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Brasileira é escolhida na busca de soluções reais para mudanças climáticas

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Bia Carminati e Adrian Grenier querem mudar a narrativa em torno das mudanças climáticas com ‘Earth Speed’

“Há muita retórica apocalíptica por aí, muita conversa sobre “o fim dos dias”. Mas se você olhar ao longo da história, muitas pessoas levantaram placas que dizem “o fim está próximo” e nunca estiveram certas, pois adivinhem? Ainda estamos aqui”. Isso é o que diz o ativista-celebridade americanoAdrian Grenier sobre o atual fluxo de documentários e filmes sobre o tema das mudanças climáticas. “Quero falar sobre soluções. Fico animado com o que é possível.”
 
Com esse objetivo em mente, Adrian Grenier decidiu criar Earth Speed, uma série documental que mostra Adrian em sua busca por parceiros, empresas e empreendedores que podem mudar o mundo para melhor.
 
Pessoas inspiradoras
Earth Speed ​​conta as histórias de pessoas inspiradoras que estão atualmente resolvendo problemas como reduzir a desigualdade, estimular o crescimento econômico e combater as mudanças climáticas por meio de consumo sustentável.
 
Para ajudá-lo nessa busca, Adrian recrutou a produtora executiva brasileira Bia Carminati para produzir a sua série. Ex-estrategista de operações digitais na área de publicidade, Carminati mudou de carreira quando decidiu contribuir em ações humanitárias pelo mundo, deixando o ambiente corporativo em um período sabático.
 
Seus dois anos fotografando comunidades no Sudeste Asiático e vivendo com a tribo Maasai no Quênia lhe deram a chance de aprender sobre alguns dos problemas enfrentados em áreas remotas.
 
Um lugar melhor
A experiência despertou o interesse em contar histórias que tornam o mundo um lugar melhor. Agora responsável por dar vida à Earth Speed junto com o diretor Akira Chan, ela está animada com o impacto que a série pode trazer.
 
O tempo que Bia Carminati passou fotografando o Sudeste Asiático, vivendo com a tribo Maasai no Quênia e explorando comunidades no leste da Turquia despertou o interesse em contar histórias para tornar o mundo um lugar melhor. 
“A conscientização é o primeiro passo, certo? A gente quer desempenhar um papel de tornar as pessoas mais conscientes não apenas sobre os problemas, mas principalmente sobre as soluções. Ao contar as histórias de empreendedores que estão trazendo soluções reais para o planeta aqui e agora, é isso que queremos fazer”, diz Carminati. 

“Estou impressionada ao ver como o capital de risco de impacto social desempenha um papel de herói improvável aqui; investimentos mais sábios podem ter um impacto real nas pessoas e no nosso planeta. Então são essas as histórias que a gente quer contar. ”

Filmada na fazenda de Adrian Grenier no Texas e dirigido por Akira Chan, a série documental Earth Speed ​​conta as histórias de pessoas que estão tornando o mundo um lugar melhor aqui e agora.

Embora tenha ganhado fama como ator em filmes como “O Diabo Veste Prada” e o seriado “Entourage” nos anos 2000, na última década Adrian Grenier consolidou seu lugar como ativista e comunicador sobre questões ambientais. Como investidor, Adrian apoia empresas e empreendedores que ele acredita que podem mudar o mundo.

Adrian criou um fundo de impacto social, DuContra Ventures, que investe em empresas que criam mudanças positivas dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pelas Nações Unidas – as estratégias globais para melhorar a saúde e a educação, reduzir a desigualdade, estimular o crescimento econômico e combater as mudanças climáticas.

“Porque a vida é infinita, sempre há tempo para mudar”, diz Grenier. “Earth Speed nos dá a oportunidade de reconhecer o potencial infinito do que é possível ser feito”.

FONTE:AH

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Economia

Empresas gaúchas atingidas pela enchente obtêm cerca de R$ 1 bilhão em crédito pelo Pronampe

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Foto: Divulgação/ Chosen Beer
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Empresas afetadas pela enchente no Rio Grande do Sul já obtiveram mais de R$ 1 bilhão em crédito através do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). Esses financiamentos fazem parte das medidas de apoio anunciadas pelo governo federal no primeiro pacote de reconstrução, em 9 de maio.

As operações de crédito representam a maior parcela do auxílio fornecido pelo governo federal para socorrer as empresas gaúchas. Para fortalecer o Pronampe, o governo federal fez um aporte direto de R$ 4,5 bilhões no Fundo Garantidor de Operações (FGO), projetando um total de até R$ 30 bilhões em concessão de crédito.

As operações do Pronampe para o Rio Grande do Sul começaram pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, que lideram as contratações de crédito. Banrisul e Sicredi também foram posteriormente autorizados a operar a linha especial do programa. Até o momento, o Banco do Brasil é a instituição que mais contratou crédito, liberando cerca de R$ 760 milhões para aproximadamente 6,6 mil clientes até quarta-feira (12).

A Caixa Econômica Federal assinou cerca de 2,7 mil contratos, totalizando aproximadamente R$ 324 milhões em crédito até a mesma data. Somados aos valores do Banco do Brasil, o total chega a R$ 1,084 bilhão. Banrisul e Sicredi ainda estão contabilizando os valores contratados.

Os pequenos negócios em municípios em situação de calamidade podem contar com subsídio de 40% do valor do empréstimo. Isso significa que, ao contratar um crédito de R$ 100 mil, o empreendedor precisa pagar apenas R$ 60 mil ao banco. Foi reservada uma quantia de R$ 1 bilhão para garantir esse subsídio. As operações têm dois anos de carência antes do início do pagamento e podem ser parceladas em até 60 prestações. Os empreendedores podem solicitar até 60% do faturamento do ano anterior, com um limite de até R$ 150 mil. Os juros são a taxa Selic mais 6%.

Fonte: GZH

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Curiosidades

A voz também envelhece?

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Foto: Divulgação
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Compare as falas de uma criança, um adulto jovem e um idoso: é evidente que podemos diferenciá-las facilmente.

Este exemplo ilustra como a voz também envelhece com o tempo. Assim como o corpo, ela passa por mudanças. Por volta dos 25 anos, a voz atinge sua maturidade e eficiência máxima. Com o avanço da idade, aspectos anatômicos e funcionais se alteram, assim como ocorre com outros tecidos e músculos. A voz começa a mudar por volta dos 60 a 65 anos. Há particularidades: talvez você já tenha falado ao telefone com uma pessoa de 80 anos que, sem ser vista, aparenta ter 40.

— Essa pessoa cuidou da sua voz — diz a fonoaudióloga Mauriceia Cassol, professora da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA).

Diversos fatores contribuem para essas mudanças ao longo da vida: a capacidade pulmonar diminui, a estrutura da prega vocal muda — principalmente devido à perda de massa muscular — e a capacidade de articular os sons da fala também se reduz.

— Isso faz a voz dos idosos ficar mais fraca, rouca, com menor projeção e, às vezes, trêmula — resume a médica otorrinolaringologista Adriana Hachiya, presidente da Academia Brasileira de Laringologia e Voz.

Todos passam por esse processo de envelhecimento, mas nem todos procuram um especialista. Cerca de 20% dos pacientes têm queixas clínicas sobre isso, provavelmente por se incomodarem mais com os sintomas. Em geral, os homens reclamam que a voz está mais aguda, com mais escape de ar, menor projeção (dificuldade para falar alto, falando mais baixo e para dentro), e imprecisão articulatória (fala enrolada). Também podem ocorrer redução do fôlego para falar, tremor vocal, instabilidade, esforço ao falar, fadiga e rouquidão.

Rouquidão é sempre motivo de alerta, avisa Adriana. Se o problema persistir por 15 dias, o correto é buscar avaliação médica. O especialista verificará se há outras doenças, como as de origem neurológica. Caso as características sejam de envelhecimento, a condição é chamada de atrofia senil ou presbifonia, e há indicação de fonoterapia, que trabalha a capacidade pulmonar, o tônus muscular e a articulação.

Postura correta Cuidar da saúde da voz deve ser uma preocupação constante Falar no tom adequado, sem gritar ou sussurrar, é fundamental. Elevar a voz ou gritar deve ser um recurso excepcional, não um hábito.

— Minha musculatura não aguentaria correr uma maratona todos os dias — compara Mauriceia. — Deve-se evitar falar em um tom de voz que não é o habitual. Assim como elevo a voz sem necessidade, muitas vezes uso um tom mais agudo que não é o meu, o que desgasta a prega vocal — acrescenta.

Praticar exercícios físicos, alongamento e manter uma postura adequada nas atividades diárias são essenciais.

— O pescoço, muitas vezes, sofre com tensões e dores. Isso não fica só na região externa; acaba afetando internamente, apertando e comprimindo. É importante ter boa postura para trabalhar, usar o computador, sentar no sofá ou na cadeira. Sentar de forma confortável, sem tensionar o pescoço — recomenda Mauriceia.

O canto e as emoções Cantar é um excelente exercício para idosos. Além de proporcionar convivência em grupo e fazer amigos, é possível, sob orientação, desenvolver tonicidade nas pregas vocais e lubrificar as estruturas.

— É um antidepressivo natural — diz Mauriceia.

Cuidados com a voz

  • Beber água com frequência
  • Alimentar-se bem
  • Não fumar
  • Praticar exercícios físicos e alongamento
  • Manter uma postura corporal adequada
  • Dormir o suficiente para uma noite reparadora
  • Tratar doenças como asma e rinite
  • Evitar líquidos muito gelados ou muito quentes
  • Evitar ambientes com ar-condicionado em temperatura muito baixa
  • Proteger a região do pescoço no frio
  • Evitar falar alto, gritar e sussurrar

    Fonte: GZH

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Destaque

Quatro universidades gaúchas se destacam em ranking das melhores instituições do mundo

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Foto:SECOM UFSM
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O Rio Grande do Sul se destaca no cenário educacional global com quatro de suas instituições de ensino superior listadas entre as melhores do mundo no QS World University Ranking 2025. Este ranking, publicado pela Quacquarelli Symonds (QS), uma autoridade global em análise de ensino superior, incluiu mais de 1.500 universidades.

As universidades reconhecidas incluem a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Estas instituições já eram conhecidas por sua excelência, figurando nos rankings de 2022 a 2024.

A UFRGS lidera novamente entre as universidades gaúchas, posicionando-se entre as 691-700 melhores do mundo. Este ranking também coloca a UFRGS como a 32ª melhor na América Latina e a oitava no Brasil. Ao todo, 35 universidades brasileiras foram incluídas neste ranking global. No ranking anterior, a UFRGS também estava no mesmo intervalo de classificação mundial, mas ocupava a 36ª posição na América Latina e a sétima no Brasil.

As demais instituições do Rio Grande do Sul, como a PUCRS, UFPel e UFSM, estão classificadas no grupo de 1.201 a 1.400. A QS avalia as universidades com base em diversos indicadores de desempenho, e o ranking de 2025 é projetado para ajudar os alunos na escolha da instituição de ensino para o próximo ano acadêmico.

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