Bolsonaro compartilha texto que pede impeachment de Lula
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Bolsonaro compartilha texto que pede impeachment de Lula

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13/06/2019 cerimônia de entrega habitacional do residencial qui
Alan Santos/PR

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O ex-presidente Jair Bolsonaro publicou em sua conta no X (antigo Twitter), um texto que acusa a esquerda lulista de possuir um “gabinete do ódio”, e, conforme a publicação, teria influenciado ilegalmente as eleições de 2022.

 

De acordo com a postagem, a situação poderia levar ao impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ou à cassação da chapa com Geraldo Alckmin.

Em suas redes sociais, nesta quinta (4), Bolsonaro publicou um vídeo promovendo o texto, que não é de sua autoria. Nas imagens, agradece a pessoas que “se interessam por buscar solução para o nosso país” e diz que, “do nada, as coisas vão acontecendo”.

O material postado por Bolsonaro, assinado por uma pessoa que se identifica como Monica Cury, faz referência à investigação sobre a morte da jovem Jéssica Vitória Canedo, de 22 anos, no fim do ano passado. Ela cometeu suicídio após ser vítima de notícias falsas vinculando seu nome ao do humorista Whindersson Nunes.

“Foi preciso a morte de uma menina para entendermos onde realmente está o verdadeiro gabinete do ódio, palavra tão usada para acusar o governo Bolsonaro”, segue o extenso material.

Os boatos foram potencializados pelo perfil de fofocas Choquei, nas redes sociais, após terem sido inicialmente veiculados por um perfil menor, ligado à uma empresa que tem como sócias a empresária Fátima Pissarra e a artista Preta Gil.

Segundo o texto divulgado pelo ex-presidente, a empresa, que agencia dezenas de influenciadores digitais, teria atuado de maneira irregular para promover a candidatura de Lula nas eleições de 2022. A postagem usa apelidos para se referir aos adversários.

O presidente Lula é chamado de “Dilmo”; Alckmin é tratado como “Chuchu”; o Supremo Tribunal Federal (STF) é chamado de “Corte dos cavaleiros do apocalipse” e o ministro Alexandre de Moraes é nomeado como “cavaleiro desprovido de cabelo”.

Em alusão a um vídeo postado pelo influencer Daniel Penin, o texto diz que o alcance dos perfis agenciados pela “permite que a empresa comandada pela Fatima Pissarra e sua sócia, a cantora Preta Gil, pudesse cancelar e descancelar pessoas, impulsionar ou destruir reputações, visando lucro e interesses políticos”, diz o texto.

O texto também diz que a empresa seria ligada ao governo Lula e “pode ter manipulado as eleições de 2022 e, assim, podem ser encontrados vários crimes eleitorais cometidos com as maiores celebridades do país”. Na conclusão, o material aposta que “amanhã será outro dia, está trovejando e eu acho que vai chover”.

Ao promover o texto em vídeo gravado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde tem casa, Bolsonaro pede aos apoiadores que repassem o material. “Agradecemos às pessoas maravilhosas que se interessam por isso, pela verdade, se interessam por buscar solução para o nosso país e, do nada, as coisas vão acontecendo”, concluiu ele.

O caso da morte é investigado pela Polícia Civil de Minas Gerais, e a possibilidade de indução ao suicídio está no âmbito da investigação. Os responsáveis pela página negam irregularidades.

No âmbito político, apoiadores de Bolsonaro no Congresso tentam mobilizar colegas para possibilitar a instauração de uma CPI sobre o tema no primeiro semestre deste ano.

 

Fonte: O Sul

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Justiça Eleitoral cassa mandato de deputada federal que fez harmonização facial com dinheiro de campanha

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Foto: Reprodução
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O Tribunal Regional Eleitoral do Amapá cassou por unanimidade o mandato da deputada federal Silvia Waiãpi (PL), acusada de usar verba de campanha para realizar uma harmonização facial em 2022. A denúncia partiu da coordenadora do comitê partidário da deputada, que alegou ter se desentendido com Silvia após descobrir o uso dos recursos públicos no procedimento estético, realizado em agosto daquele ano.

Para encobrir o gasto de mais de R$ 39 mil na clínica, Silvia teria transferido os valores sob o pretexto de pagamento pelos serviços da coordenadora, Maitê. O cirurgião-dentista William Rafael confirmou a situação durante o julgamento.

O Ministério Público Eleitoral apresentou recibos que totalizam R$ 9 mil, reforçando as provas contra a parlamentar. Os desembargadores e juízes, após analisarem as evidências e rejeitarem a prestação de contas da deputada, decidiram pela cassação de seu mandato.

Silvia Waiãpi, nome civil Silvia Nobre Lopes, de 48 anos e natural de Macapá, se define como mãe, avó, indígena, militar e republicana conservadora. Ela é graduada em fisioterapia e já comandou a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) durante o governo Bolsonaro.

Em 2023, seu nome foi mencionado em um inquérito que investiga os eventos de 8 de janeiro daquele ano, envolvendo invasões ao Palácio do Planalto, Congresso Nacional e Supremo Tribunal Federal (STF).

Em resposta à cassação, Silvia Waiãpi alegou não ter sido intimada para o julgamento, descobrindo a situação pela imprensa. Ela afirmou que suas contas já haviam sido julgadas e aprovadas pelo mesmo tribunal, destacando que seus advogados tomarão medidas cabíveis após tomar ciência do ocorrido. Durante o julgamento, a deputada participava de uma audiência pública sobre o combate à exploração e abuso sexual de vulneráveis na região Norte do Brasil.

Fonte: Jornal o Sul

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Receita Federal abre consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda

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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
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A partir das 10h desta sexta-feira (21), a Receita Federal iniciou a consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2024, referente ao ano-base 2023.

Este lote contempla mais de 5,7 milhões de contribuintes, totalizando R$ 8,5 bilhões, incluindo restituições residuais de exercícios anteriores. Os pagamentos estão programados para o dia 28 de junho.

Devido ao estado de calamidade no Rio Grande do Sul, 252,73 mil contribuintes foram priorizados para receber suas restituições neste lote.

Para verificar se teve a restituição liberada, o contribuinte deve acessar o site da Receita Federal, selecionar a opção “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, clicar em “Consultar a Restituição”. Além disso, há um aplicativo disponível para tablets e smartphones.

Fonte: Jornal o Sul

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Em 2022, o Brasil gastou R$ 153,5 bilhões com despesas médicas e em perda de produtividade provocadas pelos fumantes

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Foto: Divulgação/Banco Mundial/ONU
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Em 2022, o Brasil enfrentou um ônus significativo devido ao tabagismo, com despesas médicas e perda de produtividade totalizando R$ 153,5 bilhões, equivalentes a 1,55% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Este valor foi revelado pela pesquisa “Carga da doença e econômica atribuível ao tabagismo no Brasil e potencial impacto do aumento de preços por meio de imposto”, conduzida ao longo de dois anos e divulgada recentemente na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) em Brasília.

Coordenada pela Comissão Nacional para a Implementação da Convenção-Quadro sobre o Controle do Uso do Tabaco e de seus Protocolos (Conicq), com apoio do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e Instituto de Efectividad Clínica y Sanitaria da Argentina, a pesquisa destacou que o tabagismo não apenas resulta em custos elevados para o sistema de saúde, mas também em perdas significativas de produtividade.

Vera Luiza da Costa e Silva, secretária executiva da Conicq, enfatizou que, apesar da arrecadação de impostos pela indústria do tabaco não ter ultrapassado R$ 9 bilhões em 2022, os custos associados ao tabagismo foram substancialmente mais elevados. Ela sublinhou que a maior parte dos gastos médicos foi direcionada para o tratamento de doenças respiratórias, cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC), que juntas consumiram R$ 67,2 bilhões do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, os cuidados oncológicos, especialmente para cânceres de esôfago, boca e faringe, demandaram investimentos consideráveis.

O impacto econômico do tabagismo também se estendeu às perdas de produtividade, totalizando R$ 45 bilhões devido a mortes prematuras e incapacidade para o trabalho. O estudo apontou ainda que cuidadores informais enfrentaram uma redução de R$ 41,3 bilhões na produtividade devido à necessidade de abandonar o trabalho para cuidar de familiares afetados por doenças tabaco-relacionadas.

A pesquisa também abordou o tabagismo passivo, contribuindo para 12% das mortes prematuras associadas ao tabaco, com 603 mil mortes anuais no mundo, incluindo 168.840 crianças, atribuíveis à exposição à fumaça do tabaco.

Para mitigar esses impactos negativos, o estudo recomendou um aumento de 50% na taxação dos produtos de tabaco, o que poderia reduzir significativamente os custos com saúde e evitar 145 mil mortes devido à redução do consumo. “Ao aumentarmos o preço dos cigarros, reduzimos seu consumo, criando uma relação inversamente proporcional”, destacou Vera Luiza.

Além disso, o documento propôs que a indústria do tabaco seja responsabilizada conforme as políticas e práticas legais brasileiras para compensar as perdas decorrentes da venda de seus produtos.

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