Covid-19: Cinco sinais de que o vírus está se espalhando nos pulmões – Portal Plural
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Saúde

Covid-19: Cinco sinais de que o vírus está se espalhando nos pulmões

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Problemas pulmonares graves podem ser um dos efeitos colaterais da Covid-19

 

 

De acordo com o médico Arvind Mohan, presidente do Institute of Chest Surgery, Chest Onco-Surgery & Lung Transplantation em Medanta, na India, em declarações à publicação Times of India, a fibrose pulmonar ou o funcionamento debilitado dos pulmões são problemas geralmente associados à Covid-19 e podem persistir durante um longo período de tempo. A pneumonia causada por Covid também é uma causa frequente de mortalidade entre os doentes.

Um artigo divulgado pelo hospital John Hopkins Medicine, nos Estados Unidos, aponta que os sintomas de complicações pulmonares ligadas à Covid-19 a curto e longo prazo podem ser determinados por alguns sinais nos dias iniciais da patologia.

 

Atenção aos sinais:

 

Tosse seca persistente

O SARS-COV-2 é conhecido por multiplicar-se no revestimento dos pulmões e como tal provocar surtos de tosse. Não só a tosse seca é um sinal característico de Covid-19, mas se experiência tosse sem parar, que não melhora entre duas e três semanas após a infecção inicial, tal pode ser um indicador de problemas pulmonares devido à doença e de Covid persistente.

 

Falta de ar

Falta de ar ou dispneia é um problema que geralmente acontece quando há qualquer tipo de infestação ou o funcionamento dos pulmões está comprometido, o que por sua vez torna extremamente difícil a entrada de oxigênio nos pulmões.

Nos piores casos os doentes com Covid-19 podem necessitar de respirar através de um ventilador e o problema pode revelar-se fatal.

 

Dor no peito e dificuldade em respirar

Os médicos alertam que lutar para respirar, ou ter dores agudas no peito de repente podem ser sinais de Covid-19 em estado avançado relacionada com o deterioração dos pulmões, ou de SDRA (Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo), que é um sinal de insuficiência pulmonar.

 

Sepse

O agravamento de complicações nos pulmões ou no peito pode tornar o organismo mais vulnerável a outras doenças e infecções mortais, tais como a sepse, que pode ocorrer quando o vírus se dissemina pela corrente sanguínea e começa a atacar os tecidos saudáveis do corpo – incluindo o coração e os próprios pulmões.

A sepse também pode distorcer a sincronização e coordenação entre diferentes órgãos, o que é vital para o funcionamento do corpo humano.

 

Complicações em outros órgãos

A chamada tempestade de ocitocinas, é um sinal de que o sistema imunológico está erroneamente a atacar órgãos e células saudáveis, o que também pode ser um sinal de complicações respiratórias.

Isso acontece principalmente quando as defesas do corpo trabalham com excesso de zelo na eliminação do vírus dos órgãos, deixando o corpo vulnerável a outras infecções e patologias. Tal pode resultar em danos permanentes e incapacitantes nos pulmões, o que também é denominado de superinfecção.

 

 

FONTE: Noticias ao Minuto

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Saúde

Covid-19: Estes são os principais sintomas que afetam os jovens

Reporter Global

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O novo coronavírus SARS-CoV-2, causador da Covid-19, pode provocar sintomas diferentes dependendo da idade dos doentes, dizem especialistas

 

De acordo com um novo estudo, os sintomas mais comuns, como uma nova tosse seca persistente – não foram encontrados em pacientes mais jovens que haviam contraído o vírus.

Desde o início da pandemia da Covid-19, que os especialistas concordam que a temperatura elevada e tosse são os principais sintomas.

Entretanto, a perda de paladar e olfato foi adicionada à lista pela Organização Mundial de Saúde (OMS), em maio de 2020, após várias pessoas experienciaremanosmia depois de contraírem o novo coronavírus.

E agora, pesquisadores do Imperial College London, no Reino Unido, afirmam que a idade pode ser um fator determinante quando se trata dos sintomas que se tem.

A pesquisa aponta que existem alguns sintomas que os jovens vão experienciar e que as pessoas mais velhas podem não ter.

Os investigadores apuraram que os jovens dos cinco aos 17 anos estão menos propensos a teros três sinais mais comuns de Covid-19 – tosse seca persistente, febre e falta de olfato.

Ao invés, detectaram que os indivíduos dessas faixas etárias etárias estão mais propensos a sofrer de dores de cabeça após contraírem o SARS-CoV-2.

Os acadêmicos descobriram ainda que as pessoas com idades entre os 18 e os 54 estão mais predispostas a sentirperda de apetite e dores musculares.

Já a sensação de calafrios foi associada a casos de Covid em todas as idades.

Para efeitos daquela pesquisa, os investigadores analisaram dados de mais de um milhão de pacientes no Reino Unido.

 

FONTE: Noticias ao Minuto 

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Saúde

Mulher morre à espera de leito de UTI em Santo Augusto

Reporter Regional

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Uma mulher, de 37 anos, do município de Chiapetta, morreu na manhã desta segunda-feira, 01, no Hospital Bom Pastor em Santo Augusto.

Ela foi diagnosticada com Covid-19 e estava internada na ala destinada a pacientes com a doença desde o dia 25 de fevereiro. Devido ao agravamento no quadro clínico, a paciente foi entubada na noite de ontem, 28, e cadastrada na Central de leitos do Estado (Gerint)  aguardando vaga em UTI, porém, o Estado não conseguiu vaga e a mulher acabou falecendo no início da manhã. A paciente tinha como comorbidades obesidade.

Esse foi o 6º óbito no município de Chiapetta por Covid-19. Foram três óbitos em nove dias.

A situação é de colapso. No sábado uma paciente de Santo Augusto com covid-19 precisou ser transferida para UTI. O Estado disponibilizou a última vaga que havia em um Hospital de Ijuí.  Porém, neste início de semana o Hospital Bom Pastor informou que o Estado está com lotação máxima das UTIs e que não há leito disponível na região.

 

Fonte: Rádio Querência

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Saúde

”Até o momento não tínhamos um número tão alto de policiais baixados em decorrência do vírus’

Reporter Regional

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O comandante-geral da Brigada Militar, coronel Rodrigo Mohr Picon, afirmou neste domingo (28), em entrevista à Rádio Gaúcha, que a instituição está vivendo o pior momento da pandemia. De acordo com ele, do total de 17.952 policiais, 300 estão fora de ação por infecção pelo coronavírus, em um movimento que se iniciou na semana passada.

 

Antes, explica, a média era de 40 militares afastados por conta da doença, e em dois ou três dias o número deu um salto:

— Estamos até mesmo dentro da Brigada no pior momento da pandemia. Estamos com o maior número de policiais afastados e hospitalizados. Até o momento, não tínhamos um número tão alto de policiais baixados, fora de ação, em decorrência do vírus. Então o momento realmente é o mais preocupante.
No momento, há em torno de 20 policiais hospitalizados. Ao todo, mais de 3 mil integrantes da tropa foram infectados ao longo da pandemia.

 

— Temos também nosso Hospital da Brigada Militar, e no momento estamos praticamente lotados. Em todo o ano passado não tivemos nenhum momento semelhante ao que estamos vivendo hoje, não só no Estado mas também dentro da Brigada Militar — disse.

 

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, confirmou na sexta-feira (26) que todas as regiões do Estado iriam ficar em bandeira preta no modelo de distanciamento controlado, uma medida que passou a valer no sábado (27). A decisão vem na esteira da piora do cenário da pandemia, com um iminente esgotamento do sistema de saúde — na quinta-feira (25), a relação entre leitos de hospitais disponíveis e ocupados estava em 0,23, abaixo da linha limite de 0,35.

 

Com a nova classificação, diversos estabelecimentos tiveram de fechar ou adotar regras estritas para impedir o avanço do coronavírus. Desde sábado (27), a Brigada Militar está com a Operação Te Cuida RS para ajudar na fiscalização de locais que possam ter aglomerações.

 

As praias têm sido palco de diversas aglomerações ao longo da pandemia. Para tentar impedir essa situação, o coronel diz que cerca de 40% do efetivo que deveria retornar para outras cidades após o término das operações de verão irá permanecer no litoral norte e sul.

Fonte: GZH

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