Consumo de energia no Brasil deve crescer 4,2% em junho em comparação anual, aponta ONS
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Economia

Consumo de energia no Brasil deve crescer 4,2% em junho em comparação anual, aponta ONS

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O consumo de energia no Brasil deve alcançar 74.399 megawatts médios (MWmed) em junho, de acordo com o relatório mais recente do Programa Mensal da Operação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Esse valor é 4,2% maior em comparação com o mesmo mês de 2023.

No Sudeste/Centro-Oeste, responsável por mais da metade da carga de energia do país, a projeção é de 41.648 MWmed, representando um aumento de 3,8% em relação a junho do ano passado. Para o Sul, a previsão é de 12.575 MWmed, um crescimento anual de 3,1%. No Nordeste, a estimativa é de 12.451 MWmed, um aumento de 4,3%. No Norte, a perspectiva é de uma carga de 7.725 MWmed, um crescimento de 8,8%.

Em termos de geração de energia, o ONS estima que a Energia Natural Afluente (ENA) no Sul, é de que alcance 110% da média, com os níveis de água nos reservatórios chegando a 81,1% ao final do período.

Diante deste cenário, o Custo Marginal da Operação (CMO) para a semana de 15 a 21 de junho foi fixado em R$ 18,01 por megawatt-hora (MWh). O CMO representa o custo para produzir 1 MWh para atender ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

Fonte: CNN Brasil

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Representantes do SIMMMESR e do SINDUSCOM Noroeste RS tomam posse como diretores da FIERGS

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No dia 18 de julho de 2024 ocorreu a posse do industrial Claudio Bier na presidência do Sistema FIERGS/CIERGS (Federação e o Centro das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul), em cerimônia no Centro de Exposições da entidade, em Porto Alegre. Junto com Bier assumiram também os demais diretores da Federação e o setor industrial de Santa Rosa e região ficou bem representado na gestão de 2024/2027.

Nerison Antonio Paveglio está no segundo mandato como diretor, pois já estava na gestão de Gilberto Petry, desde 2017, e representará novamente as indústrias metalúrgicas abrangidas pelo SIMMMESR, enquanto o presidente do SINDUSCOM, Betuel Brun Sauer, assume pela primeira vez um cargo de diretor da federação e representará todas as indústrias da construção civil e do mobiliário representadas pelo SINDUSCOM Noroeste RS.

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Economia

84% dos consumidores adotam programas de fidelidade atraídos por descontos e benefícios, revela pesquisa

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Desde oferecer frete grátis até pontos que podem ser trocados por produtos, o varejo tem adotado diversas estratégias para aumentar suas vendas e conquistar clientes. De acordo com o estudo CX Trends 2024 da Octadesk em parceria com o Opinion Box, 84% dos consumidores participam de programas de fidelidade.

Entre os principais atrativos desses programas para os brasileiros, a facilidade de acumular recompensas, como milhas e produtos, é o mais valorizado. Além disso, 44% dos consumidores apreciam descontos especiais em compras futuras, enquanto 43% valorizam o acesso a produtos ou serviços gratuitos. Brindes e presentes são apreciados por 29% dos consumidores, e 14% gostam de ter acesso a eventos exclusivos.

Os programas de fidelidade beneficiam as empresas ao aumentar a taxa de retenção de clientes e incentivar futuras compras.

Os brasileiros estão acostumados com estratégias de fidelidade e gostam de se sentir parte de uma comunidade ou grupo seleto. Segundo especialista,  o primeiro programa de fidelidade surgiu aproximadamente em 1981 com a American Airlines, e hoje é muito mais acessível para qualquer empresa iniciar seu próprio programa de fidelidade.

Fonte: CNN Brasil

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Economia

Lula diz que não tem obrigação com meta fiscal e estressa dólar

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Horas depois, ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que os comentários do presidente estão descontextualizados.

Em entrevista a TV Record que ainda não foi ao ar, o petista teria afirmado que se houvesse “coisas mais importantes” a fazer, não seria obrigado a cumprir o objetivo de zerar o déficit primário. O comentário começou a circular nas mesas de operações do mercado financeiro por volta das 11h30 e fez o dólar inverter a trajetória de queda registrada nas primeiras hora de negociação e voltar a subir, chegando a ser cotado em 5,46 reais.

 

De acordo com relatos, Lula disse que ainda precisa estar convencido da necessidade de cortar gastos. “Você sabe que eu tenho uma divergência histórica, uma divergência de conceito com o pessoal do mercado, nem tudo que eles tratam como gasto eu trato como gasto“, comentou o presidente.

 

É apenas uma questão de visão. Você não é obrigado a estabelecer uma meta e cumpri-la se você tiver coisas mais importantes para fazer. Esse país é muito grande, esse país é muito poderoso. O que é pequeno é a cabeça dos dirigentes desse país e a cabeça de alguns especuladores”,explicou o petista.

 

No início da tarde, as primeiras falas teriam se somado observações mais detalhadas do olhar do presidente para a meta fiscal que teria afirmado que não haveria problemas se o déficit fiscal ficasse em 0,1% ou 0,2% do PIB (Produto Interno Bruto).

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em conversa com os jornalistas, afirmou que as frases foram descontextualizadas e que geraram “especulação em torno do assunto” e que as falas de Lula não iam contra o cumprimento da meta fiscal.

 

A pedido de Haddad, a assessoria de imprensa do ministro divulgou novo comentário do petista durante a entrevista à TV Record. “Vamos fazer o que for necessário para cumprir o arcabouço fiscal. Eu dizia na campanha que íamos criar um país com estabilidade política, jurídica, fiscal, econômica e social. Essa responsabilidade, esse compromisso — posso dizer para você como se tivesse dizendo para um filho meu, para a minha mulher —, responsabilidade fiscal eu não aprendi na faculdade, eu trago do berço”, também teria dito Lula.

 

Às 15h50, o dólar havia arrefecido e operava em queda de 0,31%, cotado a 5,43 reais.

FONTE: O ANTAGONISTA

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