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Brasil ultrapassa marca de 110 milhões de doses de vacinas aplicadas

Mais da metade já receberam pelo menos uma dose de imunizante

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Mais da metade já receberam pelo menos uma dose de imunizante


Mais de 110 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 já foram aplicadas no Brasil, o que significa que mais da metade da população vacinável já receberam pelo menos uma dose de imunizante, ou seja, mais de 80 milhões de pessoas.

No país, considera-se público vacinável pessoas maiores de 18 anos, correspondendo a cerca de 160 milhões de brasileiros. Já foram distribuídas, pelo Ministério da Saúde, mais 143 milhões de doses de vacinas para os estados e o Distrito Federal, possibilitando a imunização de 100% dos grupos prioritários da campanha, com pelo menos uma dose da vacina.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que essa marca vai além dos números. “Os efeitos da nossa campanha de vacinação podem ser percebidos na redução de óbitos e de internações decorrentes da doença. Estamos no caminho certo para salvar cada vez mais vidas”.

O ministro ressaltou a importância de a população completar o esquema vacinal com as duas doses dos imunizantes. “A melhor vacina é aquela aplicada no braço do brasileiro. E, para que ela tenha o efeito desejado, é preciso que a pessoa vá até o local de vacinação no prazo correto e tome a segunda dose. Só assim a imunização estará completa”, disse.

Nessa quarta-feira (7), o ministério lançou campanha para incentivar a vacinação com a segunda dose do imunizante. Entre as vacinas liberadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para serem aplicadas no Brasil, estão a AstraZeneca/Fiocruz, Pfizer/BioNTech e Coronavac/Butantan. Apenas a Janssen, da farmacêutica Johnson & Johnson, é dose única.

Fonte: Agência Brasil

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5 situações em que o trabalhador não pode ser demitido da empresa

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O trabalhador possui algumas situações em que não pode ser demitido, de modo a garantir a estabilidade financeira e profissional de modo a evitar abusos por parte das empresas, as situações são previstas em lei e deve ser de conhecimento de todos.

Conhecer essas situações que garantem a estabilidade por parte do trabalhador é importante para que os profissionais possam buscar seus direitos caso tenham seus direitos violados, bem como por parte das empresas de modo a evitar processos trabalhistas, multas e indenizações por simples falta de conhecimento.

Acidente de trabalho e doença ocupacional.
Um dos pontos principais e que precisa ser respeitado, diz respeito a saúde do trabalhador. Caso o empregado sofra um acidente durante o trabalho ou ainda caso o mesmo sofra uma doença ocupacional que seja em decorrência da atividade que o mesmo exerce, o trabalhador passa a ter direito à estabilidade.

Sendo assim a legislação trabalhista prevê que o trabalhador tenha 12 meses de estabilidade após o fim do recebimento do auxílio-doença em casos que a licença seja superior a 15 dias e o empregado, obrigatoriamente precisa acionar o INSS.
É importante esclarecer também que no período de permanência na empresa após o afastamento, caso o trabalhador não consiga exercer a atividade prevista, a empresa deverá realocar o funcionário sem qualquer prejuízo salarial.
Pré-aposentadoria
O funcionário que esteja em pré-aposentadoria também tem direito a estabilidade, para essa situação, o funcionário não pode ser demitido e o período de estabilidade pode variar entre 12 e 24 meses que antecedem ao período da concessão da aposentadoria, conforme as convenções coletivas.

Gravidez ou aborto
Nessa situação a lei entende que é necessário proteger a infância e a maternidade, assim as mulheres possuem estabilidade desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Todavia o direito não é estendido em casos onde a mulher esteja em período de experiência.

Se por ventura a empresa demitir a mulher que não tinha conhecimento da gravidez e a mesma descubra a gestão a empresa é obrigada a reintegrá-la a sua ocupação ou pagar os vencimentos até o fim do período de estabilidade, ou seja, até cinco meses após o parto.
A única observação aqui é que caso a mulher sofra de aborto involuntário a mesma não terá direito à estabilidade, porém, mediante atestado médico, a mesma possui direito de duas semanas de repouso remunerado.

Pré-dissídio
Conforme diretrizes da categoria, o trabalhador não poderá ser demitido nos 30 dias que antecedem a data base para convenção coletiva. Conforme a legislação, caso ocorra a demissão nesse prazo, sem justa causa, a empresa deverá indenizar com um salário mensal o empregado demitido.

Dirigentes sindicais e integrantes da Cipa
A empresa não pode demitir o funcionário que seja representante dos trabalhadores no sindicato ou seus suplentes. A estabilidade é valida a partir da candidatura ao cargo até um ano após o término do mandato.

Fonte: Redejornalcontabil

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Vacinação contra a COVID-19

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Santa Rosa está vacinando contra a COVID-19, pessoas a partir dos 18 anos. A aplicação das doses está sendo feita em todas as Unidades Básicas de Saúde, até terminarem os estoques. O atendimento é mediante agendamento prévio por telefone ou presencial, ou conforme o gerenciamento de cada UBS.

Até o momento, já foram realizadas 87.004 vacinas. Do total, 54.184 foram de D1 (Primeira Dose), essa quantidade corresponde a 73,9% da população vacinada, 30.560 de D2 (Segunda Dose) e 2.260 de D.U (Dose única), sendo assim temos 32.820 pessoas com a imunização completa, 44,8% dos santa-rosenses. Os moradores de Santa Rosa que forem se vacinar precisam levar documento com foto, CPF, cartão SUS e caderneta de vacinação.

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Caminhoneiros mantém manifestação em Ijuí, mas sem paralisação

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Após a circulação de um áudio do Presidente Jair Bolsonaro, orientando pelo fim das obstruções nas rodovias do país, sob alegação de prejuízo à economia, os caminhoneiros apoiadores do presidente em Ijuí optaram por manter a manifestação, mas liberar o trânsito no entroncamento da ERS 342 e BR 285, no trevo do Posto 44.

Os manifestantes permanecem organizados até o pronunciamento do presidente, que deve acontecer através de live nas redes sociais, no final da tarde. Após a manifestação do presidente, o grupo deve decidir se as manifestações permanecem ou serão dissolvidas.

 

Fonte: Rádio Progresso de Ijuí

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