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Com 1, 2 milhão em vendas, Pavilhão de Agroindústria e Hortigranjeiros celebra mais uma edição de sucesso

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Tudo começou pela comercialização de alimentos da agricultura familiar local na primeira edição, em 1983, por isso, o pavilhão 12, de agroindústria e hortigranjeiros, ratifica-se como o espaço mais tradicional do  Encontro Estadual de Hortigranjeiros. Em sua 33ª edição, a diversidade de produtos chamou a atenção de quem passou pelo Pavilhão e a comercialização foi uma das maiores da história.

O movimento foi intenso desde a quarta-feira (09/10), quando começou o evento, e se intensificou no final de semana. “Um dos expositores vendeu mais de 900 pastéis em um único dia”, comenta Jorge João Lunardi, coordenador da Comissão de Agroindústria e Hortigranjeiros, destacando o sucesso do Pavilhão, que comercializou aproximadamente R$ 1,2 milhão, no total, segundo levantamento da Comissão de Dados Estatísticos, coordenada por Lucas Escher.

Para além da comercialização, destacou-se também, segundo o produtor de hortaliças de Santa Rosa, Paulo Roberto Frey, a divulgação do trabalho realizado por produtores locais. “Valeu a pena em relação às amizades que estabelecemos e pelo contato direto com o cliente, possibilitando divulgar o trabalho que fazemos junto ao Mercado Público, onde comercializamos três vezes por semana”.

Foram 65 expositores no Pavilhão, destes 23 vinculados à Associação dos Produtores de Hortigranjeiros de Santa Rosa (Aphrorosa), no pavilhão organizado pela Comissão de Agroindústria e Hortigranjeiros, coordenado pela Emater/RS-Ascar, com o apoio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr).

A diversidade de produtos chamou a atenção, sendo que entre eles, estiveram, hortaliças, doces artesanais, doces de pelotas, derivados de cana-de-açúcar, sucos, fitoterápicos, panificados, temperos, queijos, embutidos, sucos, geléias, vinhos, artesanato rural, erva-mate, frutas, chips de mandioca e batata-doce, cachaça, iogurtes e produtos diversos com certificação de conformidade orgânica.

Lunardi destaca também o potencial da região para o empreendedorismo rural, diante da vocação para agroindustrialização. O assistente técnico regional da Emater/RS-Ascar destaca que existem 626 agroindústrias de origem animal e vegetal, na região administrativa de Santa Rosa. “Estão envolvidas na atividade 2.688 agricultores que fazem parte de 1.202 famílias rurais, gerando renda de aproximadamente R$ 40 milhões ao ano”, revela.

O 33º Encontro Estadual de Hortigranjeiros, que encerrou neste domingo (13/10), foi promovido pela Emater/RS-Ascar,  Prefeitura de Santa Rosa e Aphrorosa.

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Audiência Pública debate Feminicídio e Violência Doméstica em Santa Rosa

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Sexta-feira, 22, 18h30m, Câmara de Vereadores

Será realizada nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, a partir das 18h30min, na Câmara de Vereadores de Santa Rosa, uma Audiência Pública da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul para discutir o Feminicídio e a Violência Doméstica no Município de Santa Rosa.

As pessoas também poderão acompanhar o evento de forma virtual pelo canal da Assembleia Legislativa no YouTube.

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Caminhada Outubro Rosa

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Evento se realizará sexta-feira, 22, às 16h

Nesta sexta-feira, dia 22 de outubro, , às 16 horas, o Grupo Mama Viva e a FUMSSAR realizarão a tradicional CAMINHADA OUTUBRO ROSA.
O ponto de encontro inicial da caminhada será na Praça da Bandeira, em frente ao Centro Cultural (antiga Prefeitura).

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O Senado aprovou hoje (19) a criação do Programa Gás para os Brasileiros, o chamado auxílio gás

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O programa vai auxiliar famílias de baixa renda na compra do gás de cozinha. O projeto de lei (PL) prevê que cada família receba bimestralmente o equivalente a 40% do preço do botijão de gás. O projeto retorna à Câmara.

De acordo com o PL aprovado, serão beneficiadas famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), com renda familiar mensal per capita menor ou igual a meio salário-mínimo, ou que morem na mesma casa de beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

O programa será financiado com recursos dos royalties pertencentes à União na produção de petróleo e gás natural sob o regime de partilha de produção, de parte da venda do excedente em óleo da União e bônus de assinatura nas licitações de áreas para a exploração de petróleo e de gás natural. Além disso, serão utilizados outros recursos que venham a ser previstos no Orçamento Geral da União e dividendos da Petrobras pagos ao Tesouro Nacional.

Entre as justificativas do autor do projeto, senador Eduardo Braga (MDB-AM), está o aumento do preço do gás de cozinha nos últimos meses o que tem feito com que famílias optem pelo o uso de lenha, carvão e, até mesmo, etanol para o preparo dos alimentos o que provocou o aumento de doenças pulmonares e acidentes com queimaduras.

Para ele, o projeto traz “justiça social”, devolvendo à população parte do lucro da Petrobras obtido no mercado. “Estamos fazendo uma justiça social quando estabelecemos fontes de financiamento que não são fiscais. A fonte de financiamento diz respeito aos dividendos que a União recebe pelas suas ações da Petrobras, pelo lucro que a União obtém. Estamos pegando o lucro das ações da Petrobras e devolvendo pro povo humilde.”

Na avaliação do relator do projeto no Senado, Marcelo Castro (MDB-PI), a mais recente política de preços da Petrobras, adotada na gestão do presidente Michel Temer, com a estatal sob comando de Pedro Parente, pavimentou a crise dos combustíveis vivida hoje.

“A primeira providência que ele [Parente] tomou foi eliminar os subsídios, deixar de controlar os preços da Petrobras e atrelou os preços dos combustíveis ao mercado internacional, ao preço em dólar do barril de petróleo. Então, eliminando o subsídio dos combustíveis, evidentemente, eliminou o subsídio do GLP, do gás de cozinha”, disse o senador.

“Com a política que foi feita, nós sabemos das consequências, da greve dos caminhoneiros. Mas o fato é que, à medida em que o petróleo aumenta de preço, imediatamente, de 15 em 15 dias, aumenta de preço aqui no Brasil. Se o dólar se valoriza e o nosso real se desvaloriza, aumenta de preço também. E isso levou ao que nós estamos vivendo hoje: uma gasolina de R$ 7 o litro e o GLP de R$ 100, R$ 120, R$ 130”, acrescentou.

O PL retorna para nova apreciação dos deputados porque Castro alterou a forma de financiamento do programa. O texto que saiu da Câmara previa o uso de recursos da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide), imposto sobre a importação e a comercialização de gasolina. Mas o relator entendeu que o aumento de tributos provocaria “um indesejável impacto inflacionário”.

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