BRDE bate recorde de investimentos no RS em 2023
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Economia

BRDE bate recorde de investimentos no RS em 2023

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Novas operações no Estado cresceram 28,7% na comparação com 2022

 

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) acaba de alcançar uma marca histórica no Rio Grande do Sul. Com um crescimento expressivo no volume de operações ao longo de 2023, o banco fechou o período superando os R$ 2 bilhões (R$ 2.011.646.699,78) em financiamentos para novos empreendimentos no Estado. O montante é 28,7% superior ao total contratado no ano anterior (R$ 1,562 bilhões), com destaque para projetos nas áreas de inovação, armazenagem de grãos e geração de energia com fontes renováveis.

Com impacto direto no comportamento da economia gaúcha, a cadeia do agronegócio (produtores rurais, cooperativas e agroindústrias) outra vez fechou com os maiores volumes em termos de novos investimentos. Ao todo, o agro demandou R$ 1,488 bilhão em novos financiamentos.

Os principais investimentos contratados ao longo de 2023 estão destinados para cooperativas agroindustriais (R$ 475 milhões) e ampliação da capacidade de armazenagem (R$ 389 milhões). A soma para o segmento considera também projetos de agricultura de baixo carbono (R$ 98 milhões) e equalização do Plano Safra, entre outras linhas de financiamento voltadas a quem produz no campo.

Para o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior, o resultado histórico alcançado no ano passado reafirma o compromisso do banco com os setores estratégicos ao desenvolvimento do Estado e de toda a Região Sul. “Tivemos um ano de muitos desafios por conta das emergências climáticas, em especial para a economia gaúcha, mas o volume de operações mostra a confiança dos nossos empreendedores. O papel do banco é ser esse parceiro importante de quem produz e gera novas oportunidades”, destacou.

Sustentabilidade

Para geração de energia com fontes renováveis e projetos de iluminação pública e de ganhos em eficiência energética, os novos investimentos com apoio do BRDE somaram R$ 533 milhões apenas no Rio Grande do Sul no ano passado. Em 2022, esse total foi de R$ 218,2 milhões. O maior avanço ocorreu na geração de energias limpas, que alcançou R$ 479,8 milhões (R$ 155,5 milhões em 2022).

Como maior operador nacional de recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) em favor de micro, pequenas e médias empresas na Região Sul, o BRDE fechou 2023 triplicando os investimentos em inovação no Rio Grande do Sul. O volume de novos investimentos no Estado com recursos do órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação ultrapassou R$ 164 milhões para projetos que agreguem novas soluções tecnológicas de diferentes setores produtivos – em 2022 foram R$ 43,7 milhões.

Recursos internacionais

O processo de diversificação das fontes de financiamento mostrou resultados práticos no ano passado. Do total de R$ 2 bilhões em novas operações no Rio Grande do Sul em 2023, R$ 443,7 milhões contaram com funding internacionais (R$ 165 milhões no ano anterior). “Em torno de 23% dos nossos recursos têm origem na parceria com agentes estrangeiros, o que demonstra o nível de solidez e confiança que o BRDE alcançou. Mas acima de tudo, ampliam-se as opções de financiamento com as quais o banco opera, fortalecendo uma atuação alinhada à sustentabilidade”, frisou o diretor de Planejamento, Leonardo Busatto. Para ele, as relações com os bancos internacionais serão importantes nos desafios diante da transição climática, em especial no apoio aos municípios mais afetados por desastres naturais.

Setores

Considerando os setores econômicos, as áreas do comércio e serviços lideraram as novas operações no ano passado: R$ 634,5 milhões (crescimento de quase 50% ante 2022, que somou R$ 424,6 milhões). O maior salto foi no setor de infraestrutura, que passou dos R$ 209,8 milhões em 2022 para R$ 456 milhões no ano passado, alta de 117% em novos projetos.

O setor agropecuário fechou o período com R$ 473,3 milhões em novos investimos (alta de 45% antes os R$ 325 milhões de 2022). Mesmo sendo o setor com maior volume de operações voltados aos projetos de inovação, a indústria foi o único setor a registrar um recuo no volume de financiamentos: R$ 447,9 milhões (em 2022 foram R$ 603 milhões).

Região Sul

Considerando toda a Região Sul, o volume de contratações no ano passado foi igualmente histórico: R$ 5,851 bilhões, salto de 36% de um ano para o outro (R$ 4,295 bilhões em 2022). Do total de novos financiamento nos estados do Sul, R$ 1,29 bilhão teve origem em fontes internacionais.

No acumulado dos últimos cinco anos, o volume nominal de investimentos no Rio Grande do Sul financiados pelo BRDE ultrapassou a marca de R$ 6,6 bilhões. Com mais de 39 mil clientes, o banco fechou o ano com uma carteira de crédito ao redor de R$ 17,8 bilhões.

 

Fonte: Estado.rs.gov.br

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Destaque

Real ultrapassa peso argentino como a moeda emergente de pior desempenho em 2024

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O real ultrapassou o peso argentino e se tornou a moeda emergente com a pior performance em 2024. A moeda brasileira teve uma desvalorização de 10,54% frente ao dólar nos primeiros seis meses do ano. Segundo especialistas, um dos principais motivos é a saída de capital estrangeiro do Brasil devido ao risco fiscal.

Em janeiro, o dólar era negociado a R$ 4,85 e viu seu preço disparar para R$ 5,42, refletindo a insegurança do mercado em relação às contas públicas. Apesar do crescimento da arrecadação nos últimos meses, as despesas públicas aumentaram significativamente, resultando na fuga de capital estrangeiro. Nos primeiros quatro meses do ano, a bolsa brasileira registrou uma saída líquida de US$ 21 bilhões (R$ 114 bilhões), o segundo pior registro desde 1982, conforme monitorado pelo Banco Central.

“O risco fiscal segue elevado, diante da dificuldade do forte crescimento de despesas obrigatórias e dos limites para a expansão das receitas”, informou o relatório de macroeconomia do Itaú.

Além do risco fiscal, a política monetária dos Estados Unidos também influencia a saída de capital estrangeiro. Juros mais altos nos EUA tornam os ativos norte-americanos mais atrativos e seguros para os investidores globais.

“No Brasil, temos um cenário desafiador diante de uma política econômica incerta, somado aos impactos da política monetária dos EUA”, diz Ana Debiazi, CEO da Leonora Ventures. “Com expectativas de taxa de juros ainda em patamares mais altos que o normal, os investidores podem obter retornos atrativos sem necessitarem correr riscos adicionais.”

Confira as maiores quedas das moedas emergentes frente ao dólar:

  • Brasil: -10,54%
  • Argentina: -10,48%
  • Turquia: -10,12%
  • México: -8,50%
  • Tailândia: -6,95%
  • Coreia do Sul: -6,52%
  • Indonésia: -5,67%
  • Colômbia: -4,87%
  • Chile: -5,73%
  • Hungria: -5,77%

Fonte: Forbes.

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Destaque

Mais de 450mil pessoas que planejavam viajar para o RS estão sem passagem garantida devido fechamento do aeroporto Salgado Filho

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Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
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Enquanto continuam as análises e testes para avaliar a extensão dos danos no Aeroporto Salgado Filho, o Rio Grande do Sul se encontra isolado, mesmo com a implementação de uma malha aérea emergencial desde o dia 10 de maio, após a enchente. A expectativa de resolução do impasse financeiro entre o governo e a concessionária Fraport, que poderia agilizar as obras necessárias para a retomada das operações em Porto Alegre, está sendo alimentada por uma reunião marcada para esta terça-feira (18).

Um relatório da Secretaria Estadual do Turismo (Setur) lança luz sobre a gravidade da situação. Entre 3 de maio, quando ocorreu o alagamento e a interrupção das operações no Salgado Filho, e 30 de novembro, estavam programados 18,5 mil voos, com capacidade para 3 milhões de assentos. Além disso, o estudo aponta que 451 mil pessoas que planejavam viajar para o Estado estão sem passagem garantida. De janeiro a abril, o Estado mantinha conexões com sete países, em 657 voos semanais operados por sete companhias aéreas, totalizando mais de 1,7 milhão de assentos programados.

Comparado a esse desempenho, houve um crescimento de 15% na capacidade de assentos internacionais. No entanto, com o fechamento do Salgado Filho, os voos semanais previstos para junho caíram drasticamente de 444 mil assentos, em 2023, para pouco mais de 70 mil em 2024 – uma redução de 84% na oferta, impactando significativamente as companhias aéreas e o setor turístico do Estado.

Realocação de Assentos

Segundo o material da Setur, entre 20 de maio e 30 de junho, a realocação de capacidade de assentos para outros aeroportos da região Sul será distribuída da seguinte forma:

  • Canoas: 25,6 mil assentos
  • Florianópolis: 33,7 mil novos assentos
  • Caxias do Sul: 8 mil assentos
  • Passo Fundo: 4 mil assentos
  • Jaguaruna (próximo a Criciúma, em SC): 2 mil assentos

Absorção da Demanda

Atualmente, a malha emergencial oferece uma média semanal de 116 voos em sete aeroportos gaúchos e dois de Santa Catarina. A autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) deverá aumentar essa oferta para 151 voos semanais nos próximos dias. Mesmo assim, isso representa apenas 65% da média de operações do Salgado Filho antes do fechamento, que era de 180 voos diários, conforme o Anuário 2023 do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea).

Impacto no Turismo

Antes da enchente, cerca de 60% dos hóspedes em Porto Alegre chegavam via aérea, índice que sobe para 70% na Serra, de acordo com dados do Sindicato de Hospedagem e Alimentação (Sindha). Sem o aeroporto funcionando normalmente, a previsão é de uma queda significativa na ocupação hoteleira. Além disso, 37 hotéis foram forçados a fechar devido às inundações, e mais de 20 ainda não têm previsão de reabertura.

A situação crítica do transporte aéreo no Rio Grande do Sul ressalta a necessidade urgente de uma solução financeira e operacional para o aeroporto Salgado Filho, visando restabelecer a normalidade e minimizar os impactos no turismo e na economia local.

Fonte: GZH

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Economia

Dólar abre em alta e retorna ao patamar acima de R$ 5,40

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portal plural o dólar iniciou em alta nesta segunda feira (17), ultrapassando novamente a marca de r$ 5,40, em meio à expectativa da reunião do comitê de política monetária (copom) do banco ce
Foto: Divulgação
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O dólar iniciou em alta nesta segunda-feira (17), ultrapassando novamente a marca de R$ 5,40, em meio à expectativa da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil, que decidirá sobre a taxa Selic, a taxa básica de juros.

O mercado financeiro projeta que o Copom manterá a Selic inalterada em 10,50% ao ano, devido à alta inflação no Brasil e aos juros elevados nos Estados Unidos. Confira abaixo o panorama dos mercados:

Dólar Às 09h40, o dólar subia 0,46%, sendo negociado a R$ 5,4069. Durante o dia, chegou a atingir R$ 5,4117. Veja outras cotações.

Na sexta-feira passada, a moeda americana registrou alta de 0,28%, fechando a R$ 5,3819.

Com isso, acumulou os seguintes aumentos:

  • 0,80% na semana;
  • 2,24% no mês;
  • 10,60% no ano.

    Fonte: G1

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