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Esportes

Conmebol revela detalhes do sorteio da Libertadores 2020

Pável Bauken

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Falta uma semana para Grêmio e Inter conhecerem seus caminhos na Libertadores 2020. Pelo segundo ano consecutivo, os clubes gaúchos marcarão presença juntos no principal torneio do continente. A diferença é que, enquanto os gremistas já estão garantidos na fase de grupos, os colorados terão dois mata-matas preliminares. Pois a Conmebol revelou nesta terça-feira (10) detalhes de como vai funcionar o sorteio das chaves e dos jogos da competição, que ocorre no próximo dia 17 de dezembro, no Paraguai.

A ferramenta mais importante para o processo do sorteio da Libertadores é o ranking de clubes da Conmebol. É por meio dele que muitas definições, que serão explicadas posteriormente, serão feitas. Este ranking atualizado será divulgado somente no domingo (15), e o Grêmio, por seu desempenho na edição 2019, deve ser um dos primeiros colocados e, com isso, também ser cabeça de chave.

A Conmebol, por meio de seu site, divulgou detalhes de como funcionará o sorteio, fase por fase. O evento inicia às 20h30min, mas as definições só devem começar pelas 22h, uma vez que os confrontos da Sul-Americana 2020 serão sorteados primeiramente.

Fase 1

Dos 47 clubes classificados para a Libertadores, seis vão começar a primeira fase, que ocorre no fim do mês de janeiro. Nesta etapa, não há presença de brasileiros e argentinos. Há uma equipe de cada país: Bolívia, Equador, Peru, Paraguai, Uruguai e Venezuela. A disputa ocorre em jogos de ida e volta.

Os seis clubes serão divididos em dois grupos, sendo que os três melhores posicionados no Ranking da Conmebol ficam no Pote 1 e decidirão a segunda partida em sua casa. O sorteio vai formando os três confrontos sistematicamente, tirando uma bolinha do Pote 2 e, na sequência, uma do Pote 1.

Fase 2

É nesta fase que Inter e Corinthians ingressam, assim como os argentinos, os colombianos e também os chilenos, ausentes na etapa anterior. São 13 clubes e mais os três vencedores do mata-mata da Fase 1.

Novamente o ranking da Conmebol servirá como base para encaminhar os oito clubes melhores colocados ao Pote 1 e o restante, obrigatoriamente com os três da fase anterior, ao Pote 2. A tendência é de que o Inter fique no primeiro pote. Importante ainda sublinhar que sempre o time com melhor posição no ranking vai disputar a segunda partida do mata-mata como mandante.

Uma regra fundamental do sorteio nesta fase é que clubes do mesmo país não podem se enfrentar. Outra é que já existe um chaveamento pré-estabelecido pela Conmebol, projetando a Fase 3. Ou seja, o Inter já saberá quem vai enfrentar caso passe por este primeiro desafio.

Fase 3

Os oito clubes classificados da fase anterior vão para mais um mata-mata, sendo que o time melhor colocado no Ranking segue decidindo o jogo da volta em casa. O chaveamento já foi definido anteriormente:

C1 x C8
C2 x C7
C3 x C6
C4 x C5

Uma regra importante: dos quatro clubes que serão eliminados nesta fase, os dois de melhor campanha se classificam à Sul-Americana 2020.
Fase de grupos

Serão 32 clubes, sendo 28 já previamente classificados e mais os quatro classificados da Fase 3. O sorteio formará os oito grupos da Libertadores. Algumas regras devem ser destacadas.

O Flamengo, como atual campeão do torneio, será cabeça de chave do Grupo A. Em seguida, os outros cabeças de chave, definidos pelo ranking e dentro do Pote 1, serão sorteados para os demais grupos, do B ao H.

O Pote 2 terá o Independiente Del Valle, campeão da Sul-Americana, e mais sete clubes subsequentes do Ranking. Seguindo a lista, mais oito equipes formam o Pote 3. E, por fim, o Pote 4 terá os últimos quatro clubes e os quatro classificados da etapa anterior. Cada pote vai sendo esvaziado no sorteio, um de cada vez, para compor todas as chaves aos poucos.

Atenção: clubes do mesmo país não podem estar no mesmo grupo. A única exceção é se um dos times tenha vindo das fases preliminares da Libertadores.

Gaúcha/ZH

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Esportes

Estudo mostra que Campeonato Brasileiro é campeão mundial em trocar técnicos

Reporter Global

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Eduardo Coudet e Domenéc Torrent deixaram suas equipes durante a competição deste ano | Foto: Mauro Schaefer

 

Equipes tiveram uma média de 37 mudanças de comandantes por temporada, contando os profissionais interinos entre 2003 e 2018

 

 

Estudo inédito realizado sobre a mudança de treinadores em times de futebol nas principais ligas do mundo apontou o Brasil como líder no quesito. Entre 2003 e 2018, foram 594 vezes trocas de técnicos na elite do Campeonato Brasileiro, uma média de 37 mudanças por temporada, contando os profissionais interinos. São, em média, quase 10 trocas a mais do que ocorre na primeira e na segunda divisões da Espanha, que, somadas, aparecem em segundo no ranking. Mesmo sem contar os técnicos interinos, o Brasileirão continua na frente de todos os outros campeonatos, com uma média de quase 29 mudanças por ano.

Para Matheus Galdino, que realizou o estudo baseado na econometria ao lado de Pamela Wicker e Brian Soebbing, a quantidade de trocas de treinadores no futebol brasileiro é o “retrato do amadorismo dos dirigentes”. Ele também aponta outros “culpados” pelas constantes mudanças no comando das equipes, como os próprios técnicos e até mesmo os torcedores.

“O que os dados analisados mostram é um retrato do amadorismo dos dirigentes do País. Não conseguimos achar apenas um culpado, mas o dirigente é o principal responsável. É preciso ter maior responsabilidade no processo seletivo, que é negligenciado, porque acabam tomando a decisão de contratar um novo treinador em poucas horas”, analisou Galdino, que é mestre científico em Gestão Esportiva pela Universidade do Esporte da Alemanha em Colônia (Deutsche Sporthochschule Köln), em entrevista ao Estadão.

O especialista explicou por que os técnicos e os torcedores também têm parcela de culpa nas mudanças. “Os treinadores precisam de uma organização coletiva mais profissional, eles estão engatinhando ainda nesse trabalho. O treinador é depreciado no sistema e o jogador é supervalorizado. Já os torcedores, que são quem pagam as contas do clube no final, precisam exigir maior transparência dos clubes na tomada de decisão, exigir explicações sobre os motivos das mudanças. Porque os dirigentes vão a público para dar entrevista coletiva com os mesmos argumentos de sempre, sem explicar de maneira transparente até quais são as despesas envolvidas nessas trocas”.

O estudo analisou os Campeonatos Brasileiros de 2003 (quando teve início a fórmula de pontos corridos) até 2018 porque 2019 foi o ano de conclusão do trabalho. No ano passado, a competição teve 19 trocas. Nesta temporada, até agora, já foram 19 mudanças, restando ainda mais 15 rodadas para o término do torneio. Apenas seis clubes permanecem com técnicos que iniciaram o Brasileirão: Atlético-MG, São Paulo, Grêmio, Fluminense, Santos e Ceará.

Ainda de acordo com o estudo, “as mudanças de treinadores de futebol durante o Brasileirão não carregam efeitos práticos para a melhoria de rendimento esportivo de seus respectivos clubes. Em outras palavras, um novo treinador sozinho não muda a trajetória na realidade”. O trabalho aponta três fatores que influenciam o resultado da partida: mando de campo (262% a mais de chance de vitória para os mandantes), se é um clássico local (diminui 19,3% a chance de triunfo) e diferença entre os times na tabela (chance de vitória aumenta 2,3% a cada ponto de vantagem).

Para os pesquisadores, os clubes têm de passar por mudanças estruturais para diminuir as trocas de técnicos. Só isso não basta, porém. É preciso alterar o comportamento cultural dos dirigentes brasileiros. “Medidas profissionais podem ajudar a modificar tal postura crônica, como a implementação de um recrutamento cuidadoso e criterioso na seleção dos treinadores, aliado a produção de conteúdo estratégico com o departamento de comunicação do clube (apoiando o treinador com iniciativas que transmitam uma visão construtiva do líder técnico aos seus torcedores), além do investimento primordial em ciência e tecnologia como mecanismos que potencializem o trabalho do treinador e sua comissão técnica, beneficiando o rendimento esportivo do clube em longo prazo”, indicou o estudo.

 

 

Correio do Povo

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Esportes

NBA: LeBron James renova contrato com Los Angeles Lakers por 2 anos

Reporter Global

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Reuters/Direitos Reservados

 

Acordo entre jogador de 35 anos e equipe é de US$ 85 milhões

 

A estrela da NBA LeBron James renovou seu contrato com o Los Angeles Lakers por dois anos, em um acordo de US$ 85 milhões, disse o agente do jogador à imprensa nesta quarta-feira (2).

James, que completa 36 anos no final de dezembro, levou, em outubro, o Lakers a seu primeiro título da NBA em uma década, e ao 17º de sua história, conquistando ainda o prêmio de MVP (jogador mais valioso) das finais.

O jogador, que também conquistou dois campeonatos com o Miami Heat e um com o Cleveland Cavaliers, foi contratado pelo Lakers em julho de 2018, em uma transferência que mudou o equilíbrio de forças na NBA, pendendo em favor do sul da Califórnia.

 

 

Agencia Brasil

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Esportes

Dupla de Marau vence a 3ª etapa do Circuito Sesc de Pesca Esportiva

Reporter Global

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Evento foi realizado no dia 22 de novembro, em Tenente Portela

 

 

Com 41,6 kg de peixes capturados, a dupla Jonatas e Maikon, da cidade de Marau, foi a vencedora da 3ª etapa do Circuito Sesc de Pesca Esportiva. Realizado no dia 22 de novembro, no pesqueiro Alba Pesca e Lazer, o evento teve a participação de 30 duplas que, no total, pescaram 143 exemplares, completando 417 kg de peixes. Também subiram ao pódio nesta etapa as duplas Os Airton, de Carazinho (2º lugar), Fofo Pesca, de Tenente Portela (3º lugar), Isis e Marcelo, de Passo Fundo (4º lugar) e Pesqueiro Chinazzo, de Nicolau Vergueiro (5º lugar). Duas duplas não conseguiram pescar nenhum exemplar e disputaram o prêmio “Pé Frio” que ficou com a dupla Pesca com Alessandro (Débora Sonaglio e Alessandro Marques), de Carazinho. A etapa ainda premiou a Soltefish (Maicon e Milton Jr), de Sarandi, como a dupla mais rápida, e a Casal na Pesca (Edson e Bety), de Farroupilha, com o reconhecimento pelo maior exemplar – uma carpa cabeçuda de quase 8kg.

A disputa final do Circuito será realizada no dia 13 de dezembro, no Parque dos Peixes, em Nova Pádua. Após a etapa, serão conhecidos os campeões estaduais da competição. As 10 primeiras duplas do ranking estadual e o pescador do exemplar mais pesado ganharão troféus e premiação em dinheiro. Já o pescador mais rápido, o mais experiente e o mais jovem receberão troféus. Mais informações podem ser obtidas no site www.sesc-rs.com.br/esporte/pescaesportiva.

O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac segue atendendo as recomendações de evitar aglomerações e com cuidado redobrado com a saúde das equipes e clientes. Por isso, a recomendação é que o público siga cumprindo as orientações dos órgãos de saúde. A programação on-line e gratuita segue sendo atualizada nas redes sociais e no site www.pertodevc.com.br.

Circuito Sesc de Pesca Esportiva
Classificação da 3ª Etapa – Tenente Portela
1º lugar: Jonatas e Maikon (Marau)
2º lugar: Os Airton (Carazinho)
3º lugar: Fofo Pesca (Tenente Portela)
4º lugar: Isis e Marcelo (Passo Fundo)
5º lugar: Pesqueiro Chinazzo (Nicolau Vergueiro)

Classificação geral
1º lugar: Wafferpega (Capão Bonito do Sul / Casca)
2º lugar: Jonatas e Maikon (Marau)
3º lugar: Fofo Pesca (Tenente Portela)
4º lugar: Os Airton (Carazinho)
5º lugar: Cassiano e Néio (Marau)

Próxima etapa
13/12: em Nova Pádua, no Parque dos Peixes

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