Como a inteligência artificial está transformando a gestão financeira para investidores
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Como a inteligência artificial está transformando a gestão financeira para investidores

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Foto: Summit Art Creations em Adobe Stock

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A inteligência artificial (IA) está revolucionando a forma como interagimos com a tecnologia e executamos nossas tarefas diárias, incluindo a gestão financeira. Entre as muitas mudanças trazidas pela IA, destaca-se o potencial para otimizar o tempo e melhorar a qualidade das decisões financeiras. Em breve, compreender ao menos o básico sobre IA não será apenas uma vantagem competitiva para investidores individuais, mas uma necessidade essencial para navegar com sucesso no mercado financeiro moderno.

A Era dos Dados na Gestão Financeira Pessoal

Vivemos em um mundo inundado de dados. Notícias financeiras, relatórios empresariais, tendências de mercado e indicadores econômicos são gerados em um volume gigantesco diariamente. Para investidores individuais, acompanhar tanta informação sem o auxílio da tecnologia seria impossível. Felizmente, a IA oferece ferramentas poderosas para consolidar dados de diversas fontes, identificar padrões e detectar tendências que seriam impossíveis de perceber manualmente.

Por exemplo, a IA pode analisar o histórico de preços de ações, volume de negociações e notícias setoriais para prever o desempenho futuro de uma empresa. Isso permite aos investidores antecipar tendências e ajustar suas carteiras de investimentos de forma proativa. Dedicar um tempo para entender como essas ferramentas funcionam pode proporcionar um assistente financeiro disponível 24/7, oferecendo suporte e consolidando informações em um volume muito maior do que seria possível fazer sozinho.

IAs Simplificam a Gestão de Investimentos

Aprender o básico sobre IA não é uma escolha, mas uma necessidade para aproveitar ao máximo os avanços tecnológicos em prol do crescimento patrimonial. Hoje, plataformas de IA já realizam análises de empresas com base em dados de Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), disponíveis publicamente nos sites de Relação com Investidores (RI) das empresas. No entanto, para fazer bom uso dessas informações, é necessário ter conhecimentos elementares sobre análise de ativos. Afinal, dados podem ser gerados aos milhares, mas sem saber como interpretá-los, eles não passam de informações desorganizadas.

Portanto, continue buscando aprender sobre finanças. As ferramentas de IA irão potencializar seu conhecimento e fornecer informações que auxiliem nas suas decisões financeiras.

Tempo é o Seu Recurso Mais Precioso: Use a IA para Otimizá-lo

Mesmo que você esteja começando no mundo dos investimentos, há muitos recursos que podem otimizar seu tempo e ajudar na organização de suas finanças pessoais. Com mais tempo livre, você poderá se dedicar a estudar e aprofundar seus conhecimentos para investir cada vez melhor. Existem várias IAs e aplicativos alimentados por IA para a gestão de finanças pessoais que ajudam a controlar despesas, planejar orçamentos e investir de maneira mais eficaz.

Uma simples consulta ao Google ou ao ChatGPT pode revelar inúmeras opções. Muitas dessas ferramentas possuem versões gratuitas, então, teste várias até encontrar as que melhor atendem às suas necessidades. Funcionalidades como rastreamento de receitas e despesas, planejamento, gestão de metas, relatórios financeiros e alertas de gastos podem simplificar sua rotina e dar uma visão abrangente de como você se relaciona com o dinheiro.

Atenção à Segurança dos Seus Dados

Os ganhos de tempo e otimização de resultados que a IA pode proporcionar aos investidores são inegáveis. No entanto, a IA é um facilitador, e o controle de suas finanças e decisões ainda é sua responsabilidade. Muitas ferramentas disponíveis no mercado brasileiro permitem a integração com informações de bancos, corretoras e cartões de crédito. É essencial ler os termos de uso e política de privacidade dessas plataformas cuidadosamente, afinal, são seus dados financeiros. Certifique-se de utilizar ferramentas que estejam em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), regulamentadas e registradas nos órgãos competentes. Nunca aceite os termos sem ler e entender o que está sendo aceito.

A inteligência artificial veio para simplificar a gestão de suas finanças, fornecer maior escala e precisão nos dados para que você possa tomar decisões financeiras bem fundamentadas, mitigando erros. No entanto, é fundamental manter-se alerta e crítico quanto à sua segurança cibernética.

Fonte: Estadão

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Ciência

Nomofobia: Entenda o medo irracional de perder o celular

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Nomofobia: Entenda o medo irracional de perder o celular
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A proliferação dos smartphones no dia a dia das pessoas trouxe um novo desafio para a saúde: a nomofobia, um medo irracional de ficar sem o celular. O termo, derivado de “no mobile phone phobia” em inglês, descreve a intensa ansiedade que pode ser experimentada ao perder o acesso aos dispositivos móveis.

Para muitos, o celular se tornou um meio de escape, facilitando a comunicação, o acesso à informação, a distração e até mesmo a realização de tarefas cotidianas. O receio de ficar sem o aparelho pode se manifestar de várias maneiras, como a preocupação com a perda, a falta de bateria ou a ausência de sinal.

Embora ainda pouco discutida, a nomofobia e seus impactos na saúde mental podem ser significativos e requerem atenção. De acordo com Marcos Gebara, psiquiatra e presidente da Associação Psiquiátrica do Estado do Rio de Janeiro (Aperj), o comportamento se torna patológico quando começa a interferir negativamente na vida profissional, afetiva e familiar.

Identificar o transtorno pode ser desafiador, pois seus sintomas muitas vezes são confundidos com hábitos comuns de uso de celular. No entanto, há sinais específicos que podem indicar sua presença:

  • Ansiedade ou pânico ao perceber a ausência do celular;
  • Verificação constante do aparelho, mesmo sem notificações;
  • Priorização do celular em detrimento de outras atividades importantes;
  • Preocupação constante com o celular e suas consequências;
  • Sintomas físicos como palpitações, suor excessivo e tremores ao ficar sem o aparelho.

Esses comportamentos podem revelar uma dependência emocional e psicológica do celular, afetando negativamente a qualidade de vida.

A nomofobia pode evoluir para outros transtornos, como depressão e síndrome do pânico, além de contribuir para o isolamento social ao preferir interações virtuais em detrimento das presenciais. Especialistas destacam que crianças e adultos são igualmente vulneráveis, mas que o impacto pode ser mais severo nas crianças, devido à intensa busca por aceitação social e influência dos pares.

Adultos, por sua vez, tendem a desenvolver mecanismos para controlar e gerenciar o tempo de uso do celular, mas ambos os grupos necessitam de limites claros. Recomenda-se às crianças um máximo de duas horas diárias de uso recreativo de dispositivos eletrônicos, enquanto os adultos devem equilibrar o tempo de tela com atividades offline, especialmente em momentos como refeições e antes de dormir.

As causas da nomofobia são diversas, incluindo o uso extensivo da tecnologia, a dependência das redes sociais e a pressão por estar sempre conectado e atualizado. Indivíduos com histórico de ansiedade, baixa autoestima ou dificuldades em lidar com o estresse são mais suscetíveis. O tratamento geralmente envolve psicoterapia, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), além de práticas de autocuidado como meditação e exercícios físicos.

Para reduzir a dependência do celular, especialistas recomendam estabelecer horários específicos para uso, desativar notificações desnecessárias, praticar mindfulness, dedicar tempo a atividades offline e programar momentos de desconexão digital. Essas estratégias podem ajudar a melhorar a saúde mental e restaurar o equilíbrio na relação com a tecnologia.

Fonte: CNN Brasil

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Destaque

Galaxy Ring: Anel inteligente que monitora sono e atividades físicas será lançado no Brasil neste semestre

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Foto: Samsung/Divulgação
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A Samsung revelou o lançamento do Galaxy Ring, seu primeiro anel inteligente, nesta quarta-feira (10). Previsto para chegar ao Brasil ainda este ano em três cores – preto, dourado e prateado – o preço em reais ainda não foi divulgado pela empresa.

O Galaxy Ring funcionará exclusivamente conectado a celulares e relógios da própria marca, sincronizando dados através do aplicativo Samsung Health. Embora não seja obrigatório possuir um smartwatch, a utilização do produto é otimizada quando emparelhada com o Galaxy Watch 7 ou Galaxy Watch Ultra da Samsung. Segundo a fabricante, a duração da bateria pode aumentar em até 30% quando utilizados em conjunto.

O Galaxy Ring possui 7 milímetros de largura por 2,6 mm de espessura e pesa entre 2,3 e 3 gramas, variando conforme o tamanho. Serão disponibilizados 9 tamanhos, do 5 (pequeno) ao 13 (grande), garantindo que o dispositivo se adapte a diferentes dedos.

A autonomia da bateria varia de acordo com o tamanho do anel:

  • Tamanhos 5, 6 e 7: 5 dias
  • Tamanhos 8, 9, 10, 11: 6 dias
  • Tamanhos 12 e 13: 7 dias

Embora possa ser usado em qualquer dedo, a Samsung recomenda o uso no dedo indicador.

Funcionalidades

O Galaxy Ring é descrito pela Samsung como um “assistente de bem-estar”, permitindo o monitoramento avançado do sono e acompanhamento de dados de saúde, incluindo ciclo menstrual e ovulação. Detecta automaticamente caminhadas e corridas e é resistente à água até 100 metros, ideal para natação.

O anel também possui recursos de inteligência artificial, como a “Pontuação de Energia”, que avalia dados de sono, atividade e frequência cardíaca para indicar o nível de energia do usuário. Além disso, permite comandar ações no celular, como desativar alarmes ou tirar fotos, com um simples toque.

O Galaxy Ring será acompanhado por um estojo de acrílico, indicando o status de carga do dispositivo. A recarga pode ser realizada via cabo USB-C com carregador de parede ou base sem fio.

Apesar do lançamento da Samsung, anéis inteligentes não são novidade, com outras empresas como Oura, Circle e Ultrahuman já oferecendo produtos similares no exterior. A empresa finlandesa Oura, por exemplo, lançou seu anel original em 2015 e está atualmente na terceira geração.

Fonte: G1

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Destaque

Com alta de 139% nas vendas, setor de veículos elétricos se consolida

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Foto: Divulgação
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Com o aumento da oferta de produtos no mercado e os primeiros passos na expansão da rede de recarga, a venda de veículos elétricos cresceu significativamente no Rio Grande do Sul. No primeiro semestre deste ano, o número de veículos eletrificados leves novos aumentou 139% em comparação ao mesmo período de 2023, de acordo com dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).

Especialistas e integrantes do setor afirmam que esse crescimento confirma a expansão desse tipo de veículo no mercado nacional. Esse diagnóstico, juntamente com o incentivo federal para a descarbonização dos veículos brasileiros, aumenta as expectativas para possíveis investimentos na área de eletrificação.

O Rio Grande do Sul registrou 3.920 emplacamentos de veículos leves eletrificados de janeiro a junho deste ano. No mesmo período do ano passado, esse total foi de 1.639 unidades. Esse número inclui tanto veículos híbridos quanto aqueles movidos puramente por energia elétrica. Em nível nacional, foram vendidos 79.304 carros desse tipo no primeiro semestre, um aumento de 146% em relação ao ano passado. Embora esses números ainda estejam longe de representar a totalidade da frota comercializada no país e no estado, o crescimento é exponencial.

Em maio, houve uma redução brusca nas vendas de elétricos devido aos efeitos da inundação no registro de veículos, mas o setor voltou a acelerar em junho.

No Rio Grande do Sul, os veículos 100% elétricos (BEV) representaram cerca de 45% das vendas de eletrificados no primeiro semestre, seguidos pelos híbridos plug-in (PHEV), com 24,3% dos emplacamentos.

As empresas buscam fazer um mix de produtos, incluindo eletrificados e movidos a combustão. No final de junho, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei que cria o programa de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), que incentiva a descarbonização e a produção de veículos sustentáveis no país. O diretor da ABVE acredita que o programa impulsionará o setor de eletrificados:

— Com base nessa política, que também foca na eficiência energética, novas montadoras devem aprofundar investimentos no Brasil para fazer a transição do veículo a combustão para o veículo eletrificado, seja ele híbrido, híbrido plug-in ou 100% elétrico.

Rede de recarga

No ano passado, foi lançada a Rota Elétrica do Mercosul, com 10 pontos de recarga rápida entre Santa Vitória do Palmar e Torres. A iniciativa é fruto de um projeto desenvolvido em parceria pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e pela CEEE Equatorial. Além disso, postos de recarga estão espalhados por estacionamentos, pontos comerciais, oficinas e shoppings em Porto Alegre. Mesmo assim, a rede precisa avançar.

Preocupação com a reforma tributária

O grupo de trabalho criado pela Câmara dos Deputados para tratar da regulamentação da reforma tributária incluiu os carros elétricos na cobrança do Imposto Seletivo, que possui uma alíquota maior. Conhecido como imposto do pecado, incide sobre produtos considerados prejudiciais à saúde, como cigarros e bebidas alcoólicas, e ao meio ambiente. Esse movimento gerou preocupação no setor.

Fonte: GZH

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