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Caixa aumenta em 20% oferta de crédito rural no primeiro semestre

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Banco ofereceu R$ 6,5 bilhões para produtores rurais até junho Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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A Caixa Econômica Federal ampliou para R$ 6,5 bilhões o volume de crédito rural disponível para o primeiro semestre. O valor representa crescimento de 20% em relação ao ano agrícola anterior.

 

 

Entre as modalidades contempladas nas linhas de crédito rural do banco, estão o financiamento da safra verão 2021/2022 e empréstimos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e para investimentos no campo.

Segundo a Caixa, as principais culturas financiadas serão soja, milho, algodão, arroz, feijão, mandioca e café, bem como atividades pecuárias.

A linha para a safra verão 2021/2022 permite ao produtor de grãos antecipar o custeio do plantio e da colheita. Os financiamentos permitirão o planejamento melhor da aquisição de insumos, antes do início da safra.

Com prazo de até 15 anos de pagamento e carência de até três anos, as linhas de investimento financiam a compra de máquinas e equipamentos novos, de animais, formação ou recuperação de pastos e construção de cercas e demais instalações, como galpões e currais. A modalidade também inclui empréstimo para a construção de armazéns e de sistemas de irrigação.

Com juros a partir de 2,75% ao ano, variando conforme o empreendimento, as linhas do Pronaf financiam a aquisição de insumos e o pagamento de serviços por pequenos produtores. O Pronamp tem uma linha de custeio, para cobrir os gastos da produção agrícola, e uma linha de investimento, para financiar melhorias nas propriedades ou compra de máquinas.

Desde 2013, a Caixa atua na concessão de crédito rural. Em oito anos, o banco emprestou R$ 44 bilhões a 52 mil empreendimentos rurais.

 

FONTE: O Sul

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Agro

Trigo atinge 69% da área projetada para esta safra no RS

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Foto: Divulgação/Emater/Ascar
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Com estimativa de produzir trigo em 1.312.488 hectares no Rio Grande do Sul, nos últimos dias o plantio avançou e atinge 69% da área projetara para o Estado nesta Safra. Progredindo de forma mais lenta em regiões com maior umidade relativa do ar e no solo e com mais intensidade onde não ocorreram chuvas, o plantio do trigo está atrasado, mas, de acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (04/07) pela Emater/RS-Ascar, há perspectiva de conclusão dentro do período definido no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc).

As baixas temperaturas nessa fase são favoráveis para a expressão de alto potencial produtivo do trigo, cujas últimas lavouras implantadas apresentam melhor emergência e estande de plantas. As geadas favorecem a sanidade da cultura, diminuindo a incidência de insetos e de doenças. Em relação ao controle de doenças foliares, iniciou a realização de aplicações preventivas. Houve necessidade de segundo manejo químico para controle de plantas nas áreas em que a dessecação foi realizada no início de junho.

Com estimativa de cultivo em 365.590 hectares na Safra 2024, a implantação da aveia branca foi finalizada, com atraso em relação ao planejado pelos produtores, devido à recorrência de chuvas no período e à falta de sol. Por outro lado, essa situação, de maneira geral, não deve impactar os tetos produtivos da cultura. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, a semeadura da aveia branca foi encerrada, estando cerca de 70% estão nos estádios de germinação e desenvolvimento vegetativo, 20% em florescimento, e 10%, em enchimento de grãos. Em relação ao manejo fitossanitário, as baixas temperaturas, nos últimos dias do período, reduziram a infestação de pulgão, que já não é mais um problema. Contudo, em muitas lavouras, em especial as que apresentam desenvolvimento mais adiantado, é bastante preocupante a incidência de ferrugem.

 

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Agro

Ministro da Agricultura afirmou que o Brasil deve incentivar produção de arroz sem necessidade de novos leilões

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portal plural ministro da agricultura diz que brasil não precisa mais de leilão de arroz, apenas incentivo à produção nacional
Foto: Divulgação
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O Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, declarou nesta quarta-feira (3) que o Brasil não planeja realizar novos leilões para importação de arroz no momento. Em entrevista, explicou que a decisão vem após tentativas frustradas de importação durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio.

Na ocasião, mesmo com 80% da safra já colhida no estado, o governo federal decidiu importar arroz de outros países, mas enfrentou obstáculos que levaram ao cancelamento dos leilões. Fávaro destacou que os preços do arroz já se estabilizaram em níveis normais em várias regiões do país, variando entre R$ 19 e R$ 25 o pacote de cinco quilos, o que, segundo ele, indica que novos leilões não são necessários neste momento.

O ministro informou que o governo está pronto para discutir estabilidade de preços, logística e frete com a Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz) e representantes da indústria, mas ressaltou que, por ora, é mais prudente monitorar o mercado e não especular sobre novas intervenções.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), sob o Ministério da Agricultura, coordenará o monitoramento do mercado, e espera-se que um termo de compromisso sobre os preços do arroz seja assinado após reuniões com o setor produtivo e o Ministério do Desenvolvimento Agrário ainda nesta quarta-feira.

Fonte: G1

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Agro

Governo lança Plano Safra 2024/25 nesta quarta-feira

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Foto: Reuters/Nacho Doce
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lançará nesta quarta-feira (3) o Plano Safra 2024/25 para a agricultura empresarial e familiar. Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o plano disponibilizará R$ 475,56 bilhões para financiamentos de pequenos, médios e grandes produtores.

Esse valor é 9% superior ao ofertado na safra anterior, que foi de R$ 435,8 bilhões. Do total, R$ 400,585 bilhões serão destinados à agricultura empresarial e R$ 74,98 bilhões à agricultura familiar.

O lançamento ocorrerá em duas etapas: pela manhã, será apresentado o pacote para a agricultura familiar, enquanto à tarde será divulgado o Plano Safra 2024/25 empresarial no Palácio do Planalto. O presidente Lula destacou que o governo oferece uma política de financiamento “extraordinária” para o agronegócio.

“Serão dois grandes programas de financiamento com juros subsidiados para que as pessoas possam continuar trabalhando. O agronegócio é responsável por grande parte da riqueza do país e é importante que continue assim”, afirmou o presidente.

Foi divulgado que o custo com equalização de juros do Plano Safra terá um aumento de 23%, totalizando R$ 16,7 bilhões. Para a agricultura empresarial, o Tesouro Nacional destinará R$ 6,3 bilhões para equalização de juros, em comparação aos R$ 5,1 bilhões da safra atual. Para a agricultura familiar, o investimento será de R$ 10,4 bilhões, ante os R$ 8,5 bilhões liberados no ano passado.

O governo federal também planeja incluir fontes de crédito rural para aplicação em Cédulas de Produto Rural (CPRs) no montante geral do Plano Safra 2024/25. Com isso, o valor total de recursos disponibilizados aos produtores, de julho de 2024 até o fim de junho de 2025, será de R$ 582 bilhões.

Inicialmente, o planejamento do Ministério da Agricultura era atingir mais de R$ 500 bilhões apenas com o Plano Safra 2024/25, mas o montante foi reduzido após discussões com a equipe econômica do governo.

Fonte: CNN Brasil

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