Crianças da Geração Covid sofrem em pandemia de sedentarismo – Portal Plural
Connect with us

Saúde

Crianças da Geração Covid sofrem em pandemia de sedentarismo

Reporter Regional

Publicado

em



No momento mais crítico da pandemia, período durante o qual estamos novamente sofrendo toda a restrição de contato social e enorme limitação de movimentação, atitudes absolutamente necessárias dada a gravidade da situação, um novo problema aparece para ser enfrentado.

Não há como negar que as crianças têm sido muito prejudicadas com o problema. Além da falta do contato social, principalmente em consequência da restrição das aulas presenciais nas escolas, a tecnologia das aulas remotas inevitavelmente estimula o uso dos computadores durante um período de tempo ainda maior do que o de antes.

A consequência é que, além de termos a criança presa a uma tela – o que sabemos ser necessário, porém pouco saudável -, estamos acabando por estimular um vínculo ainda maior com este grande adversário da vida ativa, um verdadeiro sedutor para prender as crianças sentadas na frente da sua tela. É claro que a restrição de sair e ter contato com outras crianças estimula também o uso de outras tecnologias digitais como vídeo games e jogos de interação pela internet.

Acabamos de criar um grande adversário para ser enfrentado quando pensamos em saúde, crescimento e desenvolvimento das crianças. E fica muito difícil enfrentar este adversário diante da limitação de opções que as crianças estão sofrendo.

Felizmente temos atualmente a grande esperança de que o ritmo de imunização, com a aplicação das vacinas, possa o mais rápido possível trazer uma normalização dessa situação e possamos estimular as crianças a voltar a ter uma vida mais ativa. Esperamos que esse período não deixe uma sequela muito grande pelo estímulo desses hábitos menos saudáveis.

Cabe aos pais e educadores a tarefa de lutar contra isso, para que o coronavírus não deixe como legado uma pandemia de sedentarismo, que teria resultados deploráveis para esta geração.

Fonte: G1.

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Saúde

São Leopoldo inicia vacinação de professores contra a Covid com doses sobressalentes

Reporter Cidades

Publicado

em



A Prefeitura de São Leopoldo, na Região Metropolitana de Porto Alegre, iniciou, nesta terça-feira (4), a vacinação de professores contra a Covid-19. Conforme o município, as doses destinadas aos educadores são sobressalentes da imunização dos grupos prioritários.

Uma das primeiras vacinadas foi Isabel dos Santos, de 51 anos, que coordena um projeto social no município. Ela foi imunizada no final da tarde, com uma das 18 doses que sobraram, e se disse “aliviada”.

“Nós, professores, estamos na expectativa da vacina para poder retornar aos nossos trabalhos, acolher as crianças. As famílias precisam desse espaço”, disse.

Regras

Segundo Karen Carvalho, coordenadora de Imunizações do município, as doses que sobram são calculadas no final da tarde.

“A ‘xepa da vacina’ é o seguinte: a gente sempre tem os grupos que estão vacinando nos pontos de vacinação. Ao final do dia, ao terminar essa vacinação nos pontos, a gente recolhe todas as vacinas. Sobrando doses naquele frasco, a gente pode utilizar em outro grupo”, explicou.

O cronograma de vacinação de professores começou com profissionais que atuam nas escolas de Educação Infantil do município.

Serão atendidas, de maneira alternada, as instituições que voltaram às atividades presenciais, as escolas conveniadas pelo município e as escolas do grupo prioritário localizadas em regiões de maior vulnerabilidade.

Cada escola será responsável pelo preenchimento do formulário com a indicação dos profissionais que serão vacinados.

“Diante da gravidade da pandemia, nossa decisão aqui foi sempre cuidar da vida da população. Vamos vacinar professores das escolas infantis públicas, conveniadas e privadas. Isso protege os funcionários da área da educação”, afirmou o prefeito Ary Vanazzi (PT).

Professora Isabel dos Santos, de 51 anos, foi uma das primeiras vacinadas em São Leopoldo — Foto: Reprodução/RBS TV

Fonte: G1

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Saúde

Governo prevê imunizar pessoas com comorbidades, deficiência e grávidas até maio

Reporter Cidades

Publicado

em



Em uma nova etapa da campanha nacional de imunização contra a Covid-19, o Ministério da Saúde prevê aplicar, até o fim de maio, pelo menos a primeira dose da vacina em pessoas com doenças prévias como diabetes e hipertensão, deficiência permanente, gestantes e puérperas (mulheres que deram à luz recentemente).

Dentro desse grupo, a orientação do governo federal é priorizar a imunização das pessoas com síndrome de down; doença renal que fazem diálise; com deficiência permanente (de 55 a 59 anos e cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada); com comorbidades (de 55 a 59 anos), além de gestantes e puérperas com comorbidades. Em uma segunda etapa, a recomendação é imunizar pessoas mais jovens que apresentem as mesmas condições.

Esses grupos já haviam sido previstos no plano de vacinação para a Covid-19, mas sem o detalhamento de prazos e a ordem de prioridades. Antes, o governo enviou doses para a imunização de grupos como trabalhadores da saúde, pessoas com mais de 60 anos, povos indígenas, além de parte das forças de segurança, salvamento e Forças Armadas.

Em nota técnica, o ministério prevê que os novos grupos sejam vacinados até o fim de maio, mas pondera que a programação está “sujeita a alterações a depender da entrega efetiva de vacinas” pelos fabricantes. Estados e municípios podem alterar a ordem de vacinação, mas a Saúde alerta que é importante destinar doses aos grupos determinados no plano nacional.

O ministério estima que mais de 25 milhões de pessoas sejam vacinadas na nova etapa. Trata-se do grupo mais volumoso previsto no plano nacional de vacinação contra a Covid-19. Até agora, a Saúde contabiliza 27,45 milhões de pessoas com ao menos a primeira dose do imunizante no País.

Segundo edição mais recente do plano nacional de vacinação da Covid-19, de 15 de março, são consideradas doenças pré-existentes que podem agravar a Covid-19 (comorbidades) a diabetes; hipertensão arterial resistente e doenças cardiovasculares. Também são prioridades nestes grupos os pacientes com doença cerebrovascular; doença renal crônica; anemia falciforme; obesidade mórbida; síndrome de down; cirrose hepática e imunossuprimidos (incluindo pessoas que vivem com o HIV).

Em reunião no Senado, na segunda-feira, o secretário-executivo da Saúde, Rodrigo Cruz, disse que todos os grupos prioritários devem receber pelo menos a primeira dose da vacina até a primeira quinzena de junho. A partir desta data, pessoas de fora da lista de prioridades do plano nacional de vacinação poderão receber os imunizantes. Em setembro, todos os grupos prioritários já terão recebido a segunda dose, estimou.

Fonte: Rádio Guaíba com informações do jornal O Estado de S.Paulo

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Saúde

Uso abusivo de álcool pode reduzir imunidade e comprometer eficácia de vacinas, dizem médicos

Reporter Cidades

Publicado

em



O médico Thyberio Giorgy aconselha que, caso o paciente esteja prestes a ser imunizado, que evite o consumo de álcool.

Ainda não há um consenso entre cientistas sobre a interferência de bebidas alcoólicas na eficácia das vacinas contra a Covid-19. Entretanto, os especialistas alertam que o uso abusivo de álcool pode reduzir a imunidade e comprometer a eficiência do imunizante.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Imunizações, não há nenhuma restrição sobre o uso de álcool, nem antes ou depois da aplicação das vacinas Coronavac e Astrazeneca. Entretanto, o uso crônico ou abusivo de bebidas alcoólicas podem enfraquecer o sistema imunológico e aumentar o risco de infecções.

“Se você beber álcool em grande quantidade vai sim afetar o sistema imunológico naquele período das 48 horas após uso e pode interferir na resposta da vacina. A gente não tem como garantir se altera ou não, mas existe essa possibilidade forte porque ele altera bastante a imunidade”, informou a infectologista Elna Amaral.

Por isso, o médico Thyberio Giorgy orientou que, caso o paciente esteja prestes a ser imunizado, que evite o consumo de álcool.

“Aconselho a todos os pacientes que vão se imunizar que eles recuem um pouco nessa prática. O paciente precisa estar bem, precisa estar equilibrado fisiologicamente. Ele precisa estar hidratado e bem nutrido. Isso são pontos fundamentais para quem bebe pois, geralmente, essa pessoa não come bem, não se hidrata bem, na verdade, se desidrata por excelência porque o álcool faz isso”, explicou o especialista.

Fonte: G1

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2021 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×