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Cores fortes são tendência na decoração

Pável Bauken

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A Casa Cor RS 2019 entra na última semana e uma das tendências que fica é: os espaços estão cada vez mais coloridos. Não importa o tamanho, nem a função, o que determina a cor é a personalidade do usuário. A arquiteta de interiores Gislaine Saibro lembra que as cores são formas de expressão e que é preciso entender o sentimento que as pessoas querem passar ao escolher essa ou aquela tonalidade.

Para quem quer apostar, a indicação da profissional é o equilíbrio. “O uso de tonalidades quentes, em geral, aparece combinada com uma paleta neutra, na busca de algum equilíbrio. Importante considerar que combinações consideradas excêntricas imprimem personalidade e autenticidade”, explica ela.

Os monocromáticos estão em alta, desde cores intensas até cômodos mais neutros. Os primeiros, maximalistas; os últimos, serenos e elegantes. “O importante  é considerar a verdade que se pretende expressar, conforme os usuários em seus ambientes. Podemos transformar e humanizar espaços com a escolha das cores”, afirma a arquiteta.

Além de indicar a busca por um profissional de arquitetura de interiores para ajudar na adoção de uma casa mais colorida, Gislaine sugere analisar bem o ambiente, considerando texturas, iluminação e uso: se será usado para descansar, trabalhar ou refletir. O perfil dos usuários também é importante, especiamente em relação à sensibilidade para cores. “Finalmente, colorir espaços requer versatilidade, apoio de tecnologia e conhecimento para antecipar o futuro com sensibilidade”, acrescenta ela, referindo-se ao medo de ‘enjoar’ da cor.

Quer se inspirar? Então, confira alguns ambientes da Casa Cor RS 2019. Se quiser ver esses e outros ambientes ao vivo, a mostra fica até dia 08 de setembro, no antigo Hospital da Criança Santo Antônio. Aproveite pois, nessa semana, ocorre o tradicional Special Sale da mostra, com descontos de 30% a 70% em peças expostas.

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Opinião Detran RS: Comunidade do trânsito em alerta

Reporter Plural

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Enio Bacci, diretor-geral do DetranRS

A lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro trará impactos profundos no nosso trânsito. Embora menos radical do que o texto original, as novas regras deixam preocupados os gestores e a comunidade do trânsito, que precisarão encontrar alternativas para que o país não retroceda nos avanços conquistados nos últimos anos, como a redução dos acidentes.

De todas as mudanças, um ponto preocupa sobremaneira: o aumento da pontuação para a suspensão do direito de dirigir. A ideia da gradação é interessante. Devem ser punidas com maior rigor infrações que atentem contra a vida. Mas da forma que passou, aumentando para 40 pontos para quem não tiver infração gravíssima, 30 para quem possuir uma gravíssima e 20 para quem tiver duas ou mais infrações do tipo, aumenta a sensação de impunidade. Para os motoristas profissionais, a mudança é ainda mais temerária: esses podem chegar a 40 pontos, independentemente das infrações cometidas.

É importante lembrar que a suspensão não é apenas uma medida punitiva complementar à multa. Como ela exige que o condutor passe por um curso de reciclagem, ela é também uma medida educativa. Oferece a oportunidade para esses motoristas repensarem suas atitudes, proporcionando uma mudança mais genuína do que o simples medo da punição. Se a regra sancionada agora estivesse valendo em 2019, 40% dos 22 mil motoristas gaúchos que foram suspensos por pontos deixariam de passar por esse processo. O número é ainda mais expressivo entre os motoristas profissionais: quase 98% dos 5,5 mil que passaram por reciclagem em 2019 não precisariam refletir sobre suas atitudes no trânsito.

As mudanças irão exigir dos gestores mais empenho e criatividade para impedir que os acidentes não voltem a crescer, matando e ferindo milhares de pessoas todos os anos. Do Estado, serão necessários reforço na fiscalização, qualificação da formação de novos motoristas e cada vez mais educação. Dos motoristas, cada vez mais consciência.

Artigo publicado originalmente no Jornal Zero Hora de 16 de outubro de 2020.

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Aprovação de Bolsonaro salta para 41,2%, diz CNT/MDA

Reporter Plural

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Desempenho pessoal de Bolsonaro é aprovado por 52% Isac Nóbrega/PR - 19.10.2020

Pesquisa realizada em outro aponta que o governo é avaliado como regular por 30,3% da população e ruim ou péssimo por outros 27,2%

A avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro saltou 9,2 pontos percentuais e alcançou 41,2%, segundo pesquisa de opinião divulgada nesta segunda-feira (26), pela CNT (Confederação Nacional do Transporte). Em maio, a gestão era avaliada como ótima ou boa por 32% dos brasileiros.

De acordo com o levantamento, o percentual de entrevistados que consideram a atuação do presidente como regular subiu de 22,9% para 30,3%. Por outro lado, o governo é avaliado como ruim ou péssimo por 27,2%, ante 43,4% em maio. Outros 1,3% não souberam responder.

Leia mais: Bolsonaro diz que economia está se recuperando melhor que o esperado

Sobre o desempenho pessoal de Jair Bolsonaro como presidente, a aprovação disparou de 39,2% para 52%, enquanto a desaprovação caiu de 55,4% para 43,2% entre maio e outubro.

A pesquisa também perguntou como os brasileiros avaliam a atuação do governo federal em meio à pandemia do novo coronavírus. A condução é aprovada por 57,1% dos brasileiros e reprovada por 39,1%.

Ainda foi questionado como os entrevistados observam os próximos seis meses. Para 36%, a situação do emprego vai melhorar. Ao mesmo tempo, 30,1% preveem uma piora e 31,1% acreditam na estabilidade do mercado de trabalho.

A pesquisa CNT/MDA contou com 2.002 entrevistas presenciais realizadas entre os dias 21 e 24 de outubro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais.

 

 

FONTE R7

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Alta dos alimentos foi sentida por 95,6% dos brasileiros, diz pesquisa

Reporter Plural

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Preço de alimentos e bebidas saltaram nos últimos meses Pilar Olivares/Reuters - 10.9.2020

Levantamento CNT/MDA mostra que os preços dos produtos “estão aumentando muito” para 90,9% da população

A recente disparada no preço de alimentos e bebidas foi percebida por 95,6% da população brasileira, aponta pesquisa divulgada nesta segunda-feira (26) pela CNT (Confederação Nacional do Transporte).

O alta das contas mensais, como água, luz, gás, internet e TV, foi sentida por 40,6% dos brasileiros. Os combustíveis, por sua vez, ficaram mais caros para 17,8% dos consultados.

De acordo com o levantamento, os preços “estão aumentando muito” para 90,9% da população e pouco para 7,2%. Outros 1,4% dos entrevistados avaliam que os valores “não estão aumentando” e 0,4% dizem que “estão diminuindo”.

Questionados sobre a renda mensal, 47,5% disseram que a remuneração permanece a mesma do início da pandemia e 42,1% alegam uma redução da renda. Para os demais 10,1%, os ganhos aumentaram.

Já o auxílio emergencial disponibilizado pelo governo federal para conter a crise, é avaliado como muito importante para 79% da população e de importância moderada para 16,9%. Outros 3% consideram o benefício como pouco importante e 0,8% dizem que o pagamento não tem importância.

A pesquisa CNT/MDA contou com 2.002 entrevistas presenciais realizadas entre os dias 21 e 24 de outubro, em 137 municípios de 25 Unidades da Federação. A margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais.

 

FONTE R7

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