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Como se automotivarem qualquer ambiente

Reporter Global

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“Antes de mais nada, fica estabelecido que ninguém vai tirar meu bom humor.” A frase do escritor Fernando Sabino traduz o funcionamento de uma pessoa automotivada. Enquanto os colegas reclamam do salário, que é muito baixo, do chefe, que é injusto, do rapaz que senta ao lado, que quer lhe passar a perna, do concorrente, que inovou de novo, ou do cliente, que exige demais, o automotivado, em geral, segue animado com suas atividades.

Segundo a conselheira de carreira Karin Parodi, presidente da Career Center, esta característica está ligada ao perfil da pessoa. “Quem é assim naturalmente vê as coisas por um ângulo mais positivo”, diz ela. “Tem vontade de se superar, de correr riscos calculados, de celebrar as vitórias, aprender com os erros e continuar tentando”, afirma.

Estar motivado quando trabalha no que gosta ou está rodeado por profissionais inspiradores é fácil. Difícil é manter o bom humor e a disposição mesmo a despeito de circunstâncias adversas.

Difícil, mas possível. Porque se vontade e iniciativa são características básicas da automotivação, você pode decidir desenvolver esses aspectos porque quer. O primeiro a ganhar com isso é você mesmo. Afinal, é o seu esforço, o seu tempo e a sua vida diária que estão em jogo.

Em vez de ficar esperando que a empresa implemente novas técnicas de motivação para a equipe, aqui vão algumas dicas para você tomar as rédeas da sua relação com o trabalho hoje mesmo.

1. Descubra como funciona a sua engrenagem

Para ter noções de autoconhecimento, você não precisa necessariamente sair em busca de um terapeuta. Simplesmente vire suas antenas para você. Na prática, isso significa tirar um pouco do foco dos outros, do mercado, da lista de tarefas… para entender como você se sente diante de cada um desses itens. Se souber que tipo de situação gera que tipo de sentimento e reação em você, pode escolher melhor as brigas que quer comprar – e aquelas que é melhor evitar.

Tente ver as situações como se fosse o sujeito fosse um amigo – e não você mesmo. Aos poucos, vai começar a reconhecer também as tarefas que são fáceis para você, as que lhe são custosas e o que você tem prazer em fazer. “Só é possível ser uma automotivado se a pessoa tem autoconhecimento. Tem muita gente infeliz no trabalho simplesmente porque não sabe o que gosta, no que é bom e fica insistindo em atividades que não têm nada a ver com seu perfil”, diz Karin Parodi.

2. Seja disciplinado

Quanto mais disciplina, mais liberdade sentirá o profissional, segundo Gilberto Cavicchioli, professor dos cursos de pós-graduação e MBA em Gestão de Pessoas, na ESPM e na Fundação Getúlio Vargas. E a sensação de liberdade, por sua vez, é um dos combustíveis para a motivação no trabalho.

Hoje, muitas empresas oferecem mais autonomia aos funcionários, como horários flexíveis e a possibilidade de trabalhar de casa. Proporcionalmente, aumenta a necessidade de o profissional se comprometer com suas tarefas por iniciativa própria. “Pessoas disciplinadas costumam ter mais controle de seu tempo e suas atividades. Assumem mais responsabilidades e são donas de seu trabalho, consequentemente, se motivam mais por conta própria”.

3. Tenha um planejamento

Uma pessoa automotivada não espera apenas as metas lhe serem impostas, ela mesma as cria algumas para si, segundo Karin Parodi. “Elas traçam planos”, afirma. Assim, mesmo que esteja em um momento profissional ruim, consegue ver o todo, desenhar um futuro melhor e elaborar um caminho para alcançá-lo.

A sugestão é agir como se fosse seu chefe, criando metas e planejamentos de curto, médio e longo prazo para si mesmo.

O professor Gilberto Cavicchioli diz que todas as pessoas automotivadas que conhece fazem listas de metas a serem alcançadas, pessoal e profissionalmente. “Escreva tudo o quer conquistar no semestre ou no ano e deixe em algum lugar visível no seu ambiente de trabalho”. A ideia é que o lembrete sirva de inspiração e de guia, para que suas atitudes cotidianas estejam alinhadas com aquelas ambições.

4. Tire as ideias do papel

O planejamento é um meio, e não um fim. No momento seguinte à sua elaboração, execute-o. Realizar alimenta a automotivação. “Quando acerta, o automotivado sabe comemorar. Se erra, aprende alguma coisa”, diz Karin Parodi. A sugestão é arriscar-se independentemente do resultado, em vez de paralisar no “mas e se…”.

5. Espere pelo erro

Se quiser manter sua automotivação, persistência e resiliência são duas palavras com as quais deve se acostumar. Pessoas e acontecimentos na contramão de seus planos fazem parte da rotina. O mérito é manter-se motivado apesar deles.

Um caminho é evitar expectativas. Não espere o reconhecimento do chefe nem pelo bom-senso de um colega. Não espere nem estar certo em suas observações. “Ou muda-se os fatos (o que não está no nosso controle) ou mudamos a forma de encará-los. Isso, sim, podemos controlar”, diz Gilberto Cavicchioli.

6. Sua vida não é só trabalho

Uma maneira de aumentar o rendimento de sua motivação é ampliar sua carteira de investimentos. Se o trabalho é sua única fonte de felicidade, são grandes as chances de algo não sair como o planejado e você sentir que perdeu tempo e energia. “As pessoas mais motivadas fazem atividades de outras áreas além do trabalho, sejam técnicas, como uma pós-graduação, sejam físicas, como um esporte, sejam ligadas à espiritualidade e à mente, como meditação”, diz Cavicchioli.

É a velha discussão sobre equilíbrio entre as áreas profissional e pessoal. Imagine que sua vida é uma pizza e que cada pedaço é um departamento. A carreira é uma parte dela. As outras podem ser família, lazer, esporte, viagem… Se investir em várias fontes de satisfação, mesmo que as coisas no trabalho não vão bem por um período, você poderá tirar energia e vontade de outro lugar para seguir firme, forte e motivado. 

Época Negócios

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O Brasil se tornou uma nação de inadimplentes

Reporter Cidades

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Os números são alarmantes, principalmente porque o Brasil é o país dos juros altos. Neste cenário, os idosos estão cada vez mais afundados em dívidas, em grande parte para ajudar filhos e parentes, e acabam pagando um preço alto por isso, ou pior ainda, acabam não conseguindo arcar com todas as suas despesas, que normalmente são altas, principalmente com medicamentos, plano de saúde e alimentos.

Alguns especialistas acreditam que muitos idosos não alcançam uma aposentadoria tranquila pela falta de planejamento. Mas em alguns casos, quando há o planejamento, o mesmo acaba arruinado pela família, geralmente por filhos adultos ou parentes dependentes.

Um agravante para esses números são os empréstimos consignados. Como esse tipo de crédito é amplamente oferecido, com fácil acesso aos aposentados, muitos acabam recorrendo a eles para socorrer os familiares e as contas da casa. Ainda que utilize taxas menores, se comparadas a outros empréstimos, o crédito consignado acaba corroendo boa parte da renda do idoso.

São mais de 63,2 milhões de pessoas com contas atrasadas

Se as pessoas que têm dívidas em atraso no Brasil formassem um país, haveria uma nação maior do que a Colômbia e quase o dobro do Peru. Enquanto cerca de 63,2 milhões de pessoas vivem com contas atrasadas no Brasil, a população colombiana, por exemplo, é de 50,2 milhões de pessoas. O país imaginário só não seria maior do que o México, que tem 134,3 milhões de habitantes. Os dados são do professor do Insper, Ricardo Rocha.

O especialista utiliza as informações para abordar a troca de foco da educação financeira no Brasil. Na opinião de Rocha, é preciso olhar com atenção para todos os indivíduos, sobretudo os de mais baixa renda. “O crédito é fundamental na gestão das finanças pessoais e, de maneira correta, ajuda as famílias a construírem patrimônio. Então, é preciso gastar um pouco mais de tempo ensinando as pessoas a refletirem sobre o crédito, e não só sobre investimentos.

O endividamento das famílias, como visto, é um problema sério no Brasil. No entanto, é uma situação que, muitas vezes, pode ser corrigida com educação financeira, controle pessoal e organização, temas que são debatidos no Curso de Direito da Unijuí e que permitem a nós, estudantes, uma formação mais completa e antenada com as necessidades do mercado de trabalho!

 Luiz Carlos Nunes Castanho, acadêmico de Direito da Unijuí

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Você sabe o quanto paga de impostos em cada compra?

A Lei 12.471/12 nos trouxe um tanto de esperança para que essa luta, que nós consumidores vivemos diariamente, seja vencida. Mas, será que isso funciona na prática?

Pável Bauken

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A referida lei determina que, nos documentos fiscais relativos à venda de mercadorias e serviços, deverá constar destacadamente o valor aproximado dos tributos federais, estaduais e municipais cobrados dos contribuintes. Nossa Constituição Federal ganha destaque, na medida que estabelece: “A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços”. Podemos presenciar então, a necessidade e o dever de informar aos cidadãos consumidores o custo tributário embutido em cada mercadoria comprada.

Apesar da regulamentação tardia do dispositivo constitucional pela Lei 12.741/12, o consumidor consegue ter noção da carga tributária que está suportando como contribuinte de fato, muito embora não seja uma tarefa simples apurar o valor exato dos tributos embutidos no preço, ante os inúmeros tributos diretos e indiretos e a complexidade na apuração destes. Precisar o valor de tributos que compõem o preço de venda é uma tarefa complexa e depende, principalmente, de que os fornecedores e os demais integrantes da cadeia comercial indiquem aos adquirentes o montante de tributos recolhidos em cada etapa da comercialização. É claro que, se isso realmente funcionar na prática, o consumidor ficará chocado ao verificar o quanto lhe é cobrado de impostos!

A Lei 12.471/12 é uma grande conquista cidadã e devemos exigi-la para que haja o mínimo de transparência fiscal em nosso País. Ademais, sonhar é sempre possível e assim sonhamos com o dia em que o governo, que já gasta uma fábula com propagandas eleitorais, possa reservar, nos canais de comunicação, alguns minutos ou disponibilizar aplicativos de fácil compreensão e manuseio, para prestar contas de sua administração de forma concisa e didática. Algo bem simples, mas capaz de informar com clareza o quanto foi arrecadado e o quanto foi gasto com educação, segurança, saúde, aposentadorias, assistência social, pagamento de juros, despesas administrativas, investimentos em infraestrutura, etc. Há muitas formas a serem estudadas para que possamos nos manter esclarecidos e informados. Além disso, nosso papel é exigir e fiscalizar a destinação do arrecadamento de tantos tributos. Não podemos deixar esta tarefa para terceiros, como cidadãos consumidores e pagadores de impostos temos o dever de participar da gestão tributária de nosso País!

Cabe a nós manter a chama acesa e não deixar de reivindicar nossos direitos. Saber o que é feito com as finanças do País (nosso dinheiro) é um deles!

Katryanne Miranda Machado, acadêmica de Direito da Unijuí

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Os cinco erros mais comuns que todo iniciante no Marketing digital comete

Reporter Cidades

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É um desafio grande elencar apenas os 5 erros mais comuns quando damos início a essa aventura no mundo do Marketing digital, mas esses cinco erros me permitiram evoluir com eles e me aprimorar cada vez mais, até atingir o sucesso online:

1° erro – Acreditamos que por termos acesso à internet e já termos seguidores nas redes Sociais, podemos vender nossos produtos. Achamos que basta postar uma bela foto e pronto: a venda vai acontecer. Esse é o exato momento em que mais de 70% dos iniciantes desistem;

2° erro –  Acreditar nos milhares de Gurus que vendem soluções rápidas quase instantâneas para ganhar dinheiro, e a velha fórmula mágica de fazer determinada estratégia ou usar as redes sociais ficar milionário em pouco tempo;

3° erro – E o mais comum, é pegar o link do produto que você está tentando vender e mandar ver, sair pregando em tudo que é lado. Não pode ver uma publicação que vai nos comentários e deixa lá a sua obra registrada, achando que isso vai te trazer o tão sonhado comprador;

4° erro – Postar só propaganda do seu produto nas Redes Sociais. As pessoas odeiam propagandas, mas adoram comprar soluções! Portanto antes de postar, pesquise o que seu Público-alvo deseja, se coloque no lugar do outro, se pergunte se você gostaria de ver aquilo que você está postando.

5° erro – E o mais grave de todos: é não investir em conhecimento, achar que é uma besteira pagar um curso com um profissional que estudou muito, que já cometeu os 4 erros acima, achar que tudo é muito caro, que não precisa usar plataformas de ferramentas profissionais para automatizar seu trabalho. Acredite, se você cair nesse erro então talvez você acabe gastando muito mais tempo e dinheiro.

Esses 05 erros são os mais recorrentes e os mais primários. Existem outros muito piores, mas infelizmente ou felizmente a maioria passa por todos eles. Quem desperta para trabalhar da forma correta busca em primeiro lugar conhecimento e depois a forma de aplicar esse conhecimento. Por último, automatizar seu sistema de vendas com ferramentas que vão levar seu negócio on-line a ter uma alavancagem que não conseguimos realizar no corpo a corpo.

Então se você leu até aqui, quer dizer que é uma pessoa que quer começar da maneira correta, ou corrigir o que você acreditou que estivesse certo. Mas não se desespere, nós temos a solução para os seus problemas! Podemos te ensinar desde a maneira correta de postar na Redes Sociais, até usar o mais complexo funil de vendas. Basta que você goste de aprender e dedique um tempo a esse aprendizado.

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