Acesse aqui
Rádio Web Portal Plural
Comissão aprova aumento, e fundo eleitoral pode chegar a R$ 3,8 bilhões em 2020 – Portal Plural
Connect with us

Política

Comissão aprova aumento, e fundo eleitoral pode chegar a R$ 3,8 bilhões em 2020

Pável Bauken

Publicado

em



 

A Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional aprovou nesta quarta-feira (4) o valor de R$ 3,8 bilhões para o fundo eleitoral em 2020.

O valor foi aprovado durante a votação do Orçamento do ano que vem. Para virar lei, contudo, o texto ainda precisa ser aprovado pelo plenário do Congresso.

Inicialmente, o governo havia proposto R$ 2,5 bilhões para o fundo. Depois, revisou o valor para R$ 2 bilhões. Nesta terça (3), o relator do Orçamento, Domingos Neto (PSD-CE), propôs aumentar para R$ 3,8 bilhões.

Segundo o relator, foi possível aumentar o valor do fundo porque houve revisão na estimativa de receitas de dividendos, isto é, na parcela à qual o governo tem direito com o lucro das empresas estatais. A previsão para esse lucro passou de R$ 6,5 bilhões para R$ 13,5 bilhões.

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que o fundo eleitoral é um tema “sensível” e que precisa ser “muito bem justificado, explicado, para a sociedade”.

“Eu sempre tenho dito que essa questão do fundo, ela é sempre muito sensível. Então qualquer valor – mesmo o valor da eleição passada, mais ainda um valor maior – precisa ser muito bem justificado, explicado para a sociedade. Todo mundo sabe que, na democracia, a eleição precisa ser financiada, e o financiamento privado está vedado. Então precisa se construir no financiamento público, mas tem que se avaliar o valor e de onde se vai tirar o recurso, para que a sociedade compreenda, com o mínimo de desgaste possível para o Congresso Nacional”, declarou Maia.

Fundo eleitoral
O Fundo Especial para Financiamento de Campanha, conhecido como fundo eleitoral, integra o Orçamento Geral da União (OGU) e é abastecido somente com dinheiro público.

Esse fundo é diferente do fundo partidário, composto por dotações orçamentárias da União, dinheiro oriundo de multas, de penalidades, de doações e de outros recursos financeiros.

Na eleição de 2018 – na qual foram eleitos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais –, o fundo eleitoral contou com R$ 1,7 bilhão. Na eleição de 2020, serão eleitos prefeitos e vereadores.

O que diz o relator
Após a aprovação do relatório, o deputado Domingos Neto foi questionado se os recursos destinados ao fundo eleitoral deveriam ser direcionados, por exemplo, para outras áreas como saúde e educação.

O relator respondeu, então, que também houve aumento nos repasses para essas áreas, acrescentando que o aumento do fundo eleitoral é o “custo de manter o processo democrático”.

“Essa é uma decisão do Congresso Nacional. Nós tomamos uma decisão no passado de afastar o capital do processo politico, proibindo ação empresarial que foi o que acabou promovendo tudo o que está aí hoje. Você dizia que tinha a bancada daquela empresa”, afirmou.

Domingos Neto afirmou, ainda, que a eleição municipal é justamente a que tem “maior número de candidatos” e, embora o valor do fundo tenha aumentado, esta será a eleição “mais barata da série histórica”.

G1

Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Vereador Aldair Melchior assume o cargo de prefeito interino

Pável Bauken

Publicado

em



O presidente da Câmara de Vereadores, Aldair Melchior, assumiu interinamente nesta segunda-feira, 30, o cargo de prefeito de Santa Rosa, considerado o período de férias do prefeito Alcides Vicini e do Vice-prefeito Luís Antônio Benvegnú, pelo período de cinco dias. Cumprindo agenda no gabinete na manhã desta segunda-feira, recebeu a visita dos vereadores Miro Jesse, Paulinho dos Santos, presidente e vice do Cidadania, e do vereador Fernando Borella, que fizeram questão de cumprimentá-lo. Também esteve reunido com o secretário do Sintralog, Oscimar Felipiini e o Presidente da Coperluz, Querino Volkmer.

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Política

Candidato que teve apoiador detido com dinheiro na cueca atribui derrota à fiscalização: ‘Muitos policiais nas ruas’

Reporter Global

Publicado

em

Dinheiro foi encontrado nas calças de apoiadores de Naumi Amorim, prefeito de Caucaia candidato à reeleição — Foto: Reprodução

 

Um dia antes da eleição, irmão de Naumi Amorim, candidato derrotado em Caucaia, foi detido por suspeita de crime eleitoral com dinheiro na cueca.

 

 

O candidato derrotado na tentativa de se reeleger em Caucaia, Naumi Amorim (PSD), atribuiu a derrota nas urnas ao trabalho de fiscalização de policiais no dia da eleição, no domingo (29).

 

“A gente teve desvantagem nas fiscalizações, muitos policiais nas ruas. E a gente atribui [a derrota] a essa perseguição”, afirmou.

Caucaia recebeu reforço na segurança com policiais da estado do Ceará, além da Força Nacional e Forças Armadas. Um dia antes da eleição, no sábado (29), o irmão de Naumi e secretários de sua gestão, foram detidos após serem flagrados com R$ 600 mil na cueca e em sacolas.

Naumi afirma também que a operação que deteve o seu irmão “impactou” na sua campanha. Questionado sobre a origem do dinheiro, o candidato derrotado afirmou apenas que a “perseguição” foi uma ação para “vencer no tapetão”, sem esclarecer o questionamento.

Cinco apoiadores de Naumi foram detidos. Segundo o delegado responsável pelo caso, todos foram ouvidos e liberados. A maioria, contudo, escolheu permanecer em silêncio quando foram interrogados por policiais federais.

Segundo o delegado, Alan Robson Alexandrino, afirma que a situação é considerada suspeita de crime eleitoral. “O material vai ser analisado. O importante é o trabalho de investigação para chegar ao caminho desse dinheiro.”

 

Reforço em Caucaia

O capitão Brito, que coordenou a atuação da Força Nacional em Caucaia, afirma que a presença dos agentes coibiu os crimes eleitorais na cidade.

“Desde que a Força Nacional foi empregada aqui no município de Caucaia, a gente vem percebendo uma queda nos índices de criminalidade. Até o presente momento, a Força Nacional vem atuando, garantindo a manutenção da ordem e mantendo os índices de criminalidade baixo”, afirmou.

 

 

Jovem Pan

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Política

Mourão diz que é preciso repensar voto obrigatório no país

Reporter Global

Publicado

em

PT precisa se reinventar sem Lula, diz Mourão | Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil / CP

 

 

Vice-presidente fez comentário levando em conta número alto de abstenções nas eleições municipais deste ano; quase 30 no segundo turno

 

 

O vice-presidente Hamilton Mourão disse nesta segunda-feira que é necessário se questionar a necessidade do voto obrigatório no país após a quantidade expressiva de abstenções nas eleições municipais deste ano. No segundo turno, quase 30% dos eleitores preferiram não votar.

“É uma abstenção alta. Nos últimos anos ela já vinha (crescendo), acredito que aumentou por causa da pandemia”, disse Mourão. , “Há algum tempo já se discute a questão do voto obrigatório aqui no Brasil, quando você vê que tem gente que foi eleito com menos votos que os brancos, nulos e abstenções, isso é algo que a gente tem que pensar.”

Segundo o general da reserva do Exército, a maioria dos partidos que se saíram melhor nas eleições municipais estão ao lado do presidente Jair Bolsonaro.

“Tem três partidos que detêm a maioria das prefeituras hoje: o MDB, o DEM e o PSDB. E o PP ficou bem posicionado. São os partidos de centro, e a maioria deles está apoiando o trabalho do presidente Bolsonaro.”

Ele analisou que a população escolheu prefeitos com experiência pública e reduziu o espaço dos chamados outsiders. “A população votou em quem sabe administrar, que é o que o prefeito tem que ser, solucionar aqueles problemas imediatos. Ao mesmo tempo, aquela turma que não tinha administrado nada, não tinha sido nem síndico do prédio em que morava ficou para trás.”

Mourão também criticou os institutos de pesquisa que, segundo ele, “têm que rever suas metodologias, porque furaram e furaram feio”. Não especificou qual teria sido o resultado questionável a que se referia.

Ele também declarou que o PT precisa se reinventar e superar a dependência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“O PT tem que se libertar, que acreditar que o Lula resolve tudo. O Lula é passado, eles têm que buscar novas lideranças.”

 

 

Correio do Povo

[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Trending

© 2020 PORTALPLURAL.COM.BR Todos os direitos reservados.


×