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Esportes

Com Maicon entre os relacionados, Grêmio chega em Curitiba

Pável Bauken

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A primeira parte da dúvida já foi desfeita. Ainda que não tenha participado da parte aberta da última atividade antes do jogo contra o Athletico-PR, pela semifinal da Copa do Brasil, ainda em Porto Alegre, o volante Maicon viajou para Curitiba e pode ficar à disposição do técnico Renato Portaluppi para a partida decisiva, que pode recolocar o Grêmio na final da competição.

O volante é dúvida desde o jogo contra o Palmeiras, nas quartas de final da Libertadores, quando deixou o campo com dores na panturrilha direita. O jogador não participou da parte aberta para a imprensa no último treino, ainda em Porto Alegre. No entanto, em entrevista, o goleiro Paulo Victor garantiu que todos os jogadores estão à disposição de Renato.

Outro que não treinou foi o zagueiro Kannemann. No entanto, o jogador não preocupa. O desfalque certo é do atacante Everton, que recebeu o terceiro cartão amarelo no jogo de ida e está fora. A tendência é que Pepê seja o substituto.

O provável Grêmio de Renato Portaluppi para o duelo contra o Athletico-PR tem Paulo Victor; Leo Gomes, Geromel, Kannemann e Bruno Cortez; Maicon (Rômulo ou Michel), Matheus Henrique, Pepê, Alisson e Jean Pyerre; André.

O Grêmio enfrenta o Athletico-PR na quarta-feira, às 19h, na Arena da Baixada, pelo jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil. A vantagem é Tricolor: por ter vencido o primeiro jogo por 2 a 0, pode até perder por um gol de diferença para se garantir na decisão. Caso perca por dois de diferença, independente do placar, a decisão vai para os pênaltis, já que não há o critério de gol qualificado na competição.

Correio do Povo
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Esportes

O fenômeno Nike Air Jordan, o tênis que revolucionou o marketing esportivo

Reporter Global

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Nunca um par de tênis deu tanto o que falar. Assim que foi lançado, em 1984, o Nike Air Jordan bateu recorde de vendas, desencadeou um fenômeno cultural e ainda revolucionou o marketing esportivo.

 

Sua campanha representou o primeiro sucesso estrondoso entre uma marca e um atleta, ao casar um produto que simbolizava audácia, inovação e alta performance com Michael Jordan, o maior jogador de basquete da história.

As estratégias usadas para fazer do calçado um objeto do desejo, capaz de levar uma multidão a fazer filas nas lojas esportivas, são desvendadas no documentário One Man and His Shoes, do britânico Yemi Bamiro.

O filme é uma das atrações do BFI London Film Festival, que será encerrado no domingo, 18 de outubro, na capital londrina. Por enquanto, só há data de lançamento nos cinemas e no iTunes na Inglaterra, a partir de 23 de outubro. Ainda não há previsão de estreia no Brasil.

A proposta do documentário é resgatar a trajetória do Air Jordan, um dos calçados esportivos mais lucrativos de todos os tempos. No prazo de um ano apenas (de maio de 2018 a maio de 2019), a Nike faturou US$ 3,14 bilhões com a venda do tênis, que já soma 34 modelos.

“Inicialmente, pensei em fazer um filme sobre os colecionadores do tênis, espalhados por todo o mundo”, disse o diretor Bamiro, de sua casa em Londres, durante evento online, que teve cobertura do NeoFeed. “Mas logo percebi que a melhor abordagem para o Air Jordan seria a de um estudo de marketing.”

O marketing esportivo realmente nunca mais foi o mesmo depois da associação da Nike com Jordan, que recebe estimados US$ 168 milhões anuais pela marca. “Essa colaboração possivelmente serviu de alicerce para tudo o que vemos hoje em termos de campanhas com atletas endossando produtos. Foi uma espécie de cartilha”, afirmou Bamiro.

 

 

A Nike, que estava em dificuldade na época, trabalhando apenas com tênis de corrida, buscava um jogador de basquete jovem que pudesse emprestar o seu nome a uma nova linha de tênis de cano alto, em cores.

Até então, o mais comum era fechar acordo com um time completo, com todos os jogadores passando a usar o mesmo calçado. Só a tentativa de levantar a marca em torno de um único atleta já foi uma ousada jogada de marketing da Nike, que também arriscou na escolha de Jordan para a campanha.

Por um lado, por ser raro naquele período ver um garoto-propaganda negro, para recomendar o produto que fosse. Por outro, o fato de Jordan ter sido contratado quando ainda era um jogador universitário da Carolina do Norte, o que vinha ao encontro da estratégia da Nike de selecionar alguém com quem o público adolescente pudesse se identificar.

Um dos entrevistados no filme, Sonny Vaccaro, um ex-executivo da Nike, foi quem apostou que Jordan seria o futuro astro do basquete. Embora o sonho do atleta fosse fechar um contrato com a Adidas, ele aceitou a proposta da Nike, que criou especialmente para o jogador um modelo arrojado.

O protótipo do Air Jordan levava as cores vermelho, branco e preto, a trinca do Chicago Bulls, time em que o atleta se consagrou. O “air” se referia ao jogo aéreo de Jordan nas quadras, sempre dando a impressão de voar com a bola nas mãos.

“A primeira vez que Jordan usou o tênis na quadra de basquete, um bando de garotos começou um alvoroço, apontando para os seus pés”, lembrou Phil Knight, cofundador da Nike, em seu depoimento no filme.

Em pouco tempo, o tênis foi banido pela NBA, a associação nacional de basquete nos EUA, que aceitava só tênis branco na quadra. E o impacto da proibição não poderia ter sido melhor para a campanha. Até porque a Nike e Jordan não cumpriram a ordem, passando a arcar com a multa de US$ 5 mil por jogo.

“Do dia para noite, era o tênis que todos queriam. O calçado começou a ser vendido nas esquinas por centenas de dólares. Na primeira vez em que contatamos a rede Footlocker, a maior varejista nos EUA, eles só quiseram 5 mil pares para todas as suas lojas. No prazo de uma semana, eles ligaram pedindo 150 mil pares”, contou Knight, no filme.

Ao ser considerado “anti-establishment”, o calçado ganhou uma aura “cool”, tornando-se um catalisador para o culto ao tênis. Elevado ao patamar de item da cultura pop, o Air Jordan ainda ajudou a chacoalhar a imagem do negro na sociedade americana. Jordan se projetava como um vencedor, passando a inspirar toda uma geração de jovens negros.

A escolha de Spike Lee para, mais tarde, dirigir os comerciais de TV do Air Jordan foi outra jogada de mestre da Nike. O cineasta negro se projetava na época com “Faça a Coisa Certa” (1989). No filme que encorajava os negros a darem um basta na opressão e submissão, rompendo assim a barreira da cor, o próprio Lee aparecia usando o tênis marca registrada de Jordan.

“Foi um caso caro, em que todo o marketing do Air Jordan estava conectado com aspectos culturais da sociedade americana naquele período, envolvendo questões políticas e de raça”, contou Bamiro, que também é negro.

Para o diretor, de 37 anos, One Man and His Shoes ainda é um exemplo do “nosso caso de amor com o consumismo”, sobretudo no modo como respondemos ao desejo que as campanhas conseguem despertar.

“Isso ficou ainda mais evidente com Jordan, que era um Deus do basquete. Ninguém mais no mundo conseguia repetir o que ele fazia na quadra. Como era impossível reproduzir a sua habilidade nas quadras, pelo menos o consumidor poderia ter o mesmo tênis”, disse, rindo.

 

 

 

Neofeed

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Esportes

Grêmio pedirá anulação da partida contra São Paulo e investigação sobre escala do árbitro de VAR

Reporter Global

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Foto: Lucas Uebel / Grêmio / Divulgação / CP

 

Decisão foi comunicada neste domingo pelo presidente do clube Romildo Bolzan Jr

 

O presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Jr., comunicou neste domingo que o clube pedirá a anulação da partida contra o São Paulo pelo Brasileirão, ocorrida na noite deste sábado. Em nota, Bonzan também afirmou que o Tricolor também pedirá investigação da reunião realizada entre membros da CBF com a parte responsável que motivou a mudança na escala do árbitro do VAR.

“Equívocos, descritérios, erros e a omissão do VAR em lances capitais da partida colocam a arbitragem brasileira sob suspeição”, disse o presidente sobre a partida que, segundo o clube, teve arbitragem “desastrosa e danosa”. Ontem, após a partida, Romildo Bolzan utilizou a rede social para direcionar críticas. “O resultado do jogo não refletiu a partida. A troca do quadro de arbitragem comprometeu o crédito da arbitragem brasileira de seus comandantes. O Grêmio foi flagrantemente prejudicado, embora os critérios: pênaltis, cartões e critérios de avaliações, sem falar no VAR, novamente omisso. Deslegitimou, desacreditou a arbitragem e o crédito do futebol brasileiro pelo antecedente da influência do São Paulo na troca do quadro arbitral. Chega. Sem mais mais espaços para imoralidades”, escreveu. Já o técnico Renato Portaluppi, que acompanhou o time de perto, evitou falar sobre a arbitragem momentos após a partida.

A partida com o time paulista pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro terminou em 0 a 0 no Morumbi. Com o resultado, os gremistas, que ocupavam a 11ª posição, conquistaram um ponto, chegando a 21 na competição.

 

 

Correio do Povo

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Esportes

‘Me arrependo de ter traído a minha esposa’, diz Robinho

Reporter Global

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Após a divulgação de transcrições de interceptações telefônicas, feitas com autorização da Justiça italiana, Robinho finalmente rompeu o silêncio

 

O caso envolvendo o jogador Robinho tomou conta dos holofotes esportivos do Brasil nos últimos dias. Contratado pelo Santos, o atacante de 36 anos foi bastante contestado pelo suposto caso de estupro que ocorreu na Itália, em 2013. Tamanha repercussão negativa – tanto com torcedores quanto com patrocinadores – fez o time da Vila Belmiro suspender o contrato com o jogador na sexta-feira.

Após a divulgação de transcrições de interceptações telefônicas, feitas com autorização da Justiça italiana, Robinho finalmente rompeu o silêncio. Ao UOL, o jogador disse, neste sábado, que seu único arrependimento foi ter sido infiel à sua esposa. O atacante se defendeu das acusações que tem sofrido e afirmou ainda que toda relação que teve com a mulher que o denunciou foi consensual.

“Olha, eu me arrependo de ter traído a minha esposa. Este é o meu arrependimento”, declarou o jogador, que em nenhum momento negou que teve contato íntimo com a moça. Segundo Robinho, tudo que aconteceu entre os dois foi de comum acordo e que ele teria ido embora antes que seus amigos tivessem tido maior contato físico com a mulher.

“Não tive relação sexual com ela, não“, afirmou o atacante. “A gente teve relação entre homem e mulher, de ela me tocar e eu tocar nela, porque ela quis e eu também quis, mas não cheguei a fazer sexo com ela”, explicou. “Nenhuma penetração e nem nada disso.”

De acordo com a investigação, Robinho e outros cinco amigos, incluindo Ricardo Falco, que também foi condenado, levaram uma jovem de origem albanesa ao camarim de uma boate chamada Sio Café, em Milão, e lá abusaram sexualmente dela. O caso aconteceu em 22 de janeiro de 2013, quando o atleta defendia o Milan. Os outros suspeitos deixaram a Itália ao longo da investigação, e por isso a participação deles no ato é alvo de outro processo.

“Eu saí. Eu fui antes para casa. Eles me contaram depois que eles fizeram: ‘Com o consentimento da garota, a gente fez isso e isso’. Isso realmente eles me contaram depois”, explicou Robinho. Quando perguntado se estava presente no ato, o jogador negou.

“Quando eu saí, os garotos continuaram lá com o consentimento dela. Eu estou me defendendo. Os garotos, se eles fizeram alguma coisa com ela, eu não posso falar por eles. Eu sei o que eu fiz com ela e com o consentimento dela. Foi isso o que aconteceu.”

O atacante tentou se explicar quando foi perguntado sobre algumas frases que, segundo ele próprio, poderiam ter sido tiradas de contexto ou traduzidas de forma equivocada do processo em italiano. “Eles traduziram muita coisa fora de contexto. Na verdade isso faz muito tempo. E em conversa de WhatsApp a gente fala, mas nunca com falta de respeito, nunca por desrespeitar as mulheres. Eles falaram que homens conversam entre si, né. Que teve relação sexual com a mulher, com o consentimento dela, porque ela quis e é exatamente isso.”

 

 

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