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Coronavírus e proteção dos profissionais de medicina é tema de reunião

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Protocolo está sendo elaborado pelas instituições - Foto: Divulgação SES


Para garantir a segurança dos profissionais de medicina no Rio Grande do Sul, nos locais de trabalho, durante a pandemia do coronavírus, foi realizada uma reunião nesta quinta-feira (19) entre os diretores da SES, representantes do Sindicato Médico do RS (Simers), Conselho Regional de Medicina (Cremers) e da Secretaria da Saúde (SES).

Questões como uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e prioridade para realização dos exames de detecção de Covid-19, foram debatidos para fazerem parte de um texto de uma portaria da SES a ser publicada em breve.

Elaborado de forma conjunta entre o poder público e as entidades representativas da categoria dos médicos, o documento será um protocolo para proteção e atuação dos profissionais de medicina que prestam atendimento nos serviços públicos e privados, na atenção básica e na atenção hospitalar.

Participaram da reunião, o diretor do departamento de Regulação da SES, Eduardo Elsade, o diretor do Departamento de Auditoria, Bruno Naundorf, o integrante do Centro de Operações e Emergência (COE), Marcelo Vallandro, o presidente do Simers, Marcelo Matias, o presidente do Cremers, Eduardo Trindade e o infectologista Paulo Ernesto Filho.

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Medicina & Saúde

Algumas vacinas demandarão terceira dose, diz presidente da Anvisa

Para Torres, ainda é difícil dizer qual vacina precisará de outra dose

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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, disse acreditar que algumas das vacinas contra a covid-19 demandarão uma terceira dose. Convidado pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) para uma palestra virtual realizada hoje (13), Barra Torres respondeu a algumas perguntas encaminhadas pelos espectadores.

“Acredito que algumas vacinas terão a necessidade de uma terceira dose. No dia de hoje, ainda é difícil dizer qual”, disse ele, destacando ser uma avaliação pessoal. “É estudado no mundo inteiro. O mundo inteiro está debruçado nisso, e o objetivo é obter a imunização segura e mais duradoura”, acrescentou.

A Anvisa é responsável pela autorização do uso e aprovação das bulas de vacinas no Brasil As bulas contêm as informações sobre o regime de doses. Por enquanto, nenhum imunizante tem esquema com três aplicações. Barra Torres ressaltou que todas as vacinas aprovadas pela Anvisa são eficazes e que a população pode confiar em qualquer uma que estiver disponível no posto de saúde. “A melhor é aquela que está no seu braço”, afirmou.

Até o momento, receberam aval definitivo ou emergencial as vacinas AstraZeneca/Oxford, Pfizer, CoronaVac e Janssen. As três primeiras são com duas doses e a quarta, com dose única. Também com duas aplicações, os imunizantes Sputnik e Covaxin receberam autorização de importação, mas com limitações.

Na semana passada, a farmacêutica Pfizer anunciou que está desenvolvendo uma terceira dose da vacina contra a covid-19. O governo do Chile também informou recentemente que estuda a possibilidade de distribuir uma dose de reforço. O país registrava alta de casos mesmo tendo vacinado 61% do público-alvo com duas doses. O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, também levantou a hipótese de uma terceira aplicação.

Combinação

O diretor-presidente da Anvisa analisou ainda a possibilidade de combinar vacinas de laboratórios diferentes para o combate à covid-19. “A atividade reguladora não é a locomotiva desse processo. Ela é vagão. Vamos a reboque do desenvolvedor ou do pesquisador que nos apresentar suas conclusões, para que possamos avaliar e referendar. Estamos falando de uma interação de imunobiológicos de origens e plataformas diferentes. Vem muito da comunidade científica. No momento, estamos acompanhando algumas situações que podem no futuro ter um posicionamento nosso”, disse Torres.

Ele lembrou que decisões nesse sentido têm sido tomadas por determinados países em alguns casos. No Brasil, a situação tem ocorrido com as gestantes. A vacina AstraZeneca chegou a ser aplicada em algumas delas e depois foi suspensa pelo Ministério da Saúde devido a um caso suspeito de reação adversa. Aquelas grávidas que tomaram o imunizante, posteriormente, foram autorizadas pela pasta a receber a segunda dose da Pfizer.

Torres afirmou que as medidas para evitar a doença já são conhecidas: máscara, distanciamento social, higiene das mãos e vacina. “Não é pelo fato de tomar as duas doses de vacina que vai poder deixar de usar máscara imediatamente”, acrescentou.

ebc

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Medicina & Saúde

Começa vacinação de forma antecipada da segunda dose da AstraZeneca em Santa Rosa

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A Fundação Municipal de Saúde de Santa Rosa informa que as pessoas que já receberam a primeira dose da vacina AstraZeneca há, no mínimo, dez semanas, podem realizar a segunda dose a partir desta quarta-feira.

A decisão de antecipar a aplicação da segunda dose de 12 para 10 semanas foi determinada pelo estado e municípios em reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB). A mudança tem o objetivo de garantir uma melhor resposta imune à variante Delta.

O atendimento é mediante agendamento prévio por telefone ou presencial.

Até o momento, já foram realizadas 50.704 vacinas. Do total, 35.613 foram de D1 (Primeira Dose), essa quantidade corresponde a 48,6% da população vacinada, 12.780 de D2 e 2.311 de Dose única, sendo assim temos 20,6% da população com a imunização completa. Todos que forem se vacinar precisam levar documento com foto, CPF, cartão SUS e se possível caderneta de vacinação. A expectativa para as próximas semanas conforme chegarem novas doses é ir avançando na vacinação por faixa etária.

* Importante: Pessoas que se vacinaram contra a Influenza (GRIPE) precisam aguardar o prazo de 14 dias para poder receber a vacina contra a COVID-19.

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Medicina & Saúde

Estado distribui 308 mil doses da Astrazeneca para antecipar segunda aplicação

Entrega às 18 coordenadorias regionais de saúde (CRS) será na quarta-feira, dia 14/7

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Antecipação da segunda dose é para garantir melhor resposta imune à variante delta - Foto: Felipe Dalla Valle / Palácio Piratini / Arquivo

A Secretaria da Saúde (SES) irá distribuir 308.575 vacinas Astrazeneca às 18 coordenadorias regionais de saúde (CRS) a partir das 10h da quarta-feira (14/7). Os imunizantes serão para a segunda dose de quem recebeu a primeira há 10 semanas, pelo menos, de acordo com nova resolução entre Estado e municípios de adiantar o prazo de aplicação entre doses deste fabricante e da Pfizer. Cada CRS poderá buscar, por via terrestre, as vacinas dos municípios de sua abrangência.

No total, a SES tem 687.105 doses da Astrazeneca reservadas na Central Estadual de Armazenamento e Distribuição de Imunobiológicos (Ceadi), em Porto Alegre, para dose 2 (D2). As demais doses serão distribuídas mais perto da data de conclusão do intervalo do próximo lote, que fecha em 23 de julho. Na próxima remessa de Astrazeneca que chegar ao Estado, ainda ficarão reservadas 77.530 para alcançar o quantitativo de imunizantes da D2 que vence em 23 de julho.

Quanto a Pfizer, até o início de agosto não há intervalo entre doses fechando 10 semanas. Na próxima remessa que chegar ao Estado, deverão ficar reservadas 108.930 doses desse fabricante.

A organização da aplicação das segundas doses, assim como das primeiras, é de responsabilidade dos municípios, que podem escolher a melhor estratégia para atingir o público-alvo em cada situação.

De acordo com a secretária da Saúde, Arita Bergmann, o adiantamento do intervalo entre doses não prejudicará o calendário vacinal estabelecido pelo governo do Estado. A previsão de vacinar 100% da população maior de 18 anos com pelo menos uma dose de vacina contra a Covid-19 é 20 de setembro. “Queremos celebrar que o Rio Grande do Sul é o Estado que mais aplica a primeira dose no país, graças à mobilização da população e da organização dos municípios”, disse a secretária.

O novo intervalo entre doses

A decisão de reduzir de 12 para 10 semanas o intervalo entre a dose 1 e a dose 2 da Astrazeneca e da Pfizer foi tomada na segunda-feira (12/7), durante reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), com representação do Estado e dos municípios.

O objetivo é garantir melhor resposta imune para a variante delta, uma vez que foram detectados dois casos suspeitos desta cepa no Estado. As amostras foram enviadas para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e os resultados devem sair até sexta-feira (16/7). Apenas uma dose da vacina é pouco efetiva para essa variante.

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