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Com 1,025 milhão de turistas em 2019, Itaipu encerra o ano com recorde – Portal Plural
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Com 1,025 milhão de turistas em 2019, Itaipu encerra o ano com recorde

Pável Bauken

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A usina hidrelétrica de Itaipu deve superar o atual recorde de visitantes, atingindo a marca de 1,025 milhão pessoas que passaram pelos atrativos turísticos da hidrelétrica em 2019. O número, que deve ser atingido depois das 15h de hoje (30), é superior aos 1.024.549 visitantes registrados em 2018.

De acordo com a assessoria da usina, a expectativa é que até o final de 2019, serão mais de 1,030 milhão de turistas registrados desde o início de janeiro.

Desde 1976, quando foi aberta para visitação, a Itaipu já recebeu mais de 24 milhões de turistas. Para 2020, Itaipu deve incrementar os investimentos na infraestrutura de turismo local, para reforçar a geração de emprego e renda na região.

“Para dar uma força ao segmento, Itaipu está bancando uma segunda ponte sobre o Rio Paraná, a Ponte da Integração Brasil-Paraguai, e obras de ampliação do aeroporto de Foz do Iguaçu, que vai transformá-lo num grande centro de conexões, com capacidade para receber voos internacionais de grande porte, entre outros, se configurando como um dos principais destinos turísticos do mundo”, informou a assessoria.

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Globo pretende demitir mais de 100 funcionários na área de humor

Reporter Cidades

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Emissora pretende unificar todos os programas em uma área só

Todo mundo sabe que a pandemia do novo coronavírus atingiu todos os setores da economia e as emissoras de televisão não ficaram fora disso. Na  Rede .

Globo, por exemplo, já vimos o término do contrato de grandes nomes da emissora, parece que o setor será atingido por mais uma onda de demissões.

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Facebook acusa filme “O Dilema das Redes” de sensacionalismo

Documentário mostra o perigo do uso das redes sociais e os impactos das plataformas na sociedade

Reporter Cidades

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Facebook listou sete erros do documentário e se defendeu de cada um deles | Foto: Lionel Bonaventure / AFP / CP

O documentário O Dilema das Redes, da Netflix, vem repercutindo bastante nas últimas semanas, mostrando o perigo do uso das redes sociais e os impactos das plataformas na sociedade. Frente à discussão, o Facebook resolveu se posicionar: em resposta ao filme, a rede social publicou em seu site nesta sexta-feira uma carta em que acusa o filme de ser sensacionalista e oferecer “uma visão distorcida de como as redes sociais funcionam”.

Na publicação, o Facebook lista sete erros do documentário – e se defende de cada um deles. Entre as questões mencionadas, a empresa diz que não criou seus produtos para serem viciantes, e sim para criar valor, e também afirma que seus algoritmos não são “maus” e que eles funcionam para a plataforma continuar relevante e útil.Além disso, o Facebook diz que fez mudanças na empresa para proteger mais efetivamente a privacidade das pessoas. A rede social também pontua que tem investido para garantir a integridade de eleições e para combater desinformação e conteúdos nocivos na plataforma. “Reconhecemos que cometemos erros em 2016. No entanto, o filme não considera o que temos feito desde então para construir fortes defesas a fim de impedir as pessoas de usarem o Facebook para interferir em eleições”, diz a empresa.

Na carta, o Facebook inclui também críticas à construção do documentário. “Os criadores do filme não reconhecem – criticamente ou não – os esforços já realizados pelas empresas para resolver muitas das questões levantadas. Em vez disso, eles apresentam comentários de quem não está do lado de dentro há muitos anos”, afirma.

O documentário O Dilema das Redes detalha como as redes sociais usam algoritmos para fazer com que os usuários permaneçam na plataforma e mostra como empresas de tecnologia influenciam eleições e afetam índices de depressão e suicídio. Alguns usuários chegaram a excluir contas nas redes sociais depois de assistir ao filme.

AE

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Rato farejador de minas terrestres ganha prêmio de bravura animal no Reino Unido

Reporter Cidades

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Magawa farejou 39 minas terrestres e 28 itens de munições não detonadas.

Heróis vêm em todas as formas e tamanhos. Um rato africano gigante de cinco anos chamado Magawa, no entanto, deve ser um dos mais improváveis do mundo.

O roedor ganhou o equivalente animal da maior honra civil do Reino Unido por bravura por causa de sua habilidade fantástica de farejar minas terrestres e munições não detonadas.

A organização veterinária britânica PDSA concedeu na sexta-feira (25) a Magawa a medalha de ouro “por sua bravura salvadora e devoção ao dever”, que transformou a vida das pessoas no Camboja.

Magawa, que foi treinado pela instituição de caridade belga APOPO, farejou 39 minas terrestres e 28 itens de munições não detonadas, tornando-o o “HeroRAT” (Rato herói) de maior sucesso da organização.

“O trabalho do HeroRAT Magawa e da APOPO é verdadeiramente único e notável”, disse o diretor geral da PDSA, Jan McLoughlin.

Magawa recebe uma banana de recompensa enquanto trabalha para detectar minas terrestres no Camboja. O roedor ganhou o equivalente animal da maior honra civil do Reino Unido por bravura nesta sexta-feira (25) por sua habilidade fantástica de farejar minas terrestres e munições não detonadas  — Foto: Divulgação/PDSA via AFP

Milhões de minas terrestres foram colocadas no Camboja entre 1975 e 1998, causando dezenas de milhares de vítimas.

Magawa, que fica na cidade de Siem Reap, é o primeiro rato a receber uma medalha PDSA nos 77 anos de premiação, juntando-se a um ilustre bando de bravos caninos e felinos — e até mesmo um pombo.

A medalha de ouro PDSA é o equivalente animal da Cruz de Jorge, a mais alta condecoração civil do Reino Unido. A instituição de caridade também concede a Medalha Dickin, para animais militares.

O rato Magawa e visto durante seu trabalho farejando minas terrestres no Camboja. O roedor ganhou o equivalente animal da maior honra civil do Reino Unido por bravura nesta sexta-feira (25) por sua habilidade fantástica de farejar minas terrestres e munições não detonadas        — Foto: Divulgação/PDSA via AFP

 

Farejar e arranhar

 

A APOPO treinou Magawa na Tanzânia para detectar o composto químico dentro dos explosivos, recompensando-o com guloseimas saborosas — bananas e seus amendoins preferidos.

Os ratos alertam os desminadores arranhando a terra.

Ele pode vasculhar uma área do tamanho de uma quadra de tênis em apenas 30 minutos, algo que levaria quatro dias usando um detector de metal convencional.

Ele é grande o suficiente para ser preso a uma coleira enquanto trabalha, mas leve o suficiente para não detonar minas.

“O prêmio PDSA Gold Medal traz o problema das minas terrestres para a atenção global”, disse Christophe Cox da APOPO.

Cox disse que sua equipe de “HeroRATs” acelerou a detecção de minas terrestres por causa de seu olfato apurado e memória.

“Isso não apenas salva vidas, mas devolve as terras seguras tão necessárias para as comunidades o mais rápido e com o melhor custo-benefício possível.”

A APOPO atualmente tem 45 ratos farejadores de minas terrestres e 31 detectando tuberculose na África e na Ásia, de acordo com seu site.

Fonte: G1
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