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Coluna – Liga Brasileira de Free Fire volta esta semana

Temporada terá novos times e transmissão em TV aberta

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Uma semana depois do retorno do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL), chegou a vez de outro torneio de e-sports de grande relevância no país reiniciar as atividades. É a Liga Brasileira de Free Fire (LBFF), que começa a partir do próximo sábado (23). Pela primeira vez a competição será exibida na TV aberta: no canal Loading, por UHF, que entrou no ar em dezembro passado. A LBFF reserva ainda outras novidades. Confira abaixo:  

Equipes

Serão 18 equipes competindo pelo título, divididas em três grupos. Nesta temporada, saem Los Grandes e KaBuM!, rebaixadas no ano passado para a segunda divisão. Da Série B, vêm duas delas: a Team oNe, campeã da segunda divisão; e a Meta Gaming, que se classificou com o segundo lugar no Grupo de Acesso. Outro novo nome na tabela é o Fluxo, equipe fundada por Bruno “Nobru”, ex-Corinthians, e Lúcio “Cerol”, streamer (profissional que transmite vídeos ao vivo na Internet) de Free Fire. O novo time comprou a vaga do Santos e vai estrear direto na elite do game no Brasil.

Apesar de vender sua vaga para o Fluxo, o Santos continua na série A de Free Fire. Isso porque o Peixe fechou uma parceria com a Real eSports, vice-colocada da Série B, que também garantiu o acesso e agora vai defender a camisa santista.

Tem ainda mudança no B4 Flamengo, que no fim do ano passado anunciou o encerramento da parceria com a organização. Agora são dois times separados. A B4 herdou a vaga da antiga equipe. Já o Flamengo estreia com time próprio, depois de comprar a vaga da KPA, equipe da Série B que conseguiu subir para a Série A no Grupo de Acesso.

As demais equipes são Black Dragons, Cruzeiro eSports, Corinthians Free Fire, FURIA, GOD Esports, INTZ, LOUD, paiN Gaming, Vivo Keyd, RED Canids Kalunga, Team Liquid e SS E-Sports, que venceu a LBFF 3.

Formato

Diferentemente do CBLoL, que adotou o modelo de franquias, a LBFF ainda segue o mesmo formato dos últimos anos, com acesso e rebaixamento para outras divisões. Uma pequena alteração foi na pontuação: agora cada abate vale um ponto na tabela. Eles valiam dois no ano passado. Os pontos conquistados em cada posição também passam a valer menos, quase metade, conforme a tabela abaixo.

1º lugar – 12 pontos

2º lugar – 9 pontos

3º lugar – 8 pontos

4º lugar – 7 pontos

5º lugar – 6 pontos

6º lugar – 5 pontos

7º lugar – 4 pontos

8º lugar – 3 pontos

9º lugar – 2 pontos

10º lugar – 1 ponto

11º lugar – 0 ponto

12º lugar – 0 ponto

A cada rodada, as equipes dos três grupos se enfrentam em seis partidas. Ao fim de 18 rodadas, as 12 melhores equipes se classificam para a grande final, marcada para o dia 20 de março. As duas piores caem para a Série B. As equipes em 13°, 14°, 15° e 16° disputam a Série de Promoção para ver quem continua na elite.

Premiação

A competição irá distribuir R$ 745 mil em prêmios, valor bem superior aos R$ 210 mil entregues pelo CBLoL. Quem levantar a taça vai faturar R$ 105 mil. Segundo e terceiro colocados recebem R$ 85 mil e R$ 75 mil, respectivamente. Já os classificados entre o quarto e o décimo segundo lugar na classificação geral levarão, aproximadamente, R$ 53 mil cada um.

Transmissão

Além da exibição no canal Loading, na TV aberta, todos os jogos seguem sendo transmitidos no BOOYAH!, plataforma de streaming da Garena (desenvolvedora do game), e no canal oficial do YouTube.

Outra novidade é a transmissão oficial em inglês nos canais globais da Garena, com direito à narração e comentários na língua inglesa. Um reflexo do sucesso do Brasil no cenário  internacional: o país já é visto por muitos como a região mais forte do game. No ano passado, a LBFF teve uma média de 349 mil espectadores simultâneos por dia. A competição também atingiu um total de 60 milhões de visualizações em todas as suas plataformas.

Divisões de acesso

A Série B começa no dia 4 de fevereiro, reunindo 36 equipes, incluindo E-Galo e Line Sky, que subiram da Série C em 2020. A terceira divisão ainda não tem data para começar em 2021, mas as inscrições devem abrir nas próximas semanas. No ano passado, mais de 50 mil times se inscreveram na terceira divisão.

ebc

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Esportes

VOLTA DO ESPORTE EM SANTA ROSA ⚽

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– Passeio ciclístico
– Futebol de Várzea
– Nova sede da Secretaria de Esportes

No IMPRENSA LIVRE desta terça-feira, 27, às 14h, o Secretário de Esportes de Santa Rosa, FERNANDO CLASSMANN, fala dos projetos para retomada do esporte em Santa Rosa.

IMPRENSA LIVRE, apresentação, ANDRÉ CHRISTENSEN GARCIA, no Portal Plural (Facebook e Youtube)

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Esportes

Novos esportes em Tóquio: 16 brasileiros competem no surfe e no skate

As outras três novas modalidades olímpicas não têm atletas nacionais

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© Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Vai ter onda, vai ter rampa. E torcida por manobras radicais, em 360 graus, por exemplo. Surfe e skate, que estão entre as cinco modalidades que estreiam na Olimpíada de Tóquio, terão, ao todo, 16 atletas brasileiros – alguns dos favoritos ao pódio. Nas outras três novidades (karatê, escalada e beisebol/softbol), não teremos representantes, mas as provas também vão despertar a curiosidade do público. 

No surfe, as ondas japonesas terão as presenças de quatro brasileiros acostumados a vitórias e títulos: Silvana Lima, Tatiana Weston-Webb (segunda colocada no ranking mundial entre as mulheres), Gabriel Medina (o primeiro na liga entre os homens) e Ítalo Ferreira. Eles têm chances reais de brilho nos mares e nos pódios para o Brasil. As baterias começam no domingo (25), e estão previstas para ocorrer até o dia 28, podendo se estender até o dia 1º de agosto (no surfe, o calendário prevê janelas para que as provas aconteçam, por conta da necessidade de condições meteorológicas ideais).

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) considera que o Brasil está entre as três potências do surfe, e carrega em suas pranchas três títulos mundiais, com Gabriel Medina (2014 e 2018), que estará em Tóquio, e com Adriano de Souza, o Mineirinho (2015). Um adversário forte para os brasileiros pode ser o norte-americano Kelly Slater (11 títulos mundiais), que é reserva na equipe do seu país.

Mesmo estreando apenas em 2021, em Estocolmo (1912), o surfe ficou conhecido porque o norte-americano Duke Kahanamoku, praticante da modalidade, ganhou duas medalhas na natação. No Brasil, a primeira prancha que se tem notícia foi feita na década de 1930, em Santos.

Saiba mais sobre o surfe no #EBCemTóquio:

“Prancha” com rodinha

No skate, 12 brasileiros vão competir nas rampas na primeira experiência do esporte em Jogos Olímpicos. Os competidores (feminino e masculino) estão em duas categorias: park (com Dora Varella, Isadora Pacheco, Yndiara Asp, Luiz Francisco, Pedro Barros e Pedro Quintas) e street (com Letícia Bufoni, Pâmela Rosa, Rayssa Leal, Felipe Gustavo, Giovanni Vianna e Kelvin Hoefler).

Trata-se de um esporte com DNA norte-americano, e inspirado no surfe. Quando precisavam lidar com a falta de ondas, surfistas na Califórnia passaram a simular em prancha de madeira com rodinhas os movimentos que queriam fazer nos mares. Os primeiros skates brasileiros só chegaram na década de 1960, e a Confederação Brasileira de Skate está estabelecida desde 1999.

O Brasil entra forte para a briga por medalhas no skate: no street feminino Pâmela Rosa (primeira), Rayssa Leal (segunda) e Letícia Bufoni (quarta) estão entre as melhores do mundo. Kelvin Hoefler é o quarto colocado no ranking mundial no street masculino e Luiz Francisco (terceiro) e Pedro Barros (quarto) estão no topo desta lista no park masculino. Dora Varella, em nono, é a brasileira melhor colocada no ranking do park feminino.

Entenda a origem e a disputa do skate no #EBCemTóquio:

Taco e bolinha

Não haverá atletas brasileiros nas outras três modalidades estreantes nos Jogos de Tóquio, mas fazer parte do programa olímpico é algo que pode encorajar futuras participações nacionais. As competições de beisebol/softbol, escalada e karatê colocarão mais medalhas em disputa.

No caso do beisebol/softbol, não é tão inédito assim. A modalidade apareceu na Olimpíada pela primeira vez em 1992 (em Barcelona, com o time de Cuba levando o ouro). Em 1996 (Atlanta, com título para os anfitriões norte-americanos), o softbol estreou. Mas, em Londres 2012, as modalidades deixaram de ser olímpicas – e retornam agora em Tóquio.

Veja também: Japão abre Olimpíada com vitória sobre Austrália no softbol

A diferença entre beisebol e softbol relaciona-se ao espaço, à organização e algumas regras. O softbol permite a prática em ginásios cobertos e campos fechados e menores. A bola é maior e o tempo de jogo menor. Outra diferença é que o arremesso é feito com um movimento com o braço de baixo para cima (com o punho, abaixo, e o cotovelo obrigatoriamente alinhados verticalmente), de acordo com o Comitê Olímpico do Brasil.

No softbol, os Estados Unidos conquistaram três ouros (Atlanta 1996, Sidney 2000 e Atenas 2004). No beisebol, três títulos são de Cuba (Barcelona 1992, Atlanta 1996 e Atenas 2004). A Confederação Brasileira de Beisebol e Softbol organiza o esporte por aqui.

Sabia que o beisebol é o esporte mais popular no Japão? Descubra neste episódio do #EBCemTóquio:

Nova luta no tatame

Um esporte que estreia no Japão é uma prática do próprio anfitrião. E no início do século 19 já era praticado como atividade para prática de educação física. No Brasil, chegou com os imigrantes japoneses no início do século 20. Nas telas do cinema, a sabedoria do mestre Miyagi para ensinar o aprendiz Daniel San, em Karatê Kid, comoveram o mundo e chamaram atenção para o esporte.

De acordo com a Confederação Brasileira de Karatê, a palavra japonesa que dá nome ao esporte significa “mãos vazias”, e prevê o “mais eficaz uso de todas as partes do corpo para fins de autodefesa (…).  Nos últimos anos, foram formuladas regras de combate simulado para se evitar ferimentos graves, com o propósito de introduzir o karatê como um esporte competitivo”.

Olhar para cima

A escalada é outra debutante nos jogos de Tóquio. A modalidade tem três categorias: velocidade, dificuldade e bouldering. Todos os competidores olímpicos participarão nas três. A classificação final leva em conta o resultado de todas juntas.

Em relação à velocidade, dois atletas fazem um percurso numa parede de 15 metros. Vence quem chega primeiro. Na dificuldade, os atletas tentam subir o mais alto possível em uma parede com mais de 15 metros de altura em um tempo fixo. No bouldering, os competidores têm outro desafio: seguir uma rota fixa em uma parede de 4 metros de altura em um tempo determinado. A Associação Brasileira de Escalada Esportiva divulga a modalidade no país.

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Esportes

Prefeitura organiza atividades esportivas para Cruzeiro

As inscrições para as ações que serão realizadas no CEU estão abertas para karatê e futebol

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As Secretarias de Esporte e de Assistência Social estão trabalhando em conjunto para o desenvolvimento de ações em Cruzeiro. A ideia é voltar com as atividades físicas. Aulas de Karatê e Futebol estão previstas para serem desenvolvidas nesse semestre. As ações devem ocorrer no espaço CEU das Artes do Bairro Cruzeiro.

Estimular crianças e jovens para a prática de ações esportivas. Esse é o objetivo da Prefeitura com as realizações das aulas de esporte para os moradores de Cruzeiro. Estes, têm um espaço qualificado para a realização das atividades no CEU das Artes. O local possui uma ampla área destinada ao desenvolvimento social, cultural e esportivo para crianças e jovens. Também possui uma biblioteca moderna, um laboratório de informática, pista de Skate, sala de anfiteatro, sala de jogos e quadra de esporte. As inscrições são gratuitas e realizadas diretamente no CEU das Artes pelo fone 3511-5133 a partir desta segunda-feira(19).

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