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Câmara aprova criação de data que homenageia o Interact

Reporter Cidades

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A Câmara de Vereadores aprovou na sessão de segunda-feira, 04, o projeto de lei de autoria de Lires Zimmermann Führ que institui o Dia Municipal do Interactiano, data comemorativa a ser celebrada no dia 05 de novembro. “Pretendemos com isso incentivar a adesão e a participação de adolescentes e jovens de Santa Rosa em ações sociais, culturais e comunitárias, bem como fomentar o surgimento de novas lideranças”, argumentou a vereadora ao defender o projeto.

A entidade Interact assumiu o compromisso de fomentar a data no calendário do município, mas a vereadora sugere que a Prefeitura, através das secretarias que atuam nas áreas da Educação, Cultura, Esportes e Juventude promova atividades culturais e sociais nesta data, tendo como público-alvo os jovens de 12 a 18 anos, faixa etária correspondente ao INTERACT CLUB.

O Município de Santa Rosa possui seis clubes de Rotary, além do espaço exclusivamente feminino – através da Casa da Amizade, mais o Rotaract e o Interact. Além disso, está em construção a Casa Rotária, no Parque das Nações. O Interact é o primeiro contato do adolescente e do jovem com os movimentos sociais rotários.

Adolescentes e jovens do Interact atuam voluntariamente em entidades do município, como ONG Espaço Feliz, Abefra, Apae, Afapene, Lar do Idoso e outras, desenvolvendo ações sociais e culturais.

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Mesmo parado, seu carro necessita de cuidados

Reporter Plural

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Crédito: Divulgação/Shell

Nos últimos meses, muitas pessoas deixaram o automóvel na garagem. Mas é bom lembrar que, mesmo estacionado ou andando pouco, ele requer atenção. Confira a seguir como cuidar de seu carro como ele merece.

1. Aprenda a verificar o nível do óleo e da água

Dependendo da quantidade de quilômetros que você faz por mês, esta tarefa deverá ser realizada ao menos uma vez a cada quinze dias. Mas fique tranquilo que isso não exigirá muito conhecimento técnico.

Com relação ao óleo, a primeira coisa a aprender é que ele só deve ser verificado com o motor desligado há pelo menos 10 minutos, com o automóvel em um lugar plano. Com isso, você pode olhar o nível, que deve estar entre o mínimo e o máximo da vareta. Lembre-se também dos prazos de troca, que geralmente ficam entre 10 mil e 15 mil quilômetros.

O liquido do arrefecimento, que é composto por água e um aditivo para conservar as peças, também deve ser verificado com o motor frio. Se estiver pouco abaixo do nível, basta completar. E ele também precisa ser trocado a cada 10 mil quilômetros.

 

2. Mantenha o carro limpo

Limpar o carro não é só uma questão de estética. A sujeira, tanto no interior como no exterior compromete a pintura, pode provocar manchas e ainda é capaz de causar danos nocivos à saúde do condutor e dos passageiros.

 

3. Limpe o motor do automóvel

A cada um ou dois anos, leve o carro à lavação para limpar o motor. Quando está limpo, ele trabalha muito melhor e ainda permite que o condutor perceba fugas ou vazamentos com antecedência, imprescindível para evitar gastos desnecessários.

 

4. Dirija com precaução

Ao conduzir de maneira cautelosa, o condutor está zelando pelo bem estar, tanto dele próprio quanto do veículo, evitando colisões, raspões e uma série de outras avarias nocivas ao carro.

 

5. Estacione na sombra

A tinta do carro é a primeira barreira contra diversos fatores, protegendo o veículo das ações do tempo e evitando o aparecimento da ferrugem, por exemplo. Por este motivo, é importante tomar muito cuidado com a exposição prolongada ao sol e a incidência dos raios ultravioleta, que desgastam e corroem a tinta do carro.

 

6. Faça alinhamento e balanceamento

A cada 10 mil quilômetros ou após trocas de pneus e outros componentes, faça o alinhamento e o balanceamento das rodas. Isso evita o desgaste irregular dos pneus e aumenta a segurança dos passageiros.

 

7. Fique atento à pressão dos pneus

A pressão correta dos pneus reduz o consumo do combustível, evita o superaquecimento, o desgaste precoce e ainda elimina o risco de acidentes. A pressão adequada para os pneus do seu veículo pode ser verificada no manual que o acompanha.

 

8. Tire o pé da embreagem

Ao dirigir, evite deixar o pé constantemente sobre a embreagem. Essa ação mantém o engate desacoplado, já que o conjunto da peça funciona por fricção, ocasionando o desgaste prematuro e até mesmo quebra da embreagem.

9. Use peças originais na reposição

As peças genéricas não passam por testes rigorosos de qualidade. Por este motivo, sempre que precisar repor as peças do veículo, escolha as originais. Com isso você evita problemas mecânicos, acidentes e até mesmo perda de garantia.

 

10. Substitua os filtros

Tanto o filtro do ar, do óleo e do combustível têm como missão a proteção do motor. Por este motivo, substitua-os sempre que necessário, de acordo com as datas do manual do fabricante.

 

Viu só? Com essas dicas para cuidar do carro, você evita uma série de problemas desnecessários e ainda mantém a segurança e a longevidade do seu veículo.

 

 

 

 

FONTE LITORAL CAR

 

 

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Geral

Cadelinha prenha? Entenda os cuidados necessários antes e depois do parto

Reporter Plural

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É essencial o acompanhamento do veterinário durante a gestação, mas também após o nascimento dos filhotes

Ter o privilégio de estar em contato com uma linda ninhada de cães é
encantador, mas é preciso ter atenção aos cuidados necessários para garantir
que a mamãe e os filhotes estejam saudáveis. Estes cuidados devem começar
bem antes do parto e continuar após o nascimento.

 

 

Vamos às dicas:

  • Comendo por uma ninhada inteira
Essencial que a mamãe, após o parto, receba uma dieta balanceada com proteínas, gorduras, fibras, vitaminas e minerais. Se você já mudou a ração dela para a do tipo filhote com a orientação de um veterinário, está certinho!

Agora, as mamães que recebem alimentação natural (AN) devem continuar a comer uma quantidade maior de alimentos nutritivos. Precisam ser evitados alimentos de difícil digestão grãos, biscoitos, pães, bolos – mesmo aqueles que são próprios para cães.

O excesso de peso do animal é um fator de atenção. Isso porque a obesidade dificulta a respiração da cadela, além de baixar a imunidade. Para oferecer a melhor dieta natural para o seu pet, procure um veterinário especializado em nutrição.

  • Cuidados com a mamãe após o parto

É essencial o acompanhamento do veterinário durante a gestação, mas também no pós-parto. É preciso verificar o estado de saúde da mamãe para saber se ela se recuperou bem após o nascimento dos filhotes.

Não deixe de verificar se ela está amamentando a ninhada. Pois nas primeiras horas de vida, o filhote necessita ingerir o colostro (rico em anticorpos) por meio da amamentação. Assim, os pequenos poderão adquirir defesas contra doenças enquanto ainda não são capazes de produzir as suas próprias.

Forneça água e alimento para a mamãe! Quando são muito protetoras, algumas cadelas podem não querer sair de perto da ninhada. Por isso, é importante colocar a vasilha de água e comida perto dela e verificar se ela está consumindo. Se ela se recusar a comer ou beber água é preciso consultar um veterinário.

  • Amamentação dos filhotes

Dos 35 a 45 dias de vida da ninhada é o tempo ideal para manter a amamentação dos filhotes, desde que a mãe tenha condições de amamentar. Até lá, os peludos devem consumir apenas o leite materno que já possui os nutrientes necessários para um crescimento saudável.

O desmame é um processo natural pelo qual os cães passam quando estão com um mês ou pouco mais de vida. Neste período eles podem receber papinhas, ainda intercaladas com o leite. Para ajudar o pet a compreender que o que está sendo servido é para comer e não brincar, é preciso deixar ele cheirar e lamber antes de oferecer.

  • Alimentação dos filhotes

Quando passam a comer alimento sólidos, os filhotes devem receber a mesma ração até os 12 ou 14 meses de idade. Essa é a época em que o pet chega à idade adulta, passando a receber a ração adequada para esta etapa.

Os filhotes precisam que sua alimentação seja cuidada com atenção. O ideal é que o peso do pequeno aumente cerca de 25% nos primeiros seis meses de vida. Isso deve corresponder a quase metade do seu peso quando adulto. Por isso, a quantidade apropriada de ração é essencial para o crescimento de um cão saudável. Para isso, conte com a orientação do veterinário.

  • Cuidados com a mamãe e os filhotes

Reforce o organismo materno para este período tão importante. Aqui vai uma dica especial: ingredientes naturais podem beneficiar a mamãe, reforçando suas defesas naturais, o bom estado nutricional e facilitando a produção do leite para amamentar os pequenos.

 

Quando separar o filhote da mãe - MelhorAmigo.Dog

 

FONTE FOLHA VITORIA

 

 

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Respondemos as 10 dúvidas mais comuns sobre doação de órgãos e tecidos

Reporter Plural

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Ilustração Google

No Brasil, o número de pessoas na fila por um órgão, chegou a 40 mil no ano de 2019, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos.

Apesar da maior publicidade nos últimos anos, do aumento do número geral de doadores de órgãos e do grande número de transplantes realizados no país, ainda existe uma deficiência de informações sobre os processos dos transplantes e das doações. Estes fatos podem afetar negativamente a compreensão dos familiares no momento da solicitação da autorização para que o familiar falecido seja declarado doador de órgãos.

Por isso, vamos esclarecer dúvidas comuns sobre esse tópico e mostrar que a doação de órgãos é uma prática que envolve muito altruísmo, além de salvar muitas vidas. As informações são da Dra. Estela Regina Ramos Figueira, médica da equipe de Transplante de Fígado do Hospital 9 de Julho.

Quais órgãos e tecidos podem ser doados?

Potencialmente, um único doador pode fornecer dois rins, um fígado, um coração ou as válvulas cardíacas, um pâncreas, dois pulmões, intestino, duas córneas, ossos, medula e pele.

Doação de órgãos podem ajudar na sobrevivência das pessoas :: Boqnews -  conteúdo de qualidade e credibilidade

Quem pode ser doador de órgãos?

O doador para fins de transplantes de órgãos (rins, fígado, coração, pâncreas e pulmões) pode ser qualquer pessoa, adulto ou criança, com diagnóstico definido de morte cerebral. A morte cerebral, ou encefálica, é irreversível e é confirmada por critérios definidos pelo Conselho Federal de Medicina, envolvendo a identificação de causa de morte irreversível, a realização do teste de apneia – teste que confirma a ausência de movimentos respiratórias – e outros exames, que confirmam a falta de fluxo sanguíneo nos tecidos cerebrais.

Quem não pode ser doador de órgãos?

Pacientes com diagnóstico de tumores malignos, doença infecciosa grave aguda ou doenças infectocontagiosas – destacando-se o HIV, as hepatites B e C e a doença de Chagas. Também não podem ser doadores os diagnosticados com insuficiência de múltiplos órgãos, situação que acomete coração, pulmões, fígado, rins, impossibilitando a doação desses órgãos.

Caso eu decida ser um doador, como minha família saberá sobre a possibilidade da doação após a minha morte?

No momento oportuno, logo após a declaração de óbito, a sua família será informada quanto à possibilidade de realizar a doação dos seus órgãos e/ou tecidos. Caso concordem, os familiares serão convidados a assinar os documentos necessários para a doação (aqui no Brasil, a retirada de órgãos só pode ser realizada após a autorização familiar). A vontade do doador declarada em vida precisa ser confirmada pela família. Caso, após sua morte, a sua família recuse a doação, os seus órgãos não serão retirados para transplante. Entretanto, em geral, quando a família tem conhecimento desse desejo, frequentemente autoriza a doação.

Para declarar a vontade de ser doador após a morte, você pode acessar o site da Aliança Brasileira pela doação de Órgãos e Tecidos (Adote), fazer seu cadastro e download do cartão de doador. Basta acessar o link: http://www.adote.org.br/.

No caso do falecimento de um familiar, o que acontece após eu autorizar a doação dos órgãos?

Após a autorização da doação, serão realizados alguns exames para confirmação da morte. Paralelamente, será realizada coleta de sangue, para análise da presença de anticorpos do HIV, hepatite B e C, HTLV, sífilis, doença de Chagas, citomegalovírus e toxoplasmose, além dos exames gerais de avaliação do fígado e rins principalmente. Depois de realizadas todas as avaliações, o doador é encaminhado para a cirurgia de retirada de órgãos.

Minha família terá custos se eu quiser doar órgãos?

Não há nenhum custo para a família quanto à doação de órgãos e tecidos, como também não há nenhum ganho material. A legislação brasileira exige que a doação seja um ato altruísta familiar sem interferência econômica.

É possível saber para quem foi doado o órgão?

Por questões éticas, não é possível que a família do doador saiba para quem o órgão foi doado. Tanto o paciente transplantado como o doador devem permanecer no anonimato.

Como é a cirurgia para retirada dos órgãos?

A cirurgia para retirada dos órgãos é realizada com processos semelhantes aos das demais cirurgias. O doador é encaminhado à sala de cirurgia, sendo realizada a assepsia e a colocação de campos estéreis. Os médicos cirurgiões também são paramentados com aventais estéreis. Após o preparo inicial, são realizados os procedimentos para a retirada dos órgãos doados. Ao final dos procedimentos, todo o cuidado é aplicado para a realização de adequada reconstituição do corpo, de acordo com a Lei n° 9.434/1997. O corpo fica como antes, sem qualquer deformidade. Não há necessidade de sepultamentos especiais. O doador poderá ser velado e sepultado normalmente.

É possível doar em vida?

Sim, é possível. O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, medula óssea e, mais raramente, parte do intestino, parte do pulmão ou parte do pâncreas. Potencialmente, qualquer pessoa saudável maior de 18 anos pode ser uma doadora de órgãos. Entretanto, o doador deve ser parente do receptor em até quarto grau e possuir compatibilidade sanguínea. Caso o doador não seja um parente relacionado é necessária autorização judicial.

Se doar um órgão, terei problemas de saúde no futuro?

A ideia do transplante intervivos, com doação de órgão ou parte do órgão, pressupõe que o doador não tenha nenhum problema futuro. As avaliações pré-operatórias, a avaliação clínica e a técnica cirúrgica são empregadas com esse fim. No entanto, é preciso se ter em mente, que todo o procedimento cirúrgico tem risco de complicações graves, ainda que seja um risco pequeno.

A importância desse gesto

A doação de órgãos é fundamental para a manutenção e crescimento do número de transplantes no Brasil. É maravilhoso ver a recuperação do paciente após o transplante, principalmente em alguns tipos de transplante, como o transplante de fígado, onde o paciente transplantado, literalmente, ganha a vida. Pensamos que as famílias dos doadores sente-se de algum modo confortadas, pois, no meio de tanta dor, possibilita-se o prolongamento da vida de outras pessoas muito doentes, que, sem o transplante, poderiam vir a óbito em curto espaço de tempo. Manifeste seu desejo de fazer parte dessa corrente do bem!

 

 

Setembro Verde - Doação de Orgãos

 

 

 

FONTE H9J

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