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Brigada Militar realizou 58.290 prisões em flagrante em 2019

O ano de 2019 foi um ano de várias ações efetivas da Brigada Militar em resposta ao crime no Rio Grande do Sul.

Reporter Cidades

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O Comando da instituição realizou um balanço onde foram apresentados os números totais de ações que foram realizadas durante o último ano. São os indicadores de produtividade que demonstram em números o empenho da corporação em ser uma polícia ativa e que atua, sobretudo, para coibir crimes.

Ao total foram atendidas 712.780 ocorrências. Esse número convertido em dias é o mesmo que 1.953 ocorrências atendidas a cada 24 horas pelos policiais militares. Dentro desse número estão também atendimentos diversos ao cidadão. 

A Brigada Militar realizou 58.290 prisões em flagrante, o que corresponde a um total de 160 prisões por dia.

5.252 armas de fogo foram apreendidas no último ano, ou seja, aproximadamente 14 armas foram retiradas das ruas por dia.

11,8 toneladas de drogas foram apreendidas pela BM. O equivalente a 32 quilos de maconha, cocaína, crack entre outros tipos de drogas sintéticas apreendidas por dia.

5.638.431 pessoas foram abordadas em ações policiais no Estado. Esses milhões de abordagens equivalem a 15.448 pessoas abordadas por dia.

3.204.002 veículos foram fiscalizados no ano de 2019 e 123.979 barreiras foram realizadas ao longo dos 12 meses.

Estes números são o reflexo e resultado de ações como repressão ao crime, policiamento ostensivo, policiamento comunitário e aproximação com a comunidade, Patrulhas da Maria da Penha com a proteção às vítimas de violência doméstica, Proerd atuando desde a infância para afastar as crianças das drogas e violência, planejamento através da administração da instituição, entre outras tantas ações da Brigada Militar.

Esses dados não são apenas números. Eles carregam consigo uma redução efetiva nos índices de criminalidade e aumentam a sensação de segurança da população. São 497 municípios atendidos diariamente pela instituição que através desses números comprova que 24 horas por dia, sete dias da semana a sua segurança é o que nos move.

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Cinco gaúchos de grupos de risco recebem juntos as primeiras doses da vacina contra Covid-19 no RS

Ato simbólico no Hospital de Clínicas de Porto Alegre na noite desta segunda (18) marcou início da campanha de imunização no RS

Pável Bauken

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Às 23h45 da segunda (18), foram aplicadas as primeiras cinco doses da vacina contra a Covid-19 no RS - Foto: Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

O enfrentamento à pandemia de Covid-19 no Rio Grande do Sul ganhou nomes, sobrenomes e esperança. Depois de 10 meses de luta contra um vírus até então desconhecido, às 23h45 desta segunda-feira (18/1), o Rio Grande do Sul não teve o primeiro, mas os cinco primeiros vacinados.

Pertencentes aos grupos de risco prioritários do Plano Nacional de Imunizações, Eloina Gonçalves Born, de 99 anos, moradora do Residencial Geriátrico Donna Care; Jorge Amilton Hoher, 68 anos, médico-chefe do serviço de Medicina Intensiva da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre; Carla Ribeiro, 32 anos, da etnia kaingang e residente da Aldeia Fag Nhin, na Lomba do Pinheiro; Joelma Kazimirski, 48 anos, auxiliar de higienização do Grupo Hospitalar Conceição; e Aline Marques da Silva, 40 anos, técnica de Enfermagem CTI Covid do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), se tornaram símbolos do início da imunização no RS.

Os cinco receberam a primeira dose da CoronaVac em um ato simbólico no saguão do HCPA, nos últimos minutos do dia.

Eloina Goncalves Born vacinação
No HCPA, governador Leite cumprimenta Eloina Gonçalves Born, 99 anos, a pessoa com mais idade entre as cinco primeiras vacinadas – Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini

“Talvez uma noite nunca foi tão clara, iluminada pela ciência, que rompe com a escuridão daqueles que negam a importância da pesquisa e da ciência no nosso país. São aproximadamente 23h40min, e nós estamos aqui, com toda disposição e animação como se fossem as primeiras horas do dia pela expectativa deste momento”, declarou o governador Eduardo Leite, que foi a São Paulo nesta manhã para o ato simbólico de recebimento das primeiras doses pelos Estados, mas, devido a dificuldades logísticas do Ministério da Saúde, acabaram sendo enviadas ao RS somente no fim da noite.

De um total de quase 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan produzida em parceria com o laboratório chinês Sinovac, o RS recebeu 341,8 mil unidades. Dessas, 170,8 mil – aproximadamente a metade do recebido – serão encaminhadas para o interior, a partir de Porto Alegre, na manhã desta terça (19/1) por via terrestre e aérea, com o apoio da frota de aviões da Secretaria da Segurança Pública (SSP).

A quantidade remanescente das vacinas ficará armazenada pelo Estado para o posterior envio e aplicação da segunda dose desse público, cuja previsão para aplicação é entre duas e quatro semanas após a primeira aplicação.

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Por conta da pandemia, participação foi restrita: no final, jornalistas puderam fazer perguntas ao governador em videocoletiva – Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini

“A gente começa essa imunização hoje, mas é o início ainda desse processo. Precisamos que todos continuem colaborando no cumprimento dos protocolos do Distanciamento Controlado”, destacou Leite, fazendo, ainda, um agradecimento especial a todos os profissionais da saúde que estão na linha de frente do combate à Covid-19.

Depois de 10 meses liderando o trabalho da Secretaria Estadual de Saúde (SES) e a coordenação com todas as instâncias para garantir a preservação da vida dos gaúchos, a titular da pasta, Arita Bergmann, se emocionou ao fazer seu pronunciamento:

“Acima de tudo, acreditamos que a vacina, juntamente com os cuidados básicos, como uso da máscara e evitando aglomerações, vamos vencer esse inimigo. Estávamos há 10 meses esperando esse dia. É um dia de esperança, é um dia de emoção. Eu não pensei que eu viveria esse dia”, afirmou a secretária.

Também participaram da cerimônia o vice-governador e secretário da Segurança Pública, Ranolfo Vieira Júnior, os secretários da Comunicação, Tânia Moreira, e do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Júnior, bem como o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ernani Polo, e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, além de outras lideranças políticas e da área da saúde.

A diretora-presidente do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Nadine Clausell, destacou que a luta exaustiva que todos os profissionais da saúde e funcionários da rede de atendimento enfrentam para salvar vidas. “A vacina é uma injeção de esperança”, sintetizou a cardiologista.

Público-alvo

Ainda nesta terça-feira (19/1) serão definidas as quantidades por município, após o trabalho nas coordenadorias regionais de saúde (CRS) de separar as caixas para cada cidade, seguindo os critérios populacionais dos grupos prioritários. Após, as prefeituras dos 497 municípios devem retirar na respectiva CRS o quantitativo proporcional à população a ser vacinada.

Inicialmente, o público a ser vacinado são os profissionais de saúde da linha de frente em hospitais, Atenção Básica e rede de urgência e emergência; pessoas acima de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI) – asilos – e população indígenas aldeadas.

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Frascos foram transportados em térmica até o HCPA para manter a temperatura adequada das doses – Foto: Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

Pelo perfil do público-alvo, nesta primeira fase a aplicação das doses vai ocorrer diretamente nos hospitais para os profissionais da saúde que atuam nestes locais. Nos postos de saúde, somente os trabalhadores daquela própria unidade serão vacinados. Moradores idosos e trabalhadores de instituições de longa permanência (asilos) serão vacinados no próprio residencial. Indígenas recebem na própria comunidade. Essa mesma estratégia é usada nas campanhas de gripe anuais.

Nas próximas fases, a população poderá se vacinar nos postos de saúde próximos de onde moram nas datas respectivas.

Entre o público destinado para o início da campanha, 138 mil doses são destinadas aos trabalhadores da saúde. Isso representa 34% estimado para esse grupo no Estado. Por isso, a orientação é que sejam vacinados aqueles que lidam de forma mais direta com pessoas com a Covid-19, em hospitais, Samu e na Atenção Básica.

De acordo com o recebimento de doses, os demais integrantes da área da saúde serão gradativamente incluídos. No total, o público de trabalhadores do setor da saúde estimado é de 400 mil pessoas no RS.

Outras 9,8 mil doses estão previstas para as pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas, deficientes institucionalizados e trabalhadores de Instituições de Longa Permanência de Idosos. Para a comunidade indígena que vive em aldeias, são mais 14 mil doses destinadas.

Local de destino e número doses a serem enviadas nesta terça (19):

Porto Alegre: 51.600
1ª CRS (sede Porto Alegre – 65 municípios): 26.000
2ª CRS (sede Frederico Westphalen – 26 municípios): 4.360
3ª CRS (sede Pelotas – 22 municípios): 12.400
4ª CRS (sede Santa Maria – 32 municípios): 8.400
5ª CRS (sede Caxias do Sul – 49 municípios): 14.000
6ª CRS (sede Passo Fundo – 62 municípios): 10.200
7ª CRS (sede Bagé – 6 municípios): 1.760
8ª CRS (sede Cachoeira do Sul – 12 municípios): 2.720
9ª CRS (sede Cruz Alta – 13 municípios): 1.920
10ª CRS (sede Alegrete – 11 municípios): 4.000
11ª CRS (sede Erechim – 33 municípios): 5.360
12ª CRS (sede Santo Ângelo – 24 municípios): 3.560
13ª CRS (sede Santa Cruz do Sul – 13 municípios): 4.400
14ª CRS (sede Santa Rosa – 22 municípios): 2.360
15ª CRS (sede Palmeira das Missões – 26 municípios): 6.040
16ª CRS (sede Lajeado – 37 municípios): 4.240
17ª CRS (sede Ijuí – 20 municípios): 3.200
18ª CRS (sede Osório – 23 municípios): 4.280

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Destaque

Região de Santa Rosa vai receber 2.360 doses da vacina Covid-19

A primeira leva de vacinas contra a Covid-19 para o Rio Grande do Sul é de 341,8 mil unidades

Pável Bauken

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. - Foto: Felipe Dalla Valle/ Palácio Piratini

A Secretaria da Saúde (SES) prepara para esta terça-feira (19/01) o envio das doses da vacina contra a Covid-19 para todos os municípios do Estado. Um lote de 341,8 mil unidades deverá ser recebido ainda nesta segunda-feira (18/01), fabricadas pelo Instituto Butantan e distribuídas pelo Ministério da Saúde. Após a separação por regional, por critérios populacionais, as doses serão despachadas para a Capital e às18 coordenadorias regionais (CRS). Inicialmente, o público a ser vacinado são os profissionais de saúde da linha de frente em hospitais, Atenção Básica e rede de urgência e emergência, pessoas acima de 60 anos que vivem em Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPI) e população indígenas aldeadas.

Serão encaminhadas nesta terça-feira 170,8 mil doses aos municípios, aproximadamente a metade do recebido. A quantidade remanescente fica reservada para o posterior envio destinado à segunda dose desse público, prevista para aplicação entre 2 e 4 semanas após a primeira aplicação. O envio – a partir de Porto Alegre – será realizado por via terrestre e aérea, com o apoio da frota de aviões da Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Ainda nesta terça-feira serão definidas as quantidades por município, após o trabalho nas coordenadorias de separar as caixas para cada cidade, seguindo os critérios populacionais dos grupos prioritários.

Entre o público destinado para o início da campanha, 138 mil doses são destinadas aos trabalhadores da saúde. Isso representa cerca de 34% estimado para esse grupo no Estado. Por isso, a orientação é que sejam vacinados aqueles que lidam de forma mais direta com pessoas com a Covid-19, em hospitais, Samu e na Atenção Básica. Conforme mais doses sejam recebidas, os demais integrantes da área da saúde serão gradativamente incluídos. No total, o público de trabalhadores do setor da saúde estimado é de 400 mil pessoas no RS.

Outras 9,8 mil doses estão previstas para as pessoas 60 anos ou mais institucionalizadas, deficientes institucionalizados e trabalhadores de Instituições de Longa Permanência de Idosos. Para a comunidade indígena que vive em aldeias são mais 14 mil doses destinadas.

Local de destino: número doses a serem enviadas nesta terça-feira

Porto Alegre: 51.600
1ª CRS (sede Porto Alegre – 65 municípios): 26.000
2ª CRS (sede Frederico Westphalen – 26 municípios): 4.360
3ª CRS (sede Pelotas – 22 municípios): 12.400
4ª CRS (sede Santa Maria – 32 municípios): 8.400
5ª CRS (sede Caxias do Sul – 49 municípios): 14.000
6ª CRS (sede Passo Fundo – 62 municípios): 10.200
7ª CRS (sede Bagé – 6 municípios): 1.760
8ª CRS (sede Cachoeira do Sul – 12 municípios): 2.720
9ª CRS (sede Cruz Alta – 13 municípios): 1.920
10ª CRS (sede Alegrete – 11 municípios): 4.000
11ª CRS (sede Erechim – 33 municípios): 5.360
12ª CRS (sede Santo Ângelo – 24 municípios): 3.560
13ª CRS (sede Santa Cruz do Sul – 13 municípios): 4.400
14ª CRS (sede Santa Rosa – 22 municípios): 2.360
15ª CRS (sede Palmeira das Missões – 26 municípios): 6.040
16ª CRS (sede Lajeado – 37 municípios): 4.240
17ª CRS (sede Ijuí – 20 municípios): 3.200
18ª CRS (sede Osório – 23 municípios): 4.280

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Destaque

Santa Rosa terá nova unidade da maior rede de odontologia do país

Cidade será a primeira do Brasil a inaugurar uma das 15 unidades da Sorrifácil previstas para 2021

Pável Bauken

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A Sorrifácil já começa 2021 com um ritmo acelerado de crescimento. Maior rede própria de odontologia do Brasil, a marca abrirá 15 novas operações no primeiro semestre deste ano. Uma delas será inaugurada em Santa Rosa, no dia 20 de janeiro. A empresa totaliza mais de cem unidades, espalhadas entre 11 estados brasileiros e uma em Montevidéu, no Uruguai.

Apesar da crise econômica, a Sorrifácil segue apostando na inauguração de novas operações e na oferta de alta tecnologia ao público. Com investimento de R$ 1 milhão, a clínica de Santa Rosa possui 400m². A estrutura completa se divide entre nove consultórios, bloco cirúrgico e recepção. O espaço está situado no Centro: Rua Santa Rosa, 685, sala 3 (esquina da sinaleira diagonal com o ginásio do Colégio Dom Bosco).

Serão gerados, no município, 17 empregos diretos – entre dentistas e demais colaboradores. A unidade substituirá a existente, que já está instalada em Santa Rosa desde 2014. “A cidade é referência dentro da rede. Isso nos faz querer retribuir com acesso a uma tecnologia de ponta e com um ambiente confortável para toda a população da cidade. Os pacientes vão encontrar um ambiente confortável e acolhedor, com serviços completos e atendimento humanizado”, diz Eduardo Jung Zborowski, sócio e responsável técnico da unidade. Ele ressalta que equipamentos como scanner e raio-x panorâmico facilitarão a realização de todos os exames na própria clínica.

Eduardo também lembra que todos os cuidados sugeridos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para prevenir o coronavírus serão adotados. Álcool em gel será disponibilizado logo na entrada, todos os consultórios contarão com espumas higienizadoras antissépticas, e todos os colaboradores usarão máscara continuamente, entre outros protocolos adotados.

Sorrifácil

Com 14 anos de atuação, a Sorrifácil é a maior rede própria de odontologia do Brasil. Integrante da Associação Brasileira de Franchising (ABF), a empresa vem crescendo ano a ano, com uma estratégia baseada principalmente na abertura de franquias, sempre oferecendo o que existe de mais avançado em tecnologia.

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