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Cultura

Congresso promulga MP que regulamenta auxílio a setor cultural

Medida aprovada em julho foi publicada no Diário Oficial

Pável Bauken

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© Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil Política


O presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre, promulgou a Lei nº 14.036/2020, originada da Medida Provisória (MP) nº 986/2020, que define as regras de repasse dos recursos ao setor cultural, conforme previsto pela Lei Aldir Blanc, sancionada em junho.

A medida, aprovada em julho pelo Congresso, foi publicada (14) no Diário Oficial da União.

O texto prevê prazo de 120 dias para que estados, municípios e o Distrito Federal repassem os R$ 3 bilhões de recursos federais destinados a ações emergenciais no setor cultural. Os valores do auxílio que não forem utilizados deverão ser devolvidos à União. Uma nova regulamentação ainda deve informar a forma e o prazo para essa devolução.

De acordo com a lei, a aplicação dos recursos está limitada aos valores liberados pelo governo federal. Caso prefeitos e governadores queiram aumentar o valor dos benefícios repassados, deverão fazer a complementação com recursos próprios.

A Lei nº 14.017/2020, que instituiu o auxílio financeiro, foi chamada de Lei Aldir Blanc em homenagem ao escritor e compositor de 73 anos que morreu após contrair covid-19, em maio, no Rio de Janeiro. As atividades do setor -–cinemas, museus, shows musicais e teatrais, entre outros – foram umas das primeiras a interromper as atividades como medida de prevenção à disseminação do novo coronavírus no país.

O texto da lei prevê o pagamento de três parcelas de um auxílio emergencial de R$ 600 mensais para os trabalhadores da área cultural, além de subsídio para manutenção de espaços artísticos e culturais, microempresas e pequenas empresas culturais, cooperativas e organizações comunitárias. Esse subsídio mensal terá valor entre R$ 3 mil e R$ 10 mil, de acordo com critérios estabelecidos pelos gestores locais.

ebc

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Cultura

Festival dos Cataventos em Casa convida famílias e crianças a se divertirem juntas

Evento on-line acontece neste domingo, 27 de setembro

Pável Bauken

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Neste domingo, 27 de setembro, as Escolas de Educação Infantil do Sesc/RS convidam as famílias a se unirem para ter um momento de diversão e integração. A ideia do Festival de Cataventos em Casa é que os pais e os pequenos criem seus cataventos, registrem o momento e compartilhem no evento www.facebook.com/events/886535348541955, disponível na página do Sesc/RS no Facebook (www.facebook.com/sescrs).

Além de envolver os alunos dos Sesquinhos e suas famílias, o evento é aberto para toda a comunidade. O objetivo é proporcionar um domingo cheio de lazer, arte e criatividade e promover a integração entre os participantes da atividades. Mais informações sobre as Escolas Sesc de Educação Infantil podem ser obtidas no site www.sesc-rs.com.br/educacao/educacao-infantil.

O Sistema Fecomércio-RS/Sesc/Senac segue atendendo as recomendações de evitar aglomerações e com cuidado redobrado com a saúde das equipes e clientes. Por isso, a recomendação é que o público siga cumprindo as orientações dos órgãos de saúde. A programação on-line e gratuita segue sendo atualizada nas redes sociais e no site www.pertodevc.com.br.

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Cultura

Há 50 anos, Jimi Hendrix se tornou um imortal

Reporter Cidades

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Antes de partir, aos 27 anos, o garoto James Marshall Hendrix, Jimi Hendrix, teve tempo para tirar a guitarra do único contexto em que ela poderia ser vista até então, um instrumento do gênero musical que tinha a rebeldia no foco, e elevá-la à condição de um dos objetos personagem do mundo ocidental mais relevantes do século 20.

Por tudo o que fez com uma guitarra nas mãos, de preferência a Fender Stratocaster gelo que, canhoto, usava de forma invertida, Hendrix se tornou uma lenda antes mesmo de ter fechado o ciclo para essa narrativa com sua morte, há exatos 50 anos.

Eric Clapton e Pete Townshend estavam juntos quando viram um show de Hendrix na Inglaterra, levado dos Estados Unidos por Chas Chandler, ex-baixista dos Animals, que o descobriu tocando em um inferninho de Nova York. Clapton se virou para Townshend e disse tudo pelos olhos inconsoláveis qualquer frase que significasse o mesmo que “acabou pra gente.”

Não havia acabado, até porque Hendrix não apenas recriava o papel da guitarra na humanidade como vinha com uma linguagem tão avassaladoramente particular que não brigaria com ninguém. Não seria os Beatles soterrando os grupos norte-americanos de doo-wop ou o folk inglês dos anos 1950. Hendrix dizia que, a partir dali, havia muito mais a ser explorado.

Morte

Há 50 anos, Hendrix chegou ao Hotel Samarkand, no número 22 da Lansdowne Crescent, em Notting Hill, Londres, com sua namorada Monika Dannemann depois de passarem quase a noite toda em uma festa. Em circunstâncias que nunca foram completamente explicadas, ele morreria pouco tempo depois, aos 27 anos, deixando uma das obras breves mas mais respeitadas na música pop de sua era.

Estadão Conteúdo

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Cultura

Gramado: a primeira versão virtual do festival

Pável Bauken

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O Palácio dos Festivais vai estar vazio, mas mesmo assim começa nesta sexta-feira, 18, o 48º Festival de Cinema de Gramado, o mais glamouroso do País. Será uma edição atípica, que ninguém gostaria que fosse assim e tomara que nunca mais se repita: sem público, sem jornalistas, sem tapete vermelho, sem frisson. Mas o festival vive, acontece e poderá ser visto em várias plataformas.

Os longas brasileiros e estrangeiros serão exibidos pelo Canal Brasil, que começa a transmissão todos os dias (de 18 a 25 de setembro), a partir das 20h. Os dois primeiros longas que disputam os Kikitos são Por Que Você Não Chora?, da cineasta brasiliense Cibele Amaral, e El Silencio del Cazador, do argentino Martin Desalvo. Além deles, dois curtas, 4 Bilhões de Infinitos, de Marco Antonio Pereira, e Receita de Caranguejo, de Issis Valenzuela.

Os longas terão exibição única pela TV. Já os curtas permanecerão disponíveis no serviço de streaming Canal Brasil Play por tempo determinado. Os tradicionais debates dos concorrentes terão lugar, no dia seguinte à exibição dos filmes, a partir das 10h nos canais digitais do festival, no YouTube (festivaldegramado), site (www.festivaldegramado.net; e facebook com/festivaldecinemadegramado. O encerramento e a premiação serão ao vivo, em transmissão do Canal Brasil a partir das 20h do dia 28/9.

O restante da programação, composta pelos longas e curtas gaúchos, poderá ser visto no serviço de streaming do festival. Para quem não conhece Gramado, fica o aviso: os filmes locais bombam na serra gaúcha. As sessões são lotadas e animadíssimas e, algumas vezes, as grandes surpresas do festival vieram daí. Mesmo com a ausência desse público animado em clima de Gre-Nal (acirrada disputa futebolística entre Grêmio e Internacional), vale a pena acompanhar a produção do Estado. Para consultar a programação geral, acesse www.festivaldegramado.net/programacao/

Enfim, quem quiser assistir aos filmes e debates terá de se embrenhar nessa parafernália tecnológica de siglas, letrinhas e sites. A vantagem é que o festival, antes privativo de quem subia a serra gaúcha, agora estará disponível para muito mais gente, e em qualquer lugar do País. Isso é uma novidade.

Também para quem cobre o festival será uma experiência diferente Antes, escrevíamos e falávamos de filmes conhecidos apenas por quem estivesse acompanhando o evento in loco. Agora, potencialmente, qualquer pessoa assinante do canal e dona de uma conexão de internet poderá conhecer os filmes que estaremos comentando.

O evento se democratiza

Talvez seja um aceno para que, no futuro, quando a pandemia não for mais que uma triste lembrança, possamos ter versões mistas dos festivais de cinema – parte presencial parte online, para ser acompanhadas por quem não puder (ou quiser) se deslocar ao local.

Em termos da programação, Gramado 2020 não poderia ser mais promissor. Entre os longas, sete brasileiros e seis estrangeiros – todos inéditos no país. Seriam sete estrangeiros também, mas na última hora o boliviano Tu me Manques foi retirado da competição.

Entre os brasileiros, poderemos conferir o talento de um veterano como Ruy Guerra, que traz ao cardápio de Gramado seu novo longa-metragem, Aos Pedaços. Guerra é um patrimônio do cinema nacional, autor de obras-primas do Cinema Novo como Os Cafajestes e Os Fuzis. Dele, se pode sempre esperar ousadia e renovação.

A presença feminina mostra-se forte este ano, com três longas em concurso: Me Chama Que Eu Vou, de Joana Mariani, O Samba É Primo do Jazz, de Angela Zoé, e Por Que Você Não Chora?, de Cibele Amaral. Os outros concorrentes são King Kong em Asunción, de Camilo Cavalcante, Todos os Mortos, de Caetano Gotardo e Marco Dutra, e Um Animal Amarelo, de Filipe Bragança.

As tradicionais homenagens de Gramado serão mantidas: Troféu Oscarito para o ator Marco Nanini. Troféu Eduardo Abelin para a diretora e atual presidente da Spcine Laís Bodanzky. O Kikito de cristal vai para o ator uruguaio César Troncoso. E o Troféu Cidade de Gramado fica com a atriz Denise Fraga.

Mesmo com o distanciamento social, Gramado tem tudo para ser um sucesso – de público e de crítica.

BRASILIROS CONCORRENTES

Aos Pedaços

Ficção experimental de Ruy Guerra

King Kong em Asunción

Ficção de Camilo Cavalcante

Me Chama Que Eu Vou

Documentário de Joana Mariani

O Samba É Primo do Jazz

Documentário de Angela Zoé

Por Que Você Não Chora?

Drama de Cibele Amaral

Todos os Mortos

Drama de Caetano Gotardo e Marco Dutra

Um Animal Amarelo

Ficção de Felipe Bragança

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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