Como votaram os senadores gaúchos na reforma da Previdência – Portal Plural
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Política

Como votaram os senadores gaúchos na reforma da Previdência

Pável Bauken

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A aprovação da reforma da Previdência em segundo turno, na noite desta terça-feira (22), teve o apoio de dois senadores gaúchos. Assim como ocorreu na primeira rodada, no início de outubro, os senadores gaúchos Lasier Martins (Podemos) e Luis Carlos Heinze (PP) apoiaram o texto apresentado pelo governo.

O voto discordante na bancada do Estado foi o de Paulo Paim (PT), histórico defensor dos direitos trabalhistas. Aliás, a conclusão da tramitação da reforma no Senado só não ocorreu devido a um destaque defendido pelo petista.

Quando foi incluído para discussão, o texto, que defende a recriação de uma aposentadoria especial para quem trabalha em condições insalubres, gerou dúvidas em plenário. A regra foi extinta em 1995 e sua retomada representaria um custo fiscal de R$ 23,2 bilhões em uma década.

Percebendo a fragilidade da base de apoio do texto original do governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), suspendeu a votação de destaques e chamou uma sessão extraordinária para a ação para esta quarta-feira (23), às 9h.

Como votaram os senadores gaúchos nos dois turnos da reforma da Previdência:
– Lasier Martins (Podemos): sim
– Luís Carlos Heinze (PP): sim
– Paulo Paim (PT): não

Gaúcha/ZH

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Mundo

Polícia dos EUA prende filho de brasileiros que participou de invasão do Capitólio.

Reporter Regional

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A polícia dos Estados Unidos prendeu nesta quarta-feira (20) Samuel Camargo, um filho de brasileiros que vive na Flórida, pela participação dele na invasão ao prédio do Capitólio no último dia 6. Na ocasião, 5 pessoas morreram, após um um grupo de extremistas apoiadores do ex-presidente Donald Trump tentar impedir a certificação da vitória eleitoral de Joe Biden.

Camargo foi preso por, entre outras acusações, tentar impedir um policial de exercer seus deveres durante um tumulto e por desordem civil, ao entrar sem autorização em um prédio de acesso restrito.

Samuel Camargo é americano, mas os pais dele são de Sabinópolis, em Minas Gerais. Toda a família mora nos EUA.

A prisão ocorreu depois que os investigadores do FBI receberam denúncias de um ex-colega de turma de Camargo que tinha conexão com ele pelas redes sociais. Segundo o relatório do investigador, o filho de brasileiros havia publicado imagens de sua participação na invasão.

 

O relatório também aponta que Camargo admitiu que participou dos protestos em Washington DC em 6 de janeiro de 2021 e que depois voltou para a Flórida.

Em uma das imagens, Camargo aparecia com um pedaço de metal de alguma estrutura do prédio do Congresso e dizia que tinha levado uma lembrança.

Em outra imagem, ele aparece junto com uma multidão na escadaria do Congresso. Ele também publicou imagens em que ele luta com um policial para poder abrir uma porta do prédio.

De acordo com o relatório do FBI, alguns vídeos foram apagados posteriormente.

Pedido de desculpas

Camargo publicou um texto em uma de suas redes sociais no qual pede desculpas por suas ações em Washington DC. Ele afirmou que iria cooperar com as investigações e que ficaria longe das mídias sociais.

O agente do FBI que investigava a participação de Camargo fez uma ligação telefônica para o investigado. Durante a conversa, segundo os investigadores, ele se tornou “não-cooperativo” e chegou a questionar a lealdade do agente à Constituição dos EUA. Ele também afirmou ao agente que não tinha informação nenhuma para dar.

Horas depois, Camargo voltou a uma de suas redes sociais (apesar de ter dito que ficaria longe delas) e escreveu o seguinte: “Acabei de falar com o agente do FBI, eu acredito que fui inocentado”.

Fonte: G1

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Política

Carta de Bolsonaro a Biden foi ‘bastante construtiva’, diz embaixador dos EUA

Pável Bauken

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O embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, avaliou como “bastante construtiva” a carta do presidente Jair Bolsonaro ao recém-empossado presidente americano Joe Biden e destacou as menções do brasileiro à aproximação dos dois países

Em entrevista à rádio CBN, Chapman afirmou que “uma transição presidencial, seja no Brasil, seja nos Estados Unidos, é um tempo de oportunidades, de identificar quais são as prioridades de um lado ou de outro, de buscar entendimentos e de ter um diálogo direto, que não seja através da imprensa”.

Além disso, Chapman defendeu a realização de reformas econômicas no Brasil, que segundo ele aproximam o país de ser aceito como membro da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Segundo o embaixador americano, muitas reformas têm avançado no País, sob o governo atual e o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Questionado sobre os riscos de que o Brasil sofra críticas por seu desempenho no meio ambiente, Chapman lembrou que esse é um tema que deve receber “uma ênfase muito grande” do governo de Joe Biden. Sem falar em punições, o embaixador disse que os dois países podem “explorar quais são as oportunidades e chegar a acordos benéficos não apenas para o Brasil e os EUA, mas para o mundo”.

Estadão

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Política

Presidente da Assembléia de Santa Catarina é preso pela PF.

Reporter Regional

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O presidente da Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina), o deputado Julio Garcia (PSD), foi preso na manhã desta terça-feira (19) pela Polícia Federal durante a segunda fase da Operação Alcatraz. A informação foi confirmada pelo advogado do deputado, Cesar Abreu.

Segundo o advogado, Julio Garcia está na sede da Polícia Federal, em Florianópolis, para prestar esclarecimentos, e o mandado prevê prisão domiciliar. Ele também disse que a defesa ainda não se manifestará sobre a prisão porque não teve acesso aos detalhes da decisão que embasaram o pedido.

A assessoria da Alesc informou que aguarda mais detalhes sobre a decisão judicial para se manifestar sobre o assunto.

De acordo com a PF, a segunda fase da operação, chamada de “Hemorragia”, tem como alvo suposta organização criminosa suspeita de corrupção, fraude em procedimentos licitatórios e lavagem de dinheiro em Santa Catarina.

O foco desta fase envolve contratos firmados pelas secretarias estaduais, empresários do ramo de tecnologia e servidores públicos. Segundo a PF, contratações de serviços eram feitas sem cotação prévia de preços, ou ainda, instruídos com orçamentos apresentados por empresas que possuíam relacionamento societário ou comercial entre elas.

Foram expedidos 20 mandados de prisão – 11 mandados de prisão preventiva e outros 9 de prisão temporária, em Florianópolis, Joinville e Xanxerê. Houve ainda 34 mandados de busca e apreensão.

Além do deputado Julio Garcia, o empresário Jefferson Colombo, dono da empresa Apporti, foi preso preventivamente. A prisão preventiva do empresário foi confirmada pelo advogado dele, Francisco Ferreira. Em uma das denúncias da fase anterior da Operação Alcatraz, Jefferson Colombo foi apontado como operador financeiro do deputado estadual Julio Garcia no suposto esquema investigado.

A segunfa fase da Operação Alcatraz também cumpriu medidas cautelares como afastamento da função pública, proibição de contato com outros investigados e de se ausentar do país, além do bloqueio de patrimônio dos investigados em valores que variam entre R$ 928 mil e R$ 37 milhões.

A polícia afirmou ter identificado pagamentos irregulares que ultrapassam R$ 500 milhões. O Ministério Público participam das investigações.

Repórter Sérgio Guimarães

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