Covid-19: Medicamento pode travar transmissão em 24 horas, diz estudo – Portal Plural
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Covid-19: Medicamento pode travar transmissão em 24 horas, diz estudo

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Um medicamento administrado por via oral já tinha tido resultados positivos na transmissão dos vírus da gripe em animais

 

Um novo medicamento antiviral, MK-4482/EIDD-2801 ou Molnupiravir, mostrou-se eficaz para travar o contágio do novo corona vírus em furões, descobriram investigadores do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Estadual da Geórgia.

Se os resultados se confirmarem em seres humanos, o Molnupiravir poder travar a transmissão do vírus SARS-CoV-2 em 24 horas. O medicamento administrado por via oral já tinha tido resultados positivos na transmissão dos vírus da gripe em animais.

As conclusões do estudo, liderado pelo professor Richard Plemper, estão publicadas na revista Nature Microbiology. “Esta é a primeira demonstração de um medicamento oral disponível para travar rapidamente a transmissão do SARS-CoV-2”,afirma o professor num artigo divulgado no site da Universidade.

O medicamento pode, de acordo com os investigadores, impedira progressão da doença para uma situação mais grave, diminuir a fase infecciosa, contribuir para aliviar pressão emocional e socioeconômica de um isolamento prolongado e travar rapidamente surtos locais.

Para chegar a esta conclusão, furões infectados foram tratados com o medicamento e colocados em jaulas com animais saudáveis. Nenhum dos animais saudáveis ficou infectado, ao contrário do que aconteceu no caso de furões saudáveis que foram colocados em jaulas com outros que receberam um placebo. Os furões foram escolhidos porque são animais que transmitem rapidamente o vírus, mas não desenvolvem a doença de forma grave.

O MK-4482/EIDD-2801já está na fase II/III de testes clínicos contra o SARS-CoV-2.

 

 

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Saúde

CASE de Santo Ângelo enfrenta surto de Covid-19

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De acordo com o diretor da instituição, Rodrigo Medeiros, no momento são 17 funcionários afastados e três hospitalizados. “Estamos em quarentena até o dia 16 de junho”, destacou. Segundo ele, houve dez casos de internos infectados, que já se recuperaram.

Medeiros contou, ainda que quando começou o problema a instituição entrou com um pedido para que o município vacinasse os trabalhadores do local. “A Susepe vacinou no mês de abril. Estamos pedindo vacina desde então. Praticamente todos os outros Cases do Estado já vacinaram. Seremos os últimos”, desabafou, acrescentando que os casos começaram a surgir em meados de maio na instituição.

Medeiros também contou que devido a esta situação, os internos não podem ter aula presencial e nem receber visitas familiares

Fonte: Redação Grupo Sepé

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Saúde

Covid: mortes de pessoas abaixo de 60 anos superam as de idosos pela 1ª vez

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O avanço da vacinação entre idosos levou o país a registrar, pela primeira vez na pandemia, mais mortes entre crianças, jovens e adultos de covid-19 do que de pessoas a partir de 60 anos. Os dados são dos cartórios de registro civil do país, responsáveis pelas certidões de óbito. Na semana epidemiológica de número 22, entre os dias 30 de maio e 5 de junho, 53,6% dos óbitos de covid-19 no país foram de vítimas até 59 anos de idade. Na semana anterior, essa média havia ficado em 49% e era a maior até então.
Até ontem, estavam registradas no portal da transparência da Arpen Brasil (Associação Nacional de Registradores de Pessoas Naturais) 7.499 mortes na semana 22 em decorrência do novo coronavírus. O número absoluto ainda pode crescer devido a inserções de dados com atraso, mas o percentual por faixa etária não deve ser alterado.
Para efeito de comparação, na última semana antes do início da vacinação no país, entre 10 e 16 de janeiro, 77,5% das mortes registradas foram de vítimas com 60 anos ou mais e apenas 22,5% entre jovens e adultos. Em 2020, a participação de mortes na faixa etária dos 60 anos ou mais foi de 76%.
”A gente já começa a perceber mudanças nesse quadro etário na distribuição proporcional de óbitos e casos, mas também na incidência e na taxa de mortalidade da covid. A gente começou a sentir mesmo um pouco na transição de abril para maio”.
Fonte: UOL
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Saúde

Novo remédio contra Alzheimer é aprovado nos Estados Unidos

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Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora sanitária dos Estados Unidos, aprovou nesta segunda-feira (07) – após muitas controvérsias – uma nova droga que promete retardar a progressão do Alzheimer. O medicamento Aduhelm, feito com aducanumab, apresentou evidências de que reduz placas de amiloide no cérebro – cujo aumento está associado ao mal de Alzheimer. O medicamento, fabricado pela farmacêutica Biogen, é o primeiro lançado contra a doença desde 2003.

Até a aprovação do remédio pela FDA, foram anos de pesquisas e bilhões de dólares em investimentos. A venda da droga oferece esperança a milhões de famílias que possuem portadores do mal – que afeta a memória e é conhecida pela falta de boas opções de tratamento. Mas nem todos os portadores da doença devem se beneficiar do aducanumab: médicos acreditam que a droga terá pouco ou nenhum efeito para quem sofre de estágios mais avançados da doença.

Richard Isaacson, diretor da Clínica de Prevenção de Alzheimer do Hospital Presbiteriano de Nova York e Centro Médico Weill Cornell, afirmou à CNN Internacional, durante entrevista, que o aducanumab possui como alvo a fase sintomática mais precoce da doença, chamada de comprometimento cognitivo leve. “Temos que moderar as expectativas e explicar às pessoas que esta droga se destina às primeiras fases sintomáticas”, explicou.

Para a fabricante Biogen, a aprovação veio em boa hora: a companhia vem enfrentando queda nas vendas e a perda da proteção de patente de seu medicamento mais vendido, o Tecfidera. O remédio combate a esclerose múltipla e é responsável por aproximadamente um terço do faturamento da farmacêutica atualmente.

 

Aprovação controversa

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Biogen desenvolveu o medicamento em parceria com a japonesa Eisai. A droga é administrada por meio de uma infusão intravenosa como tratamento precoce para a doença de Alzheimer e foi desenvolvida para pacientes com comprometimento cognitivo leve – não para estágios avançados de demência – e tem como objetivo retardar a progressão da doença, não aliviar os sintomas.

Em março de 2019, ensaios clínicos de Fase 3 foram interrompidos após uma análise concluir que a pesquisa não alcançaria seu objetivo principal na conclusão. “As análises de futilidade mostraram que os estudos tinham maior probabilidade de falhar”, disse Isaacson. Meses depois, a Biogen anunciou uma nova análise mais abrangente e demonstrou que pacientes que receberam altas doses de aducanumab tiveram redução no declínio clínico – 22% a menos em aproximadamente 18 meses.

Mas em novembro de 2020 o Comitê Consultivo de Drogas do Sistema Nervoso Periférico e Central da FDA concluiu que não há evidências suficientes para apoiar a eficácia do tratamento. O comitê realizou uma votação sobre a eficácia da droga e, quando perguntados sobre a razoabilidade de considerar dados de um estudo positivo como evidência primária da eficácia do aducanumab  para o tratamento da doença de Alzheimer em estágio inicial, dez membros votaram não e um estava incerto.

Isaacson explicou que levaria anos para repetirem os estudos e, considerando a falta de terapias disponíveis para tratar a fase pré-demência da doença, a Biogen tomou a decisão atípica de pedir o registro do medicamento à FDA, em julho de 2020. O custo do tratamento, segundo o Instituto de Revisão Clínica e Econômica americano, deve girar entre US$ 2.560 e US$ 8.290 – mais de R$ 12 mil até R$ 41,6 mil ao ano.

Medicamento terá custo alto, segundo entidade especializada.

Apesar do coro pela não aprovação por parte de entidades como o Grupo de Pesquisa em Saúde Pública para os Cidadãos dos EUA – organização sem fins lucrativos que chamou atenção para a estreita ligação da farmacêutica com a FDA, e do preço elevado da terapia, a agência deu resposta positiva à empresa, que agora deve continuar com testes de Fase 4 após a comercialização. Caso o medicamento falhe nesses estudos, a FDA pode revogar a aprovação.

Outras organizações, como a americana Associação do Alzheimer, apoiaram a aprovação do medicamento. “Qualquer que seja a decisão final da FDA, este é um momento importante. Nunca estivemos tão perto da aprovação de um medicamento para Alzheimer que pudesse mudar a progressão da doença, não apenas os sintomas. Juntos, podemos continuar trabalhando em direção à nossa visão de um mundo sem Alzheimer e todas as outras demências”, afirmou em comunicado.

No Brasil, a fabricante entrou com pedido de revisão regulatória à Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa. A Biogen também busca autorização para comercializar o Aduhelm em outros países, na União Europeia e no Japão.

Fonte: TecMundo.

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