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Corredores do 15 Milhas se destacam em provas da Uphill Marathon, na Serra do Rio do Rastro, em SC.

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A prova mais desejada, considerada a maratona de subida, em asfalto, mais difícil do Brasil e a 3º Maratona mais difícil do mundo se tornou nos dias de hoje uma das provas mais concorridas do país. A corrida foi disputada no sábado, dia 31 de agosto, na Serra do Rio do Rastro. A prova contou com 3,1 mil corredores que se dividiram nas distâncias de 42km e25km.

Os atletas do grupo de corridas 15 Milhas de Santa Rosa representaram muito bem nossa cidade, Claudio Menzel e Anny Lubschinski percorreram os 42 km 195 m da prova e conquistaram o título de “Ninjas”, nome dado para aqueles que vencem a prova dentro das 6 horas estipulado no regulamento, finalizando em 04 horas e 56 min, bem abaixo do limite de corte.

“Minha primeira Maratona, e logo ali na mais difícil do Brasil… Realmente a serra é incrível, seus desafios naturais, a inclinação, altimetria, suas histórias, seus desafios fizeram jus à fama. O frio era muito grande, o vento tão forte que empurrava as pessoas para trás, parecia que estávamos carregando um peso enorme nas costas, sem falar na chuva forte que batia na pele e machucava com pingos congelados, mas a mente estava forte e fomos administrando para que nós mantivéssemos firmes na prova e em nosso propósito de chegarmos até o final. Gratidão a Claudio Menzel por todos os ensinamentos, pois precisa estar muito bem preparada para enfrentar esta distância e com elevado graus de dificuldades”, Relata Anny.

“Agradecemos a Deus pela conquista. A nossa família pelo apoio, nosso grupo 15 Milhas que sempre acreditaram na gente e principalmente aos nossos apoiadores que foram fundamentais para que participássemos da prova: Sicredi, Lojas Zuk, Nicola veículos, Teté Pneus, Farmácia Tiaraju e outras duas pessoas especiais que não citarei o nome”, finaliza Claudio Menzel.

Santa Rosa teve outra participação na prova do Sargento do 19º RC Mec, Rafael Souza, que finalizou a prova com o tempo de quatro horas e sete minutos.

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Audiência Pública debate Feminicídio e Violência Doméstica em Santa Rosa

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Sexta-feira, 22, 18h30m, Câmara de Vereadores

Será realizada nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, a partir das 18h30min, na Câmara de Vereadores de Santa Rosa, uma Audiência Pública da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para discutir o Feminicídio e a Violência Doméstica no Município de Santa Rosa.

As pessoas também poderão acompanhar o evento de forma virtual pelo canal da Assembleia Legislativa no YouTube.

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Caminhada Outubro Rosa

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Evento se realizará sexta-feira, 22, às 16h

Nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, , às 16 horas, o Grupo Mama Viva e a FUMSSAR realizarão a tradicional CAMINHADA OUTUBRO ROSA.
O ponto de encontro inicial da caminhada será na Praça da Bandeira, em frente ao Centro Cultural (antiga Prefeitura).

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O Senado aprovou hoje (19) a criação do Programa Gás para os Brasileiros, o chamado auxílio gás

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O programa vai auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha. O projeto de lei (PL) prevê que cada família receba bimestralmente o equivalente a 40% do preço do botijão de gás. O projeto retorna à Câmara.

De acordo com o PL aprovado, serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O programa será financiado com recursos dos royalties pertencentes à União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, serão utilizados outros recursos que venham a ser previstos no Orçamento Geral da União e dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional.

Entre as justificativas do autor do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), está o aumento do preço do gás de cozinha nos últimos meses o que tem feito com que famílias optem pelo o uso de lenha, carvão e, até mesmo, etanol para o preparo dos alimentos o que provocou o aumento de doenças pulmonares e acidentes com queimaduras.

Para ele, o projeto traz “justiça social”, devolvendo à população parte do lucro da Petrobras obtido no mercado. “Estamos fazendo uma justiça social quando estabelecemos fontes de financiamento que não são fiscais. A fonte de financiamento diz respeito aos dividendos que a União recebe pelas suas ações da Petrobras, pelo lucro que a União obtém. Estamos pegando o lucro das ações da Petrobras e devolvendo pro povo humilde.”

Na avaliação do relator do projeto no Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), a mais recente política de preços da Petrobras, adotada na gestão do presidente Michel Temer, com a estatal sob comando de Pedro Parente, pavimentou a crise dos combustíveis vivida hoje.

“A primeira providência que ele [Parente] tomou foi eliminar os subsídios, deixar de controlar os preços da Petrobras e atrelou os preços dos combustíveis ao mercado internacional, ao preço em dólar do barril de petróleo. Então, eliminando o subsídio dos combustíveis, evidentemente, eliminou o subsídio do GLP, do gás de cozinha”, disse o senador.

“Com a política que foi feita, nós sabemos das consequências, da greve dos caminhoneiros. Mas o fato é que, à medida em que o petróleo aumenta de preço, imediatamente, de 15 em 15 dias, aumenta de preço aqui no Brasil. Se o dólar se valoriza e o nosso real se desvaloriza, aumenta de preço também. E isso levou ao que nós estamos vivendo hoje: uma gasolina de R$ 7 o litro e o GLP de R$ 100, R$ 120, R$ 130”, acrescentou.

O PL retorna para nova apreciação dos deputados porque Castro alterou a forma de financiamento do programa. O texto que saiu da Câmara previa o uso de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto sobre a importação e a comercialização de gasolina. Mas o relator entendeu que o aumento de tributos provocaria “um indesejável impacto inflacionário”.

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