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Caixa paga auxílio emergencial para 5,2 milhões de beneficiários

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Marcelo Camargo/ Agencia Brasil


Também é liberada hoje 2ª parcela do auxílio extensão para NIS final 3

A Caixa paga hoje (21) auxílio emergencial para 5,2 milhões de beneficiários. Entre os beneficiários estão 3,6 milhões de brasileiros nascidos em agosto, que recebem R$ 1,6 bilhão no Ciclo 3 de pagamentos. Também está sendo liberado hoje o pagamento de R$ 421 milhões referentes à segunda parcela do auxílio emergencial extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final de NIS (Número de Identificação Social) número 3.

Ciclo 3 e auxílio residual

Do total de recursos pagos hoje no Ciclo 3, R$ 800 milhões são referentes às parcelas do auxílio emergencial pagas para 1,3 milhão de pessoas. Os demais, 2,3 milhões, serão contemplados com a primeira parcela do auxílio emergencial extensão, em um montante de R$ 800 milhões.

A partir desta quarta-feira, os valores já podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de 1 milhão de estabelecimentos comerciais.

O benefício criado em abril pelo governo federal foi estendido até 31 de dezembro por meio da Medida Provisória (MP) nº 1.000. O auxílio emergencial residual será pago em até quatro parcelas de R$ 300 cada e, no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600,00.

A Caixa lembra que não há necessidade de novo requerimento para receber a extensão do auxílio. Somente aqueles que já foram beneficiados e, a partir de agora, se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP terão direito a continuar recebendo o benefício.

De acordo com o banco, a parcela extra inicial será para os beneficiários que receberam a primeira parcela do auxílio emergencial em abril.

Os saques e transferências para quem recebe o crédito nesta quarta-feira serão liberados a partir do dia 28 de novembro.

Poupança social digital

A conta poupança social digital é simplificada, sem tarifas de manutenção, com limite mensal de movimentação de R$ 5 mil. A movimentação do valor poderá, inicialmente, ser realizada por meio digital com o uso do aplicativo Caixa Tem, sem custo, evitando o deslocamento das pessoas até as agências. Logo após o crédito dos valores, será possível realizar compras em supermercados, padarias, farmácias e outros estabelecimentos com o cartão de débito virtual e QR Code nas maquininhas de cartão. O beneficiário também poderá fazer o pagamento de contas de água, luz, telefone, gás e boletos em geral pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas por meio da opção “Pagar na Lotérica” do Caixa Tem.

Com o cartão de débito virtual Caixa é possível fazer compras pela internet, aplicativos e sites de qualquer um dos estabelecimentos credenciados. Para gerar o cartão, é preciso entrar no aplicativo e acessar o ícone cartão de débito virtual. Feito isso, o usuário deverá digitar a senha do Caixa Tem. Em seguida, aparecerão os seguintes dados: nome do cidadão, número e validade, além do código de segurança. Ao lado do código, é preciso clicar em gerar e assim, o cartão estará disponível. O código de segurança vale para uma compra ou por alguns minutos. Para realizar uma nova compra é preciso gerar um novo código.

Bolsa Família

A Caixa paga também hoje R$ 421 milhões referente à segunda parcela do auxílio emergencial extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 3. Ao todo, mais de 16 milhões de pessoas cadastradas no programa Bolsa Família foram consideradas elegíveis para a segunda parcela do auxílio emergencial extensão e receberão, no total, R$ 4,2 bilhões durante o mês de outubro.

Segundo a Caixa, para quem recebe o Bolsa Família nada muda. O recebimento do auxílio emergencial extensão atende aos mesmos critérios e datas do benefício regular, permitindo a utilização do cartão nos canais de autoatendimento, unidades lotéricas e correspondentes Caixa Aqui ou por crédito na conta Caixa Fácil.

Para o pagamento do auxílio emergencial extensão, os beneficiários do Bolsa Família tiveram avaliação de elegibilidade feita pelo Ministério da Cidadania e recebem o valor do programa complementado pela extensão do auxílio emergencial em até R$ 300 ou em até R$ 600, no caso de mulher provedora de família monoparental.

Fonte: Agencia Brasil

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Quase nove anos depois, sobreviventes, parentes e amigos de vítimas mostram que a dor não passará com o júri do dia 1º

Joana Carvalho Treulieb fará nove anos daqui a pouco, em 2022, no dia 15 de março. O incêndio da boate Kiss, que deixou 242 mortos e 680 feridos, a suprema maioria de jovens universitários entre 17 e 25 anos, com início do julgamento dos quatro réus marcado para esta quarta-feira (1º), completará nove anos também daqui a pouco, em 2022, na madrugada de 27 de janeiro. Joana nasceu e vive em Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O incêndio ocorreu na mesma cidade, com cerca de 300 mil habitantes, distante 290 quilômetros de Porto Alegre, capital do estado.

Poderiam ser as únicas coincidências a ligar a menina inteligente, tagarela, de sorriso doce e voz suave à segunda maior tragédia brasileira em número de mortos como consequência de fogo e fumaça. E também à quinta do país por todas as causas, à terceira do mundo em casas noturnas e à maior do país nos últimos 50 anos – mas os caprichos do destino não quiseram exatamente assim.

João Aloísio Treulieb, pai de Joana, formado em Turismo, 29 anos em 27 de janeiro de 2013, na ocasião junto há dez com a advogada Patrícia Carvalho, mãe da menina, trabalhava como gerente do bar da Kiss naquela noite A banda Gurizada Fandangueira animava uma festa de arrecadação de fundos para formatura de turmas de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). João é um dos 242 mortos.

Grávida, Patrícia não acompanhou o marido naquela noite. Pouco mais de 40 dias depois, nasceu Joana. De sete meses. “Conhecedores da história olham para Joana e me dizem: ‘o nascimento e o desenvolvimento dela viraram, por ironia, exemplos do quanto parte de toda uma existência pode funcionar como relógio, contagem de tempo e calendário de vida à espera de Justiça”, conta a advogada. A esperta Joana e sua mãe são dois entre as centenas de exemplos de famílias atingidas, muitas até mesmo partidas para sempre, pelas consequências do incêndio fatídico ocorrido nessa organizada e pujante cidade da região central gaúcha.

Quatro réus serão julgados a partir de 1º de dezembro: o DJ Luciano Augusto Bonilha Leão, que comprou o sinalizador usado no palco, Marcelo Jesus dos Santos, vocalista da banda, que acendeu o artefato no show, e os dois sócios da Kiss, Elissandro Callegaro Spohr, o Kiko, e Mauro Londero Hoffmann. Um telão será instalado no centro de Santa Maria para familiares e público acompanherem o julgamento.

Augusto César Neves, 19 anos à época, era estudante do 3º semestre de Ciência da Computação na UFSM. Filho único, foi adotado aos sete dias de vida. Não bebia, fumava ou tinha qualquer vício. Aquela noite, ainda do sábado 26 de janeiro, foi, segundo seus pais, a primeira da vida em que ele deixou a casa simples de madeira, no bairro Divina Providência, em Santa Maria, para uma balada, o que fez Seu César ouvir algumas vezes os lamentos de preocupação da mulher.

Seu César recebe a reportagem do R7 com a camisa usada pelo filho ensino médio, em uma escola de orientação evangélica. Detalhista ao ponto de impressionar, Dona Aparecida relata como Augusto reclamou, naquele sábado, do suco de soja que havia acabado, da preguiça dela em ir para a cozinha naquele dia, da recuperação de ânimo para fazer o arroz-feijão-bife-e-batata-frita predileto do seu menino e do suco “com pouco açúcar” preparado pelo filho.

“Todos os réus merecem punições relevantes, compatíveis com o abalo e, em inúmeros casos, com a destruição de famílias”, afirma o pai. “Penso da mesma forma. Não teremos nosso filho de volta, mas as penas precisam ser importantes até para não estimular coisas semelhantes no futuro”, completa Dona Aparecida, que acompanhará o julgamento em Porto Alegre desde o início. Seu César promete estar no tribunal na leitura das sentenças.

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