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Consumidor deve gastar mais nas compras de fim de ano, aponta pesquisa da Setrem

Pável Bauken

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O consumidor deve gastar mais nas compras deste fim de ano. É o que aponta a pesquisa de intenção de compras realizada pelos acadêmicos do curso superior de Administração da Setrem. Comparada a pesquisa do ano passado, deve haver um aumento de 5% a 13% nos valores, dependendo do município.
A pesquisa foi realizada pelos acadêmicos do sexto semestre, durante o componente curricular de Prática Profissional III, entre os dias 16 de outubro e 5 de novembro. Foram ouvidas 1485 pessoas de 11 municípios: Alegria, Boa Vista do Buricá, Crissiumal, Giruá, Horizontina, Independência, Nova Candelária, Santa Rosa, São José do Inhacorá, Três de Maio e São Martinho. O grau de confiança é de 90% e a margem de erro é de 7%.
A maioria dos consumidores pretende gastar de R$ 101,00 a R$ 200,00 com itens de bazar (cama, mesa e banho) e roupas. “Mesmo sendo os mais indicados, a escolha por estes itens deve diminuir este ano, na comparação com 2018, havendo um aumento de produtos do tipo chocolates e bebidas”, observa o professor e coordenador da pesquisa, Jesildo Lima.
A origem dos valores também chamou a atenção na pesquisa. Se no ano passado o consumidor tirou dinheiro de aplicações e reservas, este ano as compras serão feitas com remuneração periódica, como os salários. Além disso, conforme a pesquisa, a maioria das compras será à vista. O uso dos cartões de crédito e débito também continuam crescendo na opção de formas de pagamento.
Lima destaca, ainda, o aumento do número de consumidores que citou a internet como principal meio de comunicação das ofertas, promoções e divulgação dos produtos, bem como o aumento de pessoas que já realizaram uma compra via comércio eletrônico. “Em Horizontina, por exemplo, observa-se que 67,72% dos entrevistados disseram que compram pela internet. Em 2018, este número era de 53,28%. E o principal motivo da compra é o preço, para a maioria dos municípios”, completa o professor da Setrem.
A pesquisa gerou relatórios individuais de cada um dos municípios e as informações estão à disposição das Associações Comerciais e Industriais (ACIs), Secretarias de Indústria e Comércio e empresas varejistas. Mais detalhes sobre a pesquisa podem ser obtidos com o professor Jesildo Lima, pelo e-mail [email protected] ou pelo fone/whats (55) 3535-4600.
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Escolinha de Trânsito 2020 em pleno desenvolvimento em Santa Rosa

Pável Bauken

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O Governo Municipal de Santa Rosa, através do Departamento de Mobilidade Urbana, deu início este ano às atividades da Escolinha de Trânsito, promovendo ações permanentes para mudar o comportamento das pessoas, buscando um trânsito mais seguro para o município.

A primeira atividade do ano foi realizada está semana, junto à academia aberta da Vila Júlio de Oliveira, onde as crianças da comunidade receberam orientações de trânsito.

De acordo com o Diretor de Mobilidade Urbana, Carlos Lozekan, as atividades em prol de um trânsito mais humanizado e seguro são desenvolvidas pela secretaria de Desenvolvimento Urbano e se propõem a desenvolver uma política permanente de educação e conscientização para um trânsito mais seguro e humanizado e a Escolinha de Trânsito desempenha esse papel.

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Brasil cria 644 mil empregos formais em 2019, melhor resultado em 6 anos

Dados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados pelo Ministério da Economia. Em dezembro de 2019, foram registradas 307.311 demissões.

Reporter Cidades

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O Brasil criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira (24).

O número resulta da diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no último ano, e as demissões – que totalizaram 15.553.015 pessoas.

Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, o melhor resultado desde 2013 – quando foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Deste modo, é o maior número de vagas formais abertas em seis anos.

De acordo com o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, o aumento na criação de empregos formais, em 2019, é “mais um sintoma de retomada da economia brasileira e da confiança do empresariado na política econômica do governo”.

“A indústria, depois de anos registrando dados negativos, voltou a reagir, puxada também pela construção civil”, acrescentou. Segundo ele, a indústria fechou vagas entre 2014 e 2017 e, no ano de 2018, abriu 2.610 vagas, com desempenho “praticamente estável”. Em 2019, criou 18 mil empregos formais.

Empregos formais
Com a criação de empregos formais em 2019, o Brasil fechou o ano com um estoque de 39,05 milhões de empregos formais existentes. No fim de 2018, o saldo de empregos formais estava em 38,43 milhões de vagas.

O resultado de 2019 representa o estoque mais alto, registrado no fim do ano, desde 2015 – quando 39,23 milhões de pessoas ocupavam empregos com carteira assinada.

Em dezembro de 2019, porém, houve fechamento de vagas. Esse é um mês que tradicionalmente há demissões de trabalhadores com carteira assinada.

Em dezembro do ano passado, foram fechadas 307.311 vagas formais. No mesmo mês de 2018, por exemplo, as demissões superaram as contratações em 334.462 vagas.

Ano de 2019 por setores

De acordo com os números do governo, os oito setores da economia abriram vagas no ano passado. O setor de serviços foi o que mais criou empregos, e a administração pública foi o setor que contratou menos trabalhadores.

Veja abaixo os resultados:

  • Construção civil: 71.115 postos
  • Indústria de transformação: 18.341 empregos
  • Indústria extrativa mineral: 5.005 postos formais
  • Serviços industriais de utilidade pública: 6.430 vagas
  • Administração pública: 822 empregos
  • Comércio: 145.475 vagas formais
  • Agropecuária: 14.366 vagas
  • Serviços: 382.525 empregos

Regiões do país

De acordo com o Ministério da Economia, todas as cinco regiões do país registraram mais contratações do que demissões no ano passado.

  • Região Sudeste: 318.219 vagas abertas
  • Região Nordeste: 76.561 vagas criadas
  • Região Norte: 32.576 vagas abertas
  • Região Centro-Oeste: 73.450 vagas criadas
  • Região Sul: 143.273 vagas abertas

O governo informou ainda que as 27 unidades da federação criaram empregos formais no ano passado.

A abertura de vagas no ano foi liderada por São Paulo (+184.133), seguido por Minas Gerais (+97.720) e Santa Catarina (+71.406 vagas). Os estados que menos criaram vagas no ano passado foram Amapá (352), Acre (353) e Alagoas (731).

Trabalho intermitente

Segundo o Ministério da Economia, foram realizadas 85.716 contratações por meio do trabalho intermitente no ano passado. Nessa modalidade, o trabalho ocorre esporadicamente, em dias alternados ou por algumas horas, e é remunerado por período.

No último ano foram registrados ainda 20.360 empregos formais nas novas modalidades de trabalho parcial. Essas modalidades de trabalho parcial, definidas pela reforma trabalhista, incluem contratações de até 26 horas semanais com restrições na hora extra ou até 30 horas por semana sem hora extra.

Salário médio de admissão

O governo também informou que o salário médio de admissão foi de R$ 1.595,53 em dezembro do ano passado, o que representa uma queda real, com os valores sendo corrigidos pelo INPC, de R$ 2,41 em relação ao patamar do mesmo mês de 2018 (R$ 1.597,94).

Em novembro de 2019, ainda de acordo com informações oficiais, o salário médio de admissão estava em R$ 1.611,14.

G1

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Ministério anuncia R$ 3 milhões para o Espaço FENASOJA

Projeto será ampliado com emenda confirmada pelo vice-prefeito, Luis Antônio Benvegnú.

Pável Bauken

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O vice-prefeito Luis Antônio Benvegnú confirmou na manhã desta quinta-feira, 23, que o Ministério da Cidadania, através do ministro Osmar Terra repassará um recurso de R$ 3 Milhões para a ampliação do Espaço FENASOJA. O valor, que segundo Benvegnú será empenhado nos próximos dias, será destinado através da Secretaria de Esporte.

Benvegnú explicou que a FENASOJA irá concluir a primeira etapa da obra, onde a feira investiu R$ 1,4 milhão e em seguida o projeto será ampliado com a emenda.”A ideia foi ajustar o projeto e ampliá-lo”.

O presidente da FENASOJA 2020 Elias Dallalba comemorou o anúncio, destacando que o recurso colaborará para entregar um projeto amplo. Trata-se de arena de 3,5 mil metros quadrados (50mX70m) de área construída, que contemplará espaço multiuso para prática esportiva e apresentações musicais ou cênicas. “Teremos um palco de espetáculos, três quadras poliesportivas cobertas, mais duas descobertas, pista de atletismo coberta e outra descoberta, acesso para logística de carga e descarga de equipamentos, banheiros, camarins, espaço para imprensa e camarotes”, destaca Elias.

Benvegnú salienta que com o aporte financeiro, oriundo do Ministério será ampliado o projeto, com banheiros, pista de skate, alojamentos para atletas, sala de dança, academia, e estrutura completa para mais diferentes esportes.

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