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Economia

Brasileiro vai poder ter conta em dólar? Com a nova lei do câmbio, sim

Reporter Plural

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Empresas e pessoas físicas poderão ter conta em dólar (Thomas Trutschel/Getty Images/Getty Images)


Marco legal do setor deverá ser votado em regime de urgência; lei irá simplificar as operações de crédito e ampliar concorrência no mercado

Não foi dessa vez, mas o assunto continua na pauta. O requerimento de urgência para a votação do marco legal do câmbio, que tramita no Congresso desde 2019, não foi alvo da atenção dos parlamentares nesta terça, 27, diferentemente do que estava previsto. Mas a expectativa é que o tema seja encaminhado até o final do ano. A nova lei vai permitir que os brasileiros tenham conta bancária em moeda estrangeira.

Há ainda um outro ponto positivo, na visão de analistas financeiros. Ao permitir que um leque maior de instituições possam realizar ou receber transferências em moedas de outos países, o novo marco do setor deverá incentivar a concorrência.

A expectativa é que fintechs, que geralmente têm custos mais enxutos, e uma diversidade de agentes do setor financeiro tenha autorização do Banco Central para fazer operações cambiais. “Hoje, boa parte mercado de câmbio, operado por grandes bancos, cobra taxas um pouco salgadas pelas transferência de valores, o que acaba encarecendo o custo das empresas”, diz Gabriel Barros, economista do BTG Pactual.

“Cabe ressaltar que, uma vez autorizado pelo Congresso Nacional mediante a aprovação desse projeto de lei, a permissão para ampliar o leque de contas em moeda estrangeira no Brasil será conduzida de forma gradual e prudente, alinhada ao processo de aprofundamento dos fundamentos macroeconômicos e financeiros da economia brasileira”, informou o Banco Central em nota.

A expectativa é que haja um período de transição de dois a três anos, de forma escalonada. As empresas deverão ter prioridade. Em seguida, o novo conjunto de regras deverá ser aplicado a operações envolvendo pessoas físicas.

Segundo o Banco Central, o projeto de lei deverá simplificar processos como o registro de operações de crédito externo de baixos valores, geralmente realizadas por famílias para a transferência ou recebimento de pequenas quantias monetárias. Ainda de acordo com o Banco Central, o marco legal do câmbio deverá “facilitar a participação de investidores estrangeiros nos mercados financeiro e de capitais, ao tornar mais eficiente o processo de registros no Banco Central”.

A população, no entanto, precisará estar atenta à oscilação de moedas estrangeiras, já que o câmbio é bastante volátil. “Provavelmente, a liberação para ter conta em dólar, o que já é uma realidade em outros países, deverá ser feita de forma gradual e cuidadosa”, diz Barros.

 

  FONTE EXAME

 

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Economia

Faturamento do setor de máquinas cresce pelo 5º mês seguido, diz Abimaq

Pável Bauken

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O crescimento de 16% do faturamento líquido total do setor de máquinas e equipamentos em outubro, na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostra a quinta expansão seguida, de acordo com o Departamento Econômico da Abimaq, entidade que congrega as empresas do setor. É também a maior alta da série.

O aumento está sendo puxado pelo mercado doméstico, especialmente pelo setor de alimentos e, posteriormente, pelo setor automotivo.

Outro indicador de melhora do mercado doméstico no setor de máquinas e equipamentos é o Indicador de Consumo Aparente. Cresceu 3% em outubro ante setembro, 4,9% na comparação com outubro do ano passado e 7,1% no acumulado do ano.

Isso, segundo a Abimaq, deve-se ao aumento dos investimentos no Brasil com máquinas e equipamentos fabricados localmente. A variação cambial ajuda porque reduz as importações de componentes estrangeiros e de produtos terminados.

Por Francisco Carlos de Assis – Estadão

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Economia

Startup de assinatura eletrônica ajuda empresas a se digitalizarem na pandemia

Pável Bauken

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Cansados da demora na coleta das assinaturas dos seus clientes, dois advogados procuraram no mercado uma solução que permitisse que uma pessoa, sem nenhum conhecimento tecnológico, pudesse assinar um documento pelo celular ou computador, mas não encontraram nenhuma solução que os atendesse. Foi daí que surgiu a ideia da ZapSign.

“Precisávamos da assinatura em um documento importante e o cliente estava de férias em um local de difícil acesso. Ele me disse que não havia qualquer impressora onde estava e que não tinha como assinar”, relata Getúlio Santos, advogado e um dos fundadores da ZapSign.

Após pesquisar no mercado, constaram que todas as ferramentas de assinaturas eletrônicas existentes demandavam um grau de conhecimento e familiaridade com tecnologia da pessoa que iria assinar, e nenhuma delas funcionava satisfatoriamente com aplicativos de mensagens.

“Verificamos que as ferramentas disponíveis eram no geral muito boas, mas a experiência do signatário demandava um conhecimento técnico que maioria das pessoas não possui, cadastros complexos, download de softwares, tokens de autenticação”, conta o sócio

Segundo um relatório da Cisco, muitas das pessoas não sabem utilizar os dispositivos digitais, as aplicações de comunicação e as redes Ainda que 90% dos postos de trabalho já exijam competências digitais básicas, 23% dos adultos em todo o mundo ainda não sabem sequer ler nem escrever em formato digital.

Neste contexto, os advogados optaram por desenvolver do zero uma solução 100% focada na experiência de quem assina e não ao contrário. “Nosso conceito básico era muito simples, tem de ser ridiculamente simples de assinar e deve ter validade jurídica”.

Após o desenvolvimento da solução, naquele momento, ainda sem nome, iniciaram a utilização dentro do escritório sem qualquer pretensão de comercializar ou licenciar o produto.

Em março de 2020, logo no início da pandemia, os sócios perceberam que tinham um produto pronto, testado e aprovado pelos seus usuários há mais de 2 anos e com uma demanda crescente, resultado da restrição de mobilidade imposta as pessoas.

“Não havíamos pensado em licenciar o produto, mas com a pandemia tudo mudou, fizemos alguns ajustes, criamos uma empresa e lançamos a nossa ferramenta, agora com o nome de ZapSign…” completa Getúlio. “Logo que lançamos percebemos que a nossa ferramenta solucionava um problema muito comum a muitos brasileiros, sem querer, viramos o primeiro passo rumo a transformação digital de pessoas e empresas”.

De forma simples, a ZapSign, elimina a necessidade de envio físico de documentos para coleta de assinaturas, dispensando não só o deslocamento de pessoas, como também a necessidade de impressão de documentos (o planeta agradece), isso tudo com validade jurídica garantida por diversos mecanismos de autenticação (inclusive selfie).

Os documentos podem ser enviados tanto por e-mail, SMS ou pelos diversos aplicativos de mensagens, atualmente utilizados pelas empresas (ex. WhatsApp, Telegram), fortalecendo ainda mais a tendência de criação dos contactless offices, onde todos os procedimentos estão sendo revistos buscando uma redução de contato humano em prol da segurança dos colaboradores e clientes

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS – Estadão

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Economia

Microfranquias crescem durante a pandemia

Pável Bauken

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A pandemia dizimou empregos, fazendo muita gente buscar alternativas para gerar renda. Uma das consequências deste movimento é o aumento na procura por microfranquias

Segundo o Portal do Franchising, um dos principais deste segmento, a busca por microfranquias nos meses de maio, junho e julho deste ano foram 14% maior do que nos três meses antecedentes.

Atentas a este cenário, muitas redes vêm buscando adaptar seus negócios a um modelo mais enxuto e outras vêm aprimorando produtos para ampliar seus diferenciais e atrair investidores a exemplo da Santa Carga, empresa 100% brasileira que possui a maior linha de totens carregadores do Brasil e que agora passou a oferecer a modalidade de microfranquias.
O modelo de negócio inclui um totem carregador de celular com wifi que pode carregar até 14 aparelhos de celular ao mesmo tempo. Possuem display de 40” para exibição de publicidade, tornando uma fonte de receita para o franqueado.

Rafael Soares, idealizador da marca Santa Carga, acredita que investir em uma microfranquia traz segurança e retorno rápido para o investidor. “Muita gente sonha em empreender e às vezes não sabe como começar, especialmente agora, com a pandemia. Investir em uma microfranquia é uma ótima alternativa, pois além do retorno do investimento ser rápido, o franqueado recebe todo suporte necessário para o negócio”, explica Soares

“Acredito que as microfranquias vão crescer mais ainda, especialmente as que oferecem a comodidade de trabalhar de casa, como é o nosso caso. Quando o investidor começa a conhecer mais o mercado, acaba abrindo os olhos para esse tipo de negócio, que permite conquistar sua liberdade financeira com baixo risco e custo”, reforça Soares

A visão de Rafael Soares sobre menor risco pode ser corroborada com levantamento da ABF, Associação Brasileira de Franquias, demonstra que a taxa de mortalidade entre franquias foi de apenas 2,9%, revelando que investir em franquias é muito mais seguro diante da crise

Por DINO DIVULGADOR DE NOTÍCIAS

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