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Câmara e Senado propõem R$ 1 bilhão de fundo da Lava Jato para questões ambientais

Pável Bauken

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Após sair de reunião no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o uso do fundo bilionário da Lava Jato em ações para a Amazônia, o governador do Amapá, Waldez Góes, disse nesta quarta-feira que o ministro Alexandre de Moraes tentará chegar a um consenso sobre as propostas enviadas nos últimos dias pelo Congresso, Advocacia-Geral da União (AGU) e Procuradoria-Geral da República (PGR). Segundo o governador, se não houver consenso, Moraes sinalizou que levará o tema ao plenário do STF.

Além de ter se reunido com Goés, o governador de Roraima, Antonio Denarium, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), Moraes deve se encontrar agora com representantes da PGR, AGU, Ministério da Economia, Secretaria de Governo e Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional para tratar do tema.

Segundo o governador do Amapá, a proposta conjunta da Câmara e do Senado é que R$ 1 bilhão, dos R$ 2,5 bilhões do fundo, seja direcionando às questões ambientais. Parte dele, R$ 400 milhões, iriam para os Estados da Amazônia Legal, e outros R$ 600 bilhões ao governo – R$ 200 milhões para o Ministério do Meio Ambiente e R$ 400 milhões para ações na Amazônia, explicou Góes. “Valor que solicitamos para Estados da Amazônia Legal é de R$ 400 milhões”, também disse Denarium ao sair da reunião.

A discussão sobre a possibilidade de parte do fundo ser destinado ao combate das queimadas surgiu na semana passada, após a Mesa Diretora da Câmara solicitar ao STF. Em seguida, vieram manifestações da PGR e AGU.

O destino dos R$ 2,5 bilhões do Fundo da Lava Jato parou na Suprema Corte em março, depois de a PGR questionar o acordo fechado entre a Petrobras e a força-tarefa da Lava Jato no Paraná que estabeleceu, entre outros pontos, a criação de uma fundação para gerir parte da multa. O caso caiu com Alexandre de Moraes, que resolveu suspender o acordo entre a estatal e o Ministério Público paranaense.

Correio do Povo
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China anuncia mais 71 mortos pelo coronavírus

Reporter Cidades

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Número diário de falecimentos é o menor registrado em duas semanas

As autoridades de saúde da China divulgaram nesta terça-feira (noite de segunda-feira no Brasil) mais 71 mortes provocadas pelo novo coronavírus, o menor número diário de falecimentos registrados em mais de duas semanas, o que elevou o número de vítimas fatais para 2.663. A Comissão Nacional de Saúde também relatou 508 novos casos confirmados no país, sendo que 499 deles foram diagnosticados na província de Hubei, epicentro da epidemia, detectada em dezembro passado.

Na véspera, o número de diagnósticos positivos de COVID19 foi de 409 em todo o país. Os números sugerem que o surto parece reduzir progressivamente o ritmo de sua expansão na China, mas os casos em outras regiões do mundo estão se acelerando. Várias províncias da China não notificaram novos casos de infecção por vários dias consecutivos, e o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse que o número de diagnósticos positivos no país “diminuiu” desde 2 de fevereiro.

No entanto, a própria OMS considerou “preocupante” o aumento acentuado na quantidade de mortes e de casos confirmados de contágio fora da China, principalmente na Itália, Coreia do Sul e Irã. Na Europa, a Itália, onde sete falecimentos já foram registrados, é o primeiro país do continente a implementar medidas de confinamento em dez povoados do norte.

A Coreia do Sul e o Irã agora têm o maior número de casos de contágio e de vítimas fatais fora da China. Dois meses após o surgimento do novo coronavírus na China central, cinco países anunciaram seus primeiros casos de contaminação: Afeganistão, Bahrein, Kuwait, Iraque e Omã.

Fonte: Correio do Povo

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Americano morre ao tentar provar que a Terra é plana

Reporter Global

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Hughes havia construído em seu jardim, com a ajuda de um amigo, um foguete movido a vapor | Foto: Reprodução / Twitter / CP

Um americano de 64 anos morreu no sábado durante uma tentativa de demonstrar que a Terra é plana. Michael Hughes faleceu na Califórnia na explosão de um foguete que fabricou em casa, informou o Science Channel.

Hughes “morreu tragicamente durante a tentativa de lançamento do foguete que ele mesmo havia fabricado”, afirmou a emissora, que pertence ao grupo Discovery Channel. “Nossos pensamentos e orações estão com a família e amigos durante este momento difícil”, completou o canal em sua conta no Twitter.

Hughes, conhecido como “Mad Mike”, havia construído em seu jardim, com a ajuda de um amigo, um foguete movido a vapor. Ele recebeu patrocínio de várias marcas para fabricar a nave. Ele declarou à imprensa que pretendia subir 1.500 metros acima do nível do mar para demonstrar que a Terra não é redonda, e sim que “tem a forma de um disco voador”.

Imagens do lançamento, ao qual compareceram muitas testemunhas em uma área de deserto próxima à residência de Hughes, em Barstow, 180 km ao nordeste de Los Angeles, foram divulgadas nas redes sociais.

Nas imagens é possível observar como um paraquedas surge do foguete alguns segundos após a decolagem, então a nave muda imediatamente de rumo e cai algumas centenas de metros adiante. “Este lançamento sempre foi um sonho e o Science Channel estava lá para contar a história”, afirmou o canal americano, que filmava o evento para uma nova série com o título “Astronautas amadores”.

Correio do Povo

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Norte da Itália começa a ser isolado por causa do novo coronavírus

Reporter Global

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Autoridades decidiram fechar lugares de grande circulação devido ao aumento de casos do novo coronavírus | Foto: Andreas Solaro / AFP / CP

Autoridades do norte da Itália, entre elas as da cidade de Milão, decidiram neste domingo fechar escolas, museus, teatros, cinemas e lugares de grande circulação diante do aumento na quantidade de casos do novo coronavírus no país, que causou três mortes nos últimos três dias. O número de infectados na Itália chegou a 152, incluindo os três mortos, segundo o último balanço apresentado pelo chefe da Proteção Civil, Angelo Borrelli.

A terceira pessoa falecida era da região de Crema, a 40 quilômetros de Milão, segundo Giullio Gallera, secretário de Saúde da região da Lombardia. “Trata-se de uma senhora idosa, que estava internada em estado grave no setor de oncologia e que tinha sido contaminada com o coronavírus”, explicou Gallero durante uma coletiva de imprensa. Os três mortos pelo novo coronavírus na Itália estavam muito doentes e eram idosos.

As autoridades da Lombardia, uma das regiões mais industrializadas do país, decidiram fechar pontos muito simbólicos como a catedral, o famoso Duomo. O prefeito de Milão, capital do país, Giuseppe Sala, preparou uma série de medidas muito estritas, para um prazo de 7 a 15 dias.

O governo tinha decretado na véspera o isolamento total de 11 cidades do norte do país, entre elas 10 de Lombardia e 1 próxima a Pádua, na região de Vêneto, a qual pertence Veneza.

Mais cedo, autoridades italianas informaram a suspensão do carnaval de Veneza em consequência do surto. “Planejamos a suspensão do carnaval e de todos os eventos esportivos até 1 de março”, declarou o governador da região de Vêneto, Luca Zaia, ao canal de notícias SkyTg24.

Correio do Povo

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