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Com apoio técnico da Unijuí municípios dinamizam a economia local

Pável Bauken

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Desenvolver ideias inovadoras e transformá-las em empreendimentos de sucesso. Gerar prosperidade, dinamizar as economias locais criando renda e emprego. Esses são alguns dos desafios dos gestores públicos municipais e, também, uma possibilidade de parceria e de apoio técnico da Incubadora Tecnológica de Empresas (Criatec) da Unijuí.

Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontam que no Brasil existem 6,4 milhões de estabelecimentos. Desse total, 99% são micro e pequenas empresas (MPE). As MPEs respondem por 52% dos empregos com carteira assinada do setor privado (16,1 milhões).

Um mecanismo efetivo que se tem conhecimento para alavancar o empreendedorismo nos municípios, diminuindo a taxa de mortalidade dos micro e pequenos empreendimentos, é a criação de uma incubadora de empresas, espaço que oferece infraestrutura e suporte gerencial, orientando os empreendedores quanto a gestão do negócio e sua competitividade.

“É um meio de municípios promoverem o acesso ao mercado formal de trabalho, gerando riquezas, incluindo mais pessoas nos processos de produção de bens e serviços, reduzindo as desigualdades sociais, entre outros inúmeros desafios que os atuais prefeitos enfrentam no âmbito local”, considera o prefeito de Chiapetta – RS, Eder Both, que criou uma incubadora municipal de empresas com o apoio técnico da Criatec da Unijuí.

Atualmente há 369 incubadoras de empresas ativas no Brasil, e a Criatec faz parte do grupo de 27 incubadoras reconhecidas como centro de referência pela implementação das práticas CERNE. Possui um espaço para instalação de 11 empresas; laboratório de prototipagem e testes; laboratório de coworking e soluções criativas; sala de assessoria e consultoria; etc.

Além disso, promove cafés tecnológicos, desafios empreendedores e desafios de inovação, disseminando a cultura empreendedora, conectando o conhecimento que é produzido no meio acadêmico com os anseios do setor produtivo.

As incubadoras municipais de empresas podem ser alternativas para a inserção dos pequenos empreendedores em redes de relações mais amplas, permitindo-lhes participar de editais de fomento ao empreendedorismo e a exposição a oportunidades de articulação e visibilidade mais abrangentes e diversificadas.

Sobre a incubadora municipal de empresas de Chiapetta – RS

O município de Chiapetta – RS teve a iniciativa, no ano de 2019, de criar uma incubadora de empresas, e conta com a assessoria técnica da Criatec da Unijuí e com o apoio do Sebrae Noroeste. As assessorias prestadas pela Criatec da Unijuí são divididas em quatro etapas: a primeira é o desenvolvimento de um plano de negócios. Esta etapa inclui um treinamento para um gestor da incubadora municipal, a ser designado pela contratante. A segunda etapa consiste em normatizar o funcionamento da Incubadora de Empresas e desenvolver um manual técnico de processos e de gestão. “A normatização do funcionamento da incubadora é indispensável para garantir a continuidade do trabalho de gestão depois da conclusão das assessorias” destaca Maria Odete Palharini, Coordenadora da Criatec da Unijuí.

A terceira etapa é a formação dos empreendedores. A Unijuí tem tradição no ensino da Administração com 40 anos de história de formação superior na região. Conta com professores, mestres e doutores, nas diferentes áreas que compõe um conjunto de capacitações a serem executadas ao longo da assessoria. Essas capacitações visam preparar o empreendedor para ter uma visão estratégica e para atuar no gerenciamento do seu próprio negócio de modo a ter uma identidade visual; aprender sobre finanças, formação de preço e modelagem de negócios.

Por fim, a quarta etapa diz respeito ao monitoramento dos empreendimentos incubados. São visitas realizadas pela coordenação da Criatec, visando acompanhar o crescimento e desenvolvimento dessas empresas, apontando possibilidades e desafios mediante o estabelecimento de indicadores de desemprenho.

Além de Chiapetta – RS, outros municípios e empresas tem buscado o apoio técnico da Criatec para a promoção do empreendedorismo, seja por meio da criação de uma nova incubadora de empresas, ou por meio de capacitações, realização de desafios de inovação, e outros tipos de assessoramento.

Na última segunda-feira, 11, a equipe técnica da Criatec fez o fechamento do plano de negócios da nova incubadora, e foram definidas novas ações a serem executadas no ano de 2020. Para Maria Odete Palharini, coordenadora da Criatec e mentora do projeto de assessoria à prefeitura de Chiapetta – RS, “no próximo ano precisamos dar continuidade à parceria, definindo indicadores para evidenciar os resultados”, conclui.

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Destaque

Ingresse no EaD da Unijuí com 30% de bônus nas três primeiras mensalidades

Pável Bauken

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A Unijuí está com ingresso aberto para novas turmas de Ensino a Distância até o dia 11 de setembro de 2020. São 15 cursos nas áreas de Gestão e Educação. E a Universidade preparou uma novidade especial para quem ingressar nesta modalidade: 30% de bônus nas três primeiras mensalidades. Este bônus pode ser acessado para os ingressantes pelo Vestibular da Modalidade ou pelas diversas opções de ExtraVestibular. Confira todos os detalhes e faça sua inscrição neste link.

Mais sobre o Ensino a Distância da Unijuí

A organização do estudo ocorre em módulos. Cada módulo é composto por três disciplinas, duas de 80 horas e uma de 40 horas, no entanto, alguns módulos podem possuir quatro disciplinas, sendo três de 40 horas e uma de 80 horas, totalizando 200 horas a cada módulo concluído. Uma das disciplinas terá o objetivo de integrar todos os conhecimentos trabalhados a cada módulo. Esses Projetos Integradores trabalharão a pesquisa por meio da interdisciplinaridade, proporcionando ao estudante um perfil profissional conectado com a realidade.

As avaliações são parte do processo de aprendizagem e acontecem ao final de cada módulo. A cada disciplina você irá construindo seu aprendizado por meio de materiais, fóruns e trabalhos até culminar na avaliação final. Suas provas são agendadas com antecedência e você precisará comparecer à sede ou a um polo da Universidade três vezes ao ano para realizá-las. Mas não se preocupe! É você quem escolhe a data e horário mais adequados, de acordo com a sua organização pessoal.

Contate um Polo perto de você:

Ijuí

(55) 3332-0200 Ramal: 2430

(55) 99108-5034

[email protected]

Rua do Comércio, 3000

Santa Rosa

(55) 3511-5200 Ramal: 4430

(55) 99106-8499

[email protected]

Rodovia RS 344, KM 39, 1100

Bloco C – Bairro Timbaúva

Panambi

55) 3375-4466 Ramal: 6430

(55) 99108-5034

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Rua Prefeito Rudi Franke, 540

Bairro Arco Iris

Três Passos

(55) 3522-2122 Ramal: 8430

(55) 99108-5034

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Rua Ricardo Rücker, 235

Centro

Palmeira das Missões

(55) 3742-6207

(55) 98405-6862

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Rua República, 414, Bairro Operário

Tenente Portela

(55) 3551-1989

(55) 99960-2678

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Av. Itapiranga, 117, Centro

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Ensino

Enem com medidas sanitárias terá custo extra de R$ 70 milhões

MEC definiu aplicação das provas para janeiro de 2021

Pável Bauken

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Enem será realizado em janeiro de 2021 | Foto: Chinnapong Schutterstock / CP Memória

O Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) anunciaram na quarta-feira, 8, que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será aplicado nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021. Mais de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para o exame, que terá custo adicional de R$ 70 milhões por causa de medidas sanitárias decorrentes da pandemia do coronavírus.

A prova, inicialmente prevista para novembro deste ano, foi adiada por causa da pandemia do coronavírus. Escolas de todo o País tiveram atividades presenciais suspensas para evitar a propagação do vírus.

O MEC também informou ontem a possibilidade de que seja realizado mais um Sisu, sistema que reúne vagas no ensino superior público, em 2021. Se isso ocorrer, serão três seleções no ano que vem. “Há toda uma reação em cadeia quando se define a data do Enem. Essa nota do Enem serve de critério primeiro para entrar em uma universidade pública, pelo Sisu.

Se não entrar, tem a possibilidade de conseguir bolsa pelo ProUni. E, se não conseguir, pode ter o Fies”, disse Vogel.

“Se deixasse para maio, os ingressos (no ensino superior) seriam só no segundo semestre. Perderíamos o semestre inteiro. Por isso estamos com a opção aberta, e vamos avaliar junto com instituições de ensino superior, de fazer outro Sisu ao longo de 2021”, disse Vogel.

O Estadão antecipou, na manhã de ontem, que o Enem seria realizado em janeiro. A aplicação da prova no mês de janeiro foi defendida por secretários de educação e universidades em reuniões com o governo. Em enquete realizada a pedido do ex-ministro Abraham Weintraub, a maior parte dos estudantes (49,7%) votou para que o Enem fosse realizado apenas em maio. Outros 35,3% optaram por janeiro. Mas, depois que Weintraub foi demitido, a direção do Inep não se comprometeu em seguir o resultado da pesquisa e anunciou que ouviria representantes dos Estados e do ensino superior para tomar uma decisão.

Segundo fontes que estavam presentes às reuniões feitas com o Inep, maio foi considerado um mês inviável pela maioria, pelo que causaria ao calendário do ensino superior. Universidades particulares também não queriam um Enem tão tarde porque os estudantes esperam o resultado da prova e do Sisu para ver se conseguiram vaga em instituições públicas e só depois partem para uma particular. O exame em maio prejudicaria mais ainda um mercado já fragilizado, com perda de estudantes e alta inadimplência.

Segundo Alexandre Lopes, presidente do Inep, a enquete com os estudantes não foi o único parâmetro para definição da data. “Entendemos que seria importante ouvir secretários estaduais de Educação e instituições de ensino superior públicas e privadas. Todas as informações foram levadas em consideração. Mais da metade optou por (fazer a prova em) dezembro e janeiro. Também estamos atendendo a esse público.”

Segundo o governo, o nível da prova será modificado em função das dificuldades de ensino durante a pandemia, já que os itens que compõem o teste foram elaborados antes da covid. O governo também informou que prevê gasto extra de R$ 70 milhões com a aplicação neste ano em função da pandemia – no ano passado, o exame custou R$ 537 milhões. A covid-19 deve obrigar que a aplicação ocorra com menos estudantes em sala para evitar contaminação, o que pode elevar o número de locais de prova.

Também deverão ser fornecidos álcool em gel e máscaras.

O MEC ainda anunciou que a reaplicação da prova impressa, que ocorre quando há falhas como falta de luz no local do exame, será nos dias 24 de fevereiro e 25 de fevereiro de 2021.

Estaduais
As novas datas do Enem devem embaralhar os vestibulares das universidades estaduais paulistas. A Universidade de São Paulo (USP), que utiliza as notas do exame para a seleção de parte dos estudantes, deve divulgar comunicado hoje sobre seu processo seletivo.

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Estadual Paulista (Unesp) também debatem eventuais alterações. Indagado sobre continuar utilizando as notas do Enem como forma de seleção de parte dos estudantes no próximo vestibular, o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel, disse que “não sabe se vai conseguir”, mas ainda estuda as possibilidades. A Unesp terá reunião nesta semana.

Por meio de nota, a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) disse ser fundamental que a prova seja “tecnicamente exitosa e com concorrência democrática”. Segundo a associação, a data anterior não apresentava condições necessárias, como segurança de alunos e profissionais e equidade entre os candidatos.

AE

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Ensino

Editora Unijuí participa de Feira Virtual das Editoras Universitárias

Pável Bauken

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em



Em razão da limitação de eventos presenciais, a Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu) planejou a 1ª Feira Virtual das Editoras Universitárias, que ocorre entre os dias 1º e 8 de julho. Por meio da campanha “O livro nos aproxima”, a iniciativa tem o objetivo de apoiar as Editoras Associadas a comercializar livros neste momento de pandemia. Entre as editoras participantes, está a Editora Unijuí.

Para que isso aconteça, a Abeu criou um site que funcionará como uma vitrine digital, para que os interessados possam entrar em contato com as obras oferecidas pelas editoras. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da Editora ou Livraria que vende o título para poder finalizar a compra.

Para o diretor administrativo da Editora Unijuí, Anderson Konagevski, a participação em eventos como este é essencial para a circulação e a disseminação de livros, tanto para as editoras que os produzem, quanto para as livrarias e distribuidoras que os comercializam. “As Feiras não são somente comerciais. Este evento está voltado para a convivência e, neste momento em que estamos impossibilitados de estarmos fisicamente juntos, a ideia principal é a difusão da cultura, conhecimento e ideias em um espaço de alcance de um grande número de leitores, em que o livro é o protagonista”, afirma.

Editora Unijuí vai expor 50 títulos de diversas áreas do conhecimento, com 40% de desconto e frete grátis. “A Feira será uma plataforma de conhecimento e conteúdos, que tem o propósito de estimular o hábito da leitura e a disseminação do conhecimento produzido pelas Editoras”, conclui.

Além dos descontos nos livros, a Feira terá uma programação cultural, marcada por conversas e debates com autores e professores universitários. Nas redes sociais das editoras participantes também serão postados vídeos nos stories do Instagram e Facebook, mostrando os bastidores do envio dos pedidos e os autores das obras. O site da Feira pode ser acessado aqui e o catálogo da Editora Unijuí está disponível neste link. 

Sobre a ABEU

A Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu) reúne mais de cem Editoras Universitárias do Brasil, com o objetivo de promover a cultura e socializar o conhecimento mediante a produção e a difusão do livro universitário. Para isso, participa de diversos eventos nacionais, buscando dar mais visibilidade às Editoras associadas e à produção científica, acadêmica e cultural das Universidades.

Por Manuela Joana Engster, estudante de Jornalismo e estagiária da Agência Experimental Usina de Ideias.

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