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Bullying de MC Gui é assunto mais comentado nas redes sociais

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O cantor MC Gui se envolveu em uma polêmica na segunda-feira ao publicar um vídeo fazendo comentários maldosos sobre uma garota, durante um passeio na Disney.

Pelas imagens postadas nas redes sociais, a jovem percebe que está sendo filmada e fica constrangida com a situação. O funkeiro filma o rosto da menina com zoom e faz o comentário: “Parece um filme de terror.” Pelo menos dois shows do cantor foram cancelados por causa da repercussão.

No Twitter, tags relacionadas ao caso de MC Gui estão nas primeiras posições entre os assuntos mais comentandos no Brasil. Além de internautas anônimos, famosos também compartilha suas opiniões sobre o caso nas redes sociais.

A funkeira Jojo e o youtuber Felipe Castanhari foram alguns dos que postaram. No ranking mundial, o caso de cibebullying do funkeiro ocupa a quarta posição.

Mensagens de apoio

Usuários do Twitter fazem uma campanha para dar destaque à tag #JullyPrincessInDisneyworld e dar apoio à jovem norte-americana. Usuários postam mensagens de carinho para a menina e pedem desculpas pela atitude do cantor brasileiro. Foram mais de 30 mil publicações até as 11h20min desta terça-feira.

Ciberbullying no Brasil

Casos de ciberbullying não são tão incomuns nas redes sociais. Uma pesquisa publicada pelo Instituto Ipso em 2018 colocou o Brasil como o segundo país com mais casos de bullying virtual contra crianças.

Cerca de 30% dos pais ou responsáveis brasileiros, afirmam também terem tido conhecimento de pelo menos um caso em que o filho ou a filha foi vítima de bullying. Resultado bastante acima da média global de 17%, de acordo com a mesma pesquisa.

Pedido de desculpas

Na madrugada desta terça-feira, MC Gui publicou um vídeo de esclarecimento no Instagram no qual nega as acusações de ter praticado bullying, mas pede desculpas “se alguém realmente se sentiu constrangido” com a publicação feita por ele.

CP

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Aquecimento global: temperatura pode aumentar em 1,5°C até 2026

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A Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o planeta deve atingir o aumento de 1,5 ºC da sua temperatura média dentro dos próximos cinco anos. Segundo o órgão, existe quase 50% de chance de que a marca seja ultrapassada.
 
Esse limite foi estipulado no Acordo de Paris, em 2016, como crucial para frear os impactos das mudanças climáticas sobre a vida das pessoas e sobre os ecossistemas no globo. Especialistas afirmam que depois desse ponto, o problema já não será mais reversível.
 
Essa previsão foi recebida com apreensão pelos ambientalistas. Ela revela que estamos muito perto de falharmos com as metas climáticas e com os acordos que estabelecemos anos atrás. Também mostra que é preciso redobrar os esforços na busca de soluções.
 
As chances de atingir o aumento de 1,5 ºC na temperatura era de apenas 10% na última década. Ela aumentou em decorrência de muitos fatores, sendo o principal a emissão contínua de gás carbônico na atmosfera.
 
Os efeitos colaterais do aquecimento também favorecem fenômenos com o El Niño, um evento atmosférico natural do planeta capaz de elevar ainda mais os valores nos termômetros, em até 0,3 unidades.
 
Em abril, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) emitiu um relatório constatando que existem alternativas capazes de evitar esse desastre que parece iminente. Ainda assim, outro órgãos, como o Serviço Nacional de Metereologia do Reino Unido, Met Office, levantaram dúvidas sobre as conclusões.
 
Muitos ambientalistas também contam com o fato de que o acréscimo temporário de menos de um ano do limite estabelecido não levarão aos perigos descritos no Acordo de Paris. Essa pode ser uma maneira da humanidade ganhar tempo, mas que ainda assim serão inevitáveis se nada continuar a ser feito. 
Fonte:TecMundo
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Corregedoria vai acompanhar investigação sobre morte na Cracolândia; policiais confirmam ter feito disparos em ação

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Policiais afirmam que atiraram para o chão, para dispersar a confusão que se formou entre os dependentes químicos. Não se sabe ainda de onde partiu o tiro que atingiu e matou Raimundo Fonseca Júnior, que morava em albergues da região.
 
Três policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra) confirmaram nesta sexta-feira (13) que efetuaram disparos durante operação policial realizada na noite da quinta (12) para dispersar dependentes químicos da Cracolândia na Avenida Rio Branco, no Centro de São Paulo. Um homem foi baleado na confusão e morreu. A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo vai acompanhar as investigações.
 
Os policiais informaram que se reconheceram nas imagens da ação gravadas por moradores do entorno. Eles afirmaram que atiraram para o chão. Um perito também apresentou projéteis que indicam que as balas ricochetearam no chão.
 
Ainda não se sabe se outros disparos foram efetuados, fora os dos policiais do Garra, nem de onde partiu o tiro que atingiu Raimundo Nonato Rodrigues Fonseca Júnior, de 32 anos, que morava em albergues da região.
 
Raimundo morreu após ter sido atingindo com um tiro do tórax por volta das 21h de quinta-feira (12). Imagens de moradores da região mostram um grupo de pessoas pela avenida, três homens armados e, em seguida, barulhos de tiros.
 
Ele chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros e levado para a Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos.
 
Na tarde desta sexta, uma equipe da perícia esteve no local. Ainda não há informações se Raimundo fazia parte do fluxo da Cracolândia na Praça Princesa Isabel, que foi dispersado na última quarta-feira (11). Ele tinha passagens policiais por roubo e tráfico de drogas.
 
O advogado Ariel de Castro Alves, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais, informou que pediu para a Ouvidoria da Polícia apurar se algum policial está envolvido na morte do homem na região da Cracolândia.
 
“Precisa ser apurado de quem partiu o disparo. Se, inclusive, ele foi vítima de disparo feito por policiais durante a dispersão do fluxo da Cracolândia”, disse Ariel. “Encaminhei ao ouvidor de polícia.”
 
A Defensoria Pública do estado disse que também está acompanhando essa e outras histórias para saber se houve violação de direitos humanos nas ações da polícia na Cracolândia.
 
Para entidades de direitos humanos, as operações – como as desta semana – deveriam ser acompanhadas de estrutura para atendimento de saúde.
 
O secretário-executivo de Projetos Estratégicos da prefeitura disse que os dependentes estão recebendo apoio durante as operações. “De janeiro para março, a gente aumentou 7 vezes o número de encaminhamentos para acolhimento terapêutico, aumentou 28% o atendimento no Centro de Atenção Psicossocial [Caps] em frente à Praça Princesa Isabel”, afirmou Alexis Vargas.
 
Para Raphael Escobar, integrante do coletivo A Craco Resiste, a assistência oferecida pela prefeitura é quase nula. “Eles podem oferecer um albergue ou outro, mas assim, albergue é moradia? Você dividir o quarto com 160 pessoas? Então tem um histórico de violência gigantesco dentro desses serviços”, avalia.Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP), informou “que três policiais civis se apresentaram voluntariamente, nesta sexta-feira (13), como autores de disparos durante ação contra o tráfico de drogas na região central de São Paulo, na noite anterior. No mesmo local um homem de 32 anos foi atingido no tórax por um projétil e morreu. O caso está sendo investigado pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa”.
 
Disse ainda que a perícia vai apurar se o tiro que causou a morte do homem saiu da arma de um destes policiais e as circunstâncias do fato.
 
Usuários da Cracolândia dispersos
Após a operação que envolveu 650 oficiais e retirou os dependentes químicos da Cracolândia da Praça Princesa Isabel, a quinta-feira (12) foi marcada por deslocamentos e busca por novos pontos para se fixar nas ruas do Centro, principalmente próximo à Praça Marechal Deodoro.
 
Divididos em grupos, antigos moradores da Praça Princesa Isabel estão circulando pelos seguintes pontos: Rua Helvétia, Alameda Barão de Piracicaba, Alameda Glete, Rua Mauá, Rua Barão de Limeira, Rua Barão de Campinas e Rua Conselheiro Nébias.
 
A movimentação dos usuários levou medo aos comerciantes da região, e alguns trabalharam com portas entreabertas nesta quinta (12). Viaturas da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana circulavam pela região, assim como agentes de saúde.
 
Esta foi a segunda mudança de endereço da Cracolândia em pouco mais de um mês.
 
Fonte: G1
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DATA HISTÓRICA : BOLSONARO E MOURÃO NESTE SÁBADO, 07, EM SANTA ROSA

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Pela primeira vez na história da Fenasoja e de Santa Rosa, no ano em que comemora 90 anos, o município recebe juntos um Presidente da República e seu Vice-Presidente em uma visita oficial a Fenasoja 2022.

Segundo informações o Presidente Bolsonaro e o vice Mourão deverão estar em Santa Rosa a partir das 10h.

Esta visita será marcada como uma data histórica para a Fenasoja e Santa Rosa.

 

Fonte Brigada Militar

 

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