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COMO GERAR MUITOS GANHOS NA EMPRESA – Portal Plural
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Maurício Anchieta

COMO GERAR MUITOS GANHOS NA EMPRESA

Maurício Anchieta

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Muitas ações podem contribuir para o crescimento de uma empresa. Porém uma das ações que considero muito importante para aplicação com os colaboradores necessita da participação dos gestores, e aí essa ação, na maioria das vezes, fica somente no papel, não entrando em ação.

A pesquisa de Clima Organizacional contribui em todas as frentes para o desenvolvimento da organização. Saber as expectativas de quem trabalha diariamente para gerar lucro à empresa é fundamental. Mas, realizada essa pesquisa, quem gera também será avaliado. Esse é o grande problema, quem comanda tem receio de ler o que os comandados, subordinados, pensam a respeito da forma que o “chefe” se relaciona com os todos, como os prestigia, como conduz, enfim, todas as ações do cotidiano.

Caro(a) gestor(a), se você solicitasse que cada um dos seus liderados comentasse como seria a empresa dos sonhos para ele trabalhar, como ele gostaria que fosse gerido, como ele gostaria que você conversasse com ele, como ele gostaria de ser instruído em realizar as tarefas, etc., você acredita que poderia descobrir como melhorar o ambiente de trabalho e, consequentemente, obter melhores resultados?

Numa pesquisa de Clima Organizacional, a participação dos colaboradores é voluntária, não obrigada. Porém, durante a aplicação do questionário virtual ou impresso, o sigilo do nome é obrigatório, pois a confidencialidade da pesquisa dará maior liberdade para que todos possam expor todas as questões sobre o trabalho e também a sua vida pessoal.

Após a aplicação da pesquisa, todos terão indicadores reais de como está o clima de sua empresa. Assim, ficará mais fácil trabalhar de forma direcionada, realizar mudanças, propor benefícios a partir de metas (se for o caso). A equipe de recursos humanos é quem irá comandar o processo num todo, aliando-se com os demais líderes e chefes de setores e também com gestores da empresa. Saber o resultado do que está sendo solicitado é importante, mas conceder o que é necessário é mais ainda.

Ao final da compilação de informações por meio da pesquisa, é preciso realizar uma apresentação aos profissionais participantes, num todo, ou com boa parte deles. Entenda, caro leitor, se eles participaram de uma pesquisa, será preciso apresentar os resultados, Ok? Esses serão favoráveis ou não, muitas vezes, para a organização.

Não esqueça que a pesquisa deve conter perguntas abertas e fechadas para que eles possam citar os detalhes que mais possuem interesse de comentar. Um bom clima é um investimento para a empresa. Diminui absenteísmo, valoriza o trabalho das pessoas, diminui a rotatividade, aumenta a participação (“vestem a camisa”), gera inovações, melhora produtividade, etc. Os benefícios são extraordinários, mas tem que ter coragem para fazer e admitir que todos precisam melhorar, inclusive o gestor, a gestora.

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Maurício Anchieta

O VÍRUS DO COITADISMO PICOU VOCÊ?

Maurício Anchieta

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Em nossas vidas, é possível levantarmos quantas vezes for preciso e somos capazes de fazer isso quantas vezes for necessário. Você já ouviu falar na palavra “empuxo”? Significa uma força vertical que empurra de baixo para cima no sentido contrário ao da força da gravidade.

O ser humano que compreender que o “empuxo” acontecerá a todos que maximizarem suas forças em momentos de dificuldade será aquele se sobressairá na sua carreira devido ao fato de saber canalizar toda a sua força mental em direção do êxito que deseja alcançar. Tudo são conquistas e devem ser comemoradas. Um caminho sem obstáculos levará você a um lugar sem destino algum.

O que ocorre na vida de muitas pessoas é que nesses momentos de dificuldades, ao invés do empuxo dar o empurrão na luta diária das próprias pessoas, muitas delas buscam o sentimento de autopiedade. Sentir-se vítima das situações, das circunstâncias, vai contra a força do empuxo que só você pode determinar a melhor hora de acioná-lo.

Caro(a) leitor(a), você pode até pensar que algumas pessoas possuem sorte em suas vidas, que alcançaram o sucesso porque tiveram muita sorte. Mas se elas hoje estão num patamar de vida que muitos gostariam de estar, pode ter certeza, quando elas estavam num momento anterior ao sucesso, elas disseram a si mesmas que iriam reverter a situação. Ninguém chega ao sucesso por acaso. Sua vida profissional tem 44 horas semanais, mas uma pessoa de sucesso não trabalha menos que 64 horas semanais. Quer pensar ainda que o sucesso bateu na porta dela? A sorte ajuda aqueles que não medem esforços.

Adversidades sempre existirão em nossas vidas, mas elas não irão determinar o que seremos e o que faremos. Está ganhando pouco no seu atual emprego? Se você se sentir vítima, continuará a ganhar pouco. Porém, ganhar pouco também é uma escolha sua. A atitude que você emprega em cada decisão refletirá nos resultados que conseguirá. Não deixe o vírus do “coitadismo” picar você. O antídoto é a sua atitude, a sua força de fazer diferente diante das circunstâncias que não são favoráveis. Enquadre diferente, faça de um desafio o início da prosperidade. Quanto mais no fundo do mar das adversidades estivermos, maior será a força de empuxo que estará a nosso favor para superarmos todas elas.

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Maurício Anchieta

O medo que coordena as nossas vidas

Maurício Anchieta

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Como é intrigante o receio que muitos de nós temos em cometer erros, falhas ou simplesmente fracassar em nossas vidas. O medo nos “trava”, bloqueia as nossas ações de ir adiante, limita as nossas vontades e desestimula o desejo de corrermos atrás das nossas metas, de alcançar os nossos grandes sonhos.

Medos que podemos ter: medo de errar, medo de ser rejeitado, medo de ser traído, medo de não conseguir o que desejo, medo de ouvir um “não”, medo de ficar pobre, medo de não conseguir ser um bom pai, medo de não ser uma boa mãe, medo de não ser um bom filho, medo de não ser bem sucedido profissionalmente, medo do fracasso, medo de não ser uma pessoa de sucesso. Quais destes medos você tem? Ou tem outros medos? Quais?

Que tal pensar que vale mais a pena sonhar bem alto, até mesmo onde a concorrência não ousa sonhar, e correr o risco de alcançar o que era quase impossível antes de tentar? Caso não dê certo, vale a reflexão: tentei o impossível, dessa vez não deu, mas agora sei como não fazer para dar errado.

Veja bem: tudo o que você tem feito diariamente tem levado você a alcançar os resultados que possui hoje. Mirar a lua é para poucos, é somente para os extraordinários. Já pensou em se tornar um deles? Se errar, pelo menos estará acertando numa das infinitas estrelas. Entendeu o que acontece com quem sonha alto? Falhar é muito humano, é absolutamente normal. A palavra fracasso não existe, o que existem são resultados insatisfatórios. Gosto muito de uma frase de Jim Rohn: “Se você não está disposto a arriscar, esteja disposto a uma vida comum”.

Ter uma vida comum me faz pensar em sobrevivência. Gostaria que todas as pessoas pudessem realmente viver a sua vida desfrutando daquilo que gostariam de aproveitar. O que ocorre é que se você limitar os seus sonhos e deixar os medos dominarem as suas ações, ter uma vida “diferente” será apenas um sonho que você não ousou sonhar com persistência. Pense nisso!

Para finalizar, reflita: “Aprendi que a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente medo, mas o que conquista esse medo”. Sabe quem escreveu essa frase? Nelson Mandela. Ele era um negro que…

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Maurício Anchieta

Eu faria falta na empresa onde trabalho?

Maurício Anchieta

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Não sei se você, meu caro leitor, cara leitora, já fez essa indagação algum dia em sua vida. Possivelmente não, mas convido para uma rápida reflexão neste momento sobre a pergunta: Caso eu pedisse para sair hoje da empresa onde trabalho, ela realmente sentiria a minha falta? Seja honesta consigo mesma.

Se você é uma das pessoas que rala todos os dias e foge do funcionalismo público, sabe que tem que matar um leão por dia para manter-se no emprego. Este é um risco que você está correndo diariamente e, portanto, é preciso doar-se ao máximo em prol dos objetivos da empresa.

Certa vez soube que numa pesquisa do jornal a Folha de São Paulo foi constatado que 79% das pessoas não dão o máximo de si no trabalho, não ofertam todo o seu potencial em prol da empresa. É um percentual altíssimo de trabalhadores que podem fazer mais e melhor e mesmo assim não o fazem.

Insatisfações dos mais diversos tipos e razões os desmotivam no dia a dia. Má remuneração, ambiente de trabalho desagradável, difícil relacionamento com superiores. Mentalmente esses fatores limitam o rendimento deles em benefício da organização. Estar incomodados os faz refém do trabalho mediano e insuficiente – aparentemente suficiente.

Pessoas que fazem isso no dia a dia são responsáveis pelos altíssimos índices mensais de demissões nas empresas e consequentemente de novas contratações. Fazer o melhor de si é plantar novas oportunidades, seja no seu atual local de trabalho, seja em outros, futuramente. O problema é que muitas pessoas creem que não é correto dar o máximo de si caso os gestores não estejam valorizando-as de acordo com à importância que elas têm.

Sempre tenho em mente que tudo o que estou fazendo alguém está vendo. Quando trabalhamos numa organização e prestamos serviço a outras pessoas, e se o trabalho for executado com excelência, as portas estarão sempre abertas para nós. A dica é: Quando você se sentir insatisfeito na empresa onde trabalha, não faça corpo mole, não esmoreça. Trabalhe ainda mais e fique mais feliz que antes, possivelmente, dessa forma, alguém lhe fará uma proposta para trabalhar em um lugar onde um dia você fará a diferença. Esteja sempre feliz aos olhos de quem o vê de fora.

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