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Como é o transplante de órgãos no Brasil

Quem tem interesse em ser doador deve informar os familiares

Reporter Cidades

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O transplante de órgãos é um procedimento cirúrgico de reposição de um órgão (como coração, fígado, pâncreas, pulmão e rim) ou tecido (medula óssea, ossos e córneas) de uma pessoa doente por outro órgão ou tecido normal de um doador, que pode estar vivo ou morto.

Um indivíduo vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte do pulmão ou ainda parte da medula óssea. Pela legislação, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Aqueles que não são parentes, só podem fazer a doação com autorização judicial.

Já a doação de órgãos de pessoas mortas se divide em dois os tipos de doadores: o primeiro é o doador falecido após morte cerebral, constatada segundo critérios definidos pela legislação e que não tenha sofrido parada cardiorrespiratória. Neste caso, ele pode doar coração, pulmões, fígado, pâncreas, intestino, rins, córnea, vasos, pele, ossos e tendões.

O segundo tipo é o doador que teve parada cardiorrespiratória, cuja morte foi constatada por critérios cardiorrespiratórios, ou seja, o coração parou de bater. Este doador pode doar apenas tecidos para transplante: córnea, vasos, pele, ossos e tendões. Em ambos os casos, a morte encefálica precisa ser confirmada.

Conforme define o Ministério da Saúde, a morte encefálica é a perda completa e irreversível das funções encefálicas, definida pela parada das funções corticais e de tronco cerebral. A Lei 9.434 estabelece que doação de órgãos após a morte pode ser feita somente quando a morte encefálica for constatada.

Caso a morte ocorra em casa, somente as córneas poderão ser doadas. A declaração de óbito deve ser providenciada e a intenção de doar deve ser feita de forma imediata à Central Estadual de Transplantes.

Autorização da família

De acordo com o Ministério da Saúde, um dos principais fatores que restringe a doação de órgãos é a baixa taxa de autorização da família do doador. Dados da pasta mostram que cerca de metade das famílias entrevistadas não concorda que sejam retirados os órgãos e tecidos do parente falecido para doação.

Por isso, para ser um doador, o Ministério da Saúde orienta que o interessado converse com sua família sobre o desejo de ser doador e deixe claro para que seus familiares autorizem a doação de órgãos após sua morte. No Brasil, a doação de órgãos só será feita depois da autorização da família.

Não podem ser doadores pessoas que não tenham documentação, indigentes ou menores de 18 anos sem a autorização dos responsáveis.

Sistema Nacional de Transplantes

Na doação em vida, é possível escolher o receptor dos órgãos. Já para a doação após a morte, nem o doador nem a família podem escolher quem vai receber o órgão. O receptor será então o próximo da lista única de espera de cada órgão ou tecido, definida pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de cada estado e controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).

A posição na lista é determinada por critérios como tempo de espera e urgência do procedimento. Para determinar a compatibilidade entre doador e receptores, são feitos exames laboratoriais.

Depois de confirmada a morte encefálica, a família autorizar a doação e um receptor compatível ter sido localizado, a retirada dos órgãos para o transplante é feita em um centro cirúrgico, como em qualquer outra cirurgia, por equipe de cirurgiões autorizada pelo Ministério da Saúde e que sejam treinados para esse procedimento. Na sequência, o corpo é recomposto e liberado para a família para realização de velório, se for o caso.

Não há custo para a família do doador de órgãos, assim como não há qualquer pagamento também.

EBC

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FUMSSAR desenvolve Projeto Pós COVID

Pável Bauken

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Desde que a pandemia começou, a Fundação Municipal de Saúde está envolvida no acompanhamento, tratamento e monitoramento de todos os pacientes. Um dos trabalhos realizados pela FUMSSAR é o Projeto Pós COVID. Desde setembro do ano passado, uma equipe de profissionais atende e acompanha os pacientes.

Participam do projeto, pessoas diagnosticadas com COVID-19, que estiveram internadas em hospital. Após a alta, o usuário ou familiar, busca atendimento na Unidade Básica de Saúde, onde uma equipe avalia e realiza o encaminhamento para o tratamento especializado. Segundo o Presidente da FUMSSAR, Délcio Stefan, “Esse trabalho está sendo de suma importância, pois temos muitos pacientes que precisam de atendimento e acompanhamento após a internação. Vamos seguir implementando ainda mais esse projeto para que tenhamos a garantia de que todos estejam bem”.

O trabalho “Pós COVID” é realizado por uma equipe multiprofissional na qual participa: médico, fonoaudiólogo, técnico de enfermagem, psicólogo, fisioterapeuta, enfermeiro e terapeuta ocupacional.

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Estado anuncia quitação em dia dos salários até abril de 2021

Portal Plural News HZ

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O governador Eduardo Leite anunciou, nesta quarta-feira (27/1), o calendário de pagamento do funcionalismo até o mês de abril de 2021, que deverá ser mantido em dia, como ocorre desde novembro de 2020.

A possibilidade de anunciar pela primeira vez o calendário para período mais dilatado se devem aos cenários traçados pela Secretaria da Fazenda com base nas projeções de ICMS, no calendário do IPVA e nos impactos das reformas que geraram resultados já em 2020. No final de maio, o governo deverá atualizar as informações sobre os pagamentos seguintes.

“Essa é uma grande conquista do nosso Estado, porque os atrasos ocorriam há 57 meses. A retomada só foi possível porque o nosso governo fez uma série de reformas, que completam um ano agora, em janeiro. Graças às reformas, reduzimos o déficit previdenciário em mais de R$ 1 bilhão”, disse o governador em vídeo divulgado nas redes sociais (veja abaixo).

Leite destacou que as reformas nas carreiras dos servidores, o avanço nas privatizações, concessões e parcerias com o setor privado, e a gestão adequada do caixa do Estado estão fazendo com que o Rio Grande do Sul honre seus compromissos com servidores, hospitais, prefeituras e fornecedores. Além disso, têm permitido que o RS volte a investir, por meio de obras de saneamento e infraestrutura, como melhorias em estradas e aeroportos, e reposição de servidores da Segurança Pública e da Educação, em novo concurso que ocorrerá em breve.

“É muito importante que o Rio Grande do Sul continue neste caminho e aprofunde as reformas da máquina pública. São elas que permitem colocar os salários em dia e estão criando um Estado mais moderno, competitivo e, por consequência, um Estado melhor para todos”, acrescentou.

O governo firmou compromisso, em janeiro de 2019, de garantir máxima previsibilidade aos servidores, sempre anunciando as condições de pagamento até o final de cada mês. “Mantemos esse compromisso de transparência, inclusive quando é possível anunciar um calendário mais longo, como ocorre neste momento em que regularizamos o fluxo de caixa, com os salários e os fornecedores da Tesouraria Central em dia”, afirmou Leite.

Para o secretário da Fazenda, Marco Aurelio Cardoso, o Estado passa por um momento muito importante. “O governo tem um plano de ajuste que vem sendo implementado desde 2019. Com contenção de despesas e modernização da receita, com as reformas previdenciária e administrativa, com o apoio da Assembleia para a manutenção de alíquotas em 2021 e, mais recentemente, com a regularização do fluxo de caixa, avançamos em etapas muito relevantes para as finanças, que podem ser percebidas pela sociedade gaúcha, como na possibilidade de planejar a reposição de servidores em áreas estratégicas nos próximos anos. Mas este processo não terminou, seguimos sem condições de pagar a dívida com a União e com o décimo terceiro de 2020 sendo quitado em parcelas, que são algumas das evidências de que precisamos seguir avançando”, afirmou o secretário.

Marco Aurélio acrescentou que neste mês de janeiro também está confirmado o pagamento da primeira parcela do 13º salário de 2020, no valor de R$ 115,2 milhões. Ainda de acordo com o secretário, o quadro econômico é incerto e a fragilidade fiscal do Estado impõe a continuidade de medidas firmes de contenção de gastos e de modernização da gestão. “Colocar o salário em dia é reflexo de um processo em curso, mas não significa de forma alguma a solução de todos os desafios. O Estado não tem poupança, segue com pagamentos suspensos por liminar e dependemos da arrecadação de cada mês para pagar as despesas básicas”, ressaltou.

Conforme o Tesouro do Estado, a quitação da folha do Executivo será feita sempre nos últimos dias úteis de cada mês, conforme cronograma abaixo. O Tesouro também ressalta que neste mês de janeiro seguem em dia os pagamentos dos fornecedores da Tesouraria Central, como merenda escolar, transporte escolar, serviços e obras de construção, ampliação e reforma de escolas e outros imóveis destinados à área da segurança, locações ou fornecimento de máquinas, de equipamentos e de veículos, seguros, limpeza, vigilância e mão de obra terceirizada, entre outros, que foram regularizados no final de 2020.

Programação da quitação da folha do Executivo até abril:
• Folha de janeiro + 1ª parcela do 13° de 2020:       29/1
• Folha de fevereiro + 2ª parcela do 13° de 2020:    26/2
• Folha de março + 3ª parcela do 13° de 2020:         31/3
• Folha de abril + 4ª parcela do 13° de 2020:            30/4

Fonte: Acessoria de Imprensa

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90ª Festa Nossa Senhora dos Navegantes de Porto Mauá está cancelada

O motivo é a pandemia do coronavírus

Pável Bauken

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A festa religiosa é uma das maiores e tradicionais da região, atraindo anualmente entre 7.000 a 15.000 pessoas.

A primeira edição da festa foi realizada em 1931, sendo que apenas em 1941 não ocorreu devido a troca de local do evento, subindo 1.100 metros do ponto onde ocorreu o resgate e havia sido construído a primeira capela, ou seja, mudou para o local onde é realizado atualmente.

Devido a pandemia do coronavírus, a 90ª Festa de Nossa Senhora dos Navegantes, de Porto Mauá está cancelada. A festa cristã é realizada anualmente no dia 02 de fevereiro.

Haverá apenas: Tríduo nos pavilhões, sem cadeiras, nos dias 29, 30 e 31, às 19h30min; Procissão (carreata com carros) levando a imagem, às 9h30min; Missa, sem cadeiras, às 10h e retirada de churrasco / saladas a partir das 11h sem bancos / cadeiras.

Desde 1931 até 2014, milhares de pessoas participavam anualmente das procissões fluviais, tanto nas balsas de madeira (antigas), como nas de metais (atuais), sendo que nunca ocorreu nenhuma morte, mas a partir de 2015, por medida de segurança da Marinha, somente foi permitido o ingresso nas balsas o número de pessoas de acordo com a quantia de coletes salva-vidas, reduzindo para pouco mais de uma centena de participantes em cada balsa, tirando o brilho das festas (ponto alto), consequentemente, reduzindo gradativamente o número de pessoas que vem participar da procissão fluvial.

Informação Vilson Winkler

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