Coopermil estuda utilização de drones na agricultura - Portal Plural
Connect with us

Mundo

Coopermil estuda utilização de drones na agricultura

Publicado

em


Academia PersonaFAST AÇAÍtopo humbeto pluralNuvera

Intensificando o trabalho de pesquisa com o objetivo de trazer inovações que aumentem a rentabilidade das lavouras dos associados, a Coopermil iniciou no dia 20 de dezembro o trabalho de estudo técnico/pratico de aplicações de defensivos com a utilização de drones.

Durante o desenvolvimento dos trabalhos realizados na área Experimental da Coopermil durante a atual safra, serão conduzidos experimentos utilizando a nova ferramenta para diversas aplicações, buscando avaliar os benefícios que podem ser gerados ao produtor, além de analisar as melhores formas de utilização do drone e a tecnologia de aplicação a ser empregada para que traga os resultados esperados.

Segundo João Gabriel Dias, Supervisor Técnico da Cooperativa “esta é uma tecnologia inovadora que irá demandar uma quebra de paradigmas principalmente com relação à volume de calda/hectare, porém após este trabalho que estamos desenvolvendo na área da Coopermil e a obtenção de resultados concretos sobre a eficiência da utilização dos drones com certeza estaremos gerando comodidade, flexibilidade e economia ao produtor, o que se traduzira em rentabilidade na propriedade.”

Assim que os resultados começarem a ser tabulados, as informações serão compartilhadas aos associados durante a safra, através da equipe de técnicos da Coopermil.

Compartilhe
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Destaque

Calor acima de 50ºC em Peregrinação a Meca causa mais de mil mortes

Publicado

em

portal plural calor acima de 50ºc em peregrinação a meca causa mais de mil mortes
Foto: Rafiq Maqbool/AP
topo humbeto pluralFAST AÇAÍNuveraAcademia Persona

O número de visitantes mortos durante a peregrinação anual a Meca devido a uma onda de calor já ultrapassa 1.000, conforme um balanço da agência de notícias AFP nesta quinta-feira (20).

Ao todo, 1.081 pessoas de quase dez países morreram desde o início da peregrinação, que começou na semana passada com temperaturas acima de 50ºC.

Meca é a principal cidade sagrada do Islã e um dos cinco pilares do islamismo. Apenas muçulmanos podem entrar na cidade, e, durante o período de peregrinação, o governo saudita distribui vistos para estrangeiros com base em um sistema de cotas.

No entanto, entre as vítimas, mais de 630 estavam em situação irregular no país, de acordo com o balanço da AFP, que se baseou em registros das autoridades locais e comunicados de embaixadas dos países afetados.

Este ano, a peregrinação anual, determinada pelo calendário lunar islâmico, ocorre em meio a uma onda de calor e no início do verão no Hemisfério Norte, que costuma ser bastante intenso na Arábia Saudita.

O centro meteorológico nacional informou esta semana que a temperatura atingiu 51,8ºC na Grande Mesquita de Meca. Na quarta-feira, o governo egípcio havia divulgado que mais de 600 cidadãos do Egito morreram durante o hajj deste ano. O balanço da AFP inclui mais 58 peregrinos egípcios.

Além do Egito, também morreram peregrinos da Malásia, Paquistão, Índia, Jordânia, Indonésia, Irã, Senegal, Tunísia e do Curdistão iraquiano. A Arábia Saudita tem um sistema de cotas de peregrinos por país, mas todos os anos milhares de pessoas viajam ao país por canais irregulares, devido à falta de recursos para pagar os custos dos trâmites oficiais.

Essas pessoas são mais vulneráveis ao calor extremo, pois, sem documentos oficiais, não podem acessar os espaços com ar-condicionado disponibilizados pelas autoridades sauditas, que este ano receberam 1,8 milhão de peregrinos autorizados.

Segundo o diplomata, a principal causa de morte entre os peregrinos egípcios foi o calor, que provocou graves problemas de saúde.

Fonte: G1

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Baleias-Cinzentas reduzem de tamanho devido ao impacto das mudanças climáticas

Publicado

em

portal plural baleias cinzentas reduzem de tamanho devido ao impacto das mudanças climáticas
Foto: Instituto de Mamíferos Marinhos/Universidade Estadual de Orego
Academia PersonaFAST AÇAÍNuveratopo humbeto plural

Um estudo recente da Universidade Estadual do Oregon revelou que as baleias-cinzentas diminuíram em mais de 13% de tamanho nos últimos 25 anos, atribuído às mudanças nas condições ambientais. Além de serem afetadas pelo aquecimento global, que tem gerado recordes de temperaturas tanto no ar quanto nos oceanos, esses mamíferos são considerados sentinelas do ecossistema marinho.

As baleias-cinzentas, conhecidas por sua coloração cinza ou preta e por serem frequentemente cobertas por parasitas externos, atingem cerca de 13 metros de comprimento máximo e são encontradas no Oceano Pacífico, sendo classificadas como criticamente ameaçadas. A redução de tamanho, conforme apontam os pesquisadores, pode ter sérias repercussões na saúde e no sucesso reprodutivo desses animais, além de afetar a cadeia alimentar da qual fazem parte.

O estudo, publicado na revista científica Global Change Biology, acompanhou um subgrupo de cerca de 200 baleias-cinzentas no Pacífico Norte Oriental desde 2016, utilizando drones para medir seus tamanhos. Os resultados indicaram que baleias adultas nascidas recentemente estão em média 1,65 metros menores do que as nascidas antes de 2000, representando uma perda de mais de 13% no comprimento total.

Enrico Pirotta, pesquisador da Universidade de St. Andrews e autor principal do estudo, ressalta que o tamanho é crucial para esses animais, influenciando seu comportamento, fisiologia e sucesso reprodutivo. Ele alerta que a diminuição pode tornar os filhotes mais vulneráveis durante o desmame e comprometer a capacidade das adultas de reproduzirem eficientemente, devido à redução de suas reservas energéticas.

Além das mudanças climáticas, o estudo também analisou os padrões de ressurgência e relaxamento nos oceanos, que regulam a disponibilidade de alimentos para as baleias. Mudanças nestes padrões afetam diretamente a capacidade do ecossistema de produzir presas suficientes para sustentar esses grandes mamíferos marinhos.

Os pesquisadores alertam que, sem um equilíbrio adequado entre os ciclos de ressurgência e relaxamento, o ecossistema pode não ser capaz de suportar as necessidades alimentares das baleias-cinzentas no longo prazo.

Fonte: G1

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Geral

Benin quer conceder nacionalidade a todos os afrodescendentes do mundo; entenda

Publicado

em

portal plural benin quer conceder nacionalidade a todos os afrodescendentes do mundo; entenda
Foto: Ricardo Stuckert/Presidência da República
topo humbeto pluralAcademia PersonaNuveraFAST AÇAÍ

Um país na África Ocidental com litoral no Oceano Atlântico e uma população de pouco mais de 13 milhões de habitantes, o Benin tem discutido uma ideia inovadora nos últimos meses: conceder nacionalidade a todos os afrodescendentes do planeta.

O projeto, enviado pelo governo e ainda em análise no parlamento beninense, foi mencionado pelo presidente Patrice Talon durante sua visita oficial ao Brasil na última semana, em um discurso ao lado do presidente Lula.

“Na nossa visão, todos os brasileiros afrodescendentes são beninenses. E isso deveria ser motivo de orgulho para eles. Por esse motivo, será votada nos próximos dias uma lei para conceder a nacionalidade beninense a todos os afrodescendentes que assim o desejarem. Portanto, de agora em diante, senhor presidente, o senhor será beninense também”, declarou Talon, sob aplausos dos presentes.

Se aprovado, o projeto terá abrangência global, mas terá especial relevância para o Brasil – principal destino do tráfico de negros escravizados e que hoje abriga a maior população preta e parda fora da África.

Entenda abaixo como funcionaria essa lei e quais seriam os impactos para o Brasil, para a África e para os negros em todo o mundo.

O que diz o projeto de lei?

De acordo com o texto a que o g1 teve acesso, se o projeto virar lei, o Benin concederá nacionalidade a todos os afrodescendentes que fizerem o pedido e “comprovarem” sua afrodescendência.

Segundo o governo, essa nacionalidade será de uma modalidade “limitada” prevista nas leis do país. Os novos cidadãos terão passaporte beninense, mas não poderão participar das eleições (como eleitores ou candidatos), por exemplo.

Para obter a cidadania “plena”, os afrodescendentes beneficiados teriam que seguir o mesmo processo exigido atualmente para quem se muda para o país ou se casa com um cidadão beninense: entre os requisitos, é preciso morar no Benin por pelo menos cinco anos.

O projeto define como afrodescendente “toda pessoa que, em sua genealogia, tem um ascendente africano subsaariano deportado para fora do continente no contexto do tráfico negreiro”.

O texto também estabelece que “a prova de afrodescendência é fornecida pelo demandante por meio de qualquer estado civil ou documentação oficial, de testemunhos que constem em escritura autêntica, de um teste de DNA realizado por órgãos chancelados pelo Benin ou por qualquer outro meio técnico ou científico”.

Como assim, ‘todos os afrodescendentes são beninenses’?

A declaração do presidente do Benin, Patrice Talon, resulta de um pensamento social chamado “panafricanismo” – uma ideologia que prega a união do continente africano para superar o subdesenvolvimento imposto pela colonização.

O panafricanismo busca superar, por exemplo, as fronteiras artificiais criadas pelas colônias europeias (hoje países independentes) na África, que geraram conflitos étnicos que se estendem por séculos.

Durante a escravidão, negros de diferentes grupos sociais eram capturados e enviados nos mesmos navios para as Américas. Nesse processo, a maior parte de sua identidade era apagada ou suprimida, incluindo sobrenomes, idiomas, religiões e outros vínculos culturais.

Por isso, enquanto descendentes de italianos no Brasil podem usar seus sobrenomes e árvores genealógicas para solicitar cidadania europeia, o mesmo não ocorre com os netos e bisnetos de escravizados.

É difícil saber se um antepassado foi escravizado e enviado ao Brasil saindo de Angola, do Congo, da Guiné ou do Benin (na época, Daomé), por exemplo.

Atualmente, parte desses descendentes tenta descobrir sua origem geográfica por meio de documentos e testes genéticos – e o pensamento panafricanista defende “superar” essa questão.

Fonte: G1

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×