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Cinco tendências digitais para o varejo em 2021

Reporter Global

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A pandemia empurrou o Brasil para uma grande aceleração no varejo on-line. Para além do momento de isolamento social, o comportamento do consumidor mudou e alguns pontos devem ser mantidos para o futuro, estimulando a transformação digital das lojas e impulsionando um movimento que já estava desenhado: o crescimento da digitalização e da integração de diferentes canais dentro de grandes plataformas no dia a dia dos consumidores.

 

 

Para Tiago Mello, diretor de produtos da Linx Digital, o desafio do varejista neste ano será conquistar e fidelizar o cliente no espaço digital, um ambiente com o qual muitos tiveram contato pela primeira vez em 2020. “O consumidor venceu as barreiras do digital e gostou da experiência e flexibilidade de comprar em casa. Para o varejista, 2021 deve ser marcado por transformações digitais, com investimentos para se fazer mais visível e relevante em um ambiente extremamente competitivo, além de fidelizar o comprador que é impactado e assediado o tempo todo pelo mercado”, explica o executivo.

 

Com base no aprendizado e na análise de toda a movimentação gerada ao longo de 2020, Mello elencou as principais tendências para o varejo em 2021

 

Marketplaces

 

Mello aponta que a integração de canais se fará mais necessária do que nunca. Os marketplaces, que ganharam espaço ao longo de 2020, serão um dos pontos principais de mudança. “Todo varejista, desde o pequeno ao grande, precisará estar conectado de forma eficiente e rápida. Os marketplaces promovem essa otimização, pois permitem que lojas menores alcancem clientes distantes dentro de uma plataforma segura”. Além disso, há uma movimentação para que lojas virtuais se transformem em marketplaces que ofereçam a retirada direto no próprio varejista. Dessa forma, a estratégia digital também pode gerar resultados expressivos nos estabelecimentos físicos.

 

Entregas estratégicas

 

Em 2020, o grande destaque ficou para as entregas em domicílio utilizando as lojas físicas mais próximas do cliente como centro de distribuição, agilizando prazo e reduzindo custo de frete – somente na Black Friday, cerca de 63% das compras on-line foram entregues pela modalidade. Para este ano, Mello defende que os “lockers”, os famosos armários com senhas espalhados em locais de grande circulação, devem ganhar atenção, pois trazem comodidade para o cliente. “O varejo caminha cada vez mais para operações e opções de entregas descentralizadas, aproximando-se do cliente e de sua rotina”.

Para que os lockers se tornem realidade, os lojistas precisam investir em soluções de integração dos canais físicos e digitais – estratégia chamada de omnicanalidade. “Só assim, os varejistas estarão prontos para fornecer uma experiência de compra completa, com opções diversas e que deixarão o cliente confortável com qualquer decisão tomada, seja a compra na loja e entrega em casa, compra on-line e retirada na loja, entregas rápidas ou até mesmo a nova onda de retirada ‘drive-thru’ e ‘lockers’. Aquele que estiver preparado para todos os cenários e para o novo consumidor digital certamente conquistará destaque em meio a tantos outros”, aponta o especialista.

 

Superapps

 

Com a onda de superapps surgindo em todo o mundo, o varejista precisa começar a se planejar e se posicionar para essa nova vitrine. Para isso, o executivo acredita no potencial da mídia nativa (publicidade inserida nas plataformas de maneira muito próxima às postagens originais). “Mídias sociais, como Facebook e Instagram, já costumam utilizar esse tipo de ferramenta, que passou a ganhar espaço dentro dos marketplaces. Na mídia nativa, existem duas grandes vantagens, uma para o cliente e outra para o anunciante. A primeira é que não há interrupção da navegação, já que a mensagem do anúncio está inserida em meio aos conteúdos. A segunda é que a marca, que anuncia em espaços privilegiados e de alta visibilidade, conquista mais segmentação e personalização para aprimorar a experiência do seu consumidor”, diz.

 

Reconquista de clientes (retargeting)

 

No universo on-line, um dos maiores desafios é convencer o cliente a finalizar a compra, ao invés de abandonar o carrinho ou apenas pesquisar o produto. Sem a possibilidade do contato presencial, as estratégias de marketing digital ganharam força em 2020 e uma boa aposta para 2021 será o retargeting. “Estratégias de mídia, como disparo de e-mail marketing, promoções e distribuição de vouchers entre outros, chamam a atenção do cliente no e-commerce e devem ganhar espaço como forma de estimular o consumidor a finalizar a compra”, destaca o diretor de produtos. Na última Black Friday, cerca de 51 milhões de ações de retargeting foram aplicadas pelos clientes da Linx, o que gerou um aumento de 6,9% nas compras por e-mail, indicando que o cliente foi recuperado pela marca.

 

Toque humano

 

Assim como no universo do trabalho, no qual as empresas estão aprendendo a manter as relações humanas no meio digital, os varejistas também devem fazer a lição de casa. “É muito fácil o cliente se sentir apenas um número na loja on-line. A missão do varejista é levar uma experiência única, humanizar o atendimento e toda a navegação na plataforma”, explica.

O impacto das ações realizadas pelas empresas também passou a ser muito mais observado pelos clientes ao longo desses meses de pandemia, e definiram a fidelidade ou não à marca. Empresas que demonstraram preocupação genuína com a pandemia da Covid-19 e seus inevitáveis desdobramentos ganharam a confiança dos clientes. “O propósito deve ser o pilar central no próximo ano, de forma transparente e de acordo com os valores já propostos anteriormente. Afinal, é importante utilizar dados e ferramentas para entender os sentimentos das pessoas e o que interessa para elas. Isso precisa gerar conexões afetivas, e não apenas efetivas. Esse deve ser o foco das marcas”, finaliza Mello

 

 

FONTE: Estadão

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Tecnologia

Sony vai deixar de vender TVs, câmeras e fones no Brasil neste mês; Playstation não será afetado

Reporter Global

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Decisão acontece após fechamento de fábrica anunciado em setembro de 2020. Distribuição do videogame, garantia e assistência técnica de eletrônicos serão mantidos no país.

 

A Sony anunciou nesta segunda-feira (1º) que encerrará suas atividades comerciais no Brasil até o final de março, interrompendo a venda de produtos como TVs, câmeras e equipamentos de áudio.

A venda dos videogames Playstation 4 e Playstation 5, que são importados, continua. A atuação em outras áreas, incluindo a Sony Pictures e a Sony Music, também permanece.

A assistência técnica e garantia de todos os produtos da marca será mantida “pelo tempo necessário, estando em conformidade com os regulamentos e requisitos locais de proteção aos consumidores”, segundo um comunicado da empresa.

Em 2019, a Sony também deixou de vender celulares no Brasil, em uma decisão que incluía toda a América do Sul, América Central e Oriente Médio. A medida foi tomada levando em consideração a queda nas vendas de seus smartphones ao redor do mundo.

O encerramento do comércio no Brasil tinha sido divulgado em setembro passado, quando a Sony fechou sua fábrica após quase cinco décadas no país.

Ao G1, na época, a assessoria de imprensa da Sony informou que a fábrica em Manaus mantinha 220 funcionários.

Em dezembro, a Mondial comprou o terreno, a fábrica e os equipamentos da Sony para produzir TVs, micro-ondas e aparelhos de ar condicionado.

 

FONTE: G1

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Tecnologia

Saiba se o seu CPF já foi usado em contas ou empréstimos ilegais

Reporter Regional

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Desde janeiro, os brasileiros têm sido bombardeados com notícias sobre vazamento de dados. Logo no início do ano, foi identificado um vazamento com informações pessoais de 223 milhões de brasileiros, incluindo informações até de pessoas falecidas. Menos de um mês depois,  mais de 102,8 milhões de dados de celulares foram expostos na internet. Com os últimos acontecimentos, muitas pessoas ficaram preocupadas com a quantidade de dados expostos online e algumas, inclusive, tomaram conhecimento de que seus dados foram usados para a abertura de contas correntes e empréstimos ilegais.

O que poucos sabem é que há um jeito muito simples de saber se você foi vítima de fraude. O site Registrado, do Banco Central, monitora quais contas correntes estão vinculadas ao CPF do titular. Por meio de um cadastro simples, é possível acessar informações de empréstimos e financiamentos, lista dos bancos em que você possui conta, indicações de chaves PIX cadastradas em instituições de pagamentos e dados sobre operações de câmbio ou transferências internacionais.

O recurso está disponível tanto na versão para computador quanto na versão mobile.

Como consultar

1) Para fazer a consulta ao Registrato, acesse o site e indique se é “pessoa física” ou “Pessoa jurídica”;

Resgistrato

2) Escolha como deseja validar sua identidade para obter mais instruções. É possível fazer a validação por meio do Internet Banking, celular, computador, ou com certificado digital, no caso de empresas. O atendimento presencial está suspenso durante a pandemia;

3) A maneira mais simples é pelo celular. Basta acessar a opção “Registrato” no aplicativo do seu banco, digitar sua senha e gerar um PIN;

Banco central

4) Feito isso, você será encaminhado para o site do Banco Central, em que deverá entrar com seu endereço de e-mail e digitar uma nova senha. Agora, basta concluir o credenciamento, fazer o login e acessar os relatórios disponíveis na plataforma.

Caso a pessoa verifique que foram abertas contas ou empréstimos por terceiros em seu nome, é necessário entrar em contato com a instituição financeira ou com o Banco Central.

 

 

Fonte: TecMundo

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Quais celulares antigos foram mais marcantes?

Pável Bauken

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Oi, gente! É tão engraçado pensar que já fazem 13 anos desde que o primeiro iPhone foi lançado, né? E ver que, de lá para cá, os celulares têm mudado tanto com o passar dos anos. Hoje vamos fazer uma sessão de nostalgia para relembrar de alguns celulares que viraram febre nos anos 2000. Será que você já teve algum deles?

Nokia 3310

Também conhecido popularmente como Nokia Tijolão, o “celular indestrutível”, ele é com certeza um dos modelos que ficou marcado no imaginário das pessoas. Lançado em 2000, o celular já tinha algumas funcionalidades interessantes para a época, sabia? Ele podia enviar mensagens e figuras, tinha teclas de atalho, discagem rápida e até mesmo jogos como “Snake” (o famoso jogo da cobrinha, lembra?).

Ah! Além disso, ele também era conhecido por ter uma bateria que durava por vários dias. Dá para acreditar? Recentemente, o aparelho foi relançado pela Nokia. Dá uma olhadinha na sua versão mais moderninha.

Motorola RAZR V3

Quem nunca quis ter um V3? Esses flip-phones (celulares que fazem essa dobradinha com a tampa que “levanta”) eram incríveis, né?

O V3 foi lançado em 2003 e fez tanto sucesso que foram vendidas mais de 130 milhões de unidades. É muita coisa! E esses celulares revolucionaram o mercado quando se pensa em design.

Olha só o que eles faziam: tinham uma tela LCD (as famosas telas feitas de cristais) de 176×220 pixels, com toques de chamada em MP3, 7 MB de memória, além de conexão bluetooth e uma câmera digital VGA (uma das primeiras tecnologias em câmera digital). Era muita inovação de uma vez só, pesando menos de 99 gramas!

Ah! A Motorola também decidiu “reviver” o V3 dando uma repaginada em seu visual em 2019, lançando um novo aparelho chamado apenas RAZR com o mesmo visual do sucessor, só que um pouco mais moderninho. Olha só!

LG Chocolight MG280

Esse celular também era incrível! O LG Chocolight no modelo MG280 foi lançado em junho de 2007. Ele era um daqueles celulares de deslizar para aparecer o teclado, sabe? O que era muito diferente na época!

Além do design moderno, ele vinha com várias cores e já era sensível ao toque (touch screen). Ah! E você podia cadastrar até 1000 contatos, porque o aparelho tinha 8 MB de memória. Bem legal, né?

BlackBerry 8700

A BlackBerry era uma marca que deixava todo mundo de queixo caído. Ela tinha esse aparelho, que era chique, corporativo e bonito. E sabe de uma coisa? Esse foi um dos primeiros smartphones a ter conectividade 2G, além de ter uma boa memória interna de 64 MB. Arrasou, hein! Dava até para salvar umas 10 músicas nele.

Sony Ericsson W200

Esse aqui até parece ser mais antigo, mas o Sony Ericson W200 foi lançado em 2008. Ele chamava bastante atenção pela cor laranja em seu design e pelo botão inicial. Ele era um aparelho mais voltado para o jovem, que queria um celular que também pudesse ser usado como “Walkman” — afinal, o celular tinha incríveis 27 MB de armazenamento interno, o que era bastante espaço na época.

Ah! Outra coisa, ele ainda tinha câmera VGA, rádio FM, mas tinha não tinha Bluetooth. E mesmo assim, foi um dos celulares mais vendidos da categoria.

Você teve algum celular desses? Qual era seu sonho de consumo dos celulares mais antigos? Compartilhe essa matéria com seus amigos 🙂

CanalTech
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