete maravilhas do mundo moderno, o Cristo Redentor começou a ser construído em 1926 e levou cinco anos para ficar pronto.

O monumento de 38 metros de altura, que fica no alto do Morro do Corcovado, no Rio de Janeiro, está 710 metros do nível do mar e foi inaugurado em 12 de outubro de 1931.

Curiosidades

Esse projeto audacioso feito de concreto armado e pedra sabão foi financiado por doações da população brasileira.

Em 1921, nos preparativos para as comemorações do centenário da Independência do Brasil, um grupo católico promoveu concurso para uma estátua em homenagem a Jesus Cristo.

O vencedor foi o arquiteto e engenheiro Heitor da Silva Costa, que liderou o projeto, da concepção até a inauguração da obra, em 12 de outubro de 1931.

Foi a arquidiocese do Rio de Janeiro que organizou campanhas de arrecadação de fundos que mobilizou não só o Rio de Janeiro, mas todo o Brasil.

Visitas ilustres

O Cristo Redentor está para o Brasil assim com a Estátua da Liberdade para os Estados Unidos e a Torre Eiffel para a França. Quem vem aqui quer conhecer o cartão postal brasileiro. São aproximadamente 2 milhões de visitantes por ano.

E visitas ilustres não faltaram nesses 90 anos do monumento, como o papa João Paulo II, o líder espiritual Dalai Lama, a princesa Diana e príncipe Charles e o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com sua família, entre muitos outros..

Geração de empregos

As forças da fé da beleza arrastam verdadeiras multidões para visitar o Cristo Redentor todos os anos.

Segundo o estudo Cristo Redentor 90+, produzido pela FGV, hoje há uma geração de 21 mil empregos a partir do monumento e ele movimenta R$ 1,4 bi para o estado.

A maior parcela dessa movimentação financeira é de R$ 861 milhões, valor que diz respeito a atividades econômicas ligadas ao Cristo, como transporte, alimentação, comércio, entretenimento, meio de hospedagem e outros.

Quanto à geração de emprego, o Cristo hoje gera 21.393 postos, sendo 16.493 postos diretos e 4.900 indiretos.

Melhorias

O estudo foi entregue pela FGV à Arquidiocese do Rio de Janeiro. O documento aborda o impacto socioeconômico e as potencialidades do Cristo Redentor para o Rio de Janeiro e para o Brasil.

O estudo ainda prevê uma combinação de fatores a serem explorados para uma agenda estratégica visando 2030.

Nessa agenda estram ações voltadas para a religiosidade, sustentabilidade ambiental, sustentabilidade financeira e solidariedade. O estudo ainda sugere a profissionalização da gestão e um sistema informatizado de controle de doações.

Toda a pesquisa foi assinada pelo gerente executivo Luiz Gustavo Barbosa teve ainda a participação dos pesquisadores Thais Padinha e André Coelho.

 

FONTE: SÓ NOTICIA BOA

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Principais tendências e desafios do e-commerce para compras de fim de ano

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Salesforce analisou mais de 1 bi de transações em mais de 40 países que utilizam a plataforma para descobrir o que esperar da temporada de compras de fim de ano 2021

 

O final do ano, período que compreende os dias entre a Black Friday e o Ano Novo, é um dos momentos mais importantes para a indústria global do varejo, uma vez que bilhões de consumidores vão às compras em busca de seus sonhos de consumo e de presentes para as pessoas queridas. Com mais pessoas optando por realizar essas compras por meio de canais digitais, a expectativa é de que, globalmente, as vendas online batam um novo recorde, subindo 7% (US$ 1,2 trilhão) na comparação com o ano passado.

Para Leonardo Bruno, vice-presidente de Commerce Cloud da Salesforce Brasil, esse aumento no volume de vendas não se traduzirá em preços mais baixos para o consumidor, muito pelo contrário. Com o cenário difícil para todos, a Salesforce analisou mais de um bilhão de transações de consumidores de mais de 40 países que utilizam a plataforma de ecommerce para descobrir quais os desafios e tendências para a temporada de compras de fim de ano 2021. Veja abaixo os quatro principais pontos listados por Leonardo Bruno que o e-commerce deve ter atenção:

Preços mais altos para todos
Consumidores, varejistas e fornecedores sofrerão com custos mais altos neste final de ano por conta da pressão em cima da cadeia logística global, que sofre com falta de matéria-prima e número menor de trabalhadores, aumento da demanda, restrições por conta da pandemia, valores dos contêineres e muito mais. Uma opção que deve ganhar força é a de “compre agora, pague depois” para pedidos online, que representou 4% do total no mesmo período de 2020 e deve passar para 8% (US$ 96 bilhões globalmente).

Disponibilidade de produtos será principal desafio
No ano passado, o grande desafio foi o atraso nas entregas aos consumidores. Apesar de ainda ser uma preocupação, prevemos uma queda de 94% no número de pacotes que correm o risco de atrasarem, passando de 700 milhões no ano passado para 40 milhões neste ano. Em 2021, por conta de gargalos nos portos e custos crescentes de contêineres, o principal problema será a disponibilidade de produtos para os consumidores – que deverão adiantar suas compras de fim de ano para antes da Black Friday para não correrem este risco.

Lojas físicas serão peças críticas da estratégia digital
A combinação de funcionários da loja atendendo pedidos online, oferecendo sugestões personalizadas e dando suporte aos compradores digitais, e consumidores conectados finalizando as compras em seus dispositivos móveis enquanto estão na loja indica que os espaços físicos serão críticos para a estratégia digital das marcas. A previsão é que mais de seis em cada dez pedidos online serão influenciados por estabelecimentos físicos, seja pela ajuda do vendedor na hora de finalizar o pedido online ou oferecendo opção de comprar online e retirar na loja.

Mudança no uso de dados
Com cada vez mais medidas e regulações protegendo a privacidade dos usuários online, departamentos de marketing estão passando por um momento de adaptação profunda. Rastrear a atividade de um usuário na web ou em aplicativos através de dados de terceiros deve se tornar muito mais caro, ou até mesmo impossível, o que torna os dados coletados e organizados pela própria organização muito mais valiosos. Programas de fidelidade, engajamento em redes sociais e e-mails marketing personalizados são ótimas oportunidades para coletar os próprios dados dos consumidores. Segundo nossas estimativas, haverá crescimento de 30% no tráfego das plataformas de ecommerce provenientes de indicações e de 18% no uso de e-mail marketing entre novembro e dezembro se comparado com o mesmo período do ano passado.

 

fonte: Mundo Marketing

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Nasa quer montar uma usina nuclear na Lua até 2030

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Você seria capaz de construir um reator nuclear movido a urânio que pode caber dentro de um foguete de 4 metros de comprimento e 6 metros de largura? Conseguiria terminar o trabalho até o final da década? Se a sua resposta foi sim para ambas as perguntas, a Nasa e o governo dos EUA podem precisar da sua ajuda.

 

De acordo com um comunicado do Departamento de Energia dos EUA, o Laboratório Nacional de Idaho (INL), que faz parte do órgão público, está se unindo à agência espacial norte-americana para colocar, dentro dos próximos 10 anos, um reator de fissão “durável, de alta potência e independente do Sol” na Lua.

Segundo o documento, as duas entidades estão atualmente buscando propostas de parceiros externos para dar início a esse ambicioso projeto, com prazo de envio até 19 de fevereiro de 2022.

“Esse reator hipotético ajudaria a transformar a Lua em uma base para a exploração espacial humana, incluindo futuras missões tripuladas a Marte”, disseram funcionários do laboratório.

“A energia abundante será a chave para a futura exploração espacial”, declarou Jim Reuter, administrador associado da Diretoria de Missão de Tecnologia Espacial da Nasa em Washington, DC. “Espero que os sistemas de energia de superfície de fissão beneficiem muito nossos planos para arquiteturas de energia para a Lua e Marte e até mesmo para uso aqui na Terra”.

Saiba como deve ser o reator nuclear que será enviado pela Nasa à Lua
De acordo com o edital do chamamento público, o projeto proposto deve ser um reator de fissão movido a urânio – ou seja, um aparelho que pode dividir núcleos atômicos pesados ​​em núcleos mais leves, liberando energia como subproduto. Diferentemente da fusão nuclear, que, por outro lado, envolve a combinação de dois ou mais átomos mais leves em um mais pesado, também liberando energia no processo.

O reator não deve pesar mais do que 6 kg e deve ser construído em um tamanho que o permita caber em um foguete com as dimensões listadas anteriormente.

Outra regra constante no edital é a de que o reator será montado na Terra e, em seguida, lançado à Lua, onde deverá fornecer 40 quilowatts de energia elétrica contínua por 10 anos.

Também exigem que o dispositivo tenha controles de temperatura para se manter resfriado, tendo em vista que a Lua pode atingir mais de 127ºC durante o dia, de acordo com o site Space.

O lançamento do edital acontece no momento em que a Nasa começa a intensificar seu programa Artemis, que visa estabelecer presença humana sustentável na Lua até o final da década.

 

fonte: Olhar Digital

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Camil vai construir usina para gerar energia elétrica com casca de arroz

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A Camil (CAML3) vai construir uma nova termoelétrica movida a biomassa de casca de arroz, informou a companhia nesta terça-feira (30).

 

“A casca do arroz tem alto poder calorífico e regularidade térmica próprios para a produção de processos termelétricos, sendo uma alternativa mais sustentável frente a combustíveis fósseis”, diz a empresa.

A nova unidade está prevista para entrar em operação em 2023. A companhia pretende construir a usina com R$ 150 milhões arrecadados em sua primeira emissão de debêntures.

 

fonte: MoneyTimes

 

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