Biden lança medidas para reunificar famílias de imigrantes separadas no governo Trump - Portal Plural
Connect with us

Mundo

Biden lança medidas para reunificar famílias de imigrantes separadas no governo Trump

Publicado

em


Nuverabanner plano0 gold15 topo humberto pluralAcademia PersonaFAST AÇAÍ

 

 

O governo Biden parou de incluir imigrantes no MPP e determinou uma revisão do programa, mas ainda não determinou o que fazer com as pessoas que estão esperando respostas no México.

 

 

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, assinou nesta terça-feira (2) novas ordens executivas para reverter medidas do governo de Donald Trump para o controle da imigração.

Antes de confirmar as ordens, o mandatário disse que não está fazendo novas leis. “Estou eliminando políticas ruins”, afirmou a repórteres na Casa Branca.

Uma das medidas cria uma força-tarefa para promover a reunificação de familiares separados por políticas de imigração adotadas pela gestão anterior. Essa equipe irá reunir representantes dos imigrantes e do governo para buscar maneiras de reaproximar parentes e crianças que perderam contato, além de tomar medidas para garantir que essa prática não ocorra mais.

Durante o governo Trump, milhares de crianças e jovens imigrantes em situação irregular foram separados de seus parentes ao serem capturados, geralmente perto da fronteira. Pais e filhos eram enviados para centros de detenção diferentes e distantes, como forma de tentar desestimular a vinda de estrangeiros.

Em 2018, cenas de crianças mantidas em detenções semelhantes a jaulas, sem informações sobre seus pais, geraram críticas, e a Justiça determinou o fim da prática. Até hoje, no entanto, ao menos 600 crianças ainda seguem separadas dos pais, segundo um levantamento citado pela agência Reuters.

Este é o segundo grande movimento do novo presidente sobre o assunto. No primeiro dia de governo, em 20 de janeiro, ele assinou outras seis ordens referentes à imigração, incluindo a suspensão das obras de ampliação do muro na fronteira com o México.

As medidas, no entanto, podem enfrentar resistência. Um juiz federal bloqueou uma das ações de Biden, o congelamento por cem dias da maioria das deportações. Assim, há o risco de que outros pedidos de ativistas conservadores na Justiça possam atrasar o desmonte das políticas de Trump.

O governo Biden também implantará um programa para tentar criar melhores condições de vida nos países da América Central, de onde muitos migrantes saem rumo aos EUA. Essa iniciativa será feita em parceria com os governos dos países e ONGs internacionais.

Com isso, repete-se uma estratégia usada no governo de Barack Obama. À época como vice-presidente, Biden buscou dialogar com países como Guatemala e Honduras e oferecer ajuda para programas sociais em troca de esforços daqueles governos para evitar que imigrantes partissem dali rumo aos EUA.

Trump seguiu estratégia parecida, mas de forma mais agressiva: fez um acerto com o México para que imigrantes irregulares que tentassem chegar aos Estados Unidos fossem contidos naquele país, antes de tentarem cruzar a fronteira. Para pressionar o governo mexicano, o republicano ameaçou aumentar tarifas sobre importações do México para os EUA.

A gestão do republicano também criou um programa, chamado de MPP, para que os solicitantes de asilo aos Estados Unidos aguardassem a resposta em território mexicano. Antes, era possível esperar dentro dos EUA.

O asilo é direcionado para pessoas que precisaram fugir de seus países por situações como perseguição política ou religiosa. No entanto, grupos conservadores criticam o mecanismo e dizem que muitos estrangeiros o usam como estratégia para entrar nos Estados Unidos sem que de fato estejam em situação de risco.

O MPP enviou 65 mil solicitantes de asilo para esperar a resposta no México. Muitos deles retornaram a seus países, enquanto outros ficaram em acampamentos perto da fronteira, do lado mexicano. Em 2019, 46 mil pessoas receberam asilo dos EUA, segundo dados do DHS (Departamento de Segurança Nacional).

O governo Biden parou de incluir imigrantes no MPP e determinou, nesta terça, uma revisão do programa, mas ainda não determinou o que fazer com as pessoas que estão esperando respostas no México.

Biden procura reverter as políticas de migração de Trump aos poucos, tanto por questão burocrática – o governo anterior fez mudanças por meio de uma série de leis e regras diferentes – quanto para evitar uma nova onda de imigração que poderá surgir caso haja a sensação de que a fiscalização foi enfraquecida.

Barrar a imigração foi um dos principais temas de campanha de Donald Trump, e uma alta na vinda de estrangeiros pode servir de combustível para mobilizar seus apoiadores. Haverá eleições parlamentares no país já em 2022.

Em dezembro, antes de tomar posse, Biden disse que os Estados Unidos precisam criar uma barreira de proteção, de modo a não “terminar com 2 milhões de pessoas na nossa fronteira”.

Embora alto, o número não está muito longe da realidade. Em 2019, foram detidos ou expulsos 1,01 milhão de estrangeiros que tentavam entrar ou permanecer nos EUA de maneira irregular, segundo o DHS. O valor foi quase o dobro do registrado em 2018, mas significou um retorno ao patamar de décadas anteriores: entre 1990 e 2006, o total de imigrantes pegos em situação ilegal sempre ficou acima de 1 milhão por ano.

Nesta terça (2), a secretária de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki, disse que o governo pretende criar mecanismos que tratem os imigrantes de forma mais humana, mas ressaltou que “não é a hora de vir para os Estados Unidos”.

 

FONTE: Noticias ao Minuto

Compartilhe
Clique para comentar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Destaque

Tudo o que se sabe sobre o atentado sofrido por Donald Trump

Publicado

em

portal plural (7)
Foto:REBECCA DROKE / AFP
Nuverabanner plano0 gold15 topo humberto pluralAcademia PersonaFAST AÇAÍ

Na tarde deste sábado (13), o ex-presidente e candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, foi retirado às pressas de um comício eleitoral nos Estados Unidos. Durante o evento, foram ouvidos disparos, e o político, após colocar a mão na orelha direita, se abaixou rapidamente atrás do palanque. Momentos depois, Trump foi cercado por agentes do Serviço Secreto e apareceu com sangue na orelha.

O atentado ocorreu na cidade de Butler, na Pensilvânia, por volta das 18h15min (horário local). Trump estava discursando para apoiadores durante sua campanha eleitoral.

O FBI identificou o atirador como Thomas Matthew Crooks, um jovem de 20 anos de Bethel Park, Pensilvânia, de acordo com o jornal The New York Times. O porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, afirmou que Crooks atirou “em direção ao palco de uma posição elevada”, sendo considerado um franco-atirador.

Crooks não possuía antecedentes criminais. A polícia recuperou um fuzil AR-15 semiautomático no local do atentado, que o FBI confirmou ter sido comprado pelo pai do atirador. Ainda não se sabe se o pai estava ciente das intenções do filho. Crooks morava a cerca de 70 km de Butler. O FBI acredita que ele agiu sozinho, mas investiga possíveis cúmplices.

O sistema de votação da Pensilvânia mostra que Crooks estava registrado como republicano, mas fez uma doação de US$ 15 a um comitê progressista que apoia os democratas no dia em que Joe Biden foi empossado presidente, em 2021. Crooks se formou em 2022 na Bethel Park High School e recebeu um prêmio de US$ 500 da Iniciativa Nacional de Matemática e Ciências.

O pai do atirador afirmou à CNN que estava tentando entender o que aconteceu e que falaria com as autoridades antes de conversar com a imprensa.

Duas pessoas morreram no atentado: um espectador do comício e o próprio atirador. O Serviço Secreto informou que duas pessoas ficaram feridas e o caso está sendo investigado como “tentativa de assassinato”.

A vítima fatal foi identificada como Corey Comperatore, ex-chefe do corpo de bombeiros de Butler. Ele deixou esposa e duas filhas. Segundo o governador da Pensilvânia, Josh Shapiro, Comperatore morreu ao proteger sua família dos disparos.

Os ferimentos de Trump não foram especificados. O porta-voz da campanha do republicano informou que ele “está bem” e foi encaminhado para um centro médico local. De acordo com o Bloomberg, Trump deixou o hospital no final da noite de sábado.

Em sua rede social, Truth Social, Trump relatou o ataque: “Nada se sabe ainda sobre o atirador, que está morto. Fui atingido por uma bala que perfurou a parte superior da minha orelha direita. Eu sabia que havia algo de errado no momento em que ouvi um som de assobio, disparos, e imediatamente senti a bala rasgando minha pele. Vi muito sangue e então percebi o que estava acontecendo. Deus abençoe a América.”

Trump enviou condolências às famílias das vítimas e expressou gratidão pela rapidez do Serviço Secreto.

No início da madrugada de domingo (14), Trump desembarcou no aeroporto de Newark, em New Jersey, cercado por agentes do Serviço Secreto. Ele passou a noite em seu clube de golfe em Bedminster, New Jersey.

Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, telefonou para Trump após o atentado. A Casa Branca confirmou a ligação, mas não revelou detalhes. No sábado, Biden se manifestou no X (antigo Twitter), dizendo: “Não há lugar para esse tipo de violência na América.”

O atentado contra Trump é mais um na história de ataques a presidentes e candidatos à presidência nos Estados Unidos. O Estado de S. Paulo relembrou os casos de assassinato de quatro presidentes:

  1. Abraham Lincoln: Assassinado em 14 de abril de 1865 no Teatro Ford, em Washington.
  2. James Garfield: Baleado em 2 de julho de 1881, morreu em setembro daquele ano.
  3. William McKinley: Baleado em 6 de setembro de 1901, morreu em 14 de setembro de 1901.
  4. John F. Kennedy: Assassinado em 22 de novembro de 1963 em Dallas, Texas.

Outros atentados notáveis incluem tentativas contra Theodore Roosevelt, George C. Wallace, Franklin D. Roosevelt, Harry S. Truman, Gerald Ford, Ronald Reagan e George W. Bush.

Políticos do mundo inteiro se manifestaram sobre o atentado contra Trump. Em mensagens no X, eles declararam apoio ao republicano. O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, classificou o episódio como “inaceitável”.

Fonte: GZh

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Mundo

Funcionária utiliza atestado falso para viagem e encontra chefe no avião

Publicado

em

portal plural funcionária utiliza atestado falso para viagem e encontra chefe no avião
Foto: Divulgação
Academia PersonaFAST AÇAÍ15 topo humberto pluralNuverabanner plano0 gold

As vezes surge alguém que inventa desculpas para conseguir aquela folga desejada para fazer uma viagem, não é?

Grace, por exemplo, decidiu usar um atestado médico por doença um dia antes de suas férias para conseguir pegar um voo mais barato para seu destino de férias. Pensando ser uma mentira inocente, mal sabia o que estava prestes a acontecer.

Em seu perfil do TikTok, Grace revela que ao entrar no avião, cruzou com… o patrão.

A situação tornou-se ainda mais desconfortável quando o homem decidiu tirar uma selfie com a jovem, como prova de sua ‘ilegalidade’. No entanto, tudo acabou bem, e Grace foi perdoada. “Fomos juntos a Bangcoc e até nos ajudamos um ao outro”, conta a jovem, feliz por não ter perdido o emprego.

Fonte: Notícias ao minuto

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Mundo

Garoto completa ensino médio e ingressa na faculdade aos 12 anos

Publicado

em

portal plural prodígio
Foto: Suborno Isaac Bari
banner plano0 goldFAST AÇAÍAcademia Persona15 topo humberto pluralNuvera

Um jovem de 12 anos se tornou, na quarta-feira, o mais jovem a concluir o ensino médio na escola de Malverne, no estado de Nova York. Mas isso não é tudo: agora, ele planeja ingressar em uma licenciatura em Matemática e Física na Universidade de Nova York.

“Foi uma experiência fantástica. Conheci muitas pessoas incríveis e aprendi muito em matemática, ciências e outras disciplinas. Mas sinto que estou pronto para avançar e continuar meus estudos superiores da melhor maneira possível”, revelou Suborno Isaac Bari ao Good Morning America.

A professora Rebecca Gottesman enfatizou que o distrito escolar e a família do menino colaboraram para que ele tivesse aulas avançadas, ao mesmo tempo em que interagia com colegas da mesma idade e se desenvolvia social e emocionalmente.

Suborno Isaac Bari, destacou que teve tempo para seguir seus interesses e foi tratado como qualquer outro aluno do ensino médio. Seu objetivo é obter um doutorado e se tornar professor. No outono, ele iniciará seus estudos em Matemática e Física na Universidade de Nova York.

Fonte: Notícias ao minuto

Compartilhe
[mailpoet_form id="1"]
Continue Lendo

Compartilhe

[DISPLAY_ULTIMATE_SOCIAL_ICONS]

Trending

×

Entre em contato

×