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CORONAVÍRUS: O drama dos brasileiros que vivem ilegalmente na Itália, esquecidos na pandemia

Imigrantes que vivem em situação ilegal, ou “indocumentados” no jargão oficial, se preparam para o que pode se tornar uma crise humanitária nas próximas semanas

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O coronavírus já matou mais pessoas na Itália do que em qualquer outro país Foto: YARA NARDI/REUTERS

NuveraFAST AÇAÍAcademia Personatopo humbeto plural

Ao confinar a todos em uma quarentena forçada — que acaba de ser prorrogada até maio — e de praticamente fechar a economia do país, a Itália acabou deixando de fora pessoas que não têm como contar com o apoio do Estado neste momento.

Imigrantes que vivem em situação ilegal, ou “indocumentados” no jargão oficial, se preparam para o que pode se tornar uma crise humanitária nas próximas semanas.

Esse pode ser o caso de 4 mil a 6 mil brasileiros que vivem na região do Lácio, que engloba Roma, de acordo com dados da Comunidade Brasileira Católica Nossa Senhora Aparecida.

Sem poder trabalhar, essas pessoas não recebem salários, como muitos dos que vivem a quarentena imposta pela pandemia da covid-19 mundo afora. E ainda enfrentam um problema adicional: estão fora da rede de proteção social italiana.

Não têm direito aos benefícios que, no momento, são cruciais para a sobrevivência (embora possam usar o sistema de saúde, como prevê a lei migratória).

A maioria delas, ajudantes de cozinha, lavadores de prato, babás e domésticas, foi dispensada após a determinação do governo para que todos se fechem em casa.

Quadro tende a se agravar

À BBC News Brasil, o coordenador da Comunidade Brasileira Católica Nossa Senhora Aparecida, em Roma, Hamilton Gomes, afirma que o quadro deve se agravar em 30 dias, quando esses brasileiros completam um mês inteiro sem renda.

“Março foi menos pior, porque quem trabalhou em fevereiro recebeu no início do mês. Ou seja, conseguiu ter um pouco de dinheiro em caixa. A crise de fato deve estourar em uns 30 dias.”

Aos poucos, os desvalidos começam a contar com a generosidade alheia. Vários estão sendo ajudados por instituições de caridade ou por uma rede solidária surgida dentro da própria comunidade brasileira.

Neste momento, segundo Gomes, é difícil ajudar a quem precisa, já que estão todos presos em casa.

Ele relata outro agravante. O governo italiano pode expulsar os “indocumentados” a qualquer momento. Com os controles nas ruas da cidade, em que são exigidos papéis com a chamada autodeclaração de saúde que permite as saídas esporádicas para compras ou outras atividades urgentes, quem não tem documentos tem medo de circular.

À BBC News Brasil, o padre Luiz Gabriel Martínez, que é capelão da Missão Latino-Americana em Roma, afirmou que a ação social da missão que existe há mais 20 anos cresceu, sobretudo agora.

Segundo ele, nestes primeiros dias de isolamento, três brasileiros o procuraram para pedir alimentos, que conseguiu doar. Ele destaca que a situação se repete para outras nacionalidades.

“A polícia está detendo as pessoas que saem sem um motivo justificado, de emergência. Quem não tem documentos não tem como provar que está trabalhando e corre muito risco”, disse o padre colombiano, que também é presidente da Associação Humilitas, que trabalha com pastoral e ajuda social, oferecendo assessoria jurídica e psicológica a imigrantes.

Durante o confinamento, ele conduz orações e meditação por grupos de WhatsApp.

“Seguimos acompanhando as pessoas pelos meios que temos, WhatsApp e uma página no Facebook.”

“Não dá para fazer muito agora. Mas sempre se dá um jeito. Por telefone, é possível acionar alguém que possa fazer compras para quem não pode sair de casa por qualquer que seja o motivo. Essa semana, consegui uma pessoa que deixou remédios na portaria do prédio de uma brasileira que cuida de uma idosa. Ela não sai por medo de contaminação”, disse Hamilton.

‘A VIDA É CARA’
Parte da ajuda aos brasileiros, que deverá ser oferecida na forma de cestas de alimentos, deve se dar pela rede das igrejas católicas.

Gomes pediu à comunidade que fizesse pequenas doações no ofertório e, no mês passado, pediu que, aqueles que observassem jejum da Quaresma, contribuíssem com o equivalente ao que gastariam com as refeições em um envelope que seria entregue após a missa das 17 horas.

“Foram três, quatro, cinco euros por pessoa. Ainda temos um pouco de dinheiro no caixa. Quero converter em alimentos.”

O brasileiro, que é confeiteiro numa padaria em Roma, pela primeira vez em muito tempo passou o dia dos pais (que, Itália, é em março) com o filho de cinco anos em casa.

Esta é a época em que a demanda pelo bignè di San Giuseppe, o doce típico para se comer na semana dos pais, explode.

“Eu teria feito seis mil, se fosse como no ano passado. Vendemos 10 mil na semana em 2019. Esse ano? Zero. Fiz uns aqui em casa”, conta.

A jornalista Luciana Garcia, que está indocumentada na Itália já há alguns anos, afirma que estava para receber o visto de residência, em função do trabalho que fazia para uma escritora italiana, mas a chefe morreu duas semanas antes do início da quarentena.

Sua situação, no entanto, não é das mais difíceis, pois a nova empregadora para quem faz pesquisa já avisou que pretende continuar lhe pagando, ainda que esteja sem trabalhar.

“Essa é a minha sorte, porque, como outras pessoas, não tenho poupança. É complicado juntar dinheiro aqui. A vida é cara e muita gente manda dinheiro para o Brasil”, afirma a brasileira, que divide um apartamento com uma italiana e uma romena.

Por determinação do governo, as contas de luz, gás e eletricidade na Itália foram suspensas. E, quanto voltarem a ser cobradas, serão pagas pela metade.

“Acho que, depois, todo mundo terá de pagar o restante. Os aluguéis terão de ser negociados caso a caso com os proprietários de imóveis. O que vai pegar mesmo é a alimentação e a compra de remédios”, disse Hamilton.

Para Luciana, este é um momento de reflexão.

“É hora de o mundo mudar. Já se pode ver peixes nos canais de Veneza. Aqui, perto da minha casa, ouço passarinhos e vejo borboletas, coisa que não via há tempos por conta da poluição. Precisou o homem se recolher para que a natureza pudesse retomar o lugar dela”, afirmou.

REDES DE APOIO
A paróquia de São José em Roma já convocou um grupo de voluntários para trabalhar. Hamilton Gomes pede que os interessados em fazer doações de alimentos o façam na Missão Latino-Americana na capital italiana.

Enquanto isso, ele criou um grupo de WhatsApp da comunidade para compartilhar todos os dias as reflexões do padre da paróquia e mensagens de ajuda.

Ele também coordenou um grupo que liga para três ou quatro pessoas por semana apenas para conversar por telefone durante esses tempos difíceis.

A avaliação é de que as redes de solidariedade serão fundamentais para que todos superem a crise. Até porque ninguém poderá sair de casa enquanto a contaminação continuar do lado de fora.

A realidade dos brasileiros indocumentados na Itália pode se repetir em outros países europeus sob quarentena.

“Ninguém vai poder se levantar sozinho”, conclui Luciana.

O Itamaraty afirma que o Consulado e a Embaixada em Roma estão em contato com os brasileiros e têm tentado prestar os serviços emergenciais necessários, a despeito da quarenta. Na sua página na internet, têm traduzido normas e instruções do governo italiano para o português.

TURISTAS ‘PRESOS’
Ao mesmo tempo, em uma situação de menos risco, centenas de brasileiros ainda estão presos no exterior tentando voltar para casa. É o caso de quase 250 pessoas no Marrocos. Até dia 19, a Embaixada do Brasil já havia conseguido repatriar 40.

Um grupo de seis mulheres que viajava pelo país com a guia Andreia Oliveira, dona da Agência de Turismo 50+, especializada sobretudo na terceira idade, deve conseguir voltar para o Brasil nesta sexta-feira.

Esta é a previsão para o voo charter, organizado pelos ministérios das Relações Exteriores e do Turismo e financiado pela TV Record (que tinha 73 funcionários gravando uma novela no país). A aeronave, segundo o Itamaraty, deve levar pouco mais de 200 pessoas de volta.

Andreia conta que já não há restaurantes nos hotéis vizinhos e, no seu, não há mais café da manhã.

“Algumas dessas senhoras tomam medicação, que já está acabando. Estamos confiantes. Duas pessoas da embaixada me ligaram. Até podermos sair, estamos fazendo compras num mercado aqui perto para comer. Não temos prato, nem copo. Eu vou lá na cozinha do hotel, pego prato, ponho em cima da pia”, relata.

Elas embarcaram para o Marrocos no último dia 6 e tinham a volta prevista para este sábado (21).

“Quando chegamos, estava tudo normal. Não tinha caso no Marrocos. No Brasil, não havia essa preocupação como hoje”, afirma Andreia.

O Ministério das Relações Exteriores criou um Grupo Especial de Crise para assuntos consulares e migratórios (G-CON) para auxiliar os cidadãos brasileiros.

“No momento, os esforços estão concentrados em gestões diplomáticas com autoridades nos diversos países, para abertura excepcional de espaços aéreos, e em entendimentos com companhias aéreas, para a realização de voos destinados a repatriar os brasileiros”, diz a nota, que acrescenta que o trabalho das embaixadas e consulados do Brasil permitiu mapear as dificuldades enfrentadas pelos cidadãos para voltar para o Brasil.

Época / Globo

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Benin quer conceder nacionalidade a todos os afrodescendentes do mundo; entenda

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Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
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Um país na África Ocidental com litoral no Oceano Atlântico e uma população de pouco mais de 13 milhões de habitantes, o Benin tem discutido uma ideia inovadora nos últimos meses: conceder nacionalidade a todos os afrodescendentes do planeta.

O projeto, enviado pelo governo e ainda em análise no parlamento beninense, foi mencionado pelo presidente Patrice Talon durante sua visita oficial ao Brasil na última semana, em um discurso ao lado do presidente Lula.

“Na nossa visão, todos os brasileiros afrodescendentes são beninenses. E isso deveria ser motivo de orgulho para eles. Por esse motivo, será votada nos próximos dias uma lei para conceder a nacionalidade beninense a todos os afrodescendentes que assim o desejarem. Portanto, de agora em diante, senhor presidente, o senhor será beninense também”, declarou Talon, sob aplausos dos presentes.

Se aprovado, o projeto terá abrangência global, mas terá especial relevância para o Brasil – principal destino do tráfico de negros escravizados e que hoje abriga a maior população preta e parda fora da África.

Entenda abaixo como funcionaria essa lei e quais seriam os impactos para o Brasil, para a África e para os negros em todo o mundo.

O que diz o projeto de lei?

De acordo com o texto a que o g1 teve acesso, se o projeto virar lei, o Benin concederá nacionalidade a todos os afrodescendentes que fizerem o pedido e “comprovarem” sua afrodescendência.

Segundo o governo, essa nacionalidade será de uma modalidade “limitada” prevista nas leis do país. Os novos cidadãos terão passaporte beninense, mas não poderão participar das eleições (como eleitores ou candidatos), por exemplo.

Para obter a cidadania “plena”, os afrodescendentes beneficiados teriam que seguir o mesmo processo exigido atualmente para quem se muda para o país ou se casa com um cidadão beninense: entre os requisitos, é preciso morar no Benin por pelo menos cinco anos.

O projeto define como afrodescendente “toda pessoa que, em sua genealogia, tem um ascendente africano subsaariano deportado para fora do continente no contexto do tráfico negreiro”.

O texto também estabelece que “a prova de afrodescendência é fornecida pelo demandante por meio de qualquer estado civil ou documentação oficial, de testemunhos que constem em escritura autêntica, de um teste de DNA realizado por órgãos chancelados pelo Benin ou por qualquer outro meio técnico ou científico”.

Como assim, ‘todos os afrodescendentes são beninenses’?

A declaração do presidente do Benin, Patrice Talon, resulta de um pensamento social chamado “panafricanismo” – uma ideologia que prega a união do continente africano para superar o subdesenvolvimento imposto pela colonização.

O panafricanismo busca superar, por exemplo, as fronteiras artificiais criadas pelas colônias europeias (hoje países independentes) na África, que geraram conflitos étnicos que se estendem por séculos.

Durante a escravidão, negros de diferentes grupos sociais eram capturados e enviados nos mesmos navios para as Américas. Nesse processo, a maior parte de sua identidade era apagada ou suprimida, incluindo sobrenomes, idiomas, religiões e outros vínculos culturais.

Por isso, enquanto descendentes de italianos no Brasil podem usar seus sobrenomes e árvores genealógicas para solicitar cidadania europeia, o mesmo não ocorre com os netos e bisnetos de escravizados.

É difícil saber se um antepassado foi escravizado e enviado ao Brasil saindo de Angola, do Congo, da Guiné ou do Benin (na época, Daomé), por exemplo.

Atualmente, parte desses descendentes tenta descobrir sua origem geográfica por meio de documentos e testes genéticos – e o pensamento panafricanista defende “superar” essa questão.

Fonte: G1

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Conheça o submarino com casco de acrílico e joystick que será usado na expedições ao Titanic

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Foto: Divulgação/Triton
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Com casco de acrílico e controle por joystick, um novo submarino, anunciado por um empresário norte-americano e um canadense, promete levar pessoas, com segurança, em expedições ao Titanic, nas profundezas do Oceano Atlântico.

O projeto, cujo custo não foi divulgado, inclui tecnologia e engenharia naval de ponta que garantem uma expedição segura, diferente do ocorrido no ano passado.

Há cerca de um ano, cinco pessoas morreram durante a viagem com o submersível Titan, que tentava chegar ao Titanic. A embarcação implodiu, matando os passageiros. A expedição gerou uma comoção mundial enquanto tentavam o resgate das vítimas.

O novo submarino será produzido pela Triton Submarine, uma empresa com décadas de experiência no mercado e detentora de recordes:

  • Em 2019, um submarino da empresa foi usado no mergulho mais profundo da história, chegando a 10,9 mil metros.
  • Em 2018, outro submarino foi usado no mergulho mais profundo do oceano Atlântico, atingindo 8,3 mil metros.
  • A Triton projetou o submersível que Kathryn Sullivan usou para se tornar a primeira americana a mergulhar a 11 mil metros de profundidade na Depressão Challenger, o ponto mais profundo dos mares.
  • Em 2019, foram os primeiros a conseguir gravar imagens em alta resolução do Titanic.

A proposta é criar uma nova versão chamada “The Explorer – Return to the Titanic”, baseada no modelo já produzido, o Triton 4000/2 Abyssal Explorer.

Como será o submarino?

De acordo com a empresa, o submarino terá 4,45 metros de comprimento, 2,75 metros de largura, e pesará 12 toneladas. Equipado com complexa engenharia naval e tecnologia, ele contará com “asas” que permitem condução precisa, inclusive em espaços pequenos.

Seu casco de acrílico, combinado com câmeras de alta resolução, proporcionará uma visão de 320° do fundo do oceano. Diferentemente do Titan, que só poderia descer a 1,3 mil metros e implodiu, o novo submarino poderá descer a 4 mil metros de forma segura.

A tecnologia naval permitirá que o submarino desça e suba das profundezas em menos de duas horas. Ele terá capacidade para apenas duas pessoas por viagem e autonomia de 12 horas. O controle será feito por joystick, além de opções de tela sensível ao toque e controle manual.

O Triton 4000, nomeado em referência à profundidade que pode atingir, já é licenciado para uso comercial. O modelo personalizado para a expedição deve custar milhões de dólares e está previsto para estar pronto em 2026.

Quem são os empresários?

Patrick Lahey é cofundador e presidente da Triton Submarines. Além de empresário, é um entusiasta do mergulho, sendo o segundo canadense a chegar ao fundo da Fossa das Marianas, o ponto mais profundo dos oceanos. Ele também foi a primeira pessoa a mergulhar duas vezes no Challenger Deep.

O submarino será feito a pedido do magnata Larry Connor, de Ohio. O empresário de 74 anos é fundador do Connor Group, uma empresa do ramo financeiro que, segundo a Forbes, opera uma carteira de R$ 26 bilhões.

Fonte: CNN Brasil

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Devotos prestam homenagem ao túmulo do ‘padroeiro da internet’ após reconhecimento de milagres pelo Papa

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Foto: REUTERS/Matteo Berlenga
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Após o papa Francisco reconhecer o segundo milagre atribuído ao beato Carlo Acutis, seu túmulo na cidade italiana de Assis atraiu visitantes.

O corpo de Acutis, conhecido como o “padroeiro da internet”, está em exposição na igreja de Santa Maria Maggiore, conforme relatado pela agência Reuters.

Agora, há expectativas de que Acutis seja canonizado, conforme reportado pelo principal veículo de notícias do Vaticano, o site Vatican News. Carlo Acutis, um adolescente católico, faleceu aos 15 anos de idade em 12 de outubro de 2006, o mesmo dia em que a igreja católica celebra Nossa Senhora Aparecida. Ele ganhou destaque por seu trabalho de evangelização online.

O Vatican News descreve Acutis como um “millennial”, termo que se refere às pessoas nascidas aproximadamente entre o início da década de 1980 e meados da década de 1990. Embora tenha nascido em Londres, no Reino Unido, em 3 de maio de 1991, Acutis passou toda a sua vida na Itália.

Acutis foi beatificado em 2020 pelo Vaticano após o reconhecimento de seu primeiro milagre, no qual teria curado uma criança brasileira que tocou em uma relíquia sua em 12 de outubro de 2010, em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

O segundo milagre atribuído a Acutis, reconhecido recentemente, envolveu a cura de uma jovem da Costa Rica após um acidente de bicicleta em 2022. Segundo o Vatican News, a jovem, chamada Valeria, estava em estado crítico e foi curada poucos dias após sua mãe rezar junto à tumba de Acutis, em Assis, na Itália.

Carlo Acutis, nascido em Londres, mas criado em Milão, tornou-se devoto da Virgem Maria desde a infância. Ele era conhecido por sua devoção à igreja, mas também tinha interesse em computadores, demonstrando habilidades avançadas em ciência da computação para sua idade.

A criação de um site para catalogar milagres e evangelizar online lhe rendeu o título de “padroeiro da internet”. Após ser diagnosticado com leucemia, Carlo Acutis faleceu em 12 de outubro de 2006.

Fonte: G1

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